28 de Março de 2015

Cerveja traz rotulo com cães para adoção

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Uma microcervejaria do interior de São Paulo e uma ONG que cuida de cães abandonados lançaram uma cerveja com um propósito diferente: estimular a adoção de animais abandonados. Para tanto, alguns possíveis “candidatos” a um novo lar estampam os rótulos da cerveja pilsen Sem Dono, criada pela Bamberg em parceria com a ONG Adote um Focinho.

Com assinatura da agência criativa Señores, os rótulos da Sem Dono trazem seis cães abandonados, no momento aos cuidados da Adote Um Focinho. Os interessados em dar um lar para os “garotos propaganda” da cerveja encontram informações no rótulo sobre o processo de adoção.

Quem não pode cuidar de um cachorro agora também pode contribuir fazendo doações para a ONG. A Bamberg produziu nesta primeira fase quatro mil unidades da cerveja, disponível em garrafas de 600 ml e já à venda em lojas especializadas.

Fonte: Direitos dos Animais ( foto: divulgação )

 

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27 de Março de 2015

Deputado quer circos sem animais na Bahia

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O deputado estadual Marcell Moraes (PV) encaminhou na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) um projeto de lei que proíbe em todo o estado espetáculos de circos que utilizam animais – sejam eles selvagens, domésticos ou domesticados, nativos ou não. A justificativa de Marcell é que os animais sofrem maus-tratos e são mantidos sob condições de extrema crueldade.“Na condição de indefesos, podem futuramente se voltar contra o próprio público que os assiste, podendo causar acidentes, entre outras graves consequências”, diz o deputado no projeto. Aqueles que infringirem a Lei estarão sujeitos à multa de 50% dos valores arrecadados por espetáculo, sem prejuízo da apreensão dos animais utilizados nas apresentações e das providências judiciais eventualmente cabíveis. O montante arrecadado, de acordo com o texto, deverão ser revertidas em políticas públicas do governo estadual e do Fundo Nacional de Meio Ambiente para a Proteção dos Animais.A fiscalização caberá aos agentes do Ministério do Meio Ambiente e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Um artigo do projeto, por outro lado, condiciona a exposição de animais domésticos, que só poderá ser realizada mediante autorização de instalação e funcionamento, expedida pelos órgãos locais competentes do Poder Executivo. “A utilização de animais da fauna silvestre, nativos ou migratórios, para qualquer fim, fica sujeita às condições previstas no art. 29 da Lei 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, no que forem pertinentes, e subsidiariamente às disposições do Código Penal e do Código de Processo Penal”, diz o parágrafo 2º do artigo. O projeto de lei foi publicado no Diário Oficial do Estado de quinta-feira (26).Fonte: Bahia Notícias ( foto: internet )

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26 de Março de 2015

Filhote cai em buraco e égua pede ajuda

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Com a ajuda de um celular, o engenheiro agrônomo Mauro Ribeiro registrou a reação de uma égua ao ver o filhote, um burro de poucos dias de vida, cair dentro de um buraco, na fazenda de sua propriedade em Capixaba, distante 72 km de Rio Branco. O vídeo, publicado nas redes sociais esta semana, já alcançou mais de 1.300 visualizações.Ribeiro conta que voltava dos fundos da fazenda e se deparou com o caso. Segundo o fazendeiro, o que chamou a atenção foi a reação da égua, que corria em círculos como se estivesse pedindo ajuda.“Olhei dentro do meu pasto e vi a égua com um movimento esquisito, rodando, com a cabeça baixa. Pensei que era uma cobra, mas era o filhote dela, novinho e muito frágil que tinha caído em um buraco, que não cabia nem uma panela de pressão. Como ele caiu sentado, não conseguia levantar. Me chamou atenção o jeito dela, aperreada. Achei linda a cena. Parecia que estava pedindo ajuda”, lembra.As imagens mostram também o resgate do animal. “São meus animais. Ele é o filhote de um jumento, que eu tenho, com a égua. Estou reproduzindo só para tirar burro na fazenda. Quando acontece essas coisas assim, eu protejo em especial, porque meus animais vivem há 20 anos lá dentro com segurança”, finaliza.Fonte: G1 ( foto: divulgação )

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26 de Março de 2015

INCOERÊNCIA : Marcos frota gosta de animais nos circos

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O ator e artista circense Marcos Frota durante anos manteve circos sem animais no Brasil, razão pela qual era citado e admirado pelos defensores dos animais por aqui. Era tido como referência sobretudo para mostrar como a atividade circense continuaria atrativa e viável se abandonasse o uso de animais. Mas, como quase sempre, na causa animal, há aquele momento em que os ídolos mostram seus pés de barros. Ou, como dizia Cazuza: “Suas ideias não correspondem aos fatos”.O fato é que Marcos Frota não mantinha animais em seus circos, mas não por convicção. Em entrevista publicada em 5 de janeiro na coluna Gente Boa d’O Globo, ele diz: “Eu gosto do circo do que jeito que ele é, com bichos. Acabei de voltar da Europa e os circos tinham diversos animais. O Brasil optou por não mantê-los, talvez por ser um país tropical. Eu não vejo problema, mas acho que ainda assim o picadeiro brasileiro é muito rico sem eles.”Há de se ressaltar que a contribuição que Marcos Frota deu para a luta pelo fim do uso de animais em circos, no Brasil, não pode ser desmerecida. Muitas vezes os indivíduos são inconscientes, ou não estão à altura dos seus próprios atos. Ainda assim, há de se lamentar a persistência dessa mentalidade retrógrada no meio circense brasileiro. A redação espera, especialmente em vista da repercussão que do filme “O Grande Circo Místico”, a ser lançado, que uma onda de nostalgia não ponha em perigo as conquistas obtidas nos últimos anos.Fonte: anda.jor.br ( foto: divulgação )

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25 de Março de 2015

Proteção animal começa na infância

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A Anda abre espaço para uma série de reportagens que abordará a proteção animal na infância, pois, é nessa fase que boa parte de nossa personalidade se forma. Muitas das experiências que temos quando crianças nos marcam para o resto da vida. Aliás, é lá na infância que muitos ativistas começaram a abraçar a causa animal mesmo sem se dar conta disso. Por isso, alimentar as crianças com atividades, livros, filmes e tudo o que possa motivar o amor e respeito aos animais é essencial para um futuro em que a natureza seja protegida e os bichos fiquem livres da escravidão.Educadores com visão futurística percebem o quanto é importante falar de meio ambiente englobando tudo que está em torno da criança e não só de rios, praias e florestas, como se a natureza só existisse distante dela, só onde ela passa as férias. A Educação Ambiental moderna entende que a criança precisa ser motivada a respeitar a borboleta que pousa em seu quintal, as árvores das calçadas, os passarinhos que moram na cidade e os cães e gatos que vê na rua. Tudo faz parte da natureza: nós, as águas, as florestas, os demais animais… tudo. Ensinar a preservar apenas rios e florestas é ensinar pela metade porque grande parte das criaturas nasce e cresce nas grandes cidades.Essa série vai mostrar iniciativas que trabalham proteção animal com crianças em escolas, comunidades ou eventos. Haverá dicas de livros e filmes que podem sensibilizar as crianças nesse sentido. Aliás, quantos de nós não tivemos esse “despertar para a causa animal” a partir de algum filme ou livro onde um bichinho era o protagonista?Como vemos pelas notícias, há um crescente número de pessoas se envolvendo com a causa animal ou, pelo menos, prestando ajuda a animais eventualmente. Chovem denúncias e resgates. São pessoas de várias idades e profissões, além de policiais e bombeiros que têm socorrido animais em situações extremas como nunca víamos acontecer anos atrás. São manifestações pelos direitos animais em toda parte do planeta. No entanto, vai depender das gerações futuras a criação de leis, de posturas e de uma nova visão. Que essa nova série da Anda inspire a todos (educadores, pais, avós, tios etc) a envolver as crianças numa atmosfera de comunhão com a natureza e respeito aos animais, afinal, uma coisa não é possível sem a outra!Oficinas de arte e concursos nacionais e internacionais de desenho e pintura fazem parte do caminho escolhido pelo MICA – Movimento Infanto-juvenil Crescendo com Arte, de SP, para sensibilizar as crianças e jovens com relação aos animais. A fundadora do MICA, Maria José Soares (bióloga e coordenadora pedagógica), salienta que não há sede, patrocinadores e nem ligação a alguma filosofia política ou religiosa. As atividades são realizadas em espaços cedidos e desenvolvidas por um grupo de professores voluntários que tentam contribuir com sua parte na sociedade: “Nosso objetivo é criar oportunidades, por meio da arte-educação, para que crianças e jovens se tornem cidadãos mais criativos, produtivos e, principalmente, mais felizes”, comenta.Os conceitos trabalhados em prol do respeito aos animais e pela natureza são desenvolvidos no Projeto “Conhecer para Preservar”. As crianças ouvem histórias, assistem a filmes e a fixação dos conceitos é feita em oficinas de arte: desenho, pintura (em tela, canecas de cerâmica e seda), dobradura, kirigami, mosaico, máscaras (em papietagem, porcelana, faiança e com elementos caídos da natureza), escultura, modelagem em argila, música, dança, teatro, canto, coral e poesia, entre outros. O MICA já atuou em escolas como o Colégio Cermac no Mandaqui e, no Tremembé, na Escola Municipal Raul de Leoni e no CCI do IF – Centro de Convivência Infantil do Instituto Florestal.Nos últimos dois anos, o trabalho tem sido feito com as crianças da Comunidade do Sapo, no Jardim Peri, na zona norte de SP, com o apoio de um conhecido ativista da causa animal, o “Marcelinho Protetor” (Marcelo da Silva Viera). “A ideia do trabalho com essas crianças surgiu do desejo de Marcelinho levar mais conhecimento aos moradores da comunidade sobre a importância da valorização da vida animal. Por meio da educação podemos minimizar os problemas de abandono e crueldade cometidos contra os animais domésticos e silvestres”, explica Maria José.As crianças da Comunidade do Sapo fazem um passeio pelo Parque Estadual da Cantareira e aprendem sobre higiene bucal, educação ambiental e proteção animal. Também visitam abrigos de animais como da Uipa (União Internacional Protetora dos Animais). A veterinária Débora Gabriel Rovigatti participa das atividades preparando vídeos e passando ensinamentos sobre alimentação, doenças e castração. A protetora Fabiana Pino participa falando sobre guarda responsável, maus-tratos, superstições e assuntos em defesa do bem-estar animal.“Um problema grave que tentamos sanar é a captura de animais silvestres para vender ou comer, feita pelos moradores da comunidade. Outro problema é a degradação causada às matas e a poluição dos mananciais. Para isso as crianças fazem uma trilha na Mata Atlântica, dentro da Reserva do Parque Estadual da Cantareira, com a orientação de monitores de educação ambiental”, comenta Maria José.Os concursos de arte são anuais e nas versões paulista, nacional e internacional. Os temas sempre procuram motivar as crianças e jovens a pensarem sobre a natureza e animais a sua volta. Alguns dos temas:Paulista – Meu Amigo de Estimação e Vida de Cachorro & Vida de Gato (desenho e pintura)Nacional – ReDobrando a Esperança na Vida Animal (dobradura), Pedacinhos da Natureza (mosaico), Conservar Hoje para o Amanhã Sustentar (propaganda), Meu Amigo de Estimação (desenho e pintura), Amazônia Azul (desenho e pintura), Artes e Artistas da Natureza (arte e poesia), Minha Arca de Noé (poesia) e Minha Árvore Favorita (fotografia e arte)Internacional – Arte pela Valorização da Vida Animal, Arte pela Conservação do Mar, Arte pela Águas do Planeta, Arte pela Liberdade das Aves do meu País, Arte pelas Florestas do meu País e Arte pela Floresta Amazônica Plantando sementes, colhendo frutosCom 23 anos de idade, o MICA já sensibilizou crianças que hoje são adultas e formadas em diversas profissões onde podem continuar difundindo a proteção animal. Tem professor, advogado, dentista, veterinário e vários ex-alunos que abraçaram a causa animal. “Procuramos introduzir temas em nossas atividades que levem à preservação dos patrimônios históricos, culturais e naturais do planeta. Temos ex-alunos que já são mestres e doutores. Os que não fizeram faculdade, geralmente por falta de condições econômicas, na sua maioria sabemos que estão constituindo suas famílias de um modo muito responsável. Isso já nos dá a certeza da missão cumprida e de que valeu a pena nossos esforços. Mas não fazemos caridade. Praticamos cidadania”, relata Maria José.Ela cita ainda exemplos de crianças engajadas que participam dos concursos de arte ou oficinas: “A Maria Eduarda (estudante de 9 anos de SP) quer ajudar todos os animais que encontra. Ao chegar em casa, a menina toca piano para seu cachorrinho na angústia de buscar soluções para o abandono dos animais. E, junto com a avó (professora e escritora), escreve poesias como um grito de socorro pelos animais. A Ana Clara, de Piracicaba, escreve poesias e faz muitos desenhos que pedem respeito e compaixão pelos animais”.Para conhecer melhor o trabalho do MICA, apoiar ou participar das ações acesse o site ou entre em contato pelo email mica.arte@gmail.com e fone (11) 95428-1020, com Maria José.Fonte: anda.jor.br ( Por Fátima Chuecco da Redação – foto: divulgação ) 

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24 de Março de 2015

Depois de sobreviver a envenenamentos cão encontra um lar

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Ao contrário de muitos cães da Bulgária que vivem desabrigados desde a infância, o cachorro Rango começou a sua vida em um “lar”. O animal era tutorado por uma senhora que o mantinha acorrentado no quintal absolutamente todo o tempo. Ele não tinha autorização para entrar na casa e tinha pouco acesso à comida e à água. As informações são do site One Green Planet.

Quando cresceu Rango começou a ocupar muito espaço e a precisar de mais comida do que sua tutora estava disposta a comprar. Assim, ela tomou a decisão de matar o cachorro.

A mulher deu ao animal veneno de rato e esperou que ele morresse. Depois de horas, aguardando o efeito do veneno, ela percebeu que a sua primeira tentativa de assassinato não funcionou.

A tutora então pediu a um amigo que levasse o cão em seu carro para um lugar distante e o abandonasse lá, o que foi feito. Mas Rango encontrou o caminho de volta.

Depois que suas duas tentativas de livrar-se do animal deram errado, a senhora tentou envenenar Rango novamente, só que desta vez com um pedaço de pão ensopado em alvejante doméstico e em seguida com uma preparação concentrada feita para matar parasitas na pele e pelo de ovelhas. O que funcionou tanto bem quanto das outras vezes.

Depois de três tentativas de assassinato por intoxicação, a tutora de Rango pediu ao motorista do carro que seguisse na direção oposta à primeira vez e o levasse ainda mais longe.

Ele voltou para casa.

Felizmente, aparece aqui um outro personagem. Um homem chamado Todor Sotirov, que testemunhou toda a saga do pequeno cão, e decidiu que já bastavam de tentativas de assassinato e abandono. Então ele ligou para o abrigo Animal Friends Foundation Burgas.

Rango chegou faminto, enrolado em cintos, fios e correntes que lhe serviam de coleira. Ele tinha então mais ou menos um ano de idade e, apesar de tudo o que passou, era muito simpático e ingênuo.

Surpreendentemente, o veterinário determinou que Rango estava bem de saúde e já podia se adotado. Foram só alguns meses para que uma família na Alemanha adotasse esse sobrevivente, que agora tem um bom lar. Sorte que muitos animais, na Bulgária e no mundo, não tem.

A Animal Friends Foundation Burgas é um modesto abrigo administrado somente por voluntários. Eles aceitam entre 120 e 150 animais todos os meses, o que é muito mais do que seu espaço pode abrigar de maneira confortável. A fundação busca doações para poder expandir seu centro de resgate. Para conhecer melhor seu trabalho e, quem sabe, fazer uma doação, visite este link.

Fonte: anda.jor.br ( foto : divulgação )

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24 de Março de 2015

Cãozinho Oliver morre após luta contra doença

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Oliver, o West Highland White Terrier pernambucano que se tornou celebridade após seus tutores postarem suas fotos na web, faleceu nesta madrugada, após luta de três meses contra uma doença autoimune chamada Meningoencefalite Granulomatosa.Com 40 mil likes no Facebook e 22 mil seguidores no Instagram, Oliver tinha números e nome de celebridade. O cãozinho, criado pelo advogado Mozart Borba, havia chegado ao lar da família após o pai ter a ideia para que sua filha de sete anos, Mariana, perdesse o pânico de cachorros.Após ter perfis seus criados nas redes sociais, Oliver angariou milhares de fãs com fotos tiradas usando fantasias e em momentos especiais, como seus aniversários. Foi personagem de diversas reportagens em jornais, na TV e na internet. O blog de João Alberto, em 2014, publicou uma matéria com Oliver, e você pode conferi-la clicando aqui.O terrier, de dois anos, vinha passando por um tratamento à base de corticoides e quimioterapia, e reagia diversamente, ora bem, ora sem resultados. Os tutores de Oliver publicaram no perfil do Facebook uma mensagem emocionante de despedida, e fãs do cãozinho estão enviando homenagens e condolências.Fonte: Pernambuco (Foto: Paulo Paiva/DP/D.A Press/Arquivo) 

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23 de Março de 2015

Morador de rua quer montar ONG para ajudar cães de rua em SP

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Maik vive na rua com seus cães. Ele é um dos inúmeros moradores sem casa que amam seus animais acima de tudo.Eles vivem em São Paulo e foram encontrados pelo fotógrafo Edu Leporo. Agora fazem parte do projeto Moradores de Rua e seus Cães.E o que mais me comoveu foi o sonho de Maik, que sonha ajuda mais animais sem tutor.“Quero montar uma ONG, pra cuidar de todos cães abandonados”.Fonte: Patas ao Alto / R7( foto: internet

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23 de Março de 2015

Yasmin Brunet vira adepta da dieta vegana

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Adepta do vegetarianismo há seis anos, Yasmin Brunet decidiu virar vegana há 20 dias. “Não como nenhum animal e também nada de origem animal. Assisti a muitos documentários, filmes e li livros sobre isso. Já não consigo, vejo animais no meu prato como cadáveres e meu corpo seria um cemitério se comesse eles”, diz ela, que procura comer legumes, frutas e verduras orgânicos e cortou totalmente bebidas alcoólicas.

Nas redes sociais, Yasmin costuma compartilhar fotos suas e de seus pratos com hashtags como #vidadesereia e #comidadesereia”. “Sempre fui obcecada por sereias. Desde pequena, uma coisa meio inexplicável. Vida de sereia é um estilo de vida natural, praiano, tranquilo… Comida de sereia é uma alimentação natural e sem animais. Como elas são metade humana e metade peixe, acho que não comeriam seus irmãos”, comenta.

A modelo também usa a web para apoiar a campanha “segunda sem carne”, para que as pessoas não comam carnes às segundas-feiras, e lamenta que a maioria ainda tenha dificuldade em se adaptar a uma dieta assim. “As pessoas estão condicionadas a comer coisas que não sabem exatamente da onde vem ou se faz bem. É raro alguém que pesquise e se interesse pelo que come. Acho muito curioso isso, porque o que você coloca para dentro do corpo reverbera em todas as áreas da sua vida, principalmente na sua saúde e no seu humor. Mudar é sempre difícil”.

Segundo Yasmin, desde que eliminou alimentos de origem animal ela tem se sentido mais disposta e percebeu mudanças na pele e nos cabelos. “Sinto mais alegria, vitalidade, energia… Não fico mais doente. Vejo o mundo diferente”, conta. “Sempre digo que tenho cabelo de vegetariana porque tem muito mais brilho, força e cresce mais rápido do que quando comia animais. Minha pele também melhorou muito. Foi a melhor decisão que tomei na vida”, diz ela, que ainda deu uma secada. “Emagreci, sim. Quando você come natural, não tem como engordar. Você perde o peso que seu corpo não precisa e desintoxica, desincha”. A top não sabe, porém, quantos quilos perdeu. “Não tenho ideia, de verdade! É muito mais por saúde, pelos animais e pela sociedade do que pelo manequim”.

A modelo lista as refeições básicas que costuma fazer: “De manhã nunca fui de comer muito. Como uma banana com manteiga de amendoim feita em casa (só amendoim sem casca e sem sal torrado e batido no processador) ou como a banana e algumas tâmaras. Almoço é quinua, feijão e legumes no forno. No jantar, uma sopa de legumes ou pizza vegana com massa de grão de bico ou couve-flor”, explica.

É Yasmin mesmo que bota a mão na massa e faz suas receitas (ao lado, confira algumas das preferidas da top). “Adoro cozinhar, desde pequena. Tive sorte porque aprendi com meu pai e minha mãe, que sempre cozinharam muitíssimo bem”. A modelo diz que é contra a máxima de que é preciso comer de três em três horas e não aprova, é claro, os suplementos proteicos.

“Tem que comer quando sente fome. A não ser que tenha um problema de saúde e tenha que comer mais vezes. Calorias também não conto nunca! Conto nutrientes. Uma lata de refrigerante tem zero caloria mas não te dá um nutriente que seja. Já um abacate tem cerca de 500 calorias mas muito valor nutricional, inclusive bastante proteína”, enfatiza. “Eu não tomo Whey Protein. Já tomei e me fazia muito mal. Tomo proteína vegetal. Amo proteína de hemp (de cânhamo, que não tem propriedades psicoativas). É deliciosa e faz tão bem!. Também não gosto de lactose, pelos animais e pelos humanos. É um sofrimento imensurável para as vacas, que ficam com mastite (inflamação das glândulas mamárias) para dar o leite de seus filhos bezerros para que os humanos tomem. E para humanos o leite não faz bem. O leite é de vaca, não é nem um pingo natural humano tomando leite de vaca. Não damos leite humano para outros animais, então não devemos tomar o deles”.

Fonte: Ego (Foto: Reprodução/Instagram)

 

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23 de Março de 2015

Postos de saúde de Fortaleza oferecem atendimento para animais

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A decisão de criar um animal doméstico exige cuidados que superam a troca diária de água e a oferta de alimentos. É preciso estar atento à saúde de cães e gatos, principalmente, em tempos de chuva, quando cresce o número de viroses – em humanos e animais. Em Fortaleza, existem opções de clínicas que oferecem consultas gratuitas – ou a baixo custo – para ajudar a manter os animais sempre saudáveis.A Prefeitura de Fortaleza possui dez unidades de atendimento para controle de zoonoses nas sete regionais. Cinco funcionam apenas como postos avançados para coleta de exames de calazar e para vacinação antirrábica. Os outros têm veterinários para avaliação clínica.Os serviços oferecidos pela Prefeitura funcionam em horário comercial. Em fins de semana e feriados, duas unidades com médicos veterinários oferecem serviços clínicos sem custo: o posto de saúde Paulo Marcelo, no Centro, e o Centro de Controle de Zoonoses, na Maraponga. “Por lei, a saúde pública deve oferecer gratuitamente o tratamento das zoonoses, ou seja, aquelas doenças transmitidas por animais, como a raiva. Os cuidados com doenças como as viroses são de responsabilidade dos tutores”, esclarece Nélio Morais, gerente da Célula de Vigilância Ambiental da Secretaria Municipal da Saúde (SMS).Exames clínicos, cirurgias de baixa, média e grande complexidades e outros atendimentos são oferecidos a baixo custo pelo Hospital Veterinário da Universidade Estadual do Ceará (Uece). Vinculado à Faculdade de Veterinária, o local dispõe de tratamento com diferença de até 70% do valor de mercado, conforme o chefe da unidade, Odanir Cruz Moreira. O dinheiro é usado na manutenção do hospital e na compra de materiais para cirurgias e medicamentos, entre outros insumos. Se for comprovada baixa renda, o tutor do animal não paga pelos serviços. A unidade é a única em Fortaleza que oferece exames laboratoriais a baixo custo.Fonte: O Povo ( foto: divulgação )

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22 de Março de 2015

Cadela chora para salvar filhote e mobiliza bombeiros

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O choro de uma cachorra por causa da filhote que estava entalada em um cano fez a gerente de restaurante Lara Caroline chamar o Corpo de Bombeiros e a Polícia de Meio Ambiente para fazer este resgate inusitado. A ocorrência foi registrada na manhã de sexta-feira no Bairro Fabrício, em Uberaba. Segundo os bombeiros, foi preciso quebrar parte da calçada para retirar a cachorrinha do local.Para o resgate os militares precisaram usar um cano em ‘L’, mas também tiveram de imobilizar a mãe com o cano, pois ela estava agitada. Lara Caroline contou que a cadela e a filhote chegaram a ser acolhidas por uma jovem na noite de quinta-feira (19), mas sumiram pela manhã.“O que eu sei é que tudo começou quando o síndico de um prédio ficou espantando mãe e filhote para que saíssem da porta do local. Aí uma moça pegou a cadela e levou para a porta da casa da vizinha, onde tinha uma área coberta. Só que durante a madrugada a gente não sabe o que aconteceu, mas parece que ela tentou esconder a filhote no cano por medo da chuva. Hoje, me ligaram avisando aí saí do restaurante que trabalho fui até o local. Lá liguei para pedir ajuda”, contou.Segundo o Corpo de Bombeiros, a cadelinha tem no máximo uma semana de vida. Mãe e filhote ficaram sob responsabilidade da solicitante do atendimento, que integra um grupo de adoção de animais em situação de abandono, chamado Santo Focinho, existente há dois anos na cidade.Lara disse que a cadelinha passou por atendimento veterinário e está saudável. Ambas foram encaminhadas para um lar temporário, mantido por uma integrante do Santo Focinho. Sobre a quebra da calçada e do encanamento, a gerente contou que os donos da casa se comoveram com a história e dispensaram ajuda financeira para o reparo.Fonte: G1 ( foto: Corpo de Bombeiros de Uberaba MG )  

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22 de Março de 2015

Agressor vai frequentar curso de ética e defesa animal

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O presidente da Comissão de Proteção e Defesa dos Animais da OAB/RJ, Reynaldo Velloso, se reuniu na tarde de quinta-feira com o promotor Márcio Almeida para discutir o caso de Rafael Hermida Fonseca, que foi flagrado agredindo os cães de sua ex-noiva na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio.O caso aconteceu em fevereiro e causou revolta de muitos cariocas que assistiram às cenas, gravadas pela ex-noiva de Rafael após desconfiar que era ele quem causava os hematomas em seus animais, da raça bulldog francês.No encontro, Velloso pediu ao Ministério Público que o agressor seja condenado a recompor o “dano ambiental” causado, antes da proposta de transação penal. Segundo o presidente da comissão, os animais precisam de tratamento e o agressor deverá arcar com os gastos. “Os animais levaram cabeçadas e ficaram estressados, precisam de tratamento veterinário, e a lei diz que os custos deste tipo de reparo é do causador do dano. Queremos que o MP, em cumprimento ao artigo 27 da Lei Ambiental, observe o que diz este diploma jurídico: antes da transação penal, o réu deverá recompor o dano ambiental sofrido, ou seja que os custos sejam pagos antecipadamente, como tratamento veterinário nos animais atingidos, remédios, rações, etc”, disse.A OAB também pediu que o acusado seja obrigado a frequentar o Curso de Ética e Respeito aos Animais, da própria OAB, cujas palestras são ministradas pela professora Cristiane Dupret, e tem duração de três meses. Além disso, eles defendem que a multa seja cumprida, e o valor, revertido em benefício de abrigos.Na esfera civil, a CPDA/OAB-RJ, acredita também que o MP deve propor uma ação de danos morais coletivos, com reversão dos valores para os abrigos necessitados. A audiência de julgamento está marcada para o próximo dia 23 de março, às 14h, no 9º Jecrim.Fonte: SRZD

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20 de Março de 2015

Vaca sobrevivente da indústria do leite supera dificuldades de locomoção

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Fawn é uma vaca de menos de dois anos de idade, mas teve uma infância marcada por sérias dificuldades. Sua mãe era uma vaca confinada na indústria do leite dos Estados Unidos, onde passava a vida presa em uma pequena baia sem conseguir virar-se nem deitar-se. Foi lá que Fawn nasceu.A vaca foi obrigada a dar à luz em pé e a filhote caiu em uma superfície de concreto que servia para escoar os excrementos dos animais. A recém-nascida bateu o joelho e o rosto com força contra o chão e não pode ter a ajuda de sua própria mãe, impedida de mover-se.O administrador da fazenda de leite descobriu a bezerra machucada no chão e decidiu entrar em contato com uma mulher das redondezas chamada Jennifer, que havia demonstrado interesse em ter uma “vaca de estimação”. Ele lhe disse que dificilmente o animal sobreviveria.Jennifer cuidou da pobre filhote com carinho, alimentando-a na mamadeira, mas como o veterinário não havia diagnosticado e prescrito um tratamento para o joelho fraturado e infeccionado de Fawn, ela não teve uma recuperação adequada. Com o tempo, à medida que crescia e ganhava peso, a bezerra tinha cada vez mais dificuldade para andar com as patas dianteiras e começou a se arrastar com os joelhos. Um médico veterinário disse à Jennifer que, infelizmente, o caso de Fawn era irrecuperável e ela não conseguiria voltar a andar.Inconformada em ter que induzir a jovem vaca à morte, sua tutora decidiu fazer uma última tentativa e entrou em contato com o Santuário Woodstock, no estado americano de Nova York. Os trabalhadores do santuário rapidamente descobriram quão doce e carinhosa era Fawn, mas mesmo eles acreditaram que ela, então com 16 meses de idade, não poderia voltar a andar.Ficaram ainda mais surpresos quando os especialistas no Hospital Veterinário de Cornell disseram que existia esperança sim. Eles decidiram fazer cirurgias nas duas patas dianteiras, para corrigir o osso do joelho machucado e também para melhorar os ligamentos da outra pata dianteira, sem fraturas. Não seria fácil, a recuperação seria lenta e o custo, alto, mas eles sabiam que seus apoiadores iriam ajudá-los.Quatro meses mais tarde e depois de muitas idas e vindas entre o hospital e a fazenda, Fawn está se recuperando bem. Depois de usar gesso e outras próteses, ela agora usa próteses permanentes desenhadas por Ronnie Graves da Veterinary Inclusive Prosthetics e faz fisioterapia diariamente. E apesar de todo esse doloroso processo, Fawn continuou incrivelmente simpática e afetuosa. Ela adora humanos e outros animais e virou uma grande amiga dos estudantes e médicos veterinários do hospital.Graças ao Woodstock, localizado na mesma região onde ocorreu o lendário festival de música, Fawn pôde recuperar seus movimentos e ter uma vida digna, com amor e liberdade. O santuário pede doações para cobrir os enormes custos com a recuperação da bovina e continuar seu lindo trabalho com centenas de animais de fazenda. Para conhecer mais sobre a organização entre no site oficial da Woodstock Sanctuary.Fonte: anda.jor.br ( foto: divulgação )

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19 de Março de 2015

Inquilina abandona 100 cães obrigando dono do imóvel cuidar dos animais

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O proprietário de uma casa na Encruzilhada, na Zona Norte do Recife, tomou um susto ao conseguir na Justiça o direito de utilizar o imóvel, nesta semana. Gustavo Pereira ingressou na Justiça com uma ação de despejo da inquilina que morava no local há 7 anos e, nos últimos três, não vinha pagando o aluguel. Ao tomar posse da casa, herdou a responsabilidade de cuidar de mais de 100 cachorros abandonados pela antiga tutora que, agora sem casa, não teve como levar os animais. Dentro do imóvel, um cenário de destruição, sujeira e mal cheiro provocado por fezes espalhadas nos cômodos. Sensibilizado com o descaso, o empresário tem dado atenção aos  animais enquanto busca solução. O proprietário diz que não tem condições de suportar os custos deixados, e que pensa em demolir o imóvel.Um promotor de Justiça foi até a casa ver em que condições estão vivendo os cães. O Ministério Público de Pernambuco atribui à Prefeitura do Recife a responsabilidade de acolher estes animais. O coordenador da área ambiental do MPPE explica que ações imediatas devem ser realizadas neste caso. Ele acredita ainda que a situação possa abrir precedente para a concretização efetiva da defesa dos animais. Em nota, a Secretaria Executiva de Direitos dos Animais (Seda) informou que vai encaminhar uma equipe para avaliar a situação dos animais. Outra medida é orientar o dono do imóvel a cadastrar os cães para adoção em evento a ser realizado no próximo dia 29.Fonte: Rádio Jornal- PE ( foto: internet )

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19 de Março de 2015

Cão guia equipe de resgate e salva cadela e dez filhotes

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Um cão abandonado salvou a vida de dez filhotes doentes recém-nascidos e de sua mãe depois de latir incessantemente para alertar aos transeuntes humanos e levá-los até o lugar onde estavam os cães, no meio de uma densa floresta. As informações são do Daily Mail.O cão, uma mistura de labrador e que agora foi nomeado Hero (herói), passou semanas escapando dos membros do grupo Dallas Dogrrr-Rescue Rehab Reform, no estado americano do Texas. Eles estavam tentando resgatá-lo de um parque na cidade de Dallas, sem sucesso.Até que numa terça-feira (10), ele começou a latir de maneira insistente e contínua para a protetora Marina Tarashevsce e o especialista em comportamento canino John Miller. Sempre que os dois se aproximavam, Hero se afastava e latia mais.Decididos de que o cão estava tentando alertá-los sobre algo, Marina e John o seguiram floresta adentro. Certo tempo depois, eles chegaram a uma árvore, próxima de um riacho.Surpreendentemente, sob a árvore, os dois encontraram uma ninhada de dez cachorros tremendo de frio (um deles quase morto por causa da temperatura) e sua mãe, exausta. Eles nomearam a cadela de Mona.Cinco dias depois, os 11 animais resgatados foram transferidos para um lar temporário, devidamente aquecido, onde continuam acompanhados por Hero.De acordo com o grupo Dogrrr, Hero pode ser o pai dos filhotes, mas isto não está confirmado. “Independente disso, ele será certamente o mais amoroso e protetor pai canino”, afirma a organização.“Quando eu cheguei no parque à noite (para resgatar o cão), ele estava latindo muito alto”, diz Marina à rede Fox News. “E não era um latido comum. Ele não parava e parecia que ele estava com algum problema”.Marina conta que costumava ver Hero acompanhado de Mona e que, nas últimas semanas, suspeitava de que ela estivesse grávida, então imaginou que poderia estar acontecendo algo de errado com a gestante. “Eu ainda nem acredito que ele realmente nos levou aos filhotes. Mas eu estou muito feliz porque se não fosse assim não os teríamos encontrado”, acrescenta a ativista e protetora.John Miller,que é especialista em comportamento canino, aparentemente entendeu de cara que os dois precisavam seguir Hero. Ele interpretou que o comportamento do cão significava que ele estava pedindo para que fossem atrás dele, no meio da floresta.“Ele nos levou até lá. Nos levou até os filhotes. É exatamente o que ele queria. Eu nunca tinha visto nada assim. Já tinha ouvindo falar mas é incrível presenciar isso”, afirmou ele à CBS.Dogrrr irá procurar casas para os filhotes depois que eles forem desmamados. O grupo também está arrecadando dinheiro para ajudar a cobrir os gastos com os cuidados de Hero, Mona e dos filhotes, além de outros animais abandonados.Fonte: anda.jor.br ( foto: divulgação )

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18 de Março de 2015

A grande vitória da cadela Luna

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Quando a ajuda chegou, Luna estava quase morrendo. Emaciada, a cadela estava vivendo em miséria em um quintal de uma casa do México, onde seus tutores não tinham dinheiro para alimentá-la.“Havia algo muito comovente nela”, afirmou a fotógrafa Tracey Buyce ao The Dodo. “Eu não podia deixar ela lá”.Tracey, que é parte da mesa diretora da ONG Cats and Dogs International (CANDi), encontrou Luna na cidade de Bonfil, durante um dos mutirões do grupo em 2013 para castração de animais. Apesar de já ter fotografado centenas de cães para a CANDi, Luna se destacou.Tracey convenceu o tutor a deixar Luna sob seus cuidados dali em diante e levou-a correndo para um dos veterinários que trabalha com a organização.Lá, eles descobriram que Luna estava a apenas “alguns dias da morte”. Não só estava nos últimos estágios de inanição, como também descobriram que ela tinha um câncer, felizmente tratável.Depois de ser tratada no México e levada para os Estados Unidos, graças aos enormes esforços de Tracey, do CANDi e de outros colaboradores, Luna está feliz e saudável, adotada por uma família americana.O México e muitos países do Caribe sofrem de altíssimas taxas de superpopulação, abandono e miséria canina.Sabendo que cães sem cuidados irão incomodar os turistas, governos locais e indústrias de turismo comumente financiam a morte de cães famintos através de envenenamento, afogamento e eletrocussão, de acordo com a CANDi.“É uma epidemia”, afirma Tracey, explicando que muitas pessoas desses locais não conseguem alimentar e vacinar suas próprias crianças, menos ainda outras espécies. A CANDi trabalha para atacar a crise de superpopulação criando centros gratuitos de castração de animais. Eles também encorajam os turistas a alimentarem os cães que encontrarem, já que pode ser sua única refeição por vários dias.Luna agora mora com sua família humana em Saratoga Springs, no estado de Nova York, Estados Unidos.“Ela é super doce. Ela se encaixa perfeitamente naquela família como se sempre tivesse sido a sua casa. Eu sinto como se fosse pra ser assim”, afirma Tracey.Fonte: anda.jor.br ( foto: Luna, por Tracey Buyce.) 

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17 de Março de 2015

Sambista resgata cães de rua no Rio de Janeiro

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O cachorro pode até ser o melhor amigo do homem, como afirma o dito popular. No entanto, alguns cães têm a sorte de ter o homem como seu melhor amigo. É o caso dos cachorros de Zé Paulo Sierra, o intérprete oficial da Unidos do Viradouro.O animal que cruza o caminho do cantor é, de fato, abençoado. Apaixonado pelos animais, é muito comum o sambista sair para trabalhar e, na volta para a casa, abrigar um novo morador, geralmente algum SRD abandonado e com aquele irresistível olhar de quem carece de carinho.“Amo animais. Desde pequeno, fui acostumado a ter cachorro em casa. Lembro de todos eles e me emociono, é o maior barato. Tenho uma queda pelos animais”,  confessa.Zé Paulo é uma espécie de herói para os seres de quatro patas. Ele coleciona belas histórias de animais que resgatou das ruas.“Achei uma cadela num campinho na Abolição (Zona Norte carioca), onde jogava um futebol. Ela ficava lá, acompanhando o jogo, corria de um lado para o outro, parecia que queria jogar. Ela ficou com o meu primo, mas eu estava colado nele nessa época, então acabei convivendo com ela. Num Carnaval em Maricá (cidade litorânea do Rio), eu e a Flávia (Real, mulher de Zé Paulo) nos apaixonamos por outro cachorro, o Puta Que Pariu. Encontrávamos com ele direto na rua. Aí, pra não confundirmos ele com outro, descolorimos um pedaço do pelo dele. Até que levamos pra casa”, conta.Os cachorros não são os únicos agraciados com o bom coração do intérprete. Ao perceber um gato atropelado na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, Zé Paulo foi o primeiro a prestar socorro ao bichano, que hoje ganhou uma casa e atende pelo nome de Geremia.“Ele estava estirado na avenida do Pepê, e todos os carros desviavam dele. Parei o trânsito para ajudá-lo, e consegui salvar a vida dele”,  comemora.Cachorro da família tem até FacebookA amizade do cantor por seus animais também é virtual. Gilberto, resgatado por Zé Paulo num abrigo para cães, ganhou do tutor um perfil no Facebook. A página é atualizada diariamente, com postagens divertidas sobre a “dura” rotina do animal.“É só procurar lá: Gilberto O Gil. Adiciona, que ele aceita”,  brinca o cantor, fazendo a maior propaganda do amigão.Fonte: Samba Razzo ( foto: divulgação)  

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16 de Março de 2015

Técnicos do projeto peixe-boi contam como animais mudaram suas vidas

Sandro Lima Destaque

No início da década de 80 um grupo de estudantes do curso de Oceanografia do Rio Grande do Sul se interessou em se aprofundar na pesquisa sobre o peixe-boi marinho e a desova de tartarugas marinhas no litoral do Brasil.Naquela região não havia o registro de ocorrências do mamífero aquático e nem se viam tartarugas desovando naquelas praias. Imaginava-se então que aquelas espécies já não existiam mais em nossos mares.Até que durante uma excursão pelo Nordeste aquele mesmo grupo de estudantes descobriu que o peixe-boi continuava vivo e que as tartarugas marinhas se reproduziam, dando continuidade à existência da sua espécie naquelas praias onde o verão prevalecia na maior parte do ano.Animados com a descoberta, os jovens gaúchos passaram a pesquisar mais sobre o peixe-boi marinho, pois a espécie já não aparecia nas praias da Bahia desde os anos 60 e também desapareceu do litoral de Sergipe no ano de 1985, quando um último indivíduo foi caçado naquele estado.“Nosso país é o único do mundo que registra a ocorrência de duas espécies de peixe-boi: o marinho e o da Amazônia. Quando descobrimos que esses animais ainda existiam entre o Nordeste e o Norte do Brasil, passamos a monitorar e a resgatar os filhotes que encalhavam”, conta a pioneira do projeto Peixe-Boi, Eunice Maria Oliveira, que fazia parte daquele grupo de estudantes que veio do Sul para “salvar” o peixe-boi marinho no Nordeste.O grupo contabilizou a existência de apenas 500 indivíduos através de pesquisa de campo. Os jovens estudantes visitaram diversas praias, realizaram campanhas contra a matança do peixe-boi marinho, conversaram com os pescadores mais antigos e colheram informações importantes sobre a espécie com seus próprios caçadores, que sabiam sobre o comportamento do animal e assim, ajudavam a encontrá-lo na natureza.Dali em diante se deu início ao trabalho de preservação do peixe-boi marinho. As comunidades ribeirinhas se tornaram aliadas depois de receber orientações sobre a importância da preservação do animal e também dos manguezais, ambiente onde várias espécies se reproduzem, inclusive o peixe-boi. Natália após o processo de soltura“Contratamos pessoas das comunidades para observar os animais e nos levar aos locais de ocorrências. Aprendemos a perceber qual a melhor maré para avistá-los, tudo ensinado pelos próprios pescadores”, conta Eunice.Trinta e cinco anos depois, o jornal Tribuna Independente acompanhou a soltura de uma fêmea de peixe-boi marinho no dia 5 de março de 2015, na base do Centro de Mamíferos Aquáticos Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (CMA/ICMBio), localizadas em Porto de Pedras, no litoral norte de Alagoas.É o 40º animal a ser solto em Alagoas e toda a história desde o resgate até o momento da soltura envolve a vida de muitas pessoas que deixaram sua cidade natal, sua família, o conforto da modernidade, para se dedicar à preservação desses 500 indivíduos ainda resistentes à interferência do homem, à poluição dos rios, ao desmatamento dos manguezais, aos grandes empreendimentos construídos em áreas de preservação e, principalmente, à ignorância dos que ainda têm a capacidade de tirar a vida de um indivíduo dócil por pura maldade.Pioneira se emociona com dedicação de seus sucessoresChegou a hora de Natália voltar para o seu habitat. A decisão da equipe formada por profissionais veterinários, biólogos, zootecnistas e tratadores foi tomada depois de terem cuidado do animal no recinto de Porto de Pedras durante 9 meses.Homenageada durante a soltura, a pioneira no projeto Eunice Maria – que hoje é servidora da Unidade Avançada de Administração e Finanças (UAAF) do ICMBio, em Arembepe na Bahia – conta que desde os primeiros resgates, a equipe tentava devolver o filhote para a mãe.“Desde os primeiros encalhes que a nossa prioridade sempre foi tentar devolver o filhote para a mãe, mas na maioria das vezes não conseguimos, então levamos para o cativeiro, para que o animal passe por uma reabilitação até estar pronto para ser solto na natureza”, explica. Eunice destaca o empenho dos seus sucessores na preservação do peixe-boiNice, como é chamada pelos colegas de trabalho, acompanhava a soltura do 40º animal reabilitado no recinto alagoano. Ela foi escolhida para ser a madrinha de Natália.“Quando a gente começou o trabalho, ninguém ouvia falar no peixe-boi. Se nós não tivéssemos começado o projeto talvez hoje não existisse nenhum indivíduo desses na natureza. Estou muito feliz por estar participando desse momento”.Emocionada ao ser homenageada durante a soltura de Natália, Eunice se disse realizada por ver que os novos profissionais cuidam do peixe-boi com a mesma dedicação da primeira equipe, a que iniciou o projeto e que ela fazia parte.“É gratificante ver como a equipe trabalha com o mesmo amor que nós tínhamos no início. Como eles estão fazendo bem esse trabalho de conscientização e envolvendo a comunidade! Me admiro por ver como esses meninos hoje conhecem o peixe-boi mais do que eu”, relata Eunice.NatháliaNatália foi resgatada na Praia de Retiro Grande, na cidade de Icapuí, no Ceará ainda filhote. Era dia de Natal, 25 de dezembro de 2011. Daí o nome escolhido para batizar o animal.A fêmea de peixe-boi foi levada do Ceará para o cativeiro localizado em Itamaracá, Pernambuco. Lá o animal foi alimentado com mamadeiras e recebeu tratamento veterinário. Então, quando atendeu aos critérios determinados pela equipe responsável pela saúde do animal, foi levado para o recinto em Alagoas para que fosse iniciado o processo de reintrodução.Aos três anos e 10 meses, medindo cerca de 2,5 metros e com peso estimado em 300 quilos, Natália ganhou a liberdade no dia 5 de março de 2015, depois do processo de readaptação ao seu ambiente natural e aprendendo a se alimentar sozinha. O alimento principal da sua dieta é o capim agulha, encontrado em rios e mares.A equipe entende que o animal está pronto para ser solto quando está saudável, com um bom peso e tamanho.Equipe do projeto Peixe-Boi captura Natália durante o trabalho de reintroduçãoMas o trabalho dos profissionais envolvidos na preservação do animal não acaba com a soltura. Agora Natália está sendo monitorada – de forma mais intensiva nos próximos três meses – através de sinais de satélite enviados de um transmissor colocado em um cinto preso na sua cauda. As informações chegam até os profissionais do Projeto Peixe-Boi pela internet e esse acompanhamento deve durar por um ano, período onde o risco de encalhe ainda existe e o animal pode ainda encontrar dificuldades para se alimentar e encontrar água doce, podendo se desidratar.Cada peixe-boi solto pelo Projeto também recebe um chip com um código de barras, podendo ser identificado mesmo depois que o transmissor parar de enviar mensagens por satélite.O trabalho conta ainda com a participação da comunidade e principalmente dos pescadores, que avisam sobre avistamentos do animal e assim, a equipe que trabalha com a preservação da espécie consegue acompanhar o seu desenvolvimento na natureza.‘É um projeto de vida e não um trabalho’Iran Normande faz parte do Projeto Peixe-Boi desde o ano de 2006. O analista ambiental mudou de Maceió para Porto de Pedras no ano de 2010, quando passou a viver mais perto dos animais e a se dedicar ainda mais ao trabalho de conservação da espécie.“Não foi nenhum sacrifício, afinal, eu moro em um lugar lindo. É um projeto de vida e não um trabalho. Nossa vida se converte a isso, a salvar o peixe-boi. Passamos muito tempo longe da família e acabamos construindo uma nova família aqui, um novo ciclo de amizades. Eu não me arrependo. Eventos como o da soltura de Natália fazem a decisão de mudar de vida valer a pena”.Iran Normande diz que construiu um novo ciclo de amizades ao mudar de vida pelo ProjetoA veterinária Fernanda Niemeyer Attademo é parceira do Projeto desde 2003. Ela conta que já viu mais de 50 peixes-boi serem resgatados e em torno de 30 serem devolvidos ao seu habitat natural depois de passar pela reabilitação em recinto.“Quando eles são devolvidos à natureza eu sinto o mesmo que uma mãe sente ao ver seu filho se formar na universidade e conseguir seu primeiro emprego. É muito boa a sensação de ter contribuído para a conservação e o futuro da espécie”, descreve.Para Fernanda Niemeyer a saúde dos “gorduchos” é a grande prioridade da sua vidaFernanda conta ainda que deixou toda a família e os amigos de infância no Rio de Janeiro para se dedicar aos “gorduchos”, como ela costuma chamar os peixes-boi.“As relações acabam ficando em segundo plano, pois como veterinária estou sempre priorizando a saúde dos animais e isso faz com que alguns momentos pessoais sejam perdidos. Mas com certeza tudo isso vale a pena. Nada é mais gratificante do que ver os animais saudáveis e repovoando a natureza graças ao empenho da nossa equipe”.A coordenadora do CMA, Fábia Luna, destaca a importância do Projeto para a sobrevivência da espécie.“Se não houvesse a atuação do Projeto, muitos filhotes teriam morrido encalhados. Uma das atividades de maior importância é o resgate e a devolução desses animais ao seu habitat natural. Cada vez que um animal desses é devolvido à natureza, tenho a sensação de dever cumprido. Sinto uma grande satisfação em ver o animal seguir seu caminho, livre”.Fábia está no projeto há 17 anos e já acompanhou o tratamento e a soltura de mais de 50 peixes-boi.“Eu deixei minha cidade natal e meus amigos para abraçar o Projeto. A família a gente sempre leva com a gente, apesar de deixá-los saudosos por não estarmos presentes fisicamente em momentos importantes. Para mim a escolha valeu pena. Ver a espécie se recuperando e contribuir para a conservação dos gorduchos vale sim a pena”.A importância da educação integrada ao Projeto Peixe-BoiJosé Ulisses Santos era diretor de uma escola em Maceió e planejava fazer mestrado. Foi quando o então educador resolveu concorrer a uma vaga no concurso do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).“Quando passei no concurso para atuar como analista ambiental, eu pensava no retorno financeiro, que seria bom. Então meu objetivo de continuar atuando como professor mudou e em 2007 eu entrei para o Projeto Peixe-Boi. Eu era o único da equipe com formação na área de educação e tinha dúvidas sobre como seria a minha atuação”, conta.Foi quando Ulisses viu nas comunidades carentes a chance de unir seu papel de educador ao trabalho de preservação do mamífero aquático.Ulisses conta que as crianças envolvidas no Projeto crescem conscientes“Eu iniciei um trabalho de conscientização nas comunidades carentes. Foi a forma que encontrei para contribuir com o projeto, com a preservação ambiental e descobri que trabalhar com isso vai muito além do trabalho do veterinário e do biólogo. É muito mais amplo do que se imagina. É preciso envolver as pessoas, manter um diálogo com a comunidade, com as lideranças políticas, porque o projeto impõe regras por sua visão mais técnica e isso pode incomodar”.Ulisses sempre convida os estudantes de escolas públicas de Porto de Pedras para participar dos eventos relacionados ao Projeto Peixe-Boi. Na soltura de Natália, várias crianças puderam participar e acompanhar o trabalho da equipe que tratou e libertou a fêmea.“É preciso envolver essas crianças para que haja um processo de sensibilização e de envolvimento delas e de toda a comunidade. Elas entendem desde cedo a importância da preservação da espécie, entendem que é um animal dócil e que precisamos da participação delas para ajudar a salvar a espécie”.O analista conta que o Projeto Peixe-Boi conta com parcerias para realizar a capacitação de professores que passam a atuar também com educação ambiental dentro da sala de aula.“Já foram capacitados 40 professores em Porto de Pedras e 30 em São Miguel dos Milagres. As crianças que moram na zona rural estudam de perto sobre a importância do manguezal e todo esse trabalho tem dado resultado. É um envolvimento muito grande”.José Ulisses explica que existe uma diferença entre o trabalho com as crianças e o trabalho com os adultos.“Trabalhar com as crianças é um trabalho a longo prazo. Elas vão crescer conscientes. Já o trabalho com os adultos tem que ser realizado por meio de trocas. Orientamos os pescadores sobre a importância de conservar os corais e que isso irá atrair mais turistas, trazendo renda para a comunidade. Também sobre a preservação dos mangues, berçário de muitas espécies como o caranguejo e o camarão, importantes fontes de renda dos moradores da região”, explica.Antes do Projeto chegar à região existia um conflito muito grande entre os pescadores e o peixe-boi.“Porque os animais acabavam destruindo o material de trabalho deles, rasgando as redes, e por isso aconteciam muitos registros de agressões contra o bicho. A solução encontrada pela equipe do projeto foi negociar com os pescadores. Quando um peixe-boi rasgar uma rede de pesca ou danificar qualquer material de trabalho, eles acionam a nossa equipe, que registra a ocorrência e realiza o ressarcimento do material danificado. Isso acontece hoje depois de muito trabalho de informação nas colônias de pescadores”.Para Ulisses, o trabalho de diálogo tem dado resultado mas, mesmo com todo esforço da equipe do Projeto Peixe-Boi, ainda existem conflitos entre pescadores e o mamífero aquático em municípios onde o Projeto ainda não realiza um trabalho tão intensivo.‘Animais estão seguros na natureza’O analista ambiental José Ulisses lembra que nas primeiras solturas de peixes-boi em que esteve presente, se sentiu preocupado com o que os animais iriam encontrar estando em liberdade.Ele imaginava que os animais poderiam ser agredidos pelos pescadores ou se ferirem ao se aproximarem de embarcações motorizadas, por exemplo.Mas depois dos anos em que aliou sua experiência de professor com o trabalho de conscientização da comunidade, ele diz que pôde contar com a ajuda das crianças, dos moradores, dos turistas e dos pescadores para preservar o peixe-boi na natureza.Estudantes de escolas públicas chegam ao recinto de Porto de Pedras para participar da soltura de Natália“Antes eu ficava tenso, preocupado com os problemas que os peixes-boi iriam encontrar lá fora. A gente se apega ao animal e acaba criando um vínculo. Eu ficava pensando no perigo que eles corriam de encontrar com pescadores desinformados, o contato direto com a comunidade, com os turistas, o perigo de se deparar com embarcações motorizadas, com a prática de esportes náuticos e todas essas atividades humanas que nos enchem de preocupação”, conta Ulisses.“Mas hoje eu me sinto mais tranquilo e feliz por saber que eles estão livres e seguros. O nosso trabalho de orientação tem dado resultado e contamos com muitos parceiros e informantes, pessoas que protegem o animal e que nos deixam muito felizes por participarem conosco do trabalho de preservação da espécie”.José Cláudio conta que os turistas vão a Porto de Pedras conhecer o animal“Eu troquei a pesca pelo passeio de jangada em 2008. Cerca de 50 famílias ganham a vida com os passeios e com o artesanato feito geralmente pelas mulheres dos pescadores. Hoje eu vivo para passar para os turistas a importância da preservação do peixe-boi. Falo do comportamento dócil e do quanto é importante não se aproximar e nem alimentar o animal. Apenas observar e fotografar, caso contrário ele pode ficar dependente do homem e estar sempre se aproximando da orla, podendo encalhar. Além do mais, o bicho é inocente e pode acabar tentando se aproximar de pessoas ruins, que podem machucá-lo”.Para José Ismar toda a comunidade de Tatuamunha – onde está localizado o recinto do Projeto Peixe-Boi em Porto de Pedras – está totalmente consciente em relação à preservação do animal.“Os pescadores trabalham em conjunto com o Projeto. Eles avisam onde avistam os animais e entenderam que aquele território é do animal e que não devem machucá-lo. Todos temos consciência de que a população de peixe-boi é pequena e que precisamos preservar o animal”.RegrasJosé Ismar explica que existem regras estabelecidas pelo ICMBio e Ministérios Público Estadual e Federal em relação aos passeios realizados pela Associação Peixe-Boi.“Desde o ano de 2008 que foram criadas regras para a prática dos passeios de jangada no Rio Tatuamunha, onde vivem alguns peixes-boi que foram reintroduzidos na natureza. Como haviam conflitos entre os pescadores que praticavam a atividade, os órgãos competentes definiram que 20 guias seriam capacitados para realizar os passeios, num rodízio de 10 em 10 por horário”, explica.Natália ganha a liberdade no Rio Tatuamunha sob os olhares da equipeO pescador conta ainda que somente 70 pessoas podem realizar o passeio por dia entre as 10h e as 17h, pontualmente.“Desde 2009 que começamos a construir nossa própria sede e hoje temos guias credenciados e seguindo todas as regras estabelecidas. Entre os profissionais que atuam na Associação estão os guias e os remadores. Os sócios pagam uma taxa de 35 reais por mês e são convidados a atuar com a produção de artesanatos como as pelúcias dos peixes-boi, sabonetes, camisas e bolsas. A Associação é a fonte de renda de muitas famílias”.‘O Peixe-Boi trouxe prosperidade para a comunidade’O guia turístico e artesão José Cláudio deixou a criação de porcos para se dedicar ao trabalho de conscientização voltado ao peixe-boi marinho.
“Eu moro em Porto de Pedras há 26 anos e desde que comecei a trabalhar como guia que levo as pessoas para conhecerem o Projeto Peixe-Boi. A maioria dos turistas que vêm para a cidade pergunta pelo bicho”, relata.
Para José Cláudio, o peixe-boi fez com que outros atrativos da cidade também ganhassem mais destaque.
“As pessoas que vêm para a cidade conhecer o animal também acabam levando com elas a história da cidade e visitam nossas praias, piscinas naturais e restaurantes. O Projeto tem ajudado muito na economia local”.
Equipe segura o animal enquanto a veterinária do Projeto avalia o seu estado de saúdeJosé Ismar, vice-presidente da Associação Peixe-Boi, lembra que antes da chegada do Projeto Peixe-Boi na região, a cidade de Porto de Pedras tinha como fonte de renda apenas a pesca, o coco e a cana-de-açúcar.“Com a chegada do peixe-boi na região muitos empresários passaram a investir em pousadas, hotéis e passeios de jangada. Todo esse crescimento de Porto de Pedras e das cidades vizinhas vem do Projeto, desse processo de conscientização para a preservação da espécie, que atraiu mais turistas e pesquisadores. Agora somos conhecidos em todo o mundo como a cidade que tem a quinta praia mais bonita do Brasil, a Praia do Patacho. Talvez a cidade não fosse tão divulgada sem a chegada do Aldo, o primeiro peixe-boi a viver no cativeiro de Tatuamunha”.Astro e Lua foram os primeiros animais reabilitados pelo Projeto Peixe-Boi em AlagoasO Projeto Peixe-Boi Marinho em Alagoas reintroduziu os primeiros animais de volta à natureza em 12 de outubro de 1994. O “casal” Astro e Lua ganhou a liberdade nas águas do mar de Paripueira e começava ali a história de luta pela conservação de uma das espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil. Durante os mais de 20 anos de existência em nosso estado, a equipe do Programa de Manejo – desenvolvido pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Aquáticos (CMA), órgão ligado ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) – tem se engajado e alcançado grandes resultados com o trabalho de reabilitação, devolvendo os animais ao seu ambiente natural e recolonizando as áreas já ocupadas pela espécie no passado.Fonte: Tribuna Independente( AL )  ( foto : Sandro Lima )  

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14 de Março de 2015

Vagabundo mata cachorro em Maceió Alagoas

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Um morador de rua foi autuado em flagrante por maltratar um cachorro na manhã deste sábado (14), na Avenida Dona Constância, no bairro de Mangabeiras, em Maceió. O animal teria sido espancado a pauladas e arrastado por cerca de 50 metros pelo suspeito. O cachorro está em estado grave e foi socorrido pela ONG Acolher.

Cristiano José Monteiro Fagundes, de 37 anos, foi abordado por policias da Operação Policial Litorânea Integrada (Oplit) logo após a agressão ao animal. Segundo informações repassadas pela polícia, Cristiano teria espancado a pauladas o bicho e, em seguida, arrastado o cão por cerca de 50 metros.

O rapaz se justificou à polícia alegando que o cachorro teria tentado mordê-lo. Por esse motivo, ele espancou o animal.

Voluntárias da ONG Acolher souberam do caso e foram até o local socorrê-lo. O cachorro foi levado até uma clínica mas morreu antes de receber os primeiros atendimentos.

Cristiano foi conduzido para a Central de Flagrantes, onde foi autuado por maltratar a animal em via pública.
Fonte: gazetaweb.com ( foto: divulgação ) NOTA DO BLOG : vagabundo, miserável, projeto de marginal, não merece viver. Matar um animal inocente, esse vagabundo infelizmente vai ficar solto e quem sabe no futuro mata uma pessoa porque olhou pra ele. Se a Lei brasileira respeitasse os animais esse assassino seria punido.

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12 de Março de 2015

Homem acusado de matar cães é preso em Arapiraca Alagoas

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Um agricultor foi detido, na zona rural de Arapiraca ( AL ) , por porte ilegal de armas, na tarde de quarta-feira (11). Este mesmo agricultor é suspeito de ter executado dois cães que habitavam um sítio vizinho a sua residência, na terça-feira (10).Jorge Manoel da Silva, de 63 anos, foi detido na zona rural do município, e com ele foram encontrados uma escova utilizada para manutenção de armas, espoletas, pólvoras, um saco contendo esferas de chumbo, além de diversos cartuchos de calibres variados e três facas do tipo peixeira.Após ter sido detido, ele foi conduzido a Delegacia Regional de Arapiraca, onde foi reconhecido como autor dos disparos contra os animais. Jorge Manuel irá responder criminalmente por ato de maus-tratos contra animais, além do crime de porte ilegal de armas.
Entenda o caso
Na terça-feira (10) policiais do 3º Batalhão de Polícia Militar (BPM) apuraram que dois cachorros foram mortos a tiros em um sítio localizado na zona rural de Arapiraca. Segundo a polícia, o suspeito de matar os animais é o vizinho do sítio e que este teria praticado o crime porque os animais haviam comido galinhas e pintos de sua propriedade.Fonte: G1 ( foto: internet )

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12 de Março de 2015

Jovem de 16 anos é porta-voz dos animais

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Por Loren Claire Boppré Canales (da Redação)

Stephanie Duno é uma estudante do segundo grau na Escola Ronald Reagan em Doral, na Flórida, tira boas notas e têm excelentes amigos. Mas quando termina as aulas e as tarefas escolares, esta jovem venezuelana de 16 anos dedica-se a lutar pelos direitos e bem-estar dos animais. As informações são do site El Nuevo Herald.

“Quando vim de Caracas para os Estados Unidos, tive muitos problemas para conseguir amigos por não falar inglês. Me sentia isolada, e os únicos com quem eu conseguia me comunicar eram os meus familiares e um grupo de patinhos que vivia ao lado da minha casa. Ao ver o quanto vulneráveis eram, me converti em sua protetora e provedora “, diz Stephanie, que tinha 7 anos quando chegou aos Estados Unidos.

Stephanie descobriu que com pequenas ações, tais como levar frutas picadas e água, abrigá-los das chuvas com toalhas de banho, ou protegê-los dos gatos da vizinhança, estava fazendo a vidas dos patinhos mais segura.

Desde então não parou de trabalhar para oferecer bem-estar às criaturas que ela considera mais frágeis: os animais. Para ela, a dignidade das pessoas pode ser determinada pelo tratamento que estas dão aos animais.

Suas ações foram recentemente recompensadas com a bolsa de estudos anual P.L.A.Y, da companhia Pet Life Style, da Califórnia, uma ajuda de $1.000 que reconhece os esforços daqueles que têm uma sensibilidade especial pelo bem-estar dos animais. E seu projeto Pawssible foi finalista de um concurso de iniciativa empresarial Biznovator em Doral.

Há quase dois anos, Stephanie se converteu em embaixadora nos Estados Unidos da ONG venezuelana Huellitas de Amor, uma entidade sem fins lucrativos, dedicada a criar consciência sobre os maus-tratos a animais. Muitas das pessoas que ajudam a organização têm abrigos para animais que, ainda que nasçam das melhores intenções, se mantêm em condições deploráveis de pobreza e insalubridade, onde os animais vivem amontoados.

“Essas pessoas sem terem nada, tratam de ajudar os animais que são abandonados a própria sorte. Mas se a atual situação das pessoas na Venezuela é ruim, a dos animais é muitíssimo pior”, conta Stephanie, referindo-se ao profundo estado de escassez que existe em seu país.

Para ajudar a organização, Stephanie dedica-se durante longas jornadas a vender biscoitos caseiros de chocolate na porta da sua escola. O dinheiro arrecadado é enviado para a Venezuela, onde graças à diferença da taxa de câmbio, pode ter um valor um pouco mais alto.

“Com esse dinheiro, conseguimos apoiar campanhas de vacinação e esterilização para animais em estado de abandono na rua. Também temos melhorado os muitos abrigos, para dar aos animais abandonados a oportunidade de viver dignamente”, diz.

Aizkell Fiore, presidente da ONG Huellitas de Amor, reconhece o valor do papel que cumpre a embaixadora nos Estados Unidos.

“Stephanie cumpre uma missão importante de visibilidade internacional deste problema em seu país, onde o governo não proporciona nenhuma assistência”, acrescenta Fiore.

Stephanie também impulsionou a campanha #SalvemosElPitbull nas redes sociais, contra a Lei da Proteção da Fauna Doméstica e em Cativeiro, aprovada no último mês de dezembro na Venezuela, que estabelece que nenhuma pessoa pode ter cães da raça pit bull, e que os tutores que tenham animais dessa raça há muitos anos, devem mantê-los fechados, sem levá-los para a rua.

“É uma lei absurda de extermínio. Os animais domésticos são integrantes da família, e obrigar alguém a renunciar a seu cão ou mantê-lo em cativeiro, sem nenhum argumento válido é simplesmente ilógico e doloroso”, contesta a ativista.

Voluntária incansável 

Seu bom trabalho como voluntária é combinado com um estágio no hospital veterinário Doral Centre Animal, onde tem assistido partos e até já recebeu uma ou outra mordida dos pacientes mais travessos. Por essa experiência, Stephanie decidiu que quer ser veterinária, mas sem deixar de lado seus trabalhos como ativista.

Por enquanto, seu projeto principal é a iniciativa Pawssible, que integra o resgate de animais abandonados e o tratamento de jovens que sofreram perseguição na escola ou bullying.

“Ao ver alguém da minha família que, por sofrer abusos na escola, não conseguia fazer amigos, quis criar um programa que integrasse ambas as partes: a ajuda aos animais maltratados e as crianças e jovens perseguidos na escola”, diz Stephanie.

“O amor e afeto que um paciente recebe de um animal podem fazer a diferença entre a cura e a doença, e inclusive entre a vida e a morte”, afirma o Dr. Chris Deleo, do Hospital de Boca Ratón.

“O projeto ainda é um filhotinho”, conta Stephanie sobre Pawssible. “Mas espero que com o tempo cresça e eu possa levá-lo e desenvolvê-lo desde a escola até a minha universidade, até se tornar uma grande organização sem fins lucrativos. É uma grande satisfação saber que o que faço tem um grande impacto. Mas para mim a maior retribuição será sempre a de ver os animais movendo seus rabinhos muito rapidamente ou seu ronronar de felicidade”, acrescenta.

Fonte: anda.jor.br  (Foto: El Nuevo Herald)

 

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11 de Março de 2015

Vereadora pleiteia substituição de carroças de tração animal

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Em entrevista à Rádio JM ( Uberaba MG ) , durante o programa Linha Aberta, na manhã de hoje, a vereadora Denise Max falou sobre projetos que defendem a causa animal e políticas públicas de proteção às mulheres. Dentre os principais pontos abordados, a vereadora sugeriu a criação de ambulatório especial à causa animal e também a proposta de substituição da carroça pelo chamado “cavalo de lata”.Denise adiantou aos ouvintes da Rádio JM que vem tentando viabilizar diálogo entre a prefeitura e a iniciativa privada para possibilitar a criação do ambulatório em Uberaba. Se concretizado, o local será voltado ao atendimento na área da saúde de animais, oferecido de forma gratuita.Já em relação às carroças, Denise denunciou os maus-tratos que alguns animais têm sofrido. Além disso, a vereadora contou que a fiscalização e o cadastramento, que deveria ser feito pela Settrans, estão inoperantes.Como alternativa à utilização de animais para trabalho, a vereadora propõe a utilização do chamado “cavalo de lata”, que é uma bicicleta elétrica ou não, equipada de uma caçamba. “Temos que ter uma alternativa para os carroceiros. O cavalo de lata não é muito barato, mas a prefeitura pode subsidiar”, disse.Confira a entrevista na integra acessando o podcast ( www.anda.jor.br ) Fonte: Jornal da Manhã ( foto: internet )

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11 de Março de 2015

Idosa assassina espanca cão até a morte

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O homem detido na quarta-feira (10) pelo espancamento até a morte de um cachorro, em vídeo gravado na cidade de Guarabira, Agreste paraibano, confessou o crime e disse que "não foi para matar". De acordo com o delegado Wallber Virgolino, ele era vizinho das outras pessoas envolvidas e foi o primeiro a praticar a agressão, que depois continuou sendo feita por uma idosa que aparece nas imagens."Não matei, não. Quem matou foi a mãe dela (da dona do animal). Eu passei porque morava perto, dei, mas não foi para matar. Quem matou foi ela, não eu", alegou o suspeito em vídeo do seu depoimento gravado pela Polícia Civil. O homem foi ouvido, liberado e deve responder ao processo em liberdade.Segundo a mulher que aparece no vídeo agredindo o animal, o cachorro era um problema. "Ele era muito bravo. Era a maior agonia, fiz porque era o jeito", disse a costureira de 80 anos, Filomena Idalina. A idosa e a filha foram detidas na segunda-feira (9), assinaram um termo e em seguida foram liberadas. O caso aconteceu no domingo (8) no conjunto João Cassimiro. O autor do vídeo, que preferiu não se identificar, disse ao G1 que estava em casa quando escutou os gritos, filmou toda a situação e ainda chamou a polícia.Filomena confirmou, em entrevista à TV Cabo Branco, que matou o cachorro. Segundo ela, cuidar do cachorro era uma tarefa muito complicada. "Ele pegava os meninos do povo e de noite eu saia para pegar ele no rio", contou. FIlomena e a filha foram levadas à delegacia após o vídeo chamar a atenção de todos da cidade.Segundo a polícia, enquanto o cachorro era espancado pela idosa, a filha e um homem acompanharam a ação. O animal estava amarrado por uma corda em uma árvore enquanto sofria a agressão.Ainda segundo a polícia, a mulher confessou que matou o cachorro e o enterrou próximo à própria casa. O homem que acompanhou a ação e aparece ao lado da idosa no vídeo está sendo procurado e também poderá responder pelo caso.Fonte: globo.com ( foto: internet )

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10 de Março de 2015

COVARDIA : farra do boi em Santa Catarina

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Um vídeo divulgado na última segunda-feira (09) mostra parte da farra do boi que terminou com duas pessoas na delegacia e o animal morto em Itapema, Litoral Norte.Nas imagens, gravadas por uma pessoa que não quis se identificar, é possível ver o boi sendo puxado. Ele aparece com uma corda no pescoço.Para tentar amarrar o animal na árvore, um farrista o puxa pelo chifre. Um outro homem agride o bovino com um pedaço de madeira. O boi consegue escapar, mas os farristas vão atrás.O crime ocorreu no sábado (7) e o animal foi recolhido no domingo (8). A Polícia Militar (PM) levou duas pessoas para a delegacia. Elas assinaram um termo circunstanciado e foram liberadas.Reunião em FlorianópolisNa terça (10), em Florianópolis, ocorreu uma reunião entre o Comando da Polícia Militar, Cidasc, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Fundação do Meio Ambiente (Fatma), Secretaria de Desenvolvimento Regional e Organizações Não Governamentais (ONGs) de proteção animal.Esse encontro tem a missão de traçar estratégias pra combater a farra do boi, que se repete todos os anos nesta época.“Vamos tratar de assuntos financeiros. De como nós iremos alocar verbas para conter essas atividades, qual será a estratégia”, explicou o gerente regional da Cidasc, João Carlos Batista dos Santos.Reforço policialO subcomandante da PM de Balneário Camboriú, Éder Jaciel, adiantou que nesta semana chega reforço do patrulhão de choque pra coibir o crime no Litoral Norte.“Nós atuamos através das denúncias”, disse. “Nós atuamos dessa forma, com barreiras, com varreduras, verificando a movimentação de pessoas”, explicou.Segundo o subcomandante, com a fiscalização policial nos centros urbanos, os farristas migraram para locais mais distantes.“Os animais ficam em uma situação pior ainda, porque eles ficam sem água, sem comida. A tortura é maior ainda”, lamentou o subcomandante.Outro crime de farra do boi foi registrado na mesma região no sábado. Na Praia de Zimbros, em Bombinhas, os troncos que proíbem o acesso de carros à areia foi arrancado pelo caminhão que transportava o boi. Ninguém foi detido.O animal também foi morto. Ambos estavam muito machucados, com lesões causadas por farristas durante os eventos.Farra do boiA farra do boi é considerada crime, de acordo com o art. 32 da Lei n. 9.605/1998, conforme acórdão do Supremo Tribunal Federal (STF). A pena para quem comete crime é de três meses a um ano de detenção, sendo aumentada em um terço nos casos de morte do animal.Entretanto, o evento é praticado corriqueiramente na região da Grande Florianópolis, como manifestação popular. O período da quaresma é mais comum a farra do boi, quando o governo e a polícia intensificam as ações de prevenção e combate à prática.No ano passado houve o registro de 65 ocorrências de farra do boi em Santa Catarina. A mais grave foi no mês de março em Navegantes, Litoral Norte, quando um garoto de 15 anos levou um tiro na perna e morreu.NOTA DO BLOG : farra do boi e vaquejada, duas desgraças....Fonte: G1   

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09 de Março de 2015

Relembrando o caso da cadela preta ( RS )

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Por volta das 2h da madrugada de 9 de março de 2005, três estudantes que estavam em um bar de Pelotas (RS) amarraram uma cadela no para-choque do carro Ford Ka de um deles e a arrastaram por cinco quadras, até a sua morte. Houve quem pedisse que eles não fizessem aquilo porque a cadela era mansa, que era amiga dos fregueses, que lhe davam sobras de carne. Mas foi em vão.O animal morava nas ruas e era cuidada por moradores de Pelotas e especialmente pelos frequentadores de um trailer onde eram vendidos lanches.Pela manha, vizinhos do bar encontraram o corpo dela despedaçado e o dos filhotes que estava gestando. A cadela Preta estava prenha e já havia interessados em ficar com os filhotes.Ela foi arrastada por, ao menos, seis quadras, segundo testemunhas disseram à políciaOs 3 bárbaros que cometeram a barbárie, eram na época jovens universitários.O caso gerou comoção da população em todo o estado do Rio Grande do Sul e ganhou repercussão nacional ao ser noticiado no Fantástico, em rede nacional, do dia 17 de março de 2005, aparecendo posteriormente então em diversos jornais, revistas e programas de TV, fato que gerou protestos em vários outros centros para além do estado.Alberto Conceição da Cunha Neto, além de ser o proprietário e motorista do carro que arrastou a cadela preta pelas ruas do Centro de Pelotas,  já tinha  antecedentes criminais. Em 2003, matou à tiros uma cadela Boxer na praia do Laranjal, estava respondendo processo por maus-tratos a animais e por porte ilegal de arma. Alberto Conceição da Cunha Neto,  recebeu a maior pena dentre os três acusados, sendo condenado em 2007 ,  pelo juiz José Antônio Dias da Costa Moraes, do Juizado Especial Criminal de Pelotas (RS), a um ano de detenção em regime aberto no Presídio Regional daquela cidade. Na sentença, o juiz não permite a reversão da detenção em pena alternativa, e estipula ainda o pagamento de uma multa.A condenação dos acusados, ocorrida anos depois, trouxe o caso de volta à mídia, e teria se baseado no fato de que o assassinato do cão teria trazido prejuízos de ordem psicológica à população local.Atualmente Alberto Conceição Cunha Neto é advogado e engenheiro agrícola, Marcelo Schuch (aluno de pré-vestibular) e Fernando Siqueira Carvalho ( engenheiro agrícola). Os outros dois outros estudantes,  apontados como participantes aceitaram a transação penal com o Ministério Público em 2005, e cumpriram um ano de trabalhos comunitários em instituições ligadas ao meio ambiente, além de pagarem – cada um – R$ 5.000,00 ao Canil Municipal, para reformas.Durante a instrução, duas audiências com apresentação de testemunhas de dfesa e acusação foram realizadas no Foro de Pelotas. A defesa ainda não foi intimada sobre a sentença, o que será feito nos próximos dias, por publicação no Diário da Justiça Online. Após, haverá prazo para recorrer às Turmas Recursais Criminais, em Porto Alegre. (Proc. nº 2202266955).Outro jovem – do mesmo grupo de amigos – também está respondendo a uma ação penal (nº 2202278133), acusado de ter prestado falso testemunho.Em agosto de 2010, por decisão unânime, a 21ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul condenou Alberto Conceição Cunha Neto, 26, o dono do carro, a pagar a indenização de R$ 6.035,04 por danos morais coletivos. Não cabe mais recurso.Em sua defesa, Neto se colocou como vítima. Argumentou que na época sofreu perseguição pública, inclusive por parte dos estudantes da universidade onde estudava, e da imprensa. Lembrou que teve de sair da Universidade Católica de Pelotas e mudar da cidade e que não teve da Justiça o benefício da isonomia: somente ele foi condenado à reclusão.Na avaliação do desembargador Arminio José Abreu Lima da Rosa, o relator do processo, a isonomia não pôde ser aplicada porque Neto liderou o ato de crueldade, além de ele ter antecedentes criminais.O desembargador sentenciou que a violência contra a cadela Preta “ofende os sentimentos de compaixão e de piedade”Fonte: google.com.br ( foto: internet )

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09 de Março de 2015

Cadela que dormia em igreja é morta a pauladas ( PB )

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Os moradores do Sítio Zé dias, zona rural de Cajazeiras ( PB ) , procuraram a Polícia Civil para investigar a morte de uma cadela , sem raça definida,  na última semana. Os responsáveis pelo crime ainda não foram identificados. O animal teria sido morto a pauladas e golpes de faca.Há dois anos, a cachorrinha foi atropelada na BR 230, mas foi socorrida por um empresário cajazeirense que cuidou do animal e o levou para o sítio para ser cuidada pelos moradores.A capela São Francisco era o local onde a cadela vivia e protegia durante o período do dia e noite. Um funcionário da capela encontrou o animal morto com perfurações pelo corpo e marcas de lesões na cabeça.A população da referida comunidade está revoltada com o crime e comunicou o caso na delegacia de Polícia Civil.É crimeLei nº 9.605 de 12 de Fevereiro de 1998Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, e dá outras providências.Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa.§ 1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.§ 2º A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.Fonte: Diário do Sertão (Foto: WhatsApp)  

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08 de Março de 2015

Alagoas desconhece doação de sangue canino

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Quem cria um ou vários cãezinhos sabe o trabalho que dá quando algum deles fica doente. Dependendo da doença, o tratamento é rápido e em pouco tempo o animalzinho já está pulando pela casa novamente. Alguns casos, porém, exigem maiores cuidados e podem trazer a necessidade de se fazer uma transfusão de sangue.Assim como os seres humanos, os cachorros também podem doar sangue entre si. O problema, porém, é encontrar doadores.A designer e professora universitária Luciana Beserra cria sete cães. Um deles, o labrador Harsan, hoje com 7 anos, foi o primeiro da “família” a se tornar doador de sangue. Como ele não pode mais fazer isso por causa da idade, a filha dele, Aisha, de 2 anos, assumiu o posto de doadora.“Eu sou doadora de sangue há 15 anos. Há algum tempo vi um pedido de ajuda para doação de sangue para um cachorrinho que estava doente. Conversei com o veterinário dos meus cachorros para saber se havia algum risco e tirar dúvidas. Como não havia, acabei levando o Harsan para doar. Depois disso, levei ele muitas outras vezes”, conta Luciana.Luciana afirma que, após esses procedimentos, ganhou confiança para buscar outras pessoas que se interessassem em ajudar também. Ela acabou se tornando uma defensora da causa, e buscou ajudar sempre que pode.“As redes sociais têm sido de grande ajuda para encontrar doadores. Eu sempre procuro ajudar quando alguém pede ajuda com isso. Colaboro na busca por doadores, mas ainda há um grande desconhecimento por parte dos donos desses animais”, diz a designer.Procedimento
A médica veterinária Lysanne Costa da Rocha Medeiros explica que o procedimento para a doação de sangue canino é simples, mas precisa seguir alguns pré-requisitos.
“Para doar, o animal precisa ter entre 1 e 8 anos, pesar mais de 27kg, estar com a saúde em dia e não ter nenhuma doença relacionada a carrapatos. Não há restrição de raça, mas animais de pequeno porte, pela questão do peso ideal, não podem ser doadores, e o doador não precisa estar em jejum”, afirma Lysanne.O sangue nos cachorros é retirado diretamente da veia jugular, que passa pelo pescoço, ao contrário dos humanos, que doam o sangue retirado das veias que passam pelo braço. Os animais mais ariscos precisam de uma leve sedação antes do procedimento, para que não corram o risco de se machucarem.“A cada doação, podemos retirar até 450ml de sangue, que depois passa por um hemograma completo com contagem de plaquetas. Os cachorros possuem 8 grupos sanguíneos, mas no Brasil a prática da tipagem sanguínea não é comum. Por isso, antes do início de cada transfusão, misturamos uma gota do sangue do doador com uma do receptor, para assegurar a compatibilidade”, conta a veterinária.Reações adversas são raras nesse tipo de procedimento. De acordo com Lysanne Costa, o corpo do animal leva 20 dias para repor a quantidade de sangue retirada, e em 3 meses uma nova doação já pode ser feita.Ajuda da tecnologia
Por abrigar uma grande quantidade de animais, o Núcleo de Educação Ambiental Francisco de Assis (Neafa) depende bastante da boa vontade dos donos para conseguir doações quando elas se fazem necessárias. As redes sociais têm sido de grande ajuda nessa busca.
A assessoria do Neafa explica que há um cadastro de pessoas que já colaboraram com doações anteriormente, mas quando os animais não podem doar, por terem feito isso pouco tempo antes, ou por estarem com a saúde debilitada, recorre-se a chamamentos nas redes sociais.A ONG fechou uma parceria com o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), que possui um canil. Com a autorização do oficial que comanda o setor, os animais da polícia recebem atendimento gratuito no Neafa. Em troca, os cães policiais se tornam doadores sempre que há a necessidade.Donos de cães que precisem da transfusão ou que se enquadrem no perfil de doação podem procurar a instituição. Ambos os procedimentos são feitos lá mesmo. O dono do animal debilitado é instruído a comprar uma bolsa de coleta de sangue, que custa R$ 35.Fonte: globo.com   (foto :  Derek Gustavo Do G1 AL  )

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08 de Março de 2015

As mulheres em defesa dos animais

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O Dia Internacional da Mulher é comemorado neste domingo e é a oportunidade perfeita para homenagear todas as conquistas das mulheres ao longo dos anos. É certo que os direitos das mulheres ainda tem um longo caminho a percorrer (como o discurso de Patricia Arquette no Oscar dolorosamente nos lembrou). No entanto, as mulheres também estão em uma posição única – intrínseca e experiente – para liderar uma das questões de justiça social mais presentes da atualidade: a luta pelos direitos animais. As informações são do Care2.Por que os Direitos Animais?Os direitos animais englobam tudo: saúde, meio ambiente e nossa postura moral. Aqui estão algumas evidências de que a nossa cultura carnista está nos destruindo:- O cultivo da fábrica é a criação de superbactérias resistentes a antibióticos
- Fertilizantes agrícolas são em grande parte responsáveis ​​por zonas mortas nos oceanos
- A maioria dos nossos recursos hídricos vão para os animais que consumimos (mesmo em épocas de seca)
- Estamos cortando nossas árvores – o nosso segundo par de pulmões – para dar espaço para criações extensivas de gado
- Estamos alimentando o gado com grãos que poderiam acabar com a fome do mundo (870 milhões de pessoas)
- Especialistas temem que os tempos de guerra, conflito e terror serão consequência da falta de água e escassez de alimentos
O especismo, ou seja, considerar os animais não humanos inferiores aos humanoso, é um  um sistema construído sobre a opressão, exploração e violência.Por que as mulheres?Em essência, opressão reconhece opressão. As mulheres podem nos conscientizar em relação aos direitos animais e aqui estão algumas razões do porquê elas são tão importantes para essa missão:1. O olhar. Assim como o olhar masculino desvaloriza a identidade feminina para concentrar-se em seus atributos físicos, os carnistas enxergam os animais apenas através do prazer que eles podem oferecer, seja para entretenimento ou consumo. Apenas o corpo é valorizado.2. Língua. A linguagem é poderosa porque reforça o que o olhar quer ver. Joan Dunayer escreveu em uma de suas peças um fascinante exemplo sobre essa característica:”É notável como a linguagem sexista humilha as mulheres e as exclui de total consideração, avilta a atitudes especistas e exclui os animais não-humanos. Vê os animais como objetos e obscurece sua senciência, individualidade e direito à autonomia”.Não é coincidência que quando alguém quer atacar uma mulher recorre a insultos comparativos a animais. Se a mulher está acima do peso é comumente chamada de vaca, elefante e outros.Se isso não te choca, então como o “rack de estupro” (uma prática da indústria de laticínios comum na qual as vacas são inseminadas artificialmente) o faz sentir? Aceitar isso poderia contribuir para a nossa cultura do estupro da violência contra todos os corpos femininos? Pense nisso.3. Propriedade. Assim como as mulheres, os animais são considerados propriedade. Enquanto esta é uma triste verdade em algumas partes do mundo de hoje, a ideia de que as mulheres eram vistas como propriedade era uma crença popular muito aceita em todo o mundo.Animais de todos os tipos são vendidos, comprados e explorados para diversos fins todos os dias. Eles não indefesos e não podem reivindicar por seus direitos.4. A maternidade. A prova que os animais são seres sencientes e dotados de consciência pode ser encontrada nas relações entre mães não-humanas que amam e querem se relacionar com seus filhos. Renee King-Sonnen, que passou de esposa de um criador de gado a fundadora de uma santuário para animais vítimas de exploração, narra um marcante episódio envolvendo vacas e bezerros. “Senti uma imensa tristeza quando vi vacas leiteiras sendo separadas de seus filhos. Suas mamas ainda estavam carregadas de leite. Os filhotes choraram por semana e seus gritos não saem de minha mente”, afirma.5. Cultura. A boa notícia é que as mulheres podem colocar um fim a tudo isso. Como Phylicia Rashad disse: “Onde as mulheres passam, a cultura vai.”Não é uma surpresa que cada vez mais mulheres estejam rejeitando a crueldade contra os animais adotando uma dieta vegana, um estilo de vida mais ético e consciente. De acordo com o Huffington Post, 79% da população vegana mundial é composta por mulheres.Precisamos que cada vez mais mulheres mantenham ritmo e é tão fácil quanto cuidar de uma casa. Afinal de contas, nós ainda fazemos a maior parte das atividades domésticas mesmo exercendo atividades externas. Vamos preencher essas barrigas, corações e mente com escolhas repletas de compaixão para que no futuro nossos filhos tenham um planeta para habitar e um mundo mais compassivo para se viver.E para os homens: nós sempre precisamos de seu apoio.Fonte: anda.jor.br ( foto : internet )

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06 de Março de 2015

Cães são jogados de caminhão em Maceió Alagoas

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No final da tarde da última quarta-feira (4), moradores do Conjunto José Tenório, no bairro da Serraria, encontraram nove cachorros mortos em diferentes sacolas plásticas em uma área de reserva ambiental.De acordo com Nadja Cerqueira, coordenadora da ONG ‘Acãochego’, no momento em que os moradores estavam à procura de onde estava vindo o mau cheiro que já era eminente na região, eles visualizaram uma caçamba de cor vermelha jogando pela janela mais três cachorros bem próximos onde os outros que estavam mortos foram encontrados.Segundo Nadja, a pessoa que estava no banco do carona lançou os três cachorros e logo o motorista da caçamba, de placa MUV 1430, deu ré no veículo e foi embora do local. ”Não sabemos se os três cachorros que foram deixados lá ainda com vida vêm do mesmo local que vieram os que estavam mortos e tiveram seus corpos desovados ali naquela região”, afirmou.Segundo a coordenadora, os três animais estão bem debilitados, com sarna por boa parte do corpo e sangrando muito. “Eu, junto com alguns vizinhos abrigamos eles em uma residência e estamos dando alimentação toda a assistência devida.”Alguns moradores que preferiram não se identificar, dizem que os maus-tratos a animais é comum na região. ”Não é difícil você encontrar um cachorro morto nem animal com sinais de maus-tratos e, infelizmente, isso vem acontecendo cada vez com mais frequência”, disparou.De acordo com a presidente da Comissão do Meio Ambiente e do Bem Estar Animal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-AL), Cristiane Leite, irá solicitar mais agilidade na apuração e investigação do caso, e ressaltou que quem dispor de mais informações sobre o paradeiro deste caminhão pode formular sua denúncia pelo e-mail cmabea@oab-al.org.br com todo detalhamento necessário, pois é muito importante para a investigação para que cheguem até o acusado.Fonte: Voz das Comunidades( foto: internet )

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Moreyra da Silva

Mundo Animal

Perfil

Técnico em Contabilidade, radialista, produtor e apresentador do Programa Mundo Animal na Rádio Jornal AM 710, aos sábados, das 12h às 13h, e na TV Maceió canal 2, da JET. O Programa Mundo Animal completou no último mês de março dez anos no ar, inclusive, com o lançamento do CD Mundo Animal, com crônicas e músicas que falam sobre animais. Recebeu da ONG Quintal de São Francisco de São Paulo o diploma Amigo dos Animais, além de um troféu da Anclivepa de Alagoas e um prêmio Odete Pacheco.

Últimos Comentários

  • thassia

    Coitado do cachorrinho não merecia isso.

  • Dayane

    como existe pessoas ruins existe também pessoas boas ,parabéns a Celma que salvou a vida desse cãozinho inocente

  • Ricardo Luiz Capuano

    Eu e os animais agradecemos o apoio ! Convidamos a todos a conhecerem nosso humilde trabalho em favor de nossos irmãos caculas !

  • CASSIO

    QUE DEUS TE CONFORTE. ELE COM CERTEZA VAI. CONFORTO TBM A SHAKYRA.

Qualquer Instante Rua Cônego Machado, 983-C
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