19 de Agosto de 2014

Qual o destino dos jegues de Apodi ( RN )

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Cerca de 150 convidados se reuniram numa churrascaria em Apodi, cidade de 36 mil habitantes no oeste do estado do Rio Grande do Norte, para um banquete incomum na região. Embora os cortes de carne se parecessem bastante com os bovinos –fraldinha, maminha, alcatra e contrafilé estavam entre os tipos preparados–, nenhum boi fora abatido para o evento, e sim dois jegues. Historicamente, o animal é parte do dia a dia dos nordestinos assim como a estiagem, a tapioca e o forró. Em uma de suas canções, Luiz Gonzaga define-o como o maior desenvolvimentista do sertão, graças à sua força e resistência para o transporte de carga e de pessoas. Os versos, em que o jumento é chamado de irmão, são da década de 1970, quando este era indispensável na lida diária.

Hoje, passados quarenta anos, é difícil enumerar tarefas que ainda dependam de um jegue para executá-las. Buscar água no açude não é mais preciso, porque a maioria dos municípios tem água encanada. Trazer lenha para cozinhar também não é mais necessário, graças à oferta de botijões de gás que abastecem os fogões. E, no transporte de pessoas, foi ultrapassado pelos veículos motorizados, especialmente as motos. Em 2001, havia cinco motos para cada cem nordestinos. Em 2012, a taxa já havia mais do que dobrado, para onze motos por cada cem habitantes, num total de 5 milhões desses veículos. Enquanto isso, a população de asininos decaiu. Do 1,5 milhão existente na época da canção de Gonzaga, existem hoje 902 mil, segundo dados do IBGE.

“É triste dizer isso, mas eles viraram uma praga”, diz o promotor Silvio Ricardo Brito, da 2ª promotoria de Apodi. Sem muita função e demandando gastos de manutenção por um longo período (chegam a viver quarenta anos), os animais são abandonados pelos donos e ficam vagando entre os municípios. Ao cruzar as estradas da região, causam acidentes frequentes, muitos deles fatais. Nos últimos três anos, o promotor calcula que mais de cem pessoas tenham se ferido gravemente ou morrido ao tentar desviar de jumentos nas rodovias. Dos diversos capotamentos sem causa comprovada, a principal suspeita é o aparecimento de asnos na pista.

Para evitar novas vítimas, uma audiência pública ocorrida no final do ano passado determinou que as equipes das polícias rodoviárias estaduais e federais atuantes nas cidades próximas à divisa do Rio Grande do Norte e Ceará passassem a recolher esses animais e levá-los para uma associação de preservação. “Gado sempre foi recolhido, porque os donos aparecem logo para reclamá-los, mas os jegues ficavam largados lá”, afirma o promotor. A tal associação é uma área improvisada à beira da BR 405 pertencente ao fazendeiro Eribaldo Gomes Nobre.

Apelidado de Jesus, por conta dos cabelos abaulados que tinha quando menino, ele tem vivido à espera de um milagre. Os duzentos bichos que esperava receber viraram seiscentos. “Muitos chegam com a perna quebrada, orelha cortada ou doentes”, diz ele, que já enterrou setenta deles nos últimos quatro meses. Alguns foram deixados na porta de sua propriedade anonimamente, abandonados por quem encontrou uma boa oportunidade de desfazer-se deles e dos gastos que demandam. Com a compra de água, sal mineralizado, vermífugo e alimento, cada um deles consome 1,50 real por dia, que no final do mês somam 27 mil reais para o rebanho de Apodi. Exceto por alguma ajuda da promotoria, que encaminha o valor de penas pecuniárias, é o fazendeiro quem arca com a despesa, lançando mão de seus ganhos nas plantações de milho e de sorgo e nas criações de gado e ovelha. Jesus é renitente em boas ações do tipo. Em suas terras estão abrigados duzentos gatos e duzentos cães. Nos anos 1980, manteve uma escola e contribuiu para a recuperação de menores infratores. Adotou uma menina, cujos pais eram alcoólatras, que cria com seus três filhos.

Para ajudar a desempacar a situação dos jegues, o promotor Brito sugeriu um almoço preparado a base da carne do animal, na tentativa de dar um destino aos que vagam sem dono. Quatro diretores de cadeias públicas compareceram ao banquete, dispostos a adotar a iguaria no cardápio dos presos. “A composição nutricional é bem parecida com a da carne bovina, mas nossa falta de hábito em consumi-la se sobrepõe a possíveis benefícios”, diz a nutricionista da Faculdade de Ciências Aplicadas da Unicamp Marciane Milanski. De acordo com o professor do departamento de Ciências Animais de Ufersa (Universidade Federal Rural do Semi-Árido) Jean Berg Alves da Silva, são comuns apreensões de carne de jumento vendidas de forma fraudulenta como carne bovina, a exemplo do escândalo da comercialização de carne de cavalo na Europa que veio à tona no ano passado.

Para os defensores da iniciativa, uma população acostumada a comer tatu, cotia e paca e que tem no ovo sua principal fonte de proteína poderia se beneficiar de incorporar essa novidade ao cardápio – cada abate rende entre 60 e 100 quilos de carne rica em proteína e com pouca gordura. Os contrários à medida, dizem tratar-se de um ser sagrado que merecia um fim melhor. Convidado de honra para o churrasco dos jegues, Jesus decidiu não comparecer. “Não tenho coragem nem de abrir a minha porteira para eles irem embora, que dirá comê-los”, diz. Por ora, o rebanho segue em suas mãos.

Fonte: Mariana Barros ( Cidades sem fronteiras/ foto: Luiz Maximiano )

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18 de Agosto de 2014

Cachorro está morrendo nas ruas

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ESTÁ MORRENDO A MÍNGUA NA RUA! O caso é de um cachorro que está morrendo a míngua na rua, pois segundo as informações  alguns garotos( MARGINAIS )  deceparam a orelha dele e a dor é constante pois ele se contorce pelo ferimento, é algo chocante, não tem dono e os outros cachorros brigam e mordem ele. Se você puder publicar esse caso no direito dos animais ou em um outro quem sabe alguem possa ajuda-lo. É  algo angustiando e desesperador de ver.  O endereço é: Rua Jarda Ferreira dos Santos, bairro Nova Maua- Maua, SP
Kaique RodriguesDireitos-dos-Animais

Foto: divulgação

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18 de Agosto de 2014

Projeto institui dia nacional da proteção animal

divulgação Destaque

A data escolhida para comemorar o Dia Nacional da Libertação Animal foi 18 de outubro, mesmo dia que ativistas libertaram 178 cães da raça beagle e sete coelhos que eram usados para testes no Instituto Royal, em 2013. Para o autor do Projeto de Lei 7864/2014, Ricardo Izar (PSD/SP) esta é uma data que precisa ser lembrada. “(O dia) 18 de outubro é um marco para a libertação animal e para o fim dos testes animais”, disse.

O parlamentar reforçou que existem inúmeros métodos alternativos eficientes que podem e já são usados para substituir os testes animais. “Essa é uma tendência mundial. Na União Europeia várias normas foram criadas com o propósito de abolir os testes animais.”, explicou.

Ricardo Izar esclareceu que Inglaterra e Alemanha proibiram o uso de animais na educação médica. Já nos Estados Unidos 70% das faculdades de medicina não utilizam animais em aulas práticas. “As principais instituições de ensino da área médica como Harvard, Stanford e Yale acham desnecessário o uso de animais vivos para o treinamento médico”, concluiu.

Fonte: anda.jor.br ( foto: divulgação )

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17 de Agosto de 2014

Cão permanece ao lado do tutor morto

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O cachorro doméstico “Costelinha”, companheiro de um idoso de 64 anos, tentou acordá-lo a todo custo e não conseguiu, mas permaneceu ao lado do tutor.

José Gonçalves dos Santos foi morto durante a madrugada de sexta-feira (15) dentro de casa, na Rua Job de Barros, no bairro Santa Luiza, em Quatro Barras. O corpo do homem foi encontrado pela ex-mulher. A família suspeita de um assalto.

Logo ao amanhecer, a ex-mulher de José estranhou que o homem não tinha acordado e foi ver se estava tudo bem. “Ela entrou e o encontrou morto na cama, com a cabeça toda machucada”, contou uma tia do homem, que não quis se identificar.

Segundo os familiares, José Gonçalves, que já era aposentado, morava sozinho na casa com o cachorro doméstico. “Além do Costelinha, a única companhia era a ex-mulher, que mora no mesmo terreno, na casa de trás”, contou a tia do homem.

Quando o homem foi encontrado morto, o companheiro que ficava em casa estava ao lado. “O cachorro não saiu de perto e agia como se quisesse tentar acordar o tutor. Depois que o corpo foi recolhido e retirado da casa, ele foi para o jardim e ficou encolhido como se estivesse triste”, disse um amigo da família.

Fonte: Paraná Online  //Foto: Aliocha Maurício

 

 

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15 de Agosto de 2014

Cão é resgatado após parte do avião atingir pet shop em Santos

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Um cachorro escapou ileso após partes do avião que caiu e matou o candidato a presidente da República, Eduardo Campos (PSB), em Santos, no litoral de São Paulo, e outras seis pessoas, atingirem um pet shop que fica próximo ao local do acidente.

Marcos Cavalcanti, de 49 anos, motorista do “táxidog” do estabelecimento conversou com o G1 e relatou os momentos de tensão pelo qual os funcionários passaram. “Por volta das 10h, fui levar a dona da loja a São Paulo para fazer um exame. Quando estávamos na serra, uma colega ligou desesperada falando que havia caído um avião no pet shop. Perguntei se ela tinha certeza e ela confirmou, disse que estava todo mundo bem e que o pessoal correu para fora”, lembra.

Cavalcanti diz que só havia um animal no estabelecimento. “Apenas um cachorro estava no local, mas ele não foi atingido porque o avião caiu na parte de trás e ele estava na frente. Todo o forro de gesso ficou destruído. Era o cachorro da proprietária que estava lá. Graças a Deus, ninguém se machucou”, ressalta.

O motorista dá ainda detalhes sobre os danos que o acidente causou ao pet shop. “Na frente é o banho e tosa, depois tem a sala de consulta e a de espera. O que foi destruído foi o centro cirúrgico. Caiu todo o teto e todas as luminárias. Estamos tirando os equipamentos e levando para outro local para poder continuar trabalhando normalmente. Ainda não há previsão para que a gente possa voltar ao local. A perícia tirou fotos, a Defesa Civil analisou, mas não temos informações”, conclui.

Fonte: G1 ( foto: G 1  )

 

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14 de Agosto de 2014

Cadela queimada viva em Recife (PE) não resiste aos ferimentos

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Morreu, na manhã da última quarta-feira (13), uma cadela queimada viva no bairro da Estância, zona oeste do Recife. Vitória, como estava sendo chamado o animal, sofreu queimaduras de segundo e terceiro graus em todo o corpo. Ela foi encontrada agonizando na Rua Rocha Pombo, no domingo à noite, foi recolhida para o Centro de Vigilância Ambiental (CVA) e de lá, para uma clínica particular no bairro da Torre. Muito magra e desidratada, a cadela também tinha um tumor, mas os médicos estavam priorizando o tratamento das queimaduras sofridas pelo animal.

Para realizar uma denúncia de maus-tratos ou situação de abandono, a população pode ligar para a central da Secretaria Executiva de Defesa Animal (Seda), pelo 3355-8371, ou ainda para a Delegacia de Polícia do Meio Ambiente (Depoma) através do 3184-7129 e Centro de Vigilância Ambiental pelo 3355-7705. De janeiro até agora foram contabilizadas 229 denúncias de maus-tratos.

Fonte: Diário de Pernambuco ( foto: facebook )

NOTA DO BLOG: o ser humano que mata, mutila, queima, animais, não passa de um idiota, cretino, imbecil, marginal de primeiro grau, que com certeza está com uma cadeira cativa ao lado do diabo nas profundezas do inferno. ( obs: a nota é de minha responsabilidade – Moreyra da Silva )   

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14 de Agosto de 2014

Renata Kuerten participa de campanha em prol dos animais abandonados

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Renata Kuerten esteve, na noite de terça-feira (12), num evento promovido pela OSCIP Ampara Animal, que atua em prol de animais abandonados e rejeitados. Tratava-se de um coquetel de lançamento do comercial Somos Todos Vira-Latas, na pré-estreia da animação O Que Será de Nozes?.

A programação aconteceu no cinema PlayArte do Shopping Pátio Paulista, no bairro da Bela Vista, em São Paulo. O comercial será exibido durante um mês nas salas de cinema do grupo. A campanha é realizada com atrizes, modelos e formadores de opinião e retrata a importância da adoção e tem intuito de desmitificar o desdenho dado aos animais sem raça definida.

Renata estava acompanhada do namorado Beto Senna. Supla também esteve por lá.

Fonte: O Fuxico ( foto: divulgação )

 

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13 de Agosto de 2014

Cadela mais triste do Reino Unido aguarda por adoção

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Uma cadela SRD, de seis anos, foi apelidada como “o cão mais triste do Reino Unido” porque aparenta estar sempre depressiva.

Segundo o jornal britânico “Mirror”, o animal, que vivia nas ruas, aguarda ser adotado há cinco meses. Em média, os cães do abrigo em que ela vive são levados por novos tutores em um prazo de até 29 dias.

Os funcionários do canil temem que a cadela, chamada Bless –benção, em inglês–, nunca seja levada por alguém justamente pela fisionomia triste do animal, que fica mais pesada ainda por suas orelhas aparecerem caídas.

Segundo eles, o animal, porém, tem um temperamento manso além de uma personalidade amável. “Bless tem um rosto triste, mas um coração de ouro”, diz Rob Young, diretor do abrigo.

“Apesar de aparentar ser triste, ela é uma alegria completa de se ter por perto; por isso é tão triste para nós que ela ainda esteja em um canil em vez de sendo amada em uma casa feliz”, completa Young.

Fonte: Notícias Uol ( foto: mirror )

 

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13 de Agosto de 2014

Estudantes montam perfil no face pra ajudar animais em Arapiraca ( AL )

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Ajudar animais em estado de vulnerabilidade em Arapiraca. Esta é a proposta de duas jovens estudantes de direito, Mariana Oliveira e Jordana de Labert, que criaram um perfil no Facebook, o Protetoras Arapiraca, para ajudar animais que precisam ser adotados, divulgar desaparecimentos e ainda auxiliar na divulgação de ações em prol dos animais.

As meninas começaram o trabalho semana passada e já têm quase 500 amigos na rede social. “Arapiraca ainda não tinha nenhuma página com apoio pros animais!”, explica Mariana. Elas não querem ficar apenas no mundo virtual e já visitaram a Associação Humanitária de Proteção aos Animais de Rua (AHPAR), em Feira Grande, e pretendem organizar atividades para chamar a atenção dos arapiraquenses para a necessidade de adotar os pets.

No último sábado (8), a dupla resgatou uma ninhada de cães e divulgou no perfil Protetoras de Animais. Seis dos quatro bichinhos já foram adotados. A luta continua, pois diariamente aparecem mais animais que precisam ser ajudados.

Quem também tiver interesse em ajudar, acesse: Protetoras Arapiraca (Amor de quatro patas).

Fonte: 7 Segundos ( foto: arquivo pessoal )

 

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12 de Agosto de 2014

Morre último urso polar do SeaWord

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Foi outro dia triste no SeaWorld, quando o último urso polar cativo no parque morreu inesperadamente após ter passado 19 anos confinado no local. As informações são da Care2.

Johnny faleceu no dia 31 de julho e a causa ainda é desconhecida, cujo esclarecimento aguarda o resultado da necrópsia. No entanto, de acordo com o SeaWorld, Johnny havia passado por um exame que teve de ser feito sob anestesia, e os veterinários do parque acreditam que ele teve um ataque cardíaco durante a recuperação.

“Johnny era parte de nossa família animal”, disse Mike Boos, vice presidente  de operações zoológicas do SeaWorld, ao Orlando Sentinel. Segundo a reportagem,  os funcionários estão “sentindo pela perda, da mesma forma que uma família quando perde um animal de companhia idoso”.

Infelizmente Johnny não foi o único urso polar a morrer de maneira inesperada no SeaWorld. Antes dele, houve o urso Klondike, que teve uma morte súbita no ano passado, aos 18 anos. Sua irmã Snow também morreu de causas desconhecidas no ano anterior, poucos meses após ter sido movida do SeaWorld para o Reid Park Zoo em Tucson, no Arizona.

Johnny não estava na idade máxima a que chega um urso polar – cientistas estimam que a média de vida na natureza seja de 25 a 30 anos. Um grupo conservacionista apresentou uma queixa contra o Departamento de Agricultura americano, alegando negligência e pedindo que a agência inicie uma investigação formal.

A Divisão de Assuntos Jurídicos do Global Conservation Group argumenta que, sob a Lei de Bem Estar Animal, Johnny deveria ter tido abrigo adequado e cuidado veterinário por todo o tempo, o que o grupo acredita que não aconteceu.

Embora o debate acerca de cativeiro no SeaWorld seja em grande parte centrado nas orcas, o fato é que ursos polares são uma espécie que sofre muito em cativeiro e essa prática deveria ser completamente eliminada, pois nenhuma estrutura de clausura, por melhor que seja, pode atender às necessidades desses animais que requerem temperaturas muito baixas para prosperar e grandes espaços para caminhar.

Acredita-se que os ursos polares sejam a espécie que necessita da maior área para habitar, entre todas as espécies animais terrestres. Conforme informações do The Great Bear Almanac, a extensão do habitat para um urso polar deve ultrapassar os 30 mil quilômetros. Eles também passam muito tempo nadando, tanto é que são classificados como mamíferos marinhos nos Estados Unidos e são protegidos como espécie ameaçada de extinção sob a Lei de Espécies Ameaçadas.

Em cativeiro, pesquisadores descobriram que, entre outros problemas, um recinto típico destinado a um urso polar é cerca de um milhão de vezes menor que o seu mínimo espaço necessário na natureza. Eles acreditam que essa seja uma das razões pelas quais os ursos polares demonstrem os comportamentos chamados “estereotipados”, reproduzam-se tão pouco quando cativos e tenham uma alta taxa de mortalidade de filhotes.

Além disso, todas as suas características físicas mostram que eles foram especificamente criados para prosperar em climas muito frios, e não em lugares como Orlando.

No momento em que as pessoas continuam lutando para mover ursos polares cativos como Yupi, que está no México, e Arturo, na Argentina, para melhores instalações e em locais propícios, o SeaWorld poderia dar um passo adiante e para com a prática de confinar esses grandes predadores dentro de clausuras inadequadas em climas impróprios, mantendo a jaula de Johnny vazia.

Assine a petição ( WWW.anda.jor.br ) para ajudar a dizer ao SeaWorld que ursos polares devem permanecer na natureza, e que eles devem se comprometer a deixá-los livres.

Fonte: anda.jor.br ( foto: Care2 )

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11 de Agosto de 2014

Homem fica inconsciente após assalto e cão permanece ao seu lado

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Mais um história de lealdade mostrou porque o cachorro é conhecido como o melhor amigo do homem: a polícia da cidade de Bolton, na Inglaterra, encontrou um homem desmaiado na rua e um cachorro ao seu lado.

Esse homem de 49 anos de idade recebeu uma pancada forte na cabeça e foi levado ao hospital com graves ferimentos. A polícia acredita que ele foi vítima de um assalto.

O cachorro permaneceu o tempo todo ao lado de seu tutor e agora a polícia está divulgando a foto do cão para tentar encontrar testemunhas do crime.

O detetive Jon Chadwick explicou como essa foto pode ajudar:

“Ele estava passeando com seu cachorro quando foi atacado e nós estamos procurando pessoas que estavam na região neste momento e testemunharam o ataque ou que se lembram do cachorro da foto”.

Fonte: Portal do Dog (Foto: Reprodução / Metro uk)

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11 de Agosto de 2014

Cachorra acorda familia para avisar sobre incêndio ( EUA )

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Uma cachorra está sendo considerada uma verdadeira heroína após ter acordado sua família para avisar sobre um incêndio durante a madrugada.

Roxanne, que é da raça buldogue inglês, estava dormindo na cama com seu tutor Kevin quando a casa começou a pegar fogo, por volta da 1:30 da madrugada.

A cachorra ficou latindo sem parar até que Kevin acordasse. Quando ele percebeu o que estava acontecendo correu para avisar seus pais. Eles ligaram para os bombeiros e saíram da casa.

A casa da família fica na cidade de Huntington, em Long Island, nos Estados Unidos.

Quase 50 bombeiros de 5 cidades trabalharam para apagar o fogo, o que levou uma hora e meia.

Os investigadores acreditam que o incêndio teve origem elétrica.

O fogo causou grandes estragos na casa, mas a família saiu ilesa graças à cachorra Roxanne.

Agora a família precisa encontrar um lugar para ficar até que a casa seja reconstruída.

Fonte: Portal do Dog ( foto: reprodução/Newsday )

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11 de Agosto de 2014

Casal vai viajar do Brasil para o Alasca de carro ajudando cães abandonados

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Há sete anos, o casal Eleni Alvejan e Sérgio Medeiros dedica suas manhãs de domingo a ajudar moradores de rua de São Caetano (na Grande São Paulo), cidade onde moram. Além de distribuírem lanches, roupas e cobertores, eles também levam água e ração para os cachorros que acompanham muitos desses sem-teto.

Agora, eles querem estender esse trabalho para muito além das manhãs de domingo no ABC Paulista. Eleni e Sérgio estão se preparando para fazer uma viagem de carro até o Alasca, na qual ajudarão cães abandonados pelo caminho – o plano foi batizado de “Projeto Mundo Cão”.

A ideia é percorrer 60 mil km ao longo de 15 países durante um ano.

A data de partida foi fixada para o dia 28 de fevereiro do próximo ano, mas a preparação já começou. Para viabilizar o projeto, eles estão adaptando sua Land Rover, que deve receber barraca de teto, geladeira e outras mudanças para que eles possam comer e dormir no veículo.

O casal também fez camisetas para arrecadar fundos e vai alugar o apartamento onde mora. Eleni colocou à venda a van escolar com a qual trabalha e Sergio, que é representante comercial, vai pedir demissão do emprego.

“Estamos largando a vida aos poucos para poder cair no mundo 100%. Faz muito tempo que a gente planeja isso”, diz Eleni. Ela conta que a inspiração para o projeto veio de seu cachorro Big, que morreu após 16 anos com eles. “Até agosto do ano passado, o Big estava com a gente. Depois que ele se foi, decidimos transformar isso em um ponto de partida para a nossa viagem”, afirma ela.

No fim do ano passado, Eleni e o marido fizeram uma viagem de um mês pela Patagônia, como “treino” para a aventura mais longa. As histórias e fotos da viagem foram reunidas no site do projeto.

A ração que eles distribuíam para os cães de rua eram colocadas em potes de plástico etiquetadas com a mensagem “Coloque amor e alimento” em três idiomas. “É para encorajar as pessoas a reporem. Normalmente em cidades turísticas e em periferias tem muitos cachorros de rua, e a gente vai a esses lugares”, conta ela.

Além de distribuir comida, água e carinho, o casal quer conscientizar as pessoas pelo caminho sobre posse responsável de animais.

“Nosso carro é adesivado com o símbolo do projeto, chama a atenção para a causa. As pessoas param para perguntar, a gente dá informações. Não somos veterinários. A gente só juntou o que a gente gosta para partir em busca desse sonho”, afirma ela.

Fonte: G 1 ( foto |Projeto Mundo Cão )

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10 de Agosto de 2014

Bandido esquarteja cadela para ameaçar familia em SC

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Um homem esquartejou a cadelinha de uma família, do bairro Icaraí, em Araquari, na tarde da última sexta-feira (8). Segundo a família, que prefere não se identificar por medo, o homem teria matado o animal doméstico por vingança.

A tutora da cadelinha conta que o cunhado dela está sendo ameaçado por este homem, depois de ter denunciado o suspeito pelo sequestro de um cavalo, na praia da Enseada, em São Francisco do Sul. E o cunhado inclusive já teria registrado uma queixa na delegacia, com relação às constantes ameaças. Ainda segundo ela, na noite anterior, o homem teria rondado a casa e ameaçado até mesmo os filhos dela com um facão, antes de esquartejar a cadelinha por volta das 12h30 da última sexta (8).

Como o único agente de polícia que trabalha no plantão de fim de semana estava atuando em outras ocorrências de destaque (como uma abordagem numa festa rave, a transferência de um preso com tuberculose, que estava na delegacia, para a Unidade Prisional de São Francisco do Sul e uma briga entre haitianos), somente no sábado (9) a família conseguiu registrar o boletim de ocorrência. Voluntárias da Frada (Frente de Ação pelos Direitos dos Animais), de Joinville, estão dando suporte à família, e pretendem se mobilizar para não permitir que o autor do crime fique impune.

Segundo a Polícia Civil, o caso já está sendo investigado. Devido à falta de efetivo na Polícia Civil de Araquari, neste sábado (9), com apoio da Polícia Militar, algumas diligências foram realizadas no sítio onde estaria o suspeito. Mas até o momento, o suposto autor do crime não foi encontrado.

Fonte: Notícias do Dia

Foto: Ceila Menezes/Arquivo Pessoal/ND

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08 de Agosto de 2014

Estudante correrá ultramaratona em homenagem ao seu cão morto

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O estudante de educação física Everton Costa gosta de correr e treina pesado para aguentar as longas distâncias nas provas que participa. Morador de Itaboraí, interior do Rio, ele se preparava para fazer a corrida de montanha de 50km do X-Terra, mas decidiu aumentar o desafio como forma de homenagear o seu cachorro Juninho, que foi encontrado na rua e morreu recentemente de cinomose, uma doença viral que atinge os animais com sistema imunológico enfraquecido.

“Antes do meu cão ficar doente, estava treinando para completar a prova de 50km, mas no dia que tive de levá-lo para ter sua morte induzida no veterinário eu prometi que iria buscar os 80km e aumentar o meu desafio. Todo o meu sacrifício durantes os treinos e na prova seria em sua homenagem. Cada gota de suor e dor, abdicação da vida social nesse período e esforços seriam dedicados ao meu grande amigo. Será a minha primeira ultramaratona, pois o meu máximo foi 60km”, contou Everton.

Juninho foi abandonado no terreno ao lado da casa de Everton quando ainda era um filhote. A princípio, a família de Everton queria doá-lo, pois já tinham uma cadela em casa e não queriam outro animal doméstico. Por não terem encontrado um tutor, acabaram se afeiçoando ao cão e ficaram com ele.

“Ele era muito bagunceiro e na época comia todos os chinelos, rasgou o sofá, mexia no lixo, mas era muito carinhoso também. Depois de quatro anos de muita felicidade vivendo conosco, ele pegou essa doença que afeta toda a parte física e mental do cachorro. Foram quase três meses de sofrimento, cuidei dele durante todo o tempo, fizemos tudo para salvá-lo, mas não dava mais para vê-lo sofrer. Ele era mais do que um cão, era um verdadeiro amigo”.

Para fazer bonito no desafio, Everton vem treinando de quatro a cinco vezes por semana, com distâncias médias de 20km e uma atividade mais longa aos domingos. Um total de 120km semanais neste período de preparação.

“Minha motivação em correr provas de distâncias longas é a questão da superação. Tem momentos durante a prova em que temos de suportar a dor, manter a concentração e saber qual estratégia usar, saber em qual momento podemos aumentar o ritmo, se hidratar e comer. Poucas pessoas têm coragem de tentar realizar uma prova dessas, pois exige muito”, frisou.

O evento de cross country, que será disputado em Mangaratiba (Costa Verde), litoral sul do Rio de Janeiro, neste fim de semana (9 e 10 de agosto), receberá três mil atletas em provas de triatlo, endurance nas distâncias de 50 ou 80km, corrida noturna de 7 e 21km e corrida kids para crianças de 1 a 14 anos. Além dos percursos desafiadores, os atletas ainda terão o contato com a natureza e um visual incrível como motivação extra.

Fonte: Globo Esporte ( foto: arquivo pessoal )

 

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08 de Agosto de 2014

Gatas mutiladas com 2 meses de idade ganham novo lar ( SP )

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Duas gatas mutiladas, com apenas dois meses de idade, foram jogadas no quintal de uma casa em São Carlos (SP). No local havia dois cães das raças pitbull e pastor alemão que só não atacaram os felinos porque eles se esconderam dentro do escapamento do carro. O caso não teve um final trágico graças à moradora Iasmim Smargiassi, que os acolheu e acionou a ONG Cachorro Ajuda. "Elas estavam muito assustadas e desnutridas. Comiam chorando", disse.

Os dois filhotes não possuem uma das patas traseiras e um deles ainda teve os dedos de outra pata cortados, segundo a veterinária que os atendeu. A moradora não se conforma. “Provavelmente as jogaram aqui para matá-las de vez. Eu não estava em casa, mas minha mãe rapidamente viu e prendeu os cachorros. Quando cheguei, notei que as duas tinham a mesma pata de trás cortada. Senti muita raiva. Como alguém pode fazer isso?”, questionou indignada Iasmin, que mora no Jardim Zavaglia.

Por meio de uma rede social, ela pediu ajuda à ONG, que existe há quase três anos e presta assistência a animais abandonados e vítimas de maus-tratos. As gatinhas foram levadas à clínica, onde foram medicadas com antibiótico e vermífugo, além de receber curativos nos locais das mutilações.

Barbárie
"As duas têm a mesma idade e provavelmente são irmãs. Sofreram duas mutilações no mesmo local (pata traseira direita). Isso é muita barbárie! Não dá para afirmar como foram cortadas, apenas que foi uma ação humana mesmo. Estavam com dor e tinham muitos vermes”, disse a veterinária Bruna Garcia.

Apesar dos ferimentos graves, os animais resistiram bem. “Filhotes têm um poder de cicatrização maior que os adultos. Acredito que os cortes não tenham sido feitos no dia do abandono, pois as patas não estavam muito inchadas. Elas terão que voltar daqui a uma semana para uma nova consulta. Mas terão sim uma vida normal com três patinhas. Poderão correr, pular e brincar”,  ressaltou Bruna.

Denúncias de maus-tratos
A presidente da ONG, Flávia Rosseler destacou que a entidade recebe em média quatro denúncias por semana. “São casos de animais que ficam sem alimento e água, acorrentados no sol, dia e noite. Ou então estão presos em um cubículo sem luz ou em terrenos baldios. Não temos provas, mas há denúncias de cachorros que choram juntamente com gritos humanos, o que provavelmente é alguém batendo no animal. Nos últimos meses, surgiram muitos com cinomose, em estado grave. O dono percebe que o cachorro está doente e deixa pra lá, até que um vizinho, ou ele mesmo, nos ligam pedindo ajuda”, comentou.

Amor à primeira vista
As irmãs abandonadas ficaram poucas horas na clínica veterinária de Bruna devido a um caso de amor à primeira vista. A estagiária de tecnologia em informação Raquel Rufca é voluntária da ONG e acompanhou a situação desde o início. Conheceu os animais na clínica e logo viu que eram especiais.

"Sempre separo o trabalho da ONG da vida pessoal, senão teria dezenas de bichos em casa. A primeira intenção era arrumar um lar temporário, mas logo que as vi, me apaixonei. Vi que eram diferentes, carentes e amorosas ao mesmo tempo.", comentou.

Além da família, a jovem já vive com uma gata e quatro cachorros em casa, mas isso não foi problema. "Todo mundo as adorou, inclusive os outros animais. A adaptação tem sido ótima. Minha mãe se apaixonou. Agora elas se chamam Vitória e Verena e terão um lar com carinho para sempre", afirmou.

Antes de encerrar a entrevista, Raquel ainda deixou uma lição que chama à responsabilidade todos que se deparam com situações parecidas com esta. "Se cada um fizesse um pouquinho, não haveria tantos animais abandonados nas ruas", destacou.

Fonte: globo.com (Foto: Raquel Rufca/ONG Cachorro Ajuda)

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07 de Agosto de 2014

Cadela caminha 48 km para reencontrar tutores, mas é rejeitada

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Essa cadela  labrador, já bastante idosa e com artrite, empreendeu uma epopeia até chegar a sua família atual. Essa é a história de Ma Kettle.

A história começa no segundo semestre de 2012, quando o seu dono faleceu. Ela foi para o abrigo Chautauqua County Animal Shelter, em Kansas, e adotada por uma nova família, em Sedan, no estado americano.

No entanto, a nova família tinha alguns filhotes e a cadela não se deu muito bem com eles. Eles a devolveram para o abrigo e ela foi encaminhada para outra senhora em Independence, no Kansas.

Ma Kettle escapou para tentar voltar à sua segunda casa. Andou 48 quilômetros, já idosa e com artrose. Quando chegou, foi rejeitada.

“Ela tem problemas para andar, então sua caminhada de volta a Sedan me surpreendeu”, diz Cindy Barclay Powell no Facebook

A história é de partir o coração. Mas, felizmente, não acaba por aí. Sua jornada se tornou viral e chamou a atenção de uma herdeira amante de animais.

A herdeira reservou uma passagem de avião para a cadela, que voou para Odessa, na Florida. Ma Kettle, agora chamada de Lady, irá morar em uma fazenda de 100 acres e diversos companheiros peludos, também resgatados.

A salvadora e nova dona é Helen Rosburg, também conhecida como a autora Helen Rich, uma herdeira de empresa de goma de mascar e colecionadora de arte. Ela enviou um assistente para acompanhar o animal em seu último passo da jornada.

Um voluntário do abrigo no Kansas afirmou que essa garota, de focinho acinzentado pela idade, parecia bastante entusiasmada com essa nova jornada.

“Ela entrou no jato sem problemas. Simplesmente subiu, balançando a cauda rápida e alegremente”, ele disse.

Fonte: globo.com  ( Foto: Reprodução/Cindy Barclay)

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07 de Agosto de 2014

Nove cães são abandonados em caçamba de lixo em Franca SP

divulgação Destaque

A dona de casa Angelina Saldanha, 56, levou um susto no início da tarde da última segunda-feira, 4. Ao sair no portão do condomínio onde mora, na rodovia João Traficante, encontrou nove cachorrinhos abandonados em uma caçamba de lixo.

Comovida, Angelina levou os cães para dentro de casa e vem cuidando deles desde então. A dona de casa espera que voluntários se candidatem a tutores dos filhotes.

“Já tenho dois cachorros em casa, então, não tenho condições de ficar com todos. Mas não sei o que vou fazer, porque acho que abandonar é uma judiação.”

Todos os nove filhotinhos têm o pelo totalmente preto e aparentam ter poucos dias de vida – devido ao tamanho e por não abrirem os olhos ainda. Segundo um adestrador de cães consultado pelo Comércio, quando adultos os cachorros terão porte de pequeno a médio.

Enquanto aguarda os futuros “papais” e “mamães” dos filhotes os adotarem, Angelina se vira como pode para alimentar os cãezinhos. “Improvisei uma mamadeira, pois eles não conseguem beber o leite na tigela”, disse a dona de casa.

Os interessados em adotar os cães podem ligar para o número (16) 99204-9766.

Fonte: GCN ( foto: divulgação )

 

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07 de Agosto de 2014

Policial é exonerado depois de matar um cachorro ( EUA )

reprodução Destaque

Um policial de Illinois (EUA) foi exonerado por ter atirado em um cão em frente à sua tutora e à sua filha pequena. Embora ele ainda esteja tentando defender a sua ação, o seu chefe, temendo uma ação judicial, determinou a sua expulsão. A família do cão abriu um processo criminal contra ele. As informações são do Life with Dogs.

Nicole Echlin, uma das tutoras do cão que se chamava Apollo e tinha um ano de idade, disse que o animal havia saído de casa na tarde da última sexta-feira. Quando o policial Robert Norris se aproximou, Apollo voltou para a frente de sua casa e ficou no jardim.

“Eu corri e pedi que Apollo entrasse em casa. Então o policial tirou a sua arma”, disse Nicole.  “O cão começou a mostrar os dentes, e de repente o homem atirou nele. Eu não esperava que isso fosse acontecer”.

A filha de Nicole, de seis anos de idade, viu Norris atirar em Apollo e caiu no chão, aos gritos. Nicole correu com a criança para dentro de casa. “Provavelmente isso vai ficar em sua mente para sempre”, disse ela.

Apollo estava em seu próprio jardim e, ao ver o policial em uma posição ameaçadora, pensou que deveria proteger a sua família do perigo. Ele não partiu para o ataque, mas ficou de pé o tempo suficiente para que Norris mirasse e atirasse nele diretamente entre os olhos.

“O cão não estava fazendo nada. Ele sequer latiu”, afirmou o vizinho Nicco Torres, que viu todo o incidente de sua janela. “Então eu vi um policial atirar no cão, e este caindo no gramado”.

Apollo foi levado imediatamente para uma clínica veterinária de Chicago, onde foi informado que ele teria 15 % de chance de sobrevivência. Infelizmente, ele morreu na manhã seguinte.

“Eu fiz o que precisava ser feito”, disse Norris. “Eu senti que o cão ía me morder”.

Uma página no Facebook chamada Justice for Apollo foi criada, fornecendo atualizações regulares da situação.

“Estou com o coração partido. Ele era o meu melhor amigo. Ele também era o melhor amigo da minha sobrinha, que está traumatizada”, disse Kristy Scialabba, irmã de Nicole. “Isso nunca deveria ter acontecido e eu só quero justiça”.

Depois de ter seu departamento inundado com telefonemas e e-mails exigindo justiça, o chefe Charles Forsyth decidiu demitir Norris, informando que tinha receio de um processo por parte dos tutores.

“Embora o oficial tenha se justificado sob a lei de uso da força de Illinois, que rege a força letal, eu tomei a decisão de rescindir o contrato do mesmo no Departamento de Polícia da cidade”.

Uma lei foi aprovada em Illinois, promulgada em 01 de janeiro de 2014, acrescentando uma emenda para a formação da polícia sobre como dominar um cão de uma forma não letal. Segundo a reportagem, Norris havia passado por um treinamento nesse sentido.

Apoiadores de Apollo têm realizado protestos no Gabinete do Procurador do Estado, exigindo que Norris seja condenado e punido.

“O Governo e a polícia chegaram ao ponto em que deixaram de servir aos cidadãos e acreditam que todo mundo está aqui para a sua conveniência”, diz Richard Bruce Rosenthal, do Projeto Lexus. “Entre diversas contravenções, as violações dos direitos civis em tantas áreas diferentes tornou-se realmente um problema. Estamos desenvolvendo uma Gestapo americana”.

Ele citou que, de acordo com a lei local, animais de companhia não devem ser executados por fazer o que é natural para eles, que é proteger humanos de pessoas desconhecidas que se aproximam de seu território. ”Sempre que isso acontece, as pessoas ficam horrorizadas com o uso irresponsável do poder da polícia, mas são ignoradas. A única maneira de haver uma mudança é quando mais pessoas procurarem lutar por seus direitos até o fim, exigindo justiça”.

Fonte: anda.jor.br ( foto: reprodução )

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06 de Agosto de 2014

Cão se recusa a sair da porta do hospital após morte do tutor

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Pouco se sabe sobre a vida de um morador de Osasco (SP) que faleceu há 13 dias no pronto socorro Dr. Corado Cesarino Nuvolini, mais conhecido como Santo Antonio, localizado na mesma cidade na Grande São Paulo. Sem família ou amigos, sua morte passaria despercebida se não fosse pela presença do cão que o acompanhou em seus últimos momentos.

José Ricardo, de 60 anos, chegou ao atendimento de urgência no domingo, 20 de julho, em uma ambulância, seguida pelo animal da raça boxer. A cena foi testemunhada por funcionários da emergência. Lá, o homem ficou internado por três dias antes de morrer. Antonio, como foi batizado o animal, permaneceu todo esse tempo do lado de fora do pronto socorro aguardando a volta do tutor. Mesmo com o passar dos dias, o cão não ameaçou deixar o local.

“Cada um que saía [do carro de resgate] ele ia cheirar para ver se era o Ricardo”, contou a diretora administrativa do pronto socorro, Cleide Morales, 58, à Marie Claire. O animal era a única companhia do homem, cuja causa do óbito não foi informada.

A permanência do cão chamou a atenção de outros pacientes que procuravam ajuda médica no local, como Jonas Sapata, 32. “Perguntamos aos funcionários sobre o animal e eles nos contaram o que aconteceu. Então decidi fotografar e fazer a divulgação no Facebook para ver se alguém se compadecia”, disse.

Sapata também teve a ideia de conversar com uma professora, chamada Beatriz Silva, que ajuda animais abandonados. Mas a história já havia chegado aos seus ouvidos.”Recebi o pedido de um enfermeiro no domingo as 23h. À meia noite fui buscá-lo”, contou. “O levei à um abrigo temporário e depois ao veterinário para saber sobre sua saúde”, disse.

As notícias não foram nada animadoras. Beatriz descobriu que o velho companheiro de Ricardo estava bastante doente. “Ele tem câncer”, lamentou. Antonio teve que passar por uma cirurgia para retirar dois tumores. O custo do procedimento, avaliado em R$ 540, foi bancado por ela mesma e contou com ajuda de doações.

Antonio passa bem e assim que se recuperar totalmente será entregue para adoção. “Já temos candidatos”, afirmou a professora. Ela explicou que fará uma entrevista com os interessados para garantir que o cão seja bem tratado pela família que o acolher. Além disso, terão que assinar um termo em que se comprometem com o bem estar do animal.

Fonte: Paraíba.com.br ( foto: divulgação )

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05 de Agosto de 2014

Morre o cão AMIGO um dos cães comunitários mais antigos de Sta Maria RS

Claudio Vaz/agencia RBS Destaque

“Morreu como sempre viveu: em liberdade”. A frase da veterinária Marlene Nascimento, define bem a vida que o cão Amigo levava pelas ruas de Santa Maria. Se você gosta de passear pelo Calçadão Salvador Isaía, pela praça dos Bombeiros e pelo centro da cidade, provavelmente deve ter cruzado com esta figura canina santa-mariense. Hoje, ele deixa saudades.

Devido à complicação pela idade _ o Amigo já tinha seus 20 e poucos anos! _ na manhã de segunda-feira ele foi encaminhado ao Hospital Veterinário Universitário (HVU) de Santa Maria, mas não resistiu. Cuidadores do animalzinho afirmaram que ele estava abatido desde a semana passada, sem vontade de comer.

“Ele foi doado várias vezes, mas retornava sempre para as ruas. Amava a liberdade. Ele era um dos cães comunitários mais velhos de Santa Maria. Morreu como sempre viveu: em liberdade. Várias pessoas o alimentavam. Ele era um cão muito passeador, mas amado por todos”, lembra Marlene, que há 30 anos trabalha com animais abandonados na cidade.

Fonte: Diário de Santa Maria ( foto: Claudio Vaz/ RBS )

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04 de Agosto de 2014

Proibido competições de caça a coiotes no Oregon

ALDF Destaque

A organização sem fins lucrativos Animal Legal Defense Fund (ALDF), juntamente com os co-autores do Projeto Coyote e um residente do Oregon deram entrada em um processo contra Duane Freilino, organizador do JMK Coyote Hunting Contest em Crane, no condado Harney, no Oregon (EUA), e tiveram êxito em seu objetivo. As informações são da ALDF.

No evento, que consiste em uma competição anual de caça, os caçadores pagam uma entrada de 100 dólares para participar, e os times considerados vencedores ganham prêmios totalizando mais de 10 mil dólares de acordo com o número de animais mortos.

Segundo o texto do processo, o evento inclui um sistema de apostas e é caracterizado como jogo de azar, o que é ilegal e considerado  como perturbação da ordem pública no estado do Oregon. Em resposta à ação judicial, Freilino apresentou um contraposto de 100 mil dólares. Argumentando que isso foi uma tentativa de intimidação, os grupos preencheram uma moção para  destituir o contraposto, levando Freilino a abandonar a sua reivindicação e liquidar o processo contra ele ao concordar em nunca mais promover outra competição de caça no Oregon, e pagar 5.252 dólares em honorários advogatícios para grupos de proteção animal.

Edições anteriores do JMK resultaram na morte de aproximadamente 150 coiotes. Conforme as leis relacionadas à vida selvagem no Oregon, não há limites ou restrições para a matança de coiotes no estado. Grupos ambientalistas e de direitos animais vêm expressando preocupação quanto ao risco que essas competições trazem para o habitat e para a vida selvagem, e refutam os argumentos de que tais eventos servem como ferramenta de gerenciamento das espécies. O escritório do Federal Bureau of Land Management do Oregon negou  previamente uma autorização especial para a competição, que aconteceu em local público.

“A maioria das pessoas está chocada por saber que é legal matar coiotes, raposas, linces e outros animais selvagens como parte de uma competição ou torneio em troca de prêmios e ‘recreação’ ”, disse Camilla Fox, fundadora e diretora executiva do Projeto Coyote. “Elas ficam ainda mais chocadas ao tomar conhecimento de que centenas de eventos do tipo acontecem a cada ano nos Estados Unidos, matando milhares de animais selvagens”. O Projeto Coyote está  atualmente liderando uma campanha pela proibição de competições de caça a vida selvagem na Califórnia.

“As mortes em massa de coiotes e de outras espécies nativas durante competições são cruéis e ambientalmente destrutivas”, disse Stephen Wells, diretor executivo da Animal Legal Defense Fund. “Coiotes são indiscriminadamente explodidos a bala em nome do lucro, e a ALDF está satisfeita em informar que agora centenas de coiotes poderão viver em paz nos preciosos ecossistemas da natureza do Oregon”.

A ALDF foi fundada em 1979 com a missão de proteger a vida e promover os interesses dos animais através do sistema legal.

O Projeto Coyote é uma coalizão de educadores, cientistas, fazendeiros e líderes comunitários da América do Norte que visa promover a coexistência pacífica entre as pessoas e a vida selvagem, e a preservação compassiva através da educação, da ciência e do direito.

Fonte: anda.jor.br ( foto: ALDF )

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03 de Agosto de 2014

ICMBio solta mais um peixe-boi em Alagoas

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O Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Aquáticos (CMA/ICMBio) realizou a soltura de mais um peixe-boi marinho no estuário do Rio Tatuamunha (AL), interior da Área de Proteção Ambiental (APA) Costa dos Corais. Desta vez, o peixe-boi marinho foi uma fêmea de 2,78m e idade aproximada de cinco anos.

Este é o 37º animal da espécie devolvido à natureza em 20 anos. O animal foi encontrado na última segunda-feira (28) encalhado, ainda com resquícios de cordão umbilical, em março de 2010 no Pontal do Maceió, município de Fortim (CE).

“A Joana, assim como todos os outros 36 peixes-bois marinhos que resgatamos, chegou aqui ainda recém-nascida. Eles ficam encalhados e se não forem ajudados acabam morrendo”, explicou a médica veterinária e coordenadora-substituta do CMA, Fernanda Niemeyer.

Fernanda destacou que trata-se de um número bastante expressivo, já que a população de peixe-boi marinho está ameaçada de extinção no Brasil. “Existem entre 500 e mil indivíduos, somente isso. Poder devolvê-los ao habitat natural, é uma tarefa gratificante”, disse.

Após o resgate, Joana foi transportada para Centro de Reabilitação de Mamíferos Marinhos, em Itamaracá (PE), onde permaneceu até o dia 28 de abril deste ano, quando foi levada para um recinto de readaptação em Porto de Pedras.

“Após três meses, ela aprendeu a lidar com as marés, variação de salinidade, ambiente do manguezal, conviveu com mais seis peixes-bois e com outras espécies de manguezal. Agora, está apta à vida livre”, comemorou a veterinária.

20 anos de manejo para a conservação dos peixes-bois no Brasil

O Programa de Manejo para a Conservação de Peixes-boi no Brasil teve início em 1994 com a reintrodução de dois animais em Paripueira/AL. Desde então, o Projeto Peixe-boi trabalha para reintroduzir novos animais. Os objetivos são recolonizar áreas ocupadas no passado, reconectar populações isoladas entre os estados de Alagoas e Pernambuco e aumentar a variabilidade genética destas populações, protegendo-as da extinção.

O CMA conta com a parceria do Instituto Mamíferos Aquáticos (Ima) e o apoio de diversas instituições para realização de pesquisas, manejo, monitoramento, desenvolvimento comunitário e educação ambiental nas áreas de ocorrência da espécie. A próxima soltura está prevista para a segunda semana de agosto.

Fonte: Portal Brasil( foto: ICMBio )

 

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01 de Agosto de 2014

Elefantes viciados em heroina por traficantes são curados

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De todas as mazelas sofridas pelos elefantes, quando se pensa que já se conheceu todas, eis que emerge uma nova atrocidade. É o caso de quatro elefantes na Ásia, que foram viciados em heroína por humanos.

Traficantes de heroína usavam os animais para transportar grandes quantidades da droga pela fronteira entre a China e Myanmar, também conhecida como Birmânia, e alimentavam-lhes com ópio para fazer com que eles obedecessem as suas ordens. As informações são do Daily Mail.

Após os criminosos terem sido capturados, os elefantes foram enviados para um santuário, onde os mantenedores descobriram que os animais passaram a ficar inquietos e perigosamente agressivos.

A equipe do santuário Wild Elephant Valley na província de Yunnan, na China, realizou testes toxicológicos nos elefantes em diferentes ocasiões durante os últimos anos e descobriram que, no total, quatro elefantes tinham vestígios de heroína em seus organismos.

Cada um deles recebeu um tratamento à base de metadona durante um ano, e os mantenedores anunciaram que recentemente os quatro encontravam-se totalmente livres das drogas. Segundo a reportagem, eles ficaram tão confiantes quanto à saúde dos animais que já soltaram os mesmos na natureza para que reencontrassem as suas manadas.

O especialista em elefantes Chen Jiming, que ajudou no processo de cura dos animais, disse: “Foi uma longa batalha, mas podemos dizer seguramente que eles estão agora reintegrados ao seu meio e alguns poderão até formar novas famílias”.

Ele acrescentou que é preciso haver uma mudança na lei.

“De fato há mais elefantes em estado selvagem agora, depois que a China passou a considerar a sua caça um crime e determinou pena de morte a quem a praticasse”, disse ele. ”Mas nós não aumentamos as penas para as pessoas que deixam esses animais viciados ao alimentá-los com bananas contaminadas com heroína. Essa também é uma importante questão que necessita ser combatida”.

Os elefantes eram usados para carregar quantidades pesadas de drogas através da fronteira, em pacotes sobre as suas costas. Os traficantes davam drogas aos animais para deixá-los mais maleáveis e dóceis, e assim mais fáceis de serem treinados. Uma vez que os animais tornavam-se viciados ao fruto contaminado, eles ficavam desesperados pela próxima dose e obedeciam a qualquer comando dado por um membro da gangue.

Os funcionários do santuário, sem saber como tratar os animais pois nunca haviam tentado curar um elefante viciado, decidiram usar a metadona, que é o mesmo tratamento dado a humanos. A droga, que é um opiáceo como a heroína porém sem a agitação associada à substância, foi ministrada aos animais em doses decrescentes pelo período de um ano.

Chen explicou que os elefantes precisam de no mínimo cinco vezes mais metadona que um humano no início, e a partir de então a quantidade é vagarosamente reduzida até que eles não necessitem mais da droga. “Deixar um vício em substâncias químicas é tão difícil para os elefantes quanto o é para os humanos”, relatou o especialista.

Todos os quatro elefantes estão vivendo agora nas florestas da província de Yunnan no sudoeste da China, uma área protegida que abriga outros 250 elefantes selvagens.

Fonte: anda.jor.br  ( Foto: Central European News / Daily Mail )

 

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Moreyra da Silva

Mundo Animal

Perfil

Técnico em Contabilidade, radialista, produtor e apresentador do Programa Mundo Animal na Rádio Jornal AM 710, aos sábados, das 12h às 13h, e na TV Maceió canal 2, da JET. O Programa Mundo Animal completou no último mês de março dez anos no ar, inclusive, com o lançamento do CD Mundo Animal, com crônicas e músicas que falam sobre animais. Recebeu da ONG Quintal de São Francisco de São Paulo o diploma Amigo dos Animais, além de um troféu da Anclivepa de Alagoas e um prêmio Odete Pacheco.

Últimos Comentários

  • CASSIO

    QUE DEUS TE CONFORTE. ELE COM CERTEZA VAI. CONFORTO TBM A SHAKYRA.

  • CASSIO

    ATÉ QUE ENFIM!!! UFA!!!

  • cassio

    FUZILAMENTO JÁ PARA ESCROQUES DESTA LAIA!!!

  • Cássio

    ivete sangalo(letras minúsculas mesmo. Como ela). IRKI desta figura. Ela tem filho. Espero que ele colha no futuro o que a mãe dele está ajudando a plantar. F...s ivete(minúsculas mesmo as letras)

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