24 de Maio de 2015

Cadela ferida por bomba não tem previsão de alta

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Está se recuperando bem a cadela Atena, ferida após abocanhar explosivos que teriam sido jogados por um suspeito na última quarta-feira (20). A informação é da veterinária Gisele Passos, responsável pelo tratamento do animal. O homem suspeito foi detido e levado para a delegacia, onde prestou depoimento e foi liberado. O caso está em andamento na Polícia Civil de Juiz de Fora.“A Atena está bem, melhorando a cada momento. Está mais animadinha e se alimentou, o que ela não conseguiu antes, porque fraturou um canino. Agora aos pouquinhos, ela está comendo alimentos mais úmidos, porque ainda está com dor. Mesmo assim, a gente está feliz com a evolução do quadro dela”, disse.Atena foi levada à clínica veterinária particular após o caso ser descoberto e registrado pela Polícia Militar (PM). Exames descartaram ferimentos internos. “Foi feito o ultrassom abdominal e não foi encontrada lesão. No entanto, desconfiamos de algum ferimento na cavidade nasal porque ainda há sangramentos no focinho. Estamos tratando isso”, explicou Gisele.A veterinária destacou características do comportamento da cadela, sem raça definida. “Ela é muito dócil, boazinha e mansinha, apesar de ainda estar assustada com o que aconteceu”. Desde a divulgação do caso, a clínica já recebeu sondagens sobre adoção. No entanto, ainda não houve pedido formalizado, porque depende da alta de Atena. “Houve perguntas, mas ela ainda precisa de exames e medicamentos. Ainda não temos a previsão de alta. Houve perguntas e esperamos colocá-la para adoção”, comentou.Já está aberta a arrecadação de verbas para cobrir os custos do tratamento. As pessoas interessadas em fazer doações devem procurar a clínica, na Rua Doutor José Procópio Teixeira, 4/101, no Bairro Bom Pastor.Maus-tratosA PM foi acionada no fim da tarde de quarta na Avenida JK, perto do Bairro Barreira do Triunfo. De acordo com relato de testemunhas, um homem de 44 anos estaria lançando explosivos chamados estalinhos e percebeu que a cadela estava abocanhando os objetos. Então, este homem teria pegado uma bomba conhecida como “cabeça de nego”, explosivo de maior capacidade, e jogado. Quando o animal abocanhou, o artefato explodiu.Segundo o Boletim de Ocorrência (BO), o animal teve ferimentos internos na boca e foi socorrido por testemunhas, com autorização da PM, para uma clínica veterinária no Bairro Bom Pastor.Os policiais fizeram rastreamento, localizaram o suspeito e o levaram para a Delegacia de Plantão. Segundo informação da assessoria da Polícia Civil, como não havia testemunha para comprovar a lesão no animal porque dependia de laudo, o suspeito foi ouvido e liberado. O delegado de plantão Hamilton Joaquim da Silva assumiu o caso. Segundo a assessoria da Polícia Civil, o suspeito pode responder pelo crime de maus-tratos previsto na Lei 9.605, com pena de três meses a um ano de detenção e multa.Desde dezembro, foi instalado em Juiz de Fora o primeiro Núcleo de Atendimento às Ocorrências de Maus-tratos a Animais, que funciona no Bairro Santa Terezinha, anexo à Delegacia Regional. Denúncias também podem ser feitas encaminhadas pelo telefone 181.Fonte: G1 ( foto: reprodução )  

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24 de Maio de 2015

Evento para ajudar a raça pit bull

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Amapaenses apaixonados por cães das raças pit bull, terrier, bulldog e ‘mestiços’ têm encontro marcado hoje, na Toca da Onça, na Zona Oeste de Macapá. O 1º encontro do Clube Amapá Bull’s terá sorteios de prêmios oferecidos numa rifa comercializada para ajudar no trabalho voluntário de duas Organizações Não-Governamentais (ONGs) do Amapá: os Anjos Protetores e Amigos dos Animais de Rua (A.M.A.R.). O evento teve inicio  às 10h, com venda de comidas, música ao vivo e muita diversão para os donos e para os cães.A rifa vai sortear mais de 8 prêmios, entre eles, lanches, consultas veterinárias, ração, liquidificador, batedeira de bolo e puff. Todo o dinheiro arrecadado com a rifa e as vendas será dividido entre as ONGs.As instituições trabalham com resgate e tratamento de animais vítimas de maus-tratos no estado. Elas são sustentadas através de doações.Na programação estão adoção de animais, música ao vivo com a cantora Letícia Adriane, venda de comidas típicas, adesivos, camisas, canecas, acessórios e outros artigos da A.M.A.R. e dos Anjos Protetores.A rifa foi vendida na hora do evento. O sorteio aconteceu às 15h.Fonte: G1 ( foto: divulgação )  

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22 de Maio de 2015

Homem mantinha 121 galos usados em rinhas

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Um criador foi multado em R$ 363 mil por suspeita de promover brigas de galo dentro da casa onde mora, no Centro de Fernando Prestes (SP). O local foi descoberto pela Polícia Ambiental na tarde de terça-feira (19), após denúncias anônimas. O suspeito negou as acusações. “Eu tenho muito amor neles e nas galinhas. Eu não sacrifico, eu não mato nem para comer”, disse.O policial ambiental Claudemir Tadeu Moura explicou que os 121 animais apreendidos não apresentavam ferimentos e nem sinais de maus-tratos. Entretanto, dentro da casa foram achadas 58 esporas de plástico e 21 biqueiras de aço, que supostamente seriam presas nas aves durante os confrontos.Além disso, os policiais também encontraram medicamentos que seriam injetados nos galos tanto para estimular a agressividade, quanto para tratar os ferimentos após as brigas. “Constatamos que havia uma arena, que é utilizada para rinhas de galo. Realmente, ficou constatado que ele promove a briga entre os animais”, disse Moura.A rinha a que o policial se refere foi montada em uma área de churrasqueira. O balcão foi transformado em arena, enquanto as paredes e o chão foram forrados com espumas e colchões. Apesar de todas as penas espalhadas, porém, os policiais não encontraram vestígios de sangue.“O crime de maus-tratos não foi configurado porque todos os animais estão alimentados com água, local adequado, sem nenhum ferimento”, explicou Moura, destacando que o proprietário do local foi autuado administrativamente e responderá pelo crime ambiental. A Polícia Civil em Taquaritinga (SP) investigará o caso.Por falta de espaço adequado, os galos não foram retirados da casa, mas ficaram sob a responsabilidade da Polícia Civil.O criador Benedito Mendes Nardo negou promover brigas de galo no local. Segundo ele, a suposta arena encontrada pela Polícia Ambiental é utilizada para exercitar as aves, já que passam a maior parte do dia em gaiolas de madeira.Nardo confirmou, porém, que já utilizou o local como rinha há cerca de sete anos, mas acabou sendo autuado pela Polícia Civil. “Essas esporas, eu tinha quando eu tentei abrir uma rinha aqui. Elas estavam dentro do meu quarto, numa gaveta que ninguém usa, empacotado. Mas eu já respondi, paguei cesta básica. Eu sou só criador de galo”, disse.Fonte: G1 ( foto: internet ) NOTA DO BLOG : As rinhas são praticadas em todo Brasil. Alagoas tanto na capital como no interior, as rinhas de galos sobrevivem. É uma grande covardia contra os animais. Uma imoralidade e uma vergonha nacional. Por que essas bestas humanas não brigam entre si, deixando os animais em paz ? Com a palavra a POLICIA. 

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20 de Maio de 2015

Revelados detalhes da matadora de animais

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Por Fátima Chuecco (da Redação)Se já era doloroso imaginar o horror vivido pelos 37 animais encontrados mortos em 2012 na frente da casa de Dalva Lina da Silva conhecida como “a matadora de animais” da Vila Mariana (SP), com o julgamento de hoje foi descoberto um cenário ainda mais chocante e revoltante. O laudo cadavérico apontou que os animais foram amarrados (ou imobilizados) numa provável posição de crucificação, com pernas unidas e braços abertos para que Dalva pudesse injetar no peito deles um pré-anestésico indicado apenas para animais de grande porte e não para morte induzida. E isso não é o pior.Todos os 37 cães e gatos tinham várias perfurações no peito numa tentativa insana de se localizar o coração deles. A cadelinha entregue nas mãos de Dalva, horas antes de ser morta, tinha 18 perfurações. Por conta desse método aplicado por uma pessoa completamente leiga em medicina veterinária, os animais sucumbiram por hemorragia interna. E como as agulhas usadas eram finas, a morte pode ter levado de 15 a 30 minutos absolutamente dolorosos e angustiantes. A droga de uso controlado, injetada por Dalva no corpo dos animais, ainda potencializou o sofrimento.O laudo foi apresentado por um mestre no assunto, o doutor Paulo Cesar Mayorca, professor do departamento de patologia da faculdade de medicina veterinária da USP. Ele constatou também que os animais não foram mortos todos na mesma noite, mas em dias diferentes. Isso sugere que Dalva foi acumulando os corpos antes de descartá-los todos juntos. Outra constatação também choca: nenhum dos animais apresentava doença terminal ou lesão que comprometesse a saúde deles. Eles eram saudáveis e alguns, inclusive, castrados e prontos para adoção.Dalva confessou seis mortesSegundo o advogado de acusação, Rodrigo Barbosa Carneiro, contratado pela ONG Adote um Gatinho, que é a entidade que move a ação, Dalva se manteve fria o tempo todo, sem esboçar nenhum arrependimento e confessou ter matado seis dos animais alegando que estavam doentes, em estado terminal. Na audiência anterior ela negou ter matado qualquer animal, mas no julgamento de hoje assumiu a morte de seis e disse que não sabe como os demais foram parar na sua porta. No entanto, tantos os animais que ela confessou ter matado quanto os demais, estavam embalados em jornal e ensacados juntos.CondenaçãoA juíza do caso solicitou um prazo para dar a sentença. Rodrigo acredita que saia dentro de 15 a 20 dias. Ele disse também que, embora Dalva seja ré primária, nesse caso não cabe mais pagamento de cesta básica. Dalva está sendo julgada por crimes contra a fauna com o agravante da morte dos animais e também por uso de medicamentos controlados que ela alega ter recebido de “veterinário amigo de amiga”. Diz também que “aprendeu a usar as drogas com veterinário amigo da família”. Mas não se lembra do nome de mais ninguém.Dalva vendeu a casa onde residia na Vila Mariana (SP) e hoje se divide entre uma casa na cidade de Agudos do Sul (PR) e um apartamento na Aclimação (SP). Um tempo atrás, em entrevista concedida à TV Record, no Paraná, ela disse que “ama os animais” e até se tornou vegetariana por causa deles. Cada uma daquelas “vidinhas”, largadas no asfalto depois de serem cruelmente mortas, foi testemunha disso que Dalva chama de “amor”.MotivaçãoEstudos feitos pelo FBI apontam que uma esmagadora parcela de psicopatas (mais de 85%) começa sua trajetória torturando e matando animais, às vezes na adolescência ou até mesmo na infância. É uma espécie de “treino” antes de migrarem para vítimas humanas. Por conta disso e para garantir maior segurança de pessoas e de animais, a partir do próximo ano, quem maltratar e matar animais nos EUA terá um julgamento igual ao de qualquer outro criminoso.Os psicopatas podem praticar assassinato em série (ao longo de semanas, meses ou anos – conhecidos como serial killers) ou em massa (quando muitas mortes são cometidas ao mesmo tempo). Caso Dalva venha praticando esses crimes há anos, ela se encontra nas duas categorias. Mas essa pode nem ser a pior notícia. A pior é: psicopatas não têm cura. O prazer sádico de matar acompanha os psicopatas por toda a vida.Revolta“Nunca tinha ouvido falar de um caso desse nível. Acredito que ela fazia isso por maldade. Uma pessoa dessas não tem conserto”, diz Roseli Albuquerque, professora aposentada. Maria José Ferreira, conhecida como Zezé Protetora dos Animais, acompanha o caso desde o começo: “Nunca perdi a Dalva de vista. Foi feita uma estimativa que ela pode estar fazendo isso há dez anos, o que resultaria na morte de milhares de animais de uma forma muito trágica e dolorosa. Uma vez psicopata, sempre psicopata. Isso faz parte do ritual de vida dela”.A professora Daniele Fragoso diz que ficou muito chocada com o caso: “A frieza da Dalva, o descaso com que as leis tratam episódios desse tipo, o comportamento de uma pessoa capaz de chegar a um crime desse tamanho, tudo isso me chocou. Na minha opinião, a solução seria mudar as leis para privá-la de ter acesso aos animais porque a mentalidade dela não vai mudar, isso não vai acontecer nunca”.Fonte: anda.jor.br ( foto: internet )

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20 de Maio de 2015

Famosos apoiam campanha para o Rancho dos Gnomos

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O Santuário Ecológico Ranchos dos Gnomos, localizado em Cotia (SP) e que atualmente abriga cerca de 230 animais entre selvagens, silvestres, exóticos e domésticos, vítimas de tráfico, circo, queimadas, desmatamentos, rinhas e abandono, precisa urgente de uma nova sede.A atual enfrenta problemas sérios com o avanço da cidade (desmatamento, queimadas, prédios ao redor, etc) e um novo local, de preservação ambiental, já foi pesquisado e escolhido no município de Gonçalves, em Minas Gerais.Porém, o Rancho só pode realizar esse sonho com a ajuda de pessoas do Brasil todo. Por isso, uma gigantesca e ousada campanha foi iniciada em abril para arrecadar dinheiro suficiente para a compra da nova área.Trata-se de uma “corajosa cruzada” que busca envolver um grande número de amantes de animais na maior campanha de crowdfunding já realizada no Brasil, nesse caso, dirigida pela empresa Kickante e com apoio da ONG Ampara Animal, Instituto Luisa Mell e do Grupo Porta dos Fundos.Sensibilizados com o trabalho do Rancho dos Gnomos e a dificuldade atual de terem que se mudar com os animais para outro estado diversas celebridades resolveram dar seu apoio para o Santuário nas redes sociais.Confira alguns depoimentos de solidariedade:A modelo e apresentadora Ellen Jabour também é defensora dos animais e marcou presença na campanha em vídeo pedindo o apoio de todos. O ator Bruno Gagliasso, juntamente com sua esposa, a atriz e modelo Giovanna Ewbank, também apoiaram a Campanha Santuário Animal pelas redes sociais. A atriz Cléo Pires fez um vídeo pedindo o apoio para a Campanha Santuário Animal e postou em suas redes sociais.O ator João Vicente, integrante do Grupo Humorístico Porta dos Fundos, além de narrar um dos vídeos da campanha, está apoiando com o Grupo também.A atriz Totia Meireles vestiu a camisa da Campanha Santuário Animal e, em vídeo dirigido por Olivia Rabacov, pediu o apoio de todos também.Qual a importância do Rancho para os animais?Criar e manter um santuário de animais é um trabalho árduo, extremamente necessário e que deve ser muito valorizado pelo movimento de direitos animais e por toda sociedade. Locais como esses são raros e são verdadeiras “zonas de respeito aos animais”, territórios de esperança para aqueles que tem sofrido demais nesse mundão antropocêntrico.O Rancho dos Gnomos oferece suporte 24 horas por dia aos órgãos oficiais brasileiros (IBAMA, Polícia Civil, Polícia Militar Ambiental, Polícia Federal, Defesa Civil, Secretarias do Meio Ambiente, entre outros) no acolhimento de animais silvestres, exóticos e domésticos oriundos de apreensões ou resgates em situação de risco ou crime ambiental. O local também realiza um completo programa de educação ambiental pelo qual já passaram cerca de 25.000 crianças e jovens de toda rede de ensino.Como faço uma doação ao Rancho?O Santuário criou uma campanha de crowdfunding no site Kickante, basta você acessar o site “www.santuarioanimal.com.br“, escolher o valor da sua doação e a forma de pagamento.Faça sua doação agora, não deixe para depois, o Crowdfunding tem tempo estipulado de arrecadação e o Santuário Rancho dos Gnomos precisa atingir o maior valor possível dentro dessa data estabelecida.Veja os vídeos no www.anda.jor.br Fonte: Camaleão ( foto: internet )

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20 de Maio de 2015

Criado o dia municipal do cão

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Na sessão ordinária realizada na última semana, a Câmara Municipal de Presidente Prudente aprovou, em discussão única, o projeto de lei do vereador Izaque José da Silva (PSDB) que cria o “Dia Municipal do Cão – O Melhor Amigo do Homem”. A proposta prevê que a data seja comemorada na cidade anualmente no segundo domingo do mês de novembro.“O presente projeto de lei tem por objetivo homenagear através de data comemorativa o Dia do Cão, ou seja, aquele considerado por muitos o melhor amigo do homem”, justifica o autor da proposta.O vereador ainda salienta que se trata “de um projeto de interesse público”.“Ressalta-se que a sociedade desenvolve atividades alusivas ao Cão, vindo desta forma esta data, no entanto, de forma oficial pelo Município, referendar a importância dos nossos amigos caninos. Desta forma, nada mais justo que a criação de um dia na qual se possa homenagear este animal tão amado”, argumenta Silva.Fonte: I Fronteira ( foto: divulgação )  

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18 de Maio de 2015

Equipe do IC (Maceio) faz parto de cadela assassinada junto com o tutor

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O fato aconteceu às três horas da madrugada desta segunda feira  (18. ) Uma equipe do Instituto de Criminalística foi acionada para comparecer a um local de crime de homicídio, ocorrido na fazenda Cajueiro, no Povoado Lagoa Comprido, no município de São Brás, distante há 200 quilômetros da Capital. Quando eles chegaram ao endereço informado se depararam com um fato inusitado, a equipe encontrou ao lado do corpo da vítima Manoel Gino dos Santos, uma cachorra ferida.Testemunhas informaram que a cadela que era de propriedade de Manoel Gino e que tentou defendê-lo no momento que ele era assassinado, mas acabou sendo mais uma vítima da ação criminosa. Ela foi atingida com um tiro fatal de espingarda na região da cabeça.Como à equipe percebeu que a cachorra estava grávida e ainda respirava, e que seus filhotes também ainda estavam vivos ficaram comovidos com a situação. Sem tempo hábil para levar a cachorra até uma clinica especializada, eles decidiram fazer o parto do animal ali mesmo.Segundo o perito Criminal Adriano Filho, de imediato eles ligaram para a perita criminal Barbara Fonseca, aprovada no último concurso e que é formada em veterinária. Por telefone, ela explicou ao motorista Fernando Moraes, integrante da equipe do IC, todos os passos de como eles deveriam agir naquele momento.“Foram mais de 19 minutos de angústia, nunca tínhamos passado por uma situação como aquela. A cachorra ainda estava viva, mas poderia morrer a qualquer momento e isso acontecesse todos os filhotes morreriam juntos, por isso tomamos a decisão de fazer o parto, seguindo as orientações da perita veterinária, utilizamos um canivete e conseguimos salvar os sete filhotes”, explicou o perito Adriano Filho.O parto foi feito com sucesso. Os peritos conseguiram salvar sete filhotes, mas infelizmente a cachorra não sobreviveu. Sem mãe e prematuros todos os animais foram trazidos pela equipe do IC, porém o sofrimento dos animais ainda não teve um final feliz.Isso porque ao chegar à capital, a equipe do IC levou os cachorros que precisam de cuidados especiais para o NEAFA e em seguida para o Centro de Zoonoses e nenhum dos dois locais quiseram receber os filhotes que foram trazidos de volta para o Instituto de Criminalística.“Todos os funcionários se sensibilizaram com a história dos cachorros e estão mobilizados para tentar mantê-los vivos, mas não encontraram até agora alguém que quisesse adotá-los ou até mesmo tratá-los já que eles correm risco de morte por serem prematuros”, afirmou o perito.Os servidores do IC improvisaram um caixote de papelão e cobertores para os animais. Eles agora fazem um apelo, quem se interessar em adotar e cuidar dos filhotes deverá entrar em contato pelo telefone 3315-1800 ou comparecer a sede do órgão, que fica no antigo Hotel Beiriz na rua João Pessoa, no Centro da Capital. Fonte: Aarão José/Ascom Poal ( foto: ilustração )

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17 de Maio de 2015

Alunos dançam com gatos mortos em sala de aula nos EUA

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Um grupo de alunos de uma das melhores escolas de ensino médio dos Estados Unidos gravou um vídeo com uma dança com gatos mortos em sua sala de aula, e postou as imagens no Facebook. As informações são do Daily Mail Online.As perturbadoras imagens mostram oito jovens estudantes da Harding Charter Preparatory High School – escola emblemática norte-americana que está classificada em primeiro lugar em Oklahoma e em 23° lugar no país, e que sorteia vagas em loteria para atender à demanda – rindo e fazendo os cadáveres de gato “dançarem” em suas mãos ao som de uma música no laboratório.No vídeo – obtido pelo Daily Mail Online – um aluno está diante dos outros oito estudantes e pode ser visto segurando outro gato morto e “dirigindo” o ato macabro.Conforme a conhecida canção “Meow Mix” (de um comercial de alimentos para gatos) começa a tocar, os alunos sorriem uns para os outros e fazem com que os corpos dos gatos se movam e saltem em movimentos sincronizados.Ao final do vídeo, o estudante que atua como diretor ergue uma placa na qual está escrito “Piccolo and the Pussycats”.O vídeo foi postado no Facebook por um dos alunos, que também marcou outros três colegas e uma pessoa chamada Leslie Piccolo no post.De acordo com o site da escola, Leslie Piccolo é uma professora de ciências da instituição, mas não está claro se ela está presente no vídeo, que se acredita ser dos alunos do último ano.Ela é descrita no site como professora de Anatomia e Fisiologia Humanas, Zoologia, Botânica, Saúde e Condicionamento Cardíaco e também como alguém que ama os animais, referindo ao cão de raça Yorkshire Terrier Olive Thyme como o “melhor animal da Terra” e “2 quilos de amor e devoção”.Piccolo foi procurada pelo jornal para comentar o assunto mas não retornou as ligações.Os gatos que aparecem no vídeo em questão haviam sido mortos para serem dissecados pelos alunos.A ONG ativista de direitos animais PETA, aproveitando a polêmica gerada pelo filme, está agora pedindo a proibição da dissecação de animais nas escolas dos EUA.A organização informou ao Daily Mail Online que enviou inúmeras cartas à escola reportando o incidente, e não recebeu nenhuma resposta.A escola, que é pública mas possui maior independência na tomada de decisões que as outras escolas regulares, também não respondeu às solicitações de entrevista do Daily Mail Online.De acordo com a PETA, o vídeo viola as diretrizes básicas de ensino de ciências, segundo as quais os animais explorados em estudos nas salas de aulas devem ser tratados de forma respeitosa e ética.O grupo também disse à escola que a dissecação de animais em sala de aula “pode causar distúrbios psicológicos pelo resto da vida dos alunos, bem como a insensibilidade para com os animais”, e que esta situação é um exemplo.Justin Goodman, diretor de investigações da PETA, disse: “Gatos usados para dissecações são frequentemente animais de companhia que se perderam de seus tutores ou que foram roubados – mas em salas de aula como esta, os estudantes aprendem que eles são objetos e instrumentos inanimados de laboratório para serem escarnecidos, usados e descartados”.“A PETA está convidando a Harding Charter Preparatory High School a ensinar aos seus alunos a respeitar a vida – e pode começar a fazer isso substituindo a cruel e arcaica dissecação animal por métodos mais efetivos e humanos, que não utilizem animais”, acrescentou Goodman.A cada ano nos Estados Unidos, estima-se que 10 milhões de animais são mortos para dissecação, segundo a PETA.Muitos vêm de empresas chamadas “de suprimento biológico”, que reproduzem animais especialmente para a dissecação. Outros são retirados de abrigos de animais ou da natureza.O grupo tem apelado às escolas para que passem a usar métodos alternativos para ensinar anatomia aos estudantes, como programas de computador, que podem ser mais efetivos que a dissecação e também permitem aos alunos repetir o procedimento múltiplas vezes.“Métodos que não usam animais, tais como os programas computadorizados interativos, têm se revelado melhores que a dissecação”, complementou Goodman, que ainda lembrou que eles poupam tempo e recursos financeiros, além de aumentarem a confiança e a satisfação dos estudantes.A National Science Teachers Association igualmente endossa o uso de modernos métodos alternativos como substitutos.Esta não é a primeira vez que uma escola é alvo de reclamações por seu tratamento a animais explorados para dissecação.Em 2011, dois alunos foram suspensos na John Jay High School em San Antonio, no Texas, por terem deixado um gato no carro de outro estudante como uma brincadeira.No mesmo ano, um professor da Flórida foi transferido para outra escola e enviado para novo treinamento após intimidar e insultar um aluno de sétimo ano da North Naples Middle School que se recusou a dissecar um sapo em sala de aula.Não foi informado se os estudantes que apareceram no vídeo foram punidos.Veja o vídeo – www.anda.jor.br Fonte: anda.jor.br (Foto: Daily Mail Online ) 

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16 de Maio de 2015

Ator deixará a Austrália por seus cães

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O ator Johnny Depp decidiu deixar a Austrália para salvar seus cachorros “Boo” e “Pistol” de serem sacrificados após não ter declarado a entrada dos animais ao país, informou na sexta-feira (data local) a imprensa local.Depp, de 51 anos, e sua esposa Amber Heard, de 29, estão sujeitos a multas e até a possibilidade de serem acusados penalmente pela importação ilegal dos dois cães da raça Yorkshire terrier, segundo o jornal “Courier Mail”.Os cachorros entraram no país semanas atrás no avião particular de Depp, que retornava ao balneário de Gold Coast, no nordeste australiano, para reincorporar-se à filmagem do novo “Piratas do Caribe” após operar as mãos nos Estados Unidos.O ministro de Agricultura australiano, Barnaby Joyce, deu na quarta-feira um prazo de 50 horas para o ator tirar os cachorros do país ou, caso contrário, seriam sacrificados, o que causou rebuliço no Twitter através da hashtag #WarOnTerrier, enquanto milhares de pessoas assinavam um pedido de clemência.Depp e sua mulher informaram ao Ministério da Agricultura que sairão com seus animais na noite de sexta-feira rumo à Califórnia, mas, antes de sua partida, deverão explicar às autoridades porquê não declararam sua entrada.O drama dos caninos não deve terminar na Austrália, uma vez que o ministro Joyce acredita que provavelmente não terão as permissões necessárias para entrar novamente em seu país e então ficarão “sem um Estado” que os acolha.“Minha preocupação é que, se os Estados Unidos não os deixarem retornar, eles terão algum outro lugar para onde ir?”, comentou o ministro em comunicado à emissora “ABC”.Fonte: Exame ( foto: divulgação ) 

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15 de Maio de 2015

Leão resgatado de circo pisa pela primeira vez na grama

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O leão Will passou 13 anos em um circo no Brasil. Embora proibições de circos com animais selvagens existam em nível local no país, infelizmente muitos animais continuam a ser maltratados e explorados nessas cruéis atrações. Will foi um desses animais e a vida em cativeiro numa jaula exígua e fétida causou enorme impacto em sua saúde física e emocional.Felizmente, após mais de uma década de sofrimento, Will foi resgatado pelo Rancho dos Gnomos. Essa incrível organização representa um porto seguro para animais domésticos, selvagens e exóticos que foram maltratados ou negligenciados. A maioria dos animais que estão sob os cuidados do santuário são originados de cativeiros, por isso a equipe estava mais do que preparada para ajudar Will na adaptação à sua liberdade.No vídeo, ( veja no www.anda.jor.br  ) vemos Will pisar na grama pela primeira vez em anos. Como se compreendesse que nunca mais ficará preso numa pequena jaula novamente, Will relaxou e logo se sentiu em casa.Fonte: anda.jor.br  (Por Neuza Vollet da Redação) foto: internet

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15 de Maio de 2015

Campanha para acabar a crueldade contra os animais

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Pelo fim da crueldade com os animais, o Fifth Harmony se uniu em parceria com o Peta2 e lançou uma campanha pedindo as pessoas para serem “anjos” quando se tratar de um animal.No pequeno clipe, as integrantes do grupo incentivam as pessoas a adotarem hábitos que impeçam a crueldade contra os animais e que mantenham os bichinhos seguros e felizes, tais como:-Adotar, ao invés de comprar animais-Não frequentar circos que usam animais para entretenimento-Evitar roupas que sejam feitas de peleEnquanto tentam fazer o bem pelos animais, o Fifth Harmony se dedica também a turnê do álbum “Reflection”, que já conta com shows esgotados.Fonte: RD POP ( FOTO: DIVULGAÇÃO )

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14 de Maio de 2015

Vamos proibir vaquejadas e rodeios no Brasil

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Representantes de organizações não governamentais e protetores dos animais independentes, contrários à vaquejada, solicitaram ao Ministério Público Federal (MPF) na Paraíba uma ação direta de inconstitucionalidade (ADIN) contra a Lei Estadual n.º 10.428, de 20 de janeiro de 2015, que tornou a vaquejada um esporte. A reunião foi realizada na tarde de segunda-feira (11) na sede do órgão, em João Pessoa.Outra solicitação dos ativistas foi com relação à propositura de ação civil pública e projeto de lei, para que as vaquejadas e rodeios sejam proibidos em todo o Brasil. Eles justificaram os pleitos citando os exemplos dos Estados Unidos e França, países que reconhecem os animais como sujeitos de Direito, bem como ressaltando que a lei ambiental brasileira não define com clareza o que são maus tratos.O procurador da República, José Godoy Bezerra de Souza, que recebeu os ativistas, informou que dará os devidos encaminhamentos aos pleitos. Ele afirmou que no Ceará já existe uma ação direta de inconstitucionalidade nesse sentido e que vai distribuir as demandas para análise do órgão.Godoy orientou que os ativistas procurem parlamentares federais paraibanos para que proponham lei proibindo a prática de vaquejadas e rodeios em todo o Brasil.Fonte: Tambaú (com informações do MPF) ( foto: internet )

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14 de Maio de 2015

Cão mora na estação do BRT e conquista a todos

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Na correria do dia a dia, ele muitas vezes passa despercebido no meio da multidão que embarca e desembarca na estação Mato Alto do BRT Trans Oeste. Com andar manso e jeito brincalhão, o vira-lata bate ponto diariamente no terminal de Guaratiba, indiferente à pressa do passageiros que seguem para o trabalho. Ninguém sabe dizer quando foi exatamente que ele apareceu e por que escolheu a estação como um de seus pontos de parada. Mas há cerca de dois meses a presença do animal numa área em que os coletivos circulam em tão alta velocidade despertou a atenção da assistente administrativa Elisa Arruda Tavares, 27 anos, que, preocupada com a segurança do cãozinho, lançou nas redes sociais uma campanha de adoção.— Um dia, indo para o trabalho, reparei nele sentado na pracinha em frente ao BRT, onde ficam os ônibus alimentadores. Fui para o serviço pensando nele e que ele devia estar com forme. Na volta, já à noite, ele estava na estação e reparei que ao seu lado tinha um pote de comida e um de água. Desde então, sempre vejo ele por lá e sempre tem alguém fazendo carinho nele. — conta Elisa, que passou a dividir alguns pedaços de lanche com o cachorro.Por causa das características de seus pelos (ele é preto e tem as pontas das quatro patas brancas), o animal foi batizado de Pata Branca. Ninguém sabe também quem foi que escolheu o nome.— É um cãozinho muito dócil, a gente passa e ele esfrega o focinho, pedindo carinho. Quando a gente vem de um dia de trabalho estressante, é um alívio encontrar com ele. — diz Elisa, que mora em Guaratiba e trabalha no Recreio.Com seu jeito brincalhão, Pata Branca conquistou a simpatia de funcionários do BRT, passageiros e de vendedores ambulantes. Não é para menos. Sempre que avista alguém conhecido na estação, Pata Branca dá uma de cão de guarda e acompanha o passageiro até o local de embarque. Dia desses, conta uma passageira, uma senhora da região tentou levar Pata Branca para casa, mas ele fugiu e voltou para o BRT.— Ele é muito tranquilo e não incomoda ninguém, mas achamos perigoso porque ele pode acabar sendo atropelado por um dos ônibus — comenta um dos seguranças.Para Elisa, apesar de Pata Branca se sentir em casa na estação, o melhor lugar para ele seria um lar de verdade. Ela tirou fotos do cãozinho e postou nas redes sociais, mas, apesar de receber muitas “curtidas”, Pata Branca ainda não ganhou um novo lar.— Aqui é um lugar com trânsito muito intenso. Ele atravessa a rua várias vezes e percebi que é muito inteligente e procura seguir as pessoas, mas um dia ele vai acabar sendo atropelado. É um cãozinho maravilhoso, que vai fazer alguém bastante feliz — aposta Elisa, que já tem dois cachorros em casa e, por isso, diz que não pode adotar Pata Branca.Fonte: O Globo   (Foto: Raphael Andreozzi / O Globo )  

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13 de Maio de 2015

Proibição de foie gras e roupas de peles em SP

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Os vereadores aprovaram na terça-feira (12), em segunda votação, projeto de lei que “proíbe a produção e a comercialização de foie gras (patê de fígado gordo de ganso, iguaria típica da culinária francesa) e artigos de vestuário feitos com pele animal no âmbito da cidade de São Paulo.”O fígado gordo do ganso é resultado de um método milenar conhecido como gavage, em que os animais são forçados a se alimentar. Ativistas em defesa dos animais consideram o método cruel.Em caso de descumprimento, o comerciante poderá ser multado em R$ 5 mil. Em caso de reincidência, o valor dobra. Agora, o projeto vai à sanção do prefeito Fernando Haddad.Fonte: G1  ( Foto: Stephanie Diani/The New York Times/Arquivo )  

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13 de Maio de 2015

CCZ de Maceió lança segunda parte da campanha adote um amigo

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Devido ao grande sucesso da primeira fase da campanha de adoção de cães e gatos, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) lança agora a segunda fase do Projeto Adote um amigo, uma iniciativa realizada em parceria com a Secretaria Municipal de Comunicação (Secom). De acordo com Lidyane Kristine da Silva, médica veterinária do CCZ, após a campanha nas redes sociais, a procura pelos animais e o fluxo de pessoas interessadas aumentaram consideravelmente. “Na primeira fase da campanha foram adotados nove animais, em alguns casos, mais de um animal por pessoa. Esperamos agora alcançar o mesmo sucesso e que mais animais possam encontrar o carinho de um lar”, pontuou.Para dar visibilidade à ação do CCZ e incentivar a posse responsável de animais, a Prefeitura de Maceió publicou nessa segunda-feira (11), em sua página do Facebook, 32 fotos de animais aptos – após avaliação médico-veterinária – para adoção. Nas redes sociais, os animais são identificados como macho ou fêmea pela cor dos laços em volta do pescoço. Segundo Jéssica Bezerra, coordenadora das Ações de Controle da Raiva do CCZ, os animais disponíveis para adoção foram abandonados na porta do CCZ ou entregues por terceiros que não queriam vê-los passar por situações de maus tratos. “Buscamos na posse responsável uma alternativa para os animais sadios, proporcionando o carinho e a qualidade de vida que eles merecem”, afirmou.Como o projeto ganhou grande simpatia e adesão dos internautas e ajudou a dar visibilidade aos pets, a cada 15 dias, novos animais para adoção serão mostrados via internet, dando continuidade ao projeto até dezembro. Os animais disponibilizados para adoção, além da vacinação com o médico veterinário, são vacinados contra a raiva e castrados. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone 3315-5456.O que é necessário para adotar?Para levar o animal para casa, os interessados devem procurar o CCZ (localizado no Loteamento Palmares, Qd.03, s/n. Cidade Universitária), munidos de comprovante de residência atualizado e de RG ou outro documento com foto. É necessário ser maior de 18 anos e assinar o termo de posse responsável, que estabelece as regras da adoção com base na legislação vigente, em especial a Lei Municipal 5.318/2003, comprometendo-se a cuidar do animal de forma adequada.Mais informações podem ser obtidas no link a seguir: http://www.maceio.al.gov.br/sms/ccz-animais-para-adocao/Fonte: Ana Cecília da Silva/ Ascom SMS- Maceió – foto: internet )

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11 de Maio de 2015

Grupo organiza protesto contra rodeios em Americana SP

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Internautas contrários à realização do rodeio da Festa do Peão de Americana, planejam uma manifestação contra o evento para o dia 31, durante o Desfile dos Cavaleiros. Além de cartazes, os manifestantes estão sendo convidados a ir de preto para o evento.

Até ontem, 1,3 mil pessoas já haviam confirmado presença na manifestação, que defende a realização dos shows sem os eventos esportivos envolvendo os animais.

“Será um evento pacífico. Não somos contra os shows, mas sim contra os maus-tratos aos animais. Todos de camiseta preta”, informou Conceição Negri, uma das organizadoras do evento.

O protesto acontecerá em frente à Fidam, na Avenida Nossa Senhora de Fátima, entre 8h e 11h.

Em abril, o TODODIA relatou que um decreto estadual proíbe a realização de rodeios no perímetro urbano dos municípios. Em Americana, a Festa do Peão ocorre no perímetro urbano, de acordo com a prefeitura e, pela lei, não poderia ocorrer. O MPE (Ministério Público Estadual), no entanto, já informou que não irá tomar medidas contra o evento. Em Ribeirão Preto, no entanto, a festa local é questionada com base no mesmo decreto.

Fonte: Todo Dia ( foto: internet )

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11 de Maio de 2015

ONGs se unem contra a exploração dos touros

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Mais de 100 organizações de defesa animal de diversos países apresentaram a ¨Rede Internacional Anti-Tauromaquia¨ com o propósito de erradicar a prática da tauromaquia em todos os países onde ela ainda é legal.Segundo informações divulgadas pela Rede, sua bandeira de luta é responder à enorme demanda social a nível internacional e local que urge eliminar a ostentação dos maus-tratos e morte de um ser inocente como forma de entretenimento.Na prática, a união das organizações tratará de eliminar qualquer apoio direto ou indireto dado a tauromaquia com recursos públicos por parte das instituições e pressionar o setor privado a acabar com a promoção e financiamento dessa atividade. Além disso, oferecerá assessoria especializada as diferentes organizações que constituem a Rede e irá divulgar a dimensão do movimento anti-taurino mundial a instituições e autoridades.A Rede também aspira proteger a infância da violência física e mental da tauromaquia, tal como foi recomendado pelo Comitê dos Direitos da Criança da ONU em sua revisão sobre Portugal e Colômbia.Igualmente, entre os objetivos da nova Rede, está informar a sociedade sobre a tauromaquia, impulsionar leis que tornem realidade os direitos animais – incluindo os utilizados em espetáculos públicos – criar uma plataforma de comunicação para todas as organizações de proteção animal que trabalham pelo fim da tauromaquia e compartilhar experiências dos avanços anti-taurinos nos diferentes países onde a prática ainda é legal.A apresentação da Rede foi celebrada no marco da Assembleia Nacional do foro ¨Experiências da Luta Anti-Taurina a Nível Internacional¨ onde organizações do Equador, Portugal, França, Holanda, Espanha, Colômbia, Venezuela e México compartilharam as conquistas alcançadas pelo movimento anti-taurino nos últimos anos.Entre os dados utilizados pelas organizações, elas defenderam durante o foro a crescente rejeição da sociedade contra a crueldade da tauromaquia; o declínio generalizado do público em eventos taurinos; a diminuição do número de festejos taurinos na Espanha, que acumula uma queda de 50% desde 2007; a abolição das corridas de touros nos Estados mexicanos de Guerrero e Sonora e a suspensão das corridas de touros em Bogotá.Neste contexto, lembram que em 2014, 323 parlamentares europeus se manifestaram a favor de acabar com os subsídios europeus destinados a criação de touros ¨de lidia¨, enquanto 309 se manifestaram contra. ¨A Rede escolheu o Equador porque com sua Constituição de 2008 e conceitos como o Bom Viver criou um precedente que deve ser imitado pelo resto do mundo quanto à relação do homem com a natureza¨, explicou a presidente da plataforma espanhola “A tortura não é cultura¨.Na sua opinião, é importante que a iniciativa não fique ¨meramente no papel¨ e que sejam implantadas medidas legislativas como a erradicação de todas as formas de maus-tratos aos animais, incluindo as corridas de touros.Fonte: anda.jor.br ( foto: internet )

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10 de Maio de 2015

As mãs dos filhos de quatro patas

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“Não tenho dúvidas de que a sensação que experimento, cuidando dos gatos, é a mesma que tive quando minha filha Mirella era bebê de colo. De sentir que se eu saio de perto o que vai ser da vida deles?”. A afirmação da advogada Gabriela Moreira, 47, dissipa rapidamente qualquer questionamento. Com a filha, agora com 28 anos, já criada, mais que protetora e defensora de animais, Gabriela é, sim, mãe também de filhos de quatro patas.Como se fossem crianças nascidas de seu próprio ventre, Gabriela deixa que Lulu, a única cadela entre os felinos da defensora, e os quatro gatinhos criados e os outros resgatados, esperando adoção, passeiem à vontade em casa. Gabriela é daquelas mães que fazem da casa ninho, não importando se o pé do sofá jaz arranhado, ou se não há colcha de cama sem pelinhos. Gabriela mora sozinha numa casa cheia.A segunda maternidade chegou quando ela se mudou para as proximidades do Parque do Cocó e conheceu a realidade dos gatos que lá vivem. “Já tive clínica veterinária, mas não tinha ideia do sofrimento dos animais de rua. Antes, eu vendia bicho e não tinha noção de que para cada animal que é vendido outro perde a oportunidade a um lar”, conta. Em dois anos, Gabriela, mesmo sem precisar, crê que já passam de 100 os filhotes que tirou das ruas para conseguir adoção e as fêmeas adultas que custeou a castração.Dos casos que mais lhe marcaram, a protetora se lembra de quando encontrou sete filhotes recém-nascidos que estavam sendo comidos por formigas. Gabriela os resgatou e os levou para uma gata para que fosse ama de leite. Mesmo com todos os esforços, apenas um deles sobreviveu e ganhou nome de Vitória.Apesar da tristeza que a acompanha desde que conheceu a realidade dos animais, Gabriela não pensa em desistir da missão que escolheu.“Quando você acorda para esse sofrimento, não tem como voltar. De pensar que às vezes a ajuda demora tanto que alguns morrem nos meus braços, sem eu poder fazer nada, é de apertar o coração. Mas é também o que me dá forças. Eu não posso mudar o mundo, mas eu mudo o mundo de cada animal que eu ponho a mão em cima e me sinto, sim, mãe deles”.Fonte: O Povo ( foto: internet )

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10 de Maio de 2015

Feliz dia das mães

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Deus passeando sobre a Terra, seleciona seus instrumentos  para a preservação da espécie humana com grande cuidado e deliberação.

A medida em que vai observando, Ele manda os seus anjos fazerem anotações em um bloco gigante.
- Elizabete Souza...vai ter um menino. Santo protetor da mãe:
São Mateus. Mariana Ribeiro...menina. Santa protetora da mãe: Santa Cecília. Claudia Antunes...esta terá gêmeos.  Santo protetor... mande São Geraldo protegê-la. Ele esta acostumado com quantidade. Finalmente Deus dita um nome a um dos anjos, sorri e diz: - Para esta, mande uma criança excepcional.

O anjo cheio de curiosidade pergunta: - Porque justamente  ela Senhor? Ela é tão feliz. - Exatamente, responde Deus, sorrindo. Eu poderia confiar uma criança deficiente a uma
mãe que não conhecesse o riso? Isto seria cruel!

- Mas será que ela terá paciência suficiente?
- Eu não quero que ela tenha paciência demais, senão ela vai acabar se afogando num mar de desespero e auto-compaixão. Quando o choque e a tristeza passarem, ela controlará a situação. Eu a estava observando hoje, ela tem um conhecimento de si mesma e um senso de independência, que são raros, e ao mesmo tempo, tão necessários para uma mãe. Veja a criança que vou confiar a ela, tem todo o seu mundo próprio. Ela tem que trazer esta criança para o mundo real e isto não vai ser nada fácil.

- Mas Senhor, eu acho que ela nem acredita em Deus!
Deus sorri. - Isto não importa, dá-se um jeito. Esta mãe é perfeita. Ela tem a dose exata de egoísmo de que vai
precisar. O anjo engasga. - Egoísmo? Isto é uma virtude?

Deus balança a cabeça afirmativamente.

- Se ela não for capaz de se separar da criança de vez em quando, ela não vai sobreviver. Sim, aqui está a mulher a quem eu vou abençoar com uma criança menos "perfeita" do que as outras. Ela ainda não tem consciência disto, mas ela será invejada. Ela nunca vai considerar banal qualquer palavra pronunciada por seu filho. Por mais simples que seja um balbucio dessa criança, ela o receberá como um grande presente. Nenhuma conquista da criança será vista por ela como corriqueira.

Quando a criança disser "MAMÃE" pela primeira vez esta mulher será testemunha de um milagre e saberá recebê-lo. Quando ela mostrar uma árvore ou um pôr-do-sol ao seu filho e tentar ensiná-lo a repetir as palavras "árvore" e "sol", ela será capaz de enxergar minhas criações como poucas pessoas são capazes de vê-las. Eu vou permitir que ela veja claramente as coisas que Eu vejo: ignorância, crueldade e preconceito.

Então vou fazer com que ela seja mais forte do que tudo isso.
Ela nunca estará sozinha. Eu estarei a seu lado a cada minuto
de cada dia de sua vida, porque ela estará fazendo meu trabalho e estará aqui ao meu lado.

E qual será o santo protetor desta mãe? Pergunta o anjo,
com caneta na mão. Deus novamente sorri.

- Nenhum! Basta que ela se olhe num espelho.

Feliz dia das Mães!!
Fonte: Rivalcir Liberato ( foto : internet )

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10 de Maio de 2015

Mães e filhotes não devem ser separados

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O rompimento das famílias animais é a base sobre a qual a pecuária é construída. Inseminadas ano após ano só para terem os seus bebês repetidamente tomados delas para o ganho humano, o mundo interior das mães de animais criados para consumo humano é muito mais sinistro do que os cartazes de vacas felizes e cordeiros saltitantes tentam nos levar a crer.Desde os bezerros que são separados de suas mães para que o leite possa ser enviado para consumo humano, até os cordeiros que são tomados para que seus corpos minúsculos sejam comidos, se as pessoas realmente entendessem a dor e sofrimento gerado por esse processo, provavelmente pensariam duas vezes antes de escolher fazer parte dele.Independentemente da espécie, o vínculo entre mães e filhos é sagrado, e não importa que razões são dadas para justificar um ato tão insensível que é a quebra arbitrária desse vínculo pelo ser humano.A Care2 preparou uma matéria listando alguns motivos pelos quais mães e filhotes não devem ser separados:Os bebês reconhecem a voz das mães ainda no ventre, provando que o processo de ligação entre mães e filhos se inicia desde a gestação.Quando uma mãe dá à luz, ela produz leite para alimentar o seu bebê. Quando o bebê é levado para longe dela, ela é ordenhada por uma máquina ao invés disso, um processo que não só causa dor, inflamação e muitas vezes infecções, mas também tem efeitos sobre o corpo dela.A natureza planejou tudo com perfeição, e é por isso que só uma mãe é capaz de dar ao seu bebê o melhor começo de vida através dos nutrientes certos, vitaminas e anticorpos vitais durante as primeiras semanas ou meses de vida.Sem o conforto de ouvir os sons de sua mãe, sentir o seu cheiro e seu tato, os recém-nascidos sentem-se com medo, sozinhos e desprotegidos. Em algumas práticas da indústria, como na indústria de carne de vitela, deixa-se os bebês recém-nascidos em celas solitárias onde passam a totalidade de suas curtas vidas, até que sejam enviados para a morte ainda filhotes.Durante as primeiras semanas e meses de vida, mães e bebês ficam extremamente angustiados sempre que estão separados, mesmo que apenas por um minuto. Segundo a reportagem, em um santuário isso foi visto em primeira mão quando um cordeiro se perdeu ao virar da esquina da casa; a mãe e o seu filhote começaram a chamar um ao outro freneticamente, correndo em pânico até se reencontrarem.Habilidades sociais, sinais de perigo e práticas de alimentação fazem parte do processo de aprendizagem para os jovens, e quando eles não são influenciados por suas mães durante o desenvolvimento dessas habilidades, podem perder lições de vida vitais.Os bebês que crescem com as suas mães estão sempre saudáveis. Eles têm um melhor desenvolvimento, maiores habilidades e melhores relações sociais com outros animais.Bebês que são tomados de suas mães e são alimentados com fórmulas para substituir o leite muitas vezes sofrem de náuseas, diarreia, e terão um sistema imunitário deficiente. Não é incomum os sintomas de doenças e a diarreia levarem bebês à morte, uma vez que eles são extremamente vulneráveis e não estão recebendo o leite natural de que os seus corpos precisam para prosperar.Da mesma forma que as mães humanas vinculam-se firmemente aos seus filhos recém-nascidos, assim também acontece com os animais não humanos. A quebra desse vínculo provoca dor inimaginável para a mãe e o bebê. Eles tornam-se instantaneamente angustiados quando já não podem ver um ao outro, e este sentimento intenso e desesperado piora com o passar do tempo. Muitos fazendeiros admitem ouvir ovelhas e vacas mugindo por seus bebês roubados durante dias.O sofrimento “de curto prazo” causado pela separação da mãe e do bebê é ruim o suficiente, mas para as pobres fêmeas presas dentro da indústria alimentar e da pecuária, essa ação intolerável acontece ano após ano, trazendo danos emocionais e depressão em muitos animais mais velhos.Fonte: anda.jor.br ( foto: internet)

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08 de Maio de 2015

Médica faz campanha pra 31 animais doentes

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Uma protetora de animais de Campinas está fazendo uma campanha para ajudar 15 cachorros e 16 gatos de uma tutora da cidade, que está sem condições de manter os 31 animais.“A situação é bem feia mesmo, todos infectados, muito magros e doentes. Falta veterinário, medicamento, castração, vacina e vermifugação, conta a médica Fernanda Grohmann, quem está encabeçando a ajuda.A tutora é dona da casa e “gosta muito dos animais. Entretando, “ela tenta, mas não está conseguindo cuidar deles sozinha”, completa. Os animais estão, inclusive, para adoção responsável.Fernanda é médica no Centro de Saude DIC I e membro da Associação Amigos dos Animais de Campinas (AAAC). A ONG já resgatou uma fêmea com sete filhotes da casa onde estão os animais.Com a campanha, a médica já conseguiu arrecadar 150 Kg de ração e veterinários que castrem os cachorros a preços acessíveis. “Mas, precisamos de muitas outras coisas ainda” – diz, referindo-se, por exemplo, a um que se disponha a castrar os gatos também acessivelmente.Em relação aos cães, eles precisam de medicamentos para sarna e possivelmente para outras doenças. “Nem podem ir pra cirurgia agora, de tão debilitados que estão”.Quem quiser e puder ajudar, deve entrar em contato com Fernanda pelo Facebook ou pelo telefone  (19) 9-8192-3688. Doações podem ser feitas ainda contactando a AAAC.grupo OperaCÃO Resgate, se comprometeu a ajudar os animais a serem doados, colocando-os em suas feiras de adoção, assim que eles estiverem saudáveis.Fonte: Correio Popular ( foto: divulgação )

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07 de Maio de 2015

Homem arrasta cadela amarrada a bicicleta

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Um homem foi preso na tarde de segunda-feira (4) em Gurupi, região sul do estado, por abuso e maus-tratos a animais domésticos. Segundo informações da Companhia Independente de Polícia Militar Rodoviária e Ambiental (CIPRA), Moisés de Oliveira Rocha, de 34 anos, foi autuado após arrastar uma cadela por vários metros deixando as patas do animal feridas.

Ainda segundo a Cipra, Moisés estava em uma bicicleta e a cadela sendo arrastada presa por uma coleira. O homem foi autuado e liberado, após assinar um termo de compromisso de comparecimento à Justiça, e multado no valor de R$1 mil, tendo 20 dias para pagar. Para a polícia, Rocha alegou que estava levando o animal para um parente.

A cadela, que foi resgatada, foi encaminhada para uma clínica veterinária da cidade para ser tratada, e depois será levada a uma associação e disponibilizada para doação.

Fonte: G1( foto PMTO )

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06 de Maio de 2015

Filhote é resgatado após ser enterrado vivo em Araxá MG

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Equipes da Cemig se mobilizaram, na tarde de ontem (5), para o salvamento de um filhote de cachorro que foi parar dentro de um poste instalado na rua Maria Benedita de Jesus, no bairro Solaris. O Corpo de Bombeiros também foi acionado.A suspeita é que o filhote tenha entrado na parte oca do poste que estava deitado na rua. Os funcionários que instalaram a estrutura no local não teriam percebido a presença do cachorro. O poste foi alçado por um guindaste e fixado na rua, no fim da tarde de ontem.Segundo o sargento Elson Moreira do Corpo de Bombeiros, uma moradora escutou o choro do cachorrinho e entrou em contato com os militares. Ela foi orientada a procurar a Cemig por se tratar de uma ocorrência relacionada ao poste.Um fato também chamou a atenção das testemunhas. A mãe do filhote estava tentando cavar o local onde o cãozinho foi enterrado. A cadela ficou o tempo todo perto dos profissionais que trabalharam para retirar o filhote do local.Depois de duas horas, foi aberta uma vala ao lado do poste. Cuidadosamente, os funcionários da Cemig retiraram a terra que estava na estrutura e chegaram ao filhote. O salvamento do animal emocionou quem acompanhou o resgate.O cãozinho, que estava um pouco machucado, voltou ao contato com a mãe e foi encaminhado para a casa de Fernanda Castelha que cuida de animais. Ele vai receber os cuidados necessários e deve ser colocado para adoção.Fonte: Jornal de Araxá ( foto: divulgação )  

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05 de Maio de 2015

Pets com deficiência fisica no calendário da Ampara Animal

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Se você tem um cão ou gato com deficiência física, corra para participar do concurso da Ampara Animal!Seu animal especial pode estrelar o calendário 2016 com uma das celebridades que apoiam o projeto.Para participar, basta postar uma ou mais fotos do seu cachorro ou gato especial no Instagram, marcando a @amparanimal e usando a hashtag #meupetespecialnocalendariodaAMPARA .O concurso acontece até às 23:59 do dia 16 e serão três vencedores. Os escolhidos vão ser informados sobre a data e o local onde as fotos para o calendário serão tiradas.Para quem não conhece, a Ampara Animal ajuda cães e gatos abandonados. Todos os anos, eles lançam calendários para incentivar a adoção. Veja um vídeo da campanha “Somos todos vira-latas”, ( www.anda.jor.br ) Fonte: Portal do Dog ( foto: divulgação / instagram )

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05 de Maio de 2015

Cachorro espancado a pauladas e jogado nolixo em campinas SP

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Um cachorro que foi espancado a pauladas por um homem no bairro Satélite Íris 1, em Campinas, terá que ter a pata direita amputada devido à gravidade do caso.Além da perna, que foi inteira quebrada, levou pauladas na cabeça e teve parte da orelha cortada. O animal foi jogado em um terreno baldio pelo agressor, segundo os moradores que pediram socorro à protetora Maria Locatelli, do grupo Anjos de Patas.O resgate“Dia 30 de março, recebi um pedido de resgate e fiquei desesperada porque não tinha dinheiro para assumir o caso. Nem consegui dormir pensando no cachorro ferido, naquela noite tão fria. Então, no dia 1º fui ao local e o encontrei no mato, no meio do lixo. Tentei me aproximar, mas devido à dor e ao medo, ele me atacava. Como ficou lá jogado e passou do tempo de ser socorrido (antes de ser resgatado), não há como salvar a perna”, conta a protetora, que lhe deu o nome de Davi.Quadro de saúdeAlém da pata, Davi está muito desidratado (porque não conseguia se mover e tinha que tomar água do esgoto), está anêmico, pesando apenas 13 Kg (por ter passado muita fome), com infecção na orelha e com sarna por todo o corpo.Foi levado ao Centro Médico Veterinário, no Guanabara, e atendido pela dra. Domenica Signorelli. Terá que ser estabilizado antes de poder operar, e não tem previsão de alta.AjudaO tratamento ficará em torno de R$ 4 mil, segundo estimativas de da protetora. “Sei que pago sempre, e que por isso tenho credito pra poder resgatar no fiado. Só que desta vez não sei como vou conseguir pagar. Mas, como é que eu poderia deixar esse coitadinho sofrendo no meio lixo?”, questiona Maria.Maria não tem uma conta em banco para receber ajuda. “O que faço é pedir para as pessoas doarem diretamente na clínica veterinária”, completa.Quem quiser e puder ajudar, deve entrar em contato com o Centro Médico Veterinário pelos telefones: 3241-7765 e 3212-0241. Quem desejar ir pessoalmente à clínica, o endereço é Rua Camargo Paes, 680, Guanabara, Campinas.VulneráveisMaria resgata animais mal tratados há mais de dez anos. Tem 18 cachorros, todos idosos e cegos.“São os que eu não consigo adoção. Então, eles ficam comigo. Um deles, salvei na Barão de Itapura, batendo a cabeça na parede de uma loja (por não enxergar). Ele come de 3 em 3horas, e tenho que colocar a ração na água até ficar molinha para depois dar na boca, porque ele não consegue mais comer sozinho”, conta a fundadora do grupo.Fonte: Correio Popular ( foto: divulgação )

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05 de Maio de 2015

Teatro e gata comunitária incentivam crianças para amar os animais

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Por Fátima Checco (da Redação)

A ANDA abre espaço para uma série de reportagens que abordará a proteção animal na infância, pois, é nessa fase que boa parte de nossa personalidade se forma. Muitas das experiências que temos quando crianças nos marcam para o resto da vida. Aliás, é lá na infância que muitos ativistas começaram a abraçar a causa animal mesmo sem se dar conta disso. Por isso, alimentar as crianças com atividades, livros, filmes e tudo o que possa motivar o amor e respeito aos animais é essencial para um futuro em que a natureza seja protegida e os bichos fiquem livres da escravidão.

Educadores com visão futurística percebem o quanto é importante falar de meio ambiente englobando tudo que está em torno da criança e não só de rios, praias e florestas, como se a natureza só existisse distante dela ou só onde ela passa as férias. A Educação Ambiental moderna entende que a criança precisa ser motivada a respeitar a borboleta que pousa em seu quintal, as árvores das calçadas, os passarinhos que moram na cidade e os cães e gatos que vê na rua. Tudo faz parte da natureza: nós, as águas, as florestas, os demais animais… tudo. Ensinar a preservar apenas rios e florestas é ensinar pela metade porque grande parte das criaturas nasce e cresce nas grandes cidades.

Essa série vai mostrar iniciativas que trabalham proteção animal com crianças em escolas, comunidades ou eventos. Haverá dicas de livros e filmes que podem sensibilizar as crianças nesse sentido. Aliás, quantos de nós não tiveram esse “despertar para a causa animal” a partir de algum filme ou livro onde um bichinho era o protagonista?

Como vemos pelas notícias, há um crescente número de pessoas se envolvendo com a causa animal ou, pelo menos, prestando ajuda a animais eventualmente. Chovem denúncias e resgates. São pessoas de várias idades e profissões, além de policiais e bombeiros que têm socorrido animais em situações extremas como nunca víamos acontecer anos atrás. São manifestações pelos direitos animais em toda parte do planeta. No entanto, vai depender das gerações futuras a criação de leis, de posturas e de uma nova visão. Que essa nova série da Anda inspire a todos (educadores, pais, avós, tios, protetores e simpatizantes da causa) a envolver as crianças numa atmosfera de comunhão com a natureza e respeito aos animais, afinal, uma coisa não é possível sem a outra!

Que tal convencer um fazendeiro, uma tribo indígena e um gato a se tornarem veganos? Difícil? Pois essa é a missão de “Solua, um vampirinho vegano”, cuja história está disponível em e-book a apenas R$ 7, escrito pela multiterapeuta e psicopedagoga Lou de Olivier. Além de incentivar as crianças a respeitar a natureza, os animais e ensinar sobre alimentação vegana, a renda do e-book ajuda entidades como Gatomóvel Educação Ambiental (auxilio a animais abandonados) e Associação de Pais Inspirare (Portadores de Autismo, Dislexia e TDAH). Pode ser adquirido pelo link.

A peça de mesmo nome e que se baseou no primeiro episódio do e-book foi encenada no ano passado em SP e deve voltar às escolas e teatros, reformulada, ainda este ano. Nela, Lou interpreta Dona Vampiruska, mãe de Solua. O segundo episódio é tocante: Solua entrevista vacas, porcos, galinhas e peixes para saber como se sentem sendo usados como alimento dos humanos. Mas segundo a autora, a linguagem é branda: “Escrevi o texto de forma a agradar a todas as idades porque sei que os pais assistindo poderão se conscientizar e proporcionar uma alimentação saudável e livre de crueldade aos seus filhos e a eles próprios”.

Lou é vegana há cinco anos: “Antes fui vegetariana por dez anos. Desde criança eu já não comia frango, peixe nem porco. Comia pouca carne bovina também. Não gostava de leite. A consciência total veio quando cursei Medicina Comportamental e um pouco de Nutrição. Foi então que conheci os bastidores da alimentação. Não dá para conhecer esses lugares e continuar se alimentando como se não soubesse de nada. Fui me aprofundando nos estudos e divulgando tudo que eu descobria. Até que resolvi lançar o Solua, um vampiro de bem com a natureza e que defende o veganismo”.

Lou é autora de nove livros didáticos e de duas peças encenadas no Brasil e Portugal. Ela tem só um gato em casa, mas ajuda a manter outros treze e um cachorro. Tudo o que faz artisticamente procurar reverter renda para entidades de animais carentes e crianças especiais. Tem projeto de transformar “Solua” em filme. Para conhecer melhor os projetos de Lou Olivier e contratar a peça do vampirinho vegano é só acessar o link.

Pura inspiração esse exemplo! A gatinha de nome Branca foi adotada pelos funcionários da EMEI Prof. Carlos Corrêa Vianna de Bauru (Interior de SP), que atende crianças de 1 a 5 anos. Já se passaram dez anos desde que ela foi abandonada na escola e de lá para cá só enriqueceu o aprendizado das crianças. “O abandono acabou gerando uma agitação grande entre os alunos, funcionários e pais que se deparavam com a gatinha miando muito, extremamente faminta e assustada. Eu, como diretora da escola, precisava tomar uma atitude. Não poderia jamais dar um mau exemplo colocando a gatinha para fora do portão e reforçar um erro outrora cometido por alguém. Era preciso dialogar com todos os envolvidos”, conta Rosana Aparecida Orcini Bernardi.

Foi assim que começou a história dessa gatinha comunitária. Rosana percebeu que ao invés de um problema, tinha a oportunidade de ensinar respeito aos animais, numa vivência prática. “Pensei que as crianças poderiam, naquele momento, refletir sobre o abandono e conhecer o significado do termo Posse Responsável. Num primeiro momento matamos a fome e sede da Branca e, num segundo momento, reuni os professores expondo que tínhamos um problema (um animal em local inadequado), mas também uma oportunidade de ensino tirando as crianças do senso comum de que um animalzinho é um ser da natureza e que, por isso, pode se virar sozinho”, explica.

Com os argumentos de Rosana, a assembleia resultou na adoção de Branca. A segunda etapa era convencer os pais de que a presença de Branca na escola seria positiva. Os receios mais predominantes giravam em torno da saúde das crianças, alergias e dejetos da gatinha. “Convidei os pais a verem a higiene do local, o uso da vassoura de fogo na areia do playground e a caixinha sanitária da Branca. Na matrícula e rematrícula tornamos os pais cientes, por meio de declaração, que as crianças teriam contato com a gatinha e no texto expusemos que esta é uma orientação de cunho pedagógico contido em documento oficial do Ministério da Educação e Cultura. E assim deu tudo certo para as crianças e para a Branca”, conta a diretora.

Gata motiva a prática da cidadania

Branca acabou servindo até mesmo de incentivo para as crianças mais novas, de 2 a 3 anos, aceitarem a escola. “Percebemos que Branca podia acalmar as crianças que, ao iniciar a vida escolar, entravam em crise de choro. Procurar a gatinha, dar ração e cuidar dela fazia com que várias crianças gostassem de ficar na escola”, salienta.

Mas não foi só isso. A missão de Branca foi além. A gatinha motivou ainda um programa voltado para proteção e respeito aos animais e uma carta endereçada à prefeitura com os anseios dos pais. “Esse projeto faz parte do currículo escolar da turma do Jardim II. As crianças assistem o vídeo ‘Fulaninho, o cão que ninguém queria’ do Instituto Nina Rosa e recebem a visita de funcionários do Centro de Controle de Zoonoses para conversar sobre o assunto”.

A Escola também envolve os pais pedindo que respondam pesquisa sobre suas percepções sobre o tema: o que é posse responsável, o que fazem diante de um animal abandonado ou vítima de maus tratos, se conhecem o serviço do CCZ e o que esperam que seja feito para minimizar o problema do abandono no bairro. “Com posse destas informações, as professoras tabulam as respostas e juntamente com as crianças levam a carta de intenção da comunidade para o prefeito. Tentamos envolver no projeto os alunos, as famílias e as autoridades”. Quem diria que uma pequena gatinha seria capaz de promover tanto progresso. Que sirva de inspiração!

Conheça outras iniciativas inspiradoras com crianças nos capítulos anteriores dessa série:

Sobre a ONG MICA que ensina amor e respeito aos animais por meio de oficinas e concursos de arte

Palestra sobre proteção animal para crianças e jovens, e dicas de livros que estimulam o respeito pelos animais

Sobre iniciativa de posse responsável em escolas municipais e dica de livro que conta história de cãozinho de rua e livro de Paul McCartney

Fonte: anda.jor.br ( foto: divulgação )

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04 de Maio de 2015

Cavalos resgatados do corredor da morte

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Famintos e negligenciados, Captain e Anna foram milagrosamente resgatados ano passado antes de serem levados a um leilão onde cavalos indesejados são comprados para exportação e abate.Agora eles são melhores amigos que tem a sorte de viverem sua aposentadoria no Duchess Sanctuary em Oregon, nos EUA."Os americanos amam os cavalos pelo seu porte atlético e gracioso, e por todas as maneiras como eles nos serviram no decorrer da história", Holly Gann, gerente da campanha contra o abate de cavalos da The Humane Society of the United States (HSUS), disse ao The Dodo. "Não é surpresa nenhuma que 80% dos americanos se opõem ao abate de cavalos".Porém, muitas pessoas não sabem que mais de 100 mil cavalos americanos a cada ano não têm a mesma sorte de Captain e Anna. Estes pobres animais, não mais considerados úteis, são transportados para fora do país, onde são abatidos pela carne, de acordo com a HSUS.Agora, a HSUS está se unindo em apoio ao novo projeto de lei introduzido no Congresso na semana passada, que poderia impedir a abertura de matadouros de cavalos nos EUA, e acabar com o transporte desumano desses animais para o Canadá e México, onde eles são mortos pela carne. "Nós pedimos a quem queira proteger os cavalos dessa crueldade, que se junte a nós apoiando o Ato Safeguard American Food Exports (SAFE)", Gann disse.Esperamos que mais histórias de equinos sejam como a de Captain e Anna. Saiba mais como você pode apoiar os esforços para salvar esses animais lindos e brincalhões no site www.humanesociety.org.Fonte: The Dodo      foto: Jennifer Kunz / The HSUS

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04 de Maio de 2015

Crueldade : PM mata cachorro com tiro na cabeça

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Uma família moradora da Rua Portugal, no Bairro Cascavel Velho, em Cascavel, está revoltada com a ação de um policial militar, que segundo eles, matou o cachorro que estava amarrado dentro do lote, com um tiro na cabeça. Conforme os moradores, na noite de sábado (02) os policiais chegaram e disseram que uma pessoa estava fugindo deles e pulando muro de várias casas, então, pediram autorização para entrar e fazer busca no terreno. A família autorizou, mas na saída, foi surpreendida ao ver o policial atirar contra o cachorro.“A gente autorizou eles entrar para ajudar. Avisamos que tinha cachorro, mas na volta, ele pegou e atirou. O cachorro latiu e nem chegou a morder ele, e atirou na cabeça do animal, que estava amarrado, nunca mordeu ninguém”, diz o amigo da família Alexandre Oliveira, que estava com a família na hora.Após atirar no animal, o policial teria dito que já voltava, mas não retornou mais.O cachorro estava junto com a família há nove anos e era uma mistura de boxer. Os tutores estavam abalados e revoltados com a situação.A CGN entrou em contato com o oficial de plantão da Polícia Militar. Ele informou que não teria como dar entrevista, mas que tinha sido informado do caso e a situação seria documentada para possível investigação de conduta do policial.Fonte: CGN ( foto: internet ) NOTA DO BLOG: mais um caso de um policial que mancha o nome da corporação . Nos últimos meses cães indefesos foram vitimas de policiais sem sentimentos, em vários estados , inclusive em Alagoas. Mais uma vergonha nacional.  

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04 de Maio de 2015

Luisa Mell se inspira nos animais para decorar quarto do filho

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Aos 36 anos, a apresentadora e ativista em defesa dos animais Luisa Mell trabalha a divulgação da primeira campanha lançada pelo instituto que leva o seu nome, fundado em janeiro deste ano. A entidade abriga bichos abandonados, organiza feiras de adoção e promove a conscientização sobre o tema. O mote da ação não poderia ser mais propício para o momento que ela vive: “Não abandone o seu peludo quando seu bebê chegar”.Luisa é mãe de Enzo, que nasceu em fevereiro e já está adaptado aos dois “irmãos peludos”, como ela se refere aos labradores Marley e Gisele, ambos com 12 anos. “Não tive frescura nenhuma. Desde o primeiro dia, deixo os dois lamberem a perninha do Enzo. Evito, óbvio, que eles se aproximem do rosto e das mãos, mas não tenho neuras”, diz.Na verdade, quem precisou ser preparado para a chegada do bebê foram os cachorros, que tiveram crises de ciúme durante o primeiro mês do novo habitante na casa. “Um dia, cheguei e o Marley tinha feito cocô na porta do meu quarto e estava lá, sentado ao lado. Para chamar a atenção mesmo.”A apresentadora encarou a “rebeldia” do bicho como natural. “O erro das pessoas é dar bronca ou colocar o cachorro para fora quando o bebê chega. Antes, o cão ficava dentro de casa, dormia na cama do dono e, de repente, é jogado no quintal. Dessa forma, ele vai entender que o ser que chegou é o inimigo dele”, fala.Durante a gravidez, além de dar dicas, em seu site, para apresentar o recém-nascido aos animais de estimação, Luisa postou muitas fotos nas redes sociais ao lado dos seus mascotes, para provar que bichos e gestantes podem se dar bem.“O abandono de animais com a chegada do primeiro filho acontece, principalmente, por ignorância dos novos pais e, às vezes, dos médicos, que acreditam ser prejudicial o contato do bebê com os mascotes. Mas há também aqueles que acham que não vão mais ter tempo para cuidar do bicho e o abandonam, na rua ou dentro da própria casa. E isso é uma grande crueldade, porque o dono é tudo para o cachorro”, declara.Uma vegana grávidaLuisa parou de comer carne vermelha aos 13 anos. Já o frango saiu da dieta em 2002, quando estreou o “Late Show”, programa que comandou na RedeTV! por seis anos. Ela se assustou ao conhecer o processo de criação das aves.Em 2005, abandonou também o peixe e, há quase dois anos, tornou-se vegana, não come nada de tenha origem animal. Ao fim da gravidez, ela totalizou 14 quilos a mais na balança. “Tinha bastante consciência da importância da alimentação, mas, antes, não levava tão a sério. Por exemplo, óleo de linhaça é ruim, mas precisa comer, porque tem ômega 3. Antes da gravidez, pulava, mas depois fui super-rígida. Lentilha não é uma coisa que amo, mas comia todos os dias. Feijão na hora do almoço e lentilha à noite, por causa do ferro e da proteína.”A dieta balanceada foi complementada com suplementos. “Tomei um específico para grávidas, além de ômega 3 vegetal, cálcio e magnésio”, diz. Hoje, ela continua com acompanhamento nutricional para garantir que a amamentação proporcione os nutrientes necessários ao filho, mas também para eliminar os cinco quilos que restaram após o parto.Quando Enzo começar a crescer, o plano da ativista é apresentá-lo à dieta vegetariana. “Em casa, vou oferecer comidas saudáveis e que não sejam obtidas por meio da crueldade com os animais. Vou explicar a minha filosofia e fazer algo que minha mãe não fez comigo, que é dizer que aquele bife é um pedaço de um bicho que sofreu ao ser criado de uma maneira terrível e morreu só para os humanos sentirem prazer.”Por ter levado quase 20 anos até cortar de vez a carne da dieta, ela diz acreditar que o processo deva ser gradativo e afirma que não pretende forçar o filho a nada. “Vou explicar, mas sem pressionar, porque não quero ser uma mãe castradora. O meu papel vai ser o de dar informação”, afirma. “Quero dar o exemplo, integrar o Enzo aos projetos que desenvolvo, levá-lo às feiras de adoção e tentar ser a melhor pessoa que conseguir. Afinal, nada melhor do que o exemplo para educar.”Fonte: UOL Mulher ( foto: divulgação )  

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02 de Maio de 2015

Puma é resgatado de circo por ONG

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Um puma magro e triste que passou a vida acorrentado dentro da carroceria de um carro – a única “casa” que ele conheceu – está finalmente livre. As informações são do The Dodo.“Ele viveu toda a sua vida preso em uma corrente, amarrado na parte traseira de uma caminhonete”, disse Jan Creamer, presidente da Animal Defenders International (ADI), ao The Dodo. “E ele dividia o espaço da carroceria com um monte de equipamentos de metal”.Sem ter nem mesmo uma jaula, o infeliz animal foi supostamente vendido no comércio de animais exóticos ainda filhote. Desde então, ele vinha sendo carregado de vila em vila por um circo peruano. Quando ele não estava no espetáculo, ele dormia no frio metal do carro, enrolado atrás de estacas das tendas.“Foi absolutamente a coisa mais triste e miserável que já vi, um belo animal empurrado em um canto”, afirmou Creamer. “Era como se ele não estivesse sequer vivo”.O puma chamado Mustafa e um condor com o nome de Condorito, que também viveu nesse circo, foram os últimos animais resgatados na operação “Spirit of Freedom” da ADI, uma ofensiva às performances de animais que veio na esteira da proibição de animais em circos no Peru, aprovada em 2011. O projeto salvou cerca de 80 animais mas, apesar da parceria com o governo peruano, foi frequentemente marcado por muita luta.No caso de Mustafa e Condorito, o dono do circo encenou um tumulto para evitar que a polícia e a ADI os resgatassem.Foi anunciado em uma rádio local que ele estava oferecendo dinheiro para que pessoas fossem até lá lutar contra a polícia”, disse Creamer. “Muitas pessoas chegaram e começaram a gritar”.Após horas de impasse entre o circo, as pessoas e a polícia, o dono do circo voltou atrás quando percebeu que ele estaria enfrentando acusações pesadas – incluindo o agravante de ter pedido às pessoas que levassem crianças consigo ao confronto.Infelizmente, situações como esta não são incomuns. Além disso, os circos costumam viajar para pequenas vilas e cidades exatamente para não serem encontrados com facilidade, pois sabem que os animais abusados por eles podem ser apreendidos.Justamente 24 horas antes de resgatar Mustafa, a ADI removeu um tigre chamado Hoover de um circo similar – após outro conflito de horas com o proprietário. Quando a ADI começou a rastrear, o circo tinha apenas dois tigres sobreviventes de um grupo total original de doze. Oito meses depois, quando o circo foi encontrado, Hoover era o único que restara com vida.“Obviamente eles não estavam cuidando deles adequadamente”, conta Creamer. “Eles não tinham ideia de como esses animais deveriam ser tratados”.Embora o trabalho no Peru esteja oficialmente finalizado, a ADI continuará a monitorar a área para que se tenha a certeza de que os últimos animais foram resgatados. Eles acreditam que o circo que abusou de Mustafa ainda está escondendo um macaco e possivelmente outro condor. A ADI está apelando ao público que use as mídias sociais para alertá-los sobre quaisquer animais ainda mantidos em cativeiro.No próximo ano, a ONG voltará as atenções para a Colômbia, que proibiu animais em circos em 2013, e para o México, que estabeleceu a proibição no ano passado. Nesse meio tempo, o grupo estará focado na reabilitação dos animais atualmente sob os seus cuidados.Mustafa está abaixo de seu peso ideal, o que é nítido pelas fotos, porém aparenta estar mais ferido emocionalmente por seu tempo no cativeiro.“Ele é muito tímido, e está nervoso”, disse Creamer, que também relatou que eles estão esperando que Mustafa torne-se um pouco mais confiante e sinta menos medo.Apesar de Hoover ter se animado nos poucos dias desde que chegou à ADI, ele não tem se alimentado bem, perdeu muito peso e está com a aparência bastante cansada. Os veterinários estão preocupados com parasitas, mas é também possível que ele tenha quebrado um dente ou tenha contraído uma infecção dentária – coisas comuns em felinos confinados em circos.“Quase todos eles, não importa a idade, têm dentes quebrados, pois quando as pessoas estão manipulando animais nos circos, se eles estiverem apresentando qualquer rebeldia, a primeira coisa que elas fazem é esmagar as suas faces com uma barra de ferro”, explicou Creamer. “Outra coisa comum é eles tentarem ‘mastigar’ as barras de metal de suas jaulas, porque ficam desesperados, e assim quebram os seus dentes”.Os veterinários estão esperando até que os felinos se estabeleçam para que possam ser submetidos ao estresse da sedação e a um exame físico apropriado, mas, felizmente, o seu futuro já parece melhor.Hoover será transportado de helicóptero para o Wildlife Animal Sanctuary do Colorado (EUA), em junho, juntamente com outros 33 leões resgatados de circos pela ADI e um urso chamado Cholita.Já Mustafa, por ser de uma espécie nativa, tem o seu destino sendo atualmente discutido pela ADI e pelas autoridades peruanas, que decidirão se ele irá para o santuário no Colorado ou se deverá ser encaminhado a um santuário mais próximo de seu país.Quanto a Condorito, mais que simplesmente a liberdade pode estar em seu futuro: ele poderá voltar a voar. O circo mutilou as suas asas de forma a deixá-lo sem chances de voar, mas foi dito à ADI que as suas penas de vôo são passíveis de regeneração se forem tratadas, o que pode torná-lo elegível para a liberação.“Esse é o nosso maior desejo para ele”, disse Creamer. “Que um dia ele esteja sobrevoando a Cordilheira dos Andes”.Fonte: anda.jor.br Foto: Animal Defenders International 

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01 de Maio de 2015

Taxistas adotam cão abandonado em Mogi das Cruzes SP

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Há quatro anos vivendo no Terminal Rodoviário Geraldo Scavone, no Mogilar, em Mogi das Cruzes um SRD nomeado Yellow chama atenção e já virou atração. O cachorro foi adotado pelos taxistas que ajudam a cuidar dele, dando água e ração todos os dias.Trabalhando no ponto do Terminal há um ano, o taxista Milton Pitelli já se apegou ao cão. “Ele é muito bonzinho, raramente sai daqui. No máximo dá uma volta até as catracas da Estação Estudantes e já retorna. O problema é que ele cuida muito do lugar e estranha a presença de pessoas que considere suspeitas. Principalmente se estiverem usando boné, chinelo e falarem muitas gírias”, divertiu-se Pitelli.O motorista contou ainda que um outro colega de trabalho é quem realmente se responsabiliza pelos cuidados com o cão, que ele garante ser castrado e vacinado. “Ele recebe a atenção necessária, porque o Eduardo, que o adotou e cuida dele, o leva ao veterinário, além dele ser cadastrado na Prefeitura”, disse.Por mais de uma vez tentaram levar Yellow a um sítio, para que ele não corresse riscos por não ter um lar, mas a ideia não funcionou. “Quando tiraram ele daqui para ficar em um sítio, ele não gostou nem um pouco. Ele ficava chorando muito e sem comer, por isso, teve que voltar. Acho que aqui ele sente uma liberdade e tem esse prazer em tomar conta da Rodoviária”, falou Pitelli.Também motorista no ponto do Terminal, Evair Ventura, brinca com a situação. “Ele já virou taxista praticamente, porque fica aqui o dia inteiro com a gente. Ele é muito dócil, mas às vezes deixa as pessoas assustadas por ser de grande porte. Geralmente, fica bem tranquilo, mas quando vê alguém que o deixe desconfiado, late bastante e às vezes chega a ir pra cima”, relatou.Ventura também lembra que o outro companheiro de trabalho é quem realmente cuida de Yellow. “Ele tem as principais responsabilidades e vem até no domingo, que não trabalha, para dar comida e água para ele. Mas no fim todos daqui do ponto acabam ajudando e as pessoas que passam brincam, fazem carinho nele e ele adora”, disse Ventura.“É muito bom ver que alguém se preocupa com ele, porque tantas vezes vemos animais sendo maltratados. Quando vejo um sendo bem tratado, fico feliz”, concluiu Edson Mendes, usuário do Terminal.Fonte: O Diário de Mogi  (Foto: Eisner Soares )

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01 de Maio de 2015

Matadora de animais será julgada dia 4 em SP

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Um dos mais cabulosos casos de matança de animais aconteceu aqui mesmo no Brasil, em 2012 e pode ter um desfecho no dia 4 de maio, na sala 142 do Foro Central Criminal da Barra Funda (SP), às 16h30. A audiência, seguida de debate e julgamento, é pública e por isso todos que se indignaram com esse caso podem assistir. Dalva Lina da Silva será julgada por crimes contra a fauna com o agravante da morte dos animais, pois, houve um flagrante com 37 animais, entre cães e gatos, mortos e ensacados na frente de sua casa. Na época o caso foi noticiado amplamente na mídia e chocou todo o país.Imaginem dezenas de cães e gatos saudáveis, castrados, vacinados e prontos para adoção sendo cruelmente mortos com injeção letal aplicada por uma leiga em medicina veterinária e que, por conta disso, sofreram muito para morrer. Agora imaginem o que sentiu uma cachorrinha que teve o peito perfurado 18 vezes, numa tentativa insana de, provavelmente, localizar seu coração para injetar a droga mortal.Inclusive, a cachorrinha foi morta no mesmo dia em que foi entregue à Dalva – um vídeo comprova isso. Até quem não curte animais percebe a gravidade do ato muito característico de psicopatas, ou seja, frio e indiferente à dor alheia, e mais: com um incontrolável desejo de fazer cada vez mais vítimas.Essa pode ter sido a trajetória escolhida por Dalva, residente na Vila Mariana (SP) em 2012, para se livrar de todos os animais que lhe eram entregues na esperança de que ela encontrasse um lar para eles. O laudo toxicológico apontou que os 37 animais foram a óbito devido a uma alta dosagem de anestésicos injetados diretamente no coração. Todos eles, na maioria filhotes de gato, tinham uma perfuração no peito.A médica veterinária Rafaela Costa Magrini explica que acertar o coração pode ser fácil apenas para quem estudou a anatomia animal. Ela diz que a perfuração no coração já causa incômodo e dor, mas com muito medo e estresse, que era a situação desses animais, o nível de dor aumenta bastante. Além disso, na casa de Dalva foram encontradas agulhas de grosso calibre. A veterinária esclarece que, dependendo do tamanho do animal, a agulha deve ser mais ou menos comprida, com maior ou menor calibre. Caso não seja dessa forma, o animal sentirá muita dor, pois, terão que ser feitas várias tentativas para acertar o coração. “O tipo de medicamento também influencia. Existe medicamento exclusivo para eutanásia que causa uma parada cardiorespiratória sem que o animal sofra, porém, vários profissionais só realizam esse procedimento, mesmo com esse medicamento, começando com uma anestesia geral”, comenta.Vale lembrar ainda que filhotes de gatos podem oferecer pouca resistência, mas Dalva também matou gatos e cachorros adultos. “Só é possível realizar o procedimento intracardíaco sem ajuda de ninguém se o animal estiver muito doente, mas caso esteja saudável e forte precisará ser imobilizado de alguma forma”, diz a veterinária – o que leva a pensar que Dalva contava com ajuda de alguém, imobilizava os animais antes de matá-los ou que os bichos já estavam tão fracos que não resistiam. E todas as alternativas são horríveis.Na casa onde Dalva residia havia duas outras casas menores no subsolo e numa delas vivia a filha mais velha, Alice Ballin Queiroz, de 22 anos que disse à polícia desconhecer o que a mãe fazia. Inclusive, por falta de indícios e testemunhas, Alice não foi processada nem mesmo por omissão de socorro a esses animais. Será que ela não desconfiava de tantos animais chegando vivos e “desaparecendo”? Será que ela jamais ouvia os choros, latidos, miados, pedidos de socorro?Na parte superior na casa ficava o ponto mais macabro da história. Um quartinho sem janelas onde, provavelmente, acontecia os crimes. Uma antiga faxineira da casa teria contado à polícia que era proibida de entrar nesse recinto, mas nas raras ocasiões em que esteve lá para a faxina, viu sangue, fezes e urina. Na noite do flagrante o quartinho foi revistado: havia móveis velhos, jornais e gaiolas.Qual a motivação?Aparentemente, segundo relatos de vizinhos, Dalva não tinha problemas com dinheiro. Era viúva, podia pagar escola particular para duas filhas e tinha casa própria. Mas Dalva teria alegado à polícia que estava com dificuldade de encontrar adotantes e que não podia manter os animais. Então por qual razão continuava recebendo-os? E por que simplesmente não os devolvia ou soltava em qualquer lugar para que tivessem a chance de serem resgatados? Qual sua real motivação para matar?Estudos feitos pelo FBI apontam que uma esmagadora parcela de psicopatas (mais de 80%) começa sua trajetória torturando e matando animais, às vezes na adolescência ou até mesmo na infância. É uma espécie de “treino”. No entanto, alguns podem não chegar a transferir sua obsessão por matar para pessoas e passam a vida vitimando animais indefesos. Por conta disso e para garantir maior segurança de pessoas e de animais, a partir do próximo ano, quem maltratar e matar animais nos EUA terá um julgamento igual ao de qualquer outro criminoso.Os psicopatas podem ter diversos perfis, com maior ou menor agressividade perante suas vítimas. Podem praticar assassinato em série (ao longo de semanas, meses ou anos – conhecidos como serial killers) ou em massa (quando muitas mortes são cometidas ao mesmo tempo – como, por exemplo, casos em que atiradores invadem uma escola e matam diversas pessoas). Caso Dalva venha praticando esses crimes há anos, ela se encontra nas duas categorias. Mas essa pode nem ser a pior notícia. A pior é: psicopatas não têm cura. O prazer sádico de matar acompanha os psicopatas por toda a vida.E eles são frios, perversos, mentirosos e sem qualquer sentimento de culpa, conforme relata a psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Lima, autora do livro “Mentes Perigosas – O psicopata mora ao lado”. Além disso, possuem dupla personalidade, geralmente criada para enganar ou capturar as vítimas. Um desses personagens criados por psicopatas pode ser o de protetor – um perfeito disfarce para crimes contra animais. No dia 4 Dalva, que se divide entre uma casa na cidade de Agudos do Sul (PR) e um apartamento na Aclimação (SP), estará no banco dos réus. Um tempo atrás, em entrevista concedida à TV Record, no Paraná, ela disse que “ama os animais” e até se tornou vegetariana por causa deles. Cada uma daquelas “vidinhas”, largadas no asfalto depois de serem cruelmente mortas, foi testemunha disso que Dalva chama de “amor”.Fonte: anda.jor.br (Por Fátima Chuecco da Redação) foto: reprodução: folha  

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Moreyra da Silva

Mundo Animal

Perfil

Técnico em Contabilidade, radialista, produtor e apresentador do Programa Mundo Animal na Rádio Jornal AM 710, aos sábados, das 12h às 13h, e na TV Maceió canal 2, da JET. O Programa Mundo Animal completou no último mês de março dez anos no ar, inclusive, com o lançamento do CD Mundo Animal, com crônicas e músicas que falam sobre animais. Recebeu da ONG Quintal de São Francisco de São Paulo o diploma Amigo dos Animais, além de um troféu da Anclivepa de Alagoas e um prêmio Odete Pacheco.

Últimos Comentários

  • thassia

    Coitado do cachorrinho não merecia isso.

  • Dayane

    como existe pessoas ruins existe também pessoas boas ,parabéns a Celma que salvou a vida desse cãozinho inocente

  • Ricardo Luiz Capuano

    Eu e os animais agradecemos o apoio ! Convidamos a todos a conhecerem nosso humilde trabalho em favor de nossos irmãos caculas !

  • CASSIO

    QUE DEUS TE CONFORTE. ELE COM CERTEZA VAI. CONFORTO TBM A SHAKYRA.

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