20 de Outubro de 2014

CCZ realiza ação de prevenção de endemias em Maceió

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A Secretaria Municipal de Saúde (SMS), por meio do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), dá início, nesta segunda-feira (20), a I Ação Integrada de Prevenção e Controle de Endemias. A iniciativa, que será realizada pelos agentes de endemias do município durante toda a semana, tem o objetivo de implementar ações de prevenção e controle relativas à dengue, febre de chikungunya, leptospirose e acidentes por escorpião com a população dos bairros de maior risco epidemiológico, para reduzir a incidência desses agravos. O primeiro bairro a ser trabalhado pelas equipes será Fernão Velho.

“Consideramos essa atividade uma ação de extrema importância para conscientização da população, especialmente quanto ao manejo do ambiente para evitar o surgimento de tais doenças que causam tantos transtornos à população maceioense”, afirma a coordenadora de Doenças Transmitidas por Vetores e Animais Peçonhentos, Carmem Samico.

Na ação – que contará com a parceria da Superintendência de Limpeza Urbana de Maceió (Slum), Batalhão de Polícia Ambiental (BPA) e Secretaria Municipal de Proteção ao Meio Ambiente (Sempma) – serão realizadas visitas domiciliares para que os agentes possam identificar situações e fatores de risco ambiental para disseminação e proliferação de vetores. Além disso, as equipes – inclusive a de Educação em Saúde do CCZ, que já vem mobilizando a comunidade, buscando sensibilizar os moradores para colaborar na ação – trabalharão para promover o saneamento domiciliar em conjunto com o morador, visando desenvolver ações educativas de prevenção desses agravos.

Para Fernanda Rodrigues, Coordenadora do Centro de Controle de Zoonoses, outro passo importante é a possibilidade de avaliar a atuação dos Agentes de Controle de Endemias trabalhando de forma integrada em todos os agravos. 

Fonte: Cássia Oliveira/ Ascom SMS Foto: internet )

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20 de Outubro de 2014

Mulher arrecada dinheiro para recompensar que achar assassino de cachorro

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A americana Tabitha Venable entrou em desespero ao encontrar seu cachorro morto no quintal em Alabama, nos Estados Unidos. Agora, ela está arrecadando fundos para pagar uma recompensa para quem encontrar o assassino do cão.Tabitha encontrou o cão Si, de dois anos, caído no quintal de um jeito estranho. Ela levou o animal ao veterinário, e lá descobriu que ele tinha sido baleado. Eles tentaram salvar o cão, mas não conseguiram. A jovem, que é surda, adotou Si quando o cão tinha oito semanas. O cachorro também era surdo, e ela achou que ele precisava de uma mãe assim. Ela até ensinou a ele a linguagem de sinais para que eles pudessem se comunicar.“Eu posso dizer honestamente, que ele era meu melhor amigo. O fato de alguém querer levá-lo de mim, no único lugar que ele se sentia mais seguro, o nosso próprio quintal, é tão doloroso e perturbador. O indivíduo que fez isso precisa ser responsabilizados por suas ações”, escreveu Tabitha na página que criou para arrecadar fundos. Até agora ela já conseguiu 1.115 dólares, ou cerca de R$ 2.600.Fonte: Extra ( foto: Tabitha Venable )  

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19 de Outubro de 2014

Um ano do resgate dos cães do instituto Royal

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Ocorrido na madrugada do dia 18 de Outubro de 2013 foi filmado, fotografado e noticiado pela imprensa nacional e internacional. Entretanto a grande maioria omitiu que as manifestações contra o Instituto Royal começaram muito antes, há anos, mas nunca houve o diálogo solicitado pelos ativistas, atendidos pelo Instituto Royal.Em 2012 o evento ‘Comboio pela Vida’, já conclamava as pessoas a se reunirem no dia 19 de agosto no vão do Masp, para de lá seguir para São Roque. Centenas de pessoas atenderam ao chamado dos Ativistas e dos Protetores e seguiram em carreata até o Instituto Royal e de lá denunciavam a crueldade dos testes em animais. Alguns veículos de comunicação até chegaram a noticiar o fato, que na época não gerou comoção entre as autoridades ou a população.Em 2013 o “Comboio pela Vida II’, novamente conclamou as pessoas para no dia 22 de Setembro, acompanhar a carreata. E novamente centenas de pessoas se solidarizaram com o sofrimento dos animais e seguiram até o Instituto Royal, que recebeu as reinvindicações dos ativistas.Com o passar dos dias, sem que nenhuma das reinvindicações fosse atendida, alguns ativistas resolveram se acorrentar aos portões do Instituto Royal, em pleno feriado do dia 12 de outubro de 2013.A partir dessa data a ação começou a somar forças com a movimentação organizada pelas redes sociais. O site da empresa foi derrubado por grupos como os Black Blocs e o Anonymus, e o endereço do Royal (com mapa para chegar) e outras informações que eles tentavam esconder do público, foram divulgadas.A invasão aconteceu porque os ativistas que permaneceram dia e noite a frente do portão, não estavam suportando ouvir os cães ganindo, chorando e latindo muito. Era insuportável ficar ali sem fazer nada, e a informação do que estava acontecendo foi sendo passada até chegar às redes sociais.Por volta da 1h da madrugada do dia 18 de outubro de 2013, centenas de pessoas se dirigiam ao local e ouviam os lamentos dos animais. Foi quando gritos ecoaram “ENTRAMOS, ENTRAMOS”!E todos começaram a entrar pelo buraco da cerca. Mas os canis tinham portas de alumínio e portões de ferro, que foram abertos pelos anjos mascarados: os Black Blocs, os Anonymous e o grupo do ALF (Frente de Libertação Animal).Assim que a primeira porta foi aberta, o cheiro que saiu de lá foi insuportável, um bafo fétido. Não era cheiro de canil, era um cheiro de coisa podre, um ar pesado. Algumas pessoas se afastaram, algumas vomitaram, enquanto outros organizaram uma corrente humana a fim de ser mais rápida a locomoção dos cães de dentro dos canis, algumas protetoras, alguns rapazes e os Black Blocs estourando as outras portas para que os protetores chegassem até os cães.Ao adentrar os canis, qual não foi à surpresa de ver dezenas de beagles apinhados num espaço minúsculo coberto de urina e fezes. Muitos cães. Muitos.Começamos a retirada, o plano foi: corrente humana até o topo da escada, e lá no alto as pessoas tinham que correr com os cães por uns 400 metros até chegar aos carros pra colocar os beagles em segurança. Cães assustados, paralisados de medo sendo carregados numa corrente humana até o alto da escada.Muitos cães com mutilações e feridas abertas, alguns bem inchados com cortes que sangravam. Outros com lacerações nos olhos e mucosas, alguns com muita dificuldade de locomoção, muitas fêmeas prenhas com escaras nas costas. O manejo dos cães teve que ser cuidadoso apesar de rápido, porque muitos cães choravam de dor e a maioria defecava, vomitava e urinava de puro medo. O pelo deles também se desprendia com facilidade da pele ferida. Tufos de pelo caíam pelo chão já coberto de fezes. Alguns cães eram muito pesados ou estavam muito machucados e erguê-los pra passar por cima de um dos muros do canil era muito complicado, e esse trabalho foi quase todo feito por homens, muitos deles encapuzados.Os mascarados, uns com máscaras, outros com capuzes ou lenços, saíam dos canis como todos os outros: cobertos de fezes e urina dos beagles, algumas pessoas com alguns hematomas e outros com algumas mordidas.Os maus tratos eram evidentes. Visíveis. A impressão era a de que todos aqueles cães já tinham sido usados em experimentos e, depois de usados, foram descartados numa espécie de depósito de cãesAlém dos beagles, foram resgatados coelhos, e alguns poucos ratos. Informações anônimas de pessoas que se diziam funcionárias davam conta de que os ratos e vários cães já tinham sido mortos a sangue frio e colocados num porão.Em 11 de novembro de 2013, o site Contas Abertas divulgou que o valor de R$ 5,2 milhões, repassados integralmente ao projeto do Instituto Royal pelo Governo Federal, sem apresentar resultados foi considerada sigilosa. A decisão 1420 foi tomada em 27 de outubro de 2010.Infelizmente para os animais, a imprensa não noticiou o fato de que ao mesmo tempo em o governo investiu milhões nesse projeto desnecessário que visava somente torturar animais, deixou no mesmo período, faltar itens básicos que salvariam milhares de vidas humanas. Em 2013, hospitais e postos de saúde não recebiam seringas de insulina, e foram orientados a reutilizar as existentes por até oito vezes.Em 22/10/2013, o Deputado Ricardo Izar apresentou o Projeto de Lei n. 6602/2013, que: “Altera a redação dos artigos 14, 17 e 18 da Lei nº 11.794, de 08 de outubro de 2008, para dispor sobre a vedação da utilização de animais em atividades de ensino, pesquisas e testes laboratoriais com substâncias para o desenvolvimento de produtos de uso cosmético em humanos e aumentar os valores de multa nos casos de violação de seus dispositivos”.Em 11/12/2013, o deputado Estadual Feliciano Filho, encaminha Projeto de Lei que, proíbe a utilização de animais para desenvolvimento, experimentos e testes de produtos cosméticos, higiene pessoal, perfumes, e seus componentes, no Estado de São Paulo, que tramitou em caráter de urgência na Assembleia Legislativa, que o aprovou em dezembro.Em Janeiro de 2014, ativistas permaneceram acampados do outro lado da rua em frente ao portão principal do Palácio dos Bandeirantes, por quase uma semana, reivindicando que o governador promulga-se a lei.E na manhã que sancionou a Lei 777/2014, o governador do estado de São Paulo Geraldo Alckmin, quebrou o protocolo e se juntou aos ativistas acampados em frente à sede do governo parabenizando-os pelo empenho. A medida ainda será regulamentada.Alckmin disse que o próximo passo agora é uma lei federal. Ele se mostrou favorável a uma iniciativa no Congresso Nacional para tornar os testes em animais para produtos cosméticos proibidos em todo país.Na Câmara dos Deputados em Brasília, há 21 projetos em discussão que tratam do uso de animais em testes de cosméticos tramitando em conjunto.Em Porto Alegre funciona uma prestadora de serviços do Instituto Royal, a Genotox Royal. A empresa fica em uma incubadora dentro do Centro de Biotecnologia (CBiot) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), no Campus do Vale.Enquanto uma lei federal não proibir os cruéis testes em animais, milhões de reais, que poderiam ajudar seres humanos, serão desviados para que mais e mais animais continuem a sofrer nesses ditos ‘experimentos’. Fonte: anda.jor.br( foto: divulgação )

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18 de Outubro de 2014

Empresa faz campanha para ajudar animais

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A empresa automotiva Paraguaçu lançou no último dia 03 de outubro em sua rede social, uma campanha bem bacana. Em comemoração ao dia nacional do cachorro, dia internacional dos animais e dia de São Francisco de Assis, padroeiro dos animais (04/10), o empreendimento decidiu ajudar os nossos amados bichinhos.Para cada foto que o internauta postasse na fan page da loja de seu animalzinho de estimação, a empresa doaria ½ kg de ração para uma entidade que cuida de animais abandonados em Foz do Iguaçu.A campanha foi literalmente um sucesso. Cerca de 270 histórias das mais divertidas e emocionantes possíveis surgiram na página da empresa. A ação arrecadou 225 kg de ração que foram entregues na última quarta-feira (14) para duas casas protetoras da cidade. Sra. Sosa (mais de 100 animais) e Bruna Bianchi (aproximadamente 40). A ação contou também com o apoio da Casa do Criador.“Tinha vontade de organizar uma ação destas fazia muito tempo. Estamos muito felizes com o resultado”, disse a analista de mídias sociais da empresa, Adri Bordin.Fonte: anda.jor.br – foto : divulgação

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17 de Outubro de 2014

Cachorro é morto a golpes de metal em Palhoça SC

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Existiam dois cachorros na casa de uma senhora, moradora do bairro Pacheco, em Palhoça. Por estar com medo, a tutora dos dois animais pediu para não ser identificada na reportagem. Conta apenas que, no final da tarde de quarta-feira, ela voltou para casa após um passeio e encontrou a cadela, mãe do Negão, muito agitada.Latia muito, ia até os fundos da casa e voltava. Estranhando aquela recepção da pequena pinscher, a senhora seguiu o animal até os fundos e encontrou a porta da área de serviço fechada. “Mas como? Se ela estava sempre aberta”, reparou.Imediatamente a neta foi chamada, orientada a pedir ajuda. Foi quando as duas ouviram de dentro do cômodo: “Não precisa chamar ninguém”. Logo saiu de dentro um jovem com um saco na cabeça, carregando outro pacote, e passou rapidamente pelas duas em direção à cerca, fugindo para a rua.Caso foi registrado na políciaDepois do susto, começou o desespero. Negão não foi encontrado no terreno. Um vizinho, que seguiu o invasor, trouxe a pior notícia: o cachorrinho de seis anos estava morto. Foi quando a senhora teve coragem para entrar na área de serviço. “Estava toda ensanguentada”, contou.Do ato criminoso restou uma barra de metal, sujo de sangue. O caso foi registrado na Delegacia de Polícia de Palhoça no mesmo dia. Na manhã desta quinta-feira, uma equipe do Instituto Geral de Perícia esteve na residência para colher provas. Ninguém havia sido preso até as 17h45min desta quinta-feira.De três meses a um anoA Lei 9.605/98 dos Crimes Ambientais prevê no Art 32 que “praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos” resulta em detenção de três meses a um ano, mais multa. Em caso de morte do animal, a pena pode ser aumentada em até um terço. No entanto, a presidente da Amigos e Protetores dos Animais de Palhoça (Aprap), Shalma Teixeira, diz que é difícil haver punições nesses casos.“Acompanhamos dois casos. Um em que uma cadela foi queimada viva e outro que um cachorro foi enterrado, também vivo, e não deu em nada, só um termo circunstanciado. Infelizmente, esses crimes absurdos não são considerados pela justiça no Brasil”,  disse.Mesmo desapontada, Shalma orienta sobre a importância de denunciar casos como o ocorrido no Pacheco.“É preciso formalizar a denúncia através de um Boletim de Ocorrência e avisar o órgão de fiscalização da prefeitura, que no caso de Palhoça é a Fundação Cambirela de Meio Ambiente”, disse.Em caso de flagrante, a indicação é ligar para a polícia, no 190. A Aprap atende no telefone (48) 3242-3253.Denuncie maus-tratos aos animaisPolícia Militar – 190
Fundação Cambirela de Meio Ambiente (FCAM) – Avenida Ilza Terezinha Pagani, Loteamento Pagani. Telefone: 3279-1796.
Amigos e Protetores dos Animais de Palhoça (Aprap) – Rua Amaro Ferreira de Macedo, s/ nº, sala na Unidade Básica de Saúde Central de Palhoça. Telefone: (48) 3242-3253.
Fonte: Roberto Lorenzon ( foto: internet ) NOTA DO BLOG: não adiante ligar para a PM porque infelizmente eles não estão nem ai. Não ligam para casos de agressão e morte de animais. São frios e piores que os assassinos. Mas, é o Brasil.

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17 de Outubro de 2014

Filho de senador americano é indiciado por morte de cães

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Quatro pessoas – incluindo o filho do senador americano Jeff Flake – foram indiciadas por crueldade contra os animais após a morte de 21 cachorros em um canil em junho.Os indiciados são os donos do canil Green Acre Dog Boarding, Jesse Todd e Malesia Maurine Hughes, a filha do casal, Logan Flake e o genro deles, Austin Flake, filho do senador.O casal Hughes disse que os animais morreram de exaustão no dia 20 de junho, após um dos animais comer um fio do ar-condicionado do local onde estavam os animais, aumentando a temperatura. O casal estava viajando e sua filha e genro ficaram responsáveis pelos cães.Logan e Austin relataram ter tentado salvar os animais, mas as autoridades alegaram que eles não ligaram para o serviço de emergência antes da morte dos animais.Segundo a autópsia feita por um veterinário, alguns dos cachorros morreram sufocados.Investigadores disseram que não foi encontrada nenhuma evidência de que o fio do ar-condicionado tenha sido comido pelos animais.A defesa dos acusados não foi encontrada para comentar o caso. Uma audiência foi marcada para o dia 23 de outubro.Fonte: G1 ( foto: internet )  

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16 de Outubro de 2014

Adolescente que teve perna amputada adota cão de três patas

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Um adolescente que teve uma perna amputada encontrou um grande amigo na ONG Dachshund Recue South Florida: um cachorro de três patas.O garoto, que se chama Sam Sartain, adotou o dachshund Pooh porque suas histórias são parecidas e sentiu uma ligação muito forte com o cão.Em agosto de 2013, Sam sofreu um acidente enquanto andava de quadriciclo. Após capotar, o veículo caiu em cima de sua perna. Com isso, o adolescente precisou passar por diversas cirurgias e sua perna foi amputada.Alguns meses depois, ele recebeu uma prótese. Enquanto estava se adaptando ao novo estilo de vida, Sam ficou sabendo do cachorro Pooh.O dachshund era um cachorro de rua e foi atropelado por um carro.A Miami-Dade Animal Services , uma organização que resgata animais, encontrou Pooh neste momento. Então, eles levaram o cachorro até a ONG Dachshund Recue South Florida, que conseguiu arrecadar 5 mil dólares em apenas dois dias para salvar sua vida.Infelizmente, o cão teve sua pata direita de trás amputada.Judy Sartain, a mãe de Sam, ficou sabendo da história de Pooh através da fanpage da ong e teve certeza que deveria adotar o cão: ”Como mãe, você procura qualquer recurso que possa ajudar e animais são realmente terapêuticos e eles te dão um motivo para se erguer. É hora de levantar, é hora de levar o cachorro para passear, hora de dar comida ao cão. Eles te dão amor incondicional.”Sam contou que o momento em que se conheceram foi incrível: “Foi uma sensação estranha, porque ele me olhou e eu acho que percebeu que nós estamos na mesma situação e ele imediatamente correu em minha direção.”Fonte: Portal do Dog ( foto: Dally MailUK )

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15 de Outubro de 2014

Homem esquarteja cão de vizinha e alega surto

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Um homem foi levado à delegacia de Eunápolis, sul da Bahia, após esquartejar um cachorro da raça poodle na manhã de terça-feira (14). De acordo com a delegada Elizabeth Salvadeu, o animal é da vizinha, que costumava deixá-lo sair de casa apenas para fazer as necessidades. O crime aconteceu na Rua Cantagalo, no bairro Pequi.“A vizinha conta que ele sempre ficava chamando o cachorro. Ele já matou uma pessoa no ano de 2006, em Minas Gerais. Agora, pegou o facão e cortou o animal dizendo que ele estava com magia negra. Alegou que tinha surtado”, relata a delegada.O suspeito, que em 42 anos e é aposentado por invalidez, não vai ficar preso. Salvadeu conta que ele assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e será liberado. “Não teve flagrante, é crime ambiental, ele não tem como ficar preso”, afirma.Fonte: G1 ( foto: internet ) NOTA DO BLOG: bandido, assassino, covarde. SURTO ? Que surto que nada. Por que no momento do  surto ele não atacou um carro da polícia ? Por que não atacou homens bebendo em um bar ? Por que não atacou a delegacia de polícia ? Esse vagabundo atacou um cão indefeso. E o pior, vai ficar por isso mesmo porque era apenas um cão. Mas, com certeza ele tem uma cadeira cativa nas profundezas do inferno sendo espetado pelos diabos. Infelizmente, a Lei é fraca. A impunidade existe e esse bandido vai mataroutros animais e talvez outras pessoas.

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15 de Outubro de 2014

Banda faz show em benefício de animais abandonados

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O formato acústico foi criado pela Music Television nos Estados Unidos e chegou em 1990 no Brasil com o nome Acústico MTV, com um conceito de “suavizar” o som das bandas de rock em arranjos difenciados, de forma a cair no gosto da maioria das pessoas. Titãs, Paralamas do Sucesso e Lulu Santos são apenas alguns dos ícones deste modelo em terras tupiniquins. Agora uma banda genuinamente teresopolitana da nova geração, lança um show justamente neste formato a fim de promover o seu nome e ainda ajudar ao próximo. Com ingressos em benefício dos animais abandonados.O evento acontece na sexta-feira, 24 de outubro na Casa de Cultura Adolpho Bloch e promete movimentar não só os roqueiros da cidade, como também os apreciadores da boa música e ainda quem gosta de doar para instituições beneficentes. A banda, que vem se destacando em Teresópolis em shows sucesso de crítica e público como o do Festival de Artes da Ampla, Grito Rock (evento que aconteceu em diversas cidades no Brasil inteiro), Moto Rock, Caverna do Dragão, Festival de Inverno Teresópolis, HallOpenWeen, além dos shows nas casas especializadas como o Bar Semáforo, Apogeu, Taberna do Soberbo e das duas primeiras edições do movimento cultural Os Zéz, entre outros.O Blanchez Acústico vem para mostrar a versatilidade desta banda com vocal marcante feminino e muita personalidade. “A gente vai estar apresentando um repertório que é nosso e incluindo alguns covers que são versões que a gente faz de músicas já conhecidas pela galera”, explica o guitarrista da banda, Hugo Sanchez, que junto da sua namorada Rachel, comanda o grupo que já tem sete anos de estrada. “Outro destaque também serão os convidados mais do que especiais. Músicos aqui mesmo de Teresópolis que estão neste projeto com a gente. Quem for ao show vai curtir a ‘encrementada’ que a gente vai dar nas músicas com essas feras teresopolitanas”, completa o guitarrista, ansioso para a chegada do fim do mês, para subir no palco da Casa de Cultura.Fonte: Net Diário ( foto: divulgação )

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14 de Outubro de 2014

Sandra Góias, atriz portuguesa se torna vegetariana

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Defensora convicta dos direitos animais, Sandra Cóias deixou de comer carne há 18 anos e decidiu agora render-se ao veganismo, um modo de vida que procura eliminar toda e qualquer forma de exploração animal.“Dentro do vegetarianismo há uma série de patamares, e um vegan não come absolutamente nada que contenha produtos de origem animal. Nem manteiga nem leite nem queijo. Sou vegan há quase um ano e era algo que queria desde o momento em que me tornei vegetariana”, contou à Lux.A primeira grande mudança na alimentação e na vida da atriz, de 42 anos, aconteceu quando decidiu nunca mais comer carne, na sequência de um episódio que a marcou para sempre: “Foi a 22 de maio, há 18 anos. Estava na herdade do meu pai, quando nasceu um bezerro. A mãe rejeitou-o, e tive de ser eu a tratar dele, a dar-lhe biberão. E aquilo mexeu comigo. Nesse dia, era ensopado de borrego para o jantar. E eu disse não”, conta.O amor e o respeito pelos animais constituem motivação suficiente para que Sandra Cóias abdique do prazer de comer carne: “Eu adorava! Comia bife tártaro, comia carne crua! Não deixei de comer carne por ter deixado de gostar, foi uma opção que fiz. Há uma frase que pode chocar um bocadinho, que é ‘para o meu prazer, eles vão ter de sofrer. É um bocadinho assim’ Para eu ter dez minutos de prazer a comer carne, a vida que aquele animal teve de ter e o sofrimento pelo qual teve de passar para chegar ao meu prato… Isso para mim não é aceitável”, afirmou.Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.Fonte: Lux ( foto: divulgação )

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13 de Outubro de 2014

Passeata contra preconceito aos pit bulls em Manaus

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Um grupo de pessoas promoveu uma passeata contra o preconceito a cães de grande porte em Manaus. O ato, que ocorreu no calçadão da Ponta Negra, na Zona Oeste no início da noite deste sábado (11), foi organizado após casos envolvendo pit bulls na capital.

O evento foi organizado pela internet. Cerca de 70 pessoas participaram da passeata, iniciada por volta das 18h. Os manifestantes levaram animais domésticos, entre eles cães das raças pit bull e bull terrier. Durante o protesto, o grupo relembrou do casal de pit bulls Belinha e Marrento, feridos a golpes de facão após, supostamente, terem invadido a casa dos vizinhos dos tutores no dia 14 de setembro deste ano.

A vendedora Vanessa Melo, de 30 anos, foi acompanhada do marido e dos dois filhos. A família levou ainda duas pit buls. “Quem faz o cachorro é o tutor. Se você der carinho e os cuidados necessários, ele vai retribuir”, disse a mulher.

Durante a passeata, o filho de Vanessa, Lucas Maio, de dois anos, abraçou os animais da família diversas vezes. “As crianças [filhos] têm livre acesso quando os cachorros estão soltos. Meu único medo é que na hora que algum deles [cães] for dar carinho, acabe derrubando. Se você criar o pit bull como cachorro normal, será como SRD ou labrador. O cachorro é o espelho do tutor”, ressaltou a vendedora.

Mayara Chã, de 25 anos, levou um cão da raça bull terrier para o evento. “Há preconceito demais. Meu cachorro é grande, mas é todo bobão. Quando levo ele para passear, as pessoas atravessam a rua. As pessoas precisam entender que nem tudo que falam dele é verdade”, desabafou.

Fonte: G 1 ( foto : Jamile Alves G 1 AM )  

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13 de Outubro de 2014

Elefantes pintores torturados para diversão humana

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Dentre as diversas formas de exploração de elefantes para entretenimento humano, há uma que corre o risco de parecer “inocente” aos olhos de turistas e espectadores: são os elefantes “pintores”. Quando se vê elefantes pintando quadros com aparente desenvoltura, pode ser tentador para a maioria das pessoas acreditar que eles fazem isso por algum dom natural, por inteligência, ou porque simplesmente gostam.

No entanto, segundo reportagem do One Green Planet, se formos refletir por um momento, podemos nos perguntar: em que circunstâncias alguém se depara com um elefante pintando um quadro na natureza? Isso nunca ocorrerá, pois esse é mais um “produto” da indústria que explora animais para entretenimento.

O turismo que explora elefantes é extremamente popular na Tailândia, motivo pelo qual a população nativa de elefantes asiáticos praticamente desapareceu do seu meio natural. Turistas de todo o mundo vão para esse país com o intuito de ter a experiência de ver e ter contato com esses animais. Existem inúmeras excursões que promovem “passeios de elefante”, e há até mesmo “campos” de elefantes onde, por uma pequena taxa, as pessoas podem passar o dia na presença dos mesmos. E dentro desse mercado de exploração, os “elefantes pintores”, também conhecidos como “elefantes artistas”, são mais uma modalidade altamente explorada em cativeiro.

Os Elefantes “artistas” da Tailândia

O Maesa Elephant Camp está em operação desde 1976, e é conhecido como o pioneiro no conceito de elefantes “artistas”. O campo está localizado nos arredores de Chiang Mai, na Tailândia, um ponto disputado do turismo tailandês. Há setenta e oito elefantes atualmente “inscritos” no campo, os quais foram “adquiridos” (sic) pelo fundador do dito arraial, Choochart Kalmapijit, ao longo dos últimos 30 anos.

O site do campo explica: “Choochart comprou elefantes de todo o país, e com os seus ‘mahouts’ (‘condutores’ de elefantes) e outros especialistas, trabalhou e se apaixonou por esses animais, descobrindo habilidades e fatos sobre os paquidermes”.

Uma das “habilidades” louvadas pelo Maesa Elephant Camp, é claro, é a “estranha habilidade dos elefantes para pintar”.

Como eles são ensinados?

De acordo com informações do site do Maesa Elephant Camp, os elefantes artistas do acampamento começaram a subir ao palco em 2000. “Quando os filhotes alcançavam dois anos de idade, era hora de separá-los de suas mães”.

E, como todos os bons adultos, esses pequenos elefantes foram colocados para trabalhar. “Daquele dia em diante, esses pequenos ‘Jumbos’ iriam viver com um adestrador e serem treinados por ele, aprendendo comandos, desenvolvendo habilidades e – pela primeira vez no Maesa Elephant Camp – pintando!”.

O site explica que demorava cerca de um mês para ensinar os elefantes a segurar o pincel com a tromba – ‘eles eram um pouco relutantes no começo, mas pegaram o jeito rapidamente!’. Uma vez que esta habilidade estava dominada, eles estavam prontos para aprender a mergulhar os pincéis na tinta. “Um dos nossos paquidermes prodígio pintou pontos com sucesso, enquanto os outros três escolheram pintar belas linhas”, diz o site.

E assim, teve início a Galeria Maesa.

Bem, se você simplesmente não está satisfeito com essa explicação simplista de como se pode ensinar um filhote de elefante selvagem a ficar parado e se concentrar em uma pintura, segue abaixo a verdade. Por favor, continue a ler.

A história mais provável

Enquanto não se pode afirmar que o Maesa utiliza estes métodos para a formação de seus elefantes pintores, este é um relato confiável de como os elefantes são tradicionalmente treinados para pintar na indústria do turismo tailandês, graças a uma pesquisa realizada por organizações dedicadas à preservação de elefantes de toda a Tailândia.

A ONG Born Free explica que é um mito a acepção de que a habilidade de pintar seja resultado da inteligência natural dos elefantes. Muito pelo contrário, refutando diretamente a história contada pelo Maesa sobre como os elefantes lá confinados aprenderam a pintar, “elefantes enfrentam meses de abusos físicos para aprender a segurar um pincel, desenhar uma linha e pintar flores e folhas”.

Como os elefantes usados ​​na indústria de passeios de elefante, em que carregam pessoas em suas costas, os elefantes jovens utilizados para a pintura devem ser “quebrados” e experimentar a dor do processo “phajaan”, práticas explicadas em reportagem recente da ANDA . Durante este tempo, os bebês elefantes estão sedentos, algemados e espancados, até que seu espírito esteja completamente quebrado e se submeta à vontade de seus captores. Uma vez que os jovens elefantes passaram por este processo, podem aprender também a pintar.

Treinando um escravo

Os elefantes usam pincéis especiais para criar suas “obras-primas”. Esses pincéis são inseridos diretamente na tromba e têm uma barra divisória que fica no final dela, para evitar que a mesma caia do nariz do elefante.

Durante uma performance de pintura, o treinador do elefante está diligentemente ao lado do elefante, equipado com “bull hooks” (bastões com ganchos de ferro pontiagudo nas extremidades, para intimidar e ferir o animal).

Além dos “bull hooks”, há outro método considerado mais discreto: um prego, que fica escondido na mão do adestrador, é empurrado para o tecido mole da orelha dos elefantes quando estes não fazem o que é mandado.

Para treinar o elefante a mover o pincel para criar padrões de traçado que reconhecemos como flores, árvores ou até mesmo um elefante, os treinadores usam estes aguilhões dolorosos para guiar os movimentos do elefante.

Além disso, se um elefante pinta incorretamente, ele é espancado, ou com um “bull hook”, ou com pancadas com outros objetos em sua cabeça ou tronco.

Quando essa habilidade é dominada, o elefante é obrigado a recriar o mesmo padrão todos os dias, às vezes duas ou até três vezes por dia.

O naturalista Desmond Morris testemunhou um show de pintura de elefante na Tailândia, para discernir se os elefantes realmente poderiam criar pinturas por vontade própria, com base em seus talentos criativos individuais. Conforme a sua observação, o treinador mantinha um controle sobre o elefantes durante toda a performance, puxando a orelha do animal para a direita ou para a esquerda para manipulá-lo a fazer as pinceladas.

Como ajudar a colocar fim nessa escravidão

É obrigação de cada um de nós agir, para ajudar a colocar um fim nessa situação de exploração e escravidão em que se encontram os animais abusados para entretenimento humano.

Nesse caso, é interessante compartilhar essa informação, pois a conscientização é o primeiro passo para a real mudança.

Além disso, o boicote é uma das formas mais eficazes, senão a mais, de libertar esses animais. Quem se preocupa com os direitos animais não vai a eventos que exibam elefantes de forma alguma, sejam passeios, circos ou shows de “pintura”. Classificar locais que praticam essas performances no Trip Advisor, para que outros turistas também evitem assisti-las, pode ser outro recurso de grande ajuda.

Fonte: anda.jor.br/ foto: divulgação

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13 de Outubro de 2014

Cão de funcionária com ebola nos EUA não será morto

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O cachorro doméstico da funcionária do Hospital Presbiteriano de Dallas, nos EUA, que foi diagnosticada com ebola no último domingo, não será morto. O animal será mantido em lugar seguro para um eventual reencontro com sua tutora. As informações são do USA Today.Segundo a publicação, o cão permaneceu no apartamento da profissional de saúde depois que ela foi hospitalizada. Ele será enviado para um novo local para esperar pela recuperação de sua tutora.De acordo com o prefeito de Dallas, Mike Rawling, o animal não será morto. “O cão é muito importante para a paciente e nós o queremos seguro”, disse. O apartamento da funcionária passará por um longo processo para ser descontaminado.Na Espanha, o cão da enfermeira que foi diagnosticada com ebola não teve a mesma sorte: o animal foi morto e seu cadáver foi “colocado em um dispositivo de biossegurança selado e transferido para incineração em uma instalação de eliminação autorizada”. As informações são de um comunicado do governo de Madrid, divulgado pela agência AP.De acordo com os funcionários espanhóis, o cão foi morto porque representava um risco de transmitir a doença para outros seres humanos. Por enquanto, não há nenhum caso documentado de ebola sendo transmitido de pessoas para cães – ou ao contrário. No entanto, um estudo sugere que os cães possam ter a doença e não apresentar sintomas.O Ministério da Saúde espanhol disse, neste domingo, que a auxiliar de enfermagem, Teresa Romero Ramos, está com a saúde estável e mostra sinais de “ligeira melhora”.Fonte: Terra Notícias ( foto: internet )

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12 de Outubro de 2014

Os fogos e a Igreja Católica

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Por que a Igreja Católica continua gastando dinheiro em vão na compra de fogos para comemorar suas festas ? Os fogos trazem um grande prejuízo para a humanidade. Crianças são exploradas nas fábricas clandestinas e  muitas vezes vitimas nos grandes incêndios. Pessoas são mutiladas por acidentes causados por fogos e bombas. Crianças ficam assustadas e idosos raivosos. Cães e gatos assustados, fogem, perdem-se nas ruas e são atropelados, mortos, tudo em nome das homenagens aos santos. Será que os santos querem mesmo esse tipo de comemoração ? Acho que não. Por que esse dinheiro gasto neste ato de vandalismo oficial não é destinado a compra de cestas básicas para pessoas carentes ?Compra de remédios para crianças desnutridas ? Ajuda para abrigos de velhos desamparados pela família .Colaboração para clinicas de dependentes químicos.Mas, a Igreja gasta muito dinheiro queimando fogos. É hora de refletir e ajudar o próximo e deixar os fogos para os idiotas. Moreyra da Silva ( foto : internet )

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12 de Outubro de 2014

Cãominhada alerta contra maus-tratos aos animais

alagoas24horas.com.br Destaque

A praia de Jatiúca em Maceió Alagoas  foi palco, na tarde de sábado, 11, de uma ação em prol dos animais. A festa, que visa conscientizar a população sobre os maus-tratos de cães e gatos, aconteceu em comemoração do Dia de São Francisco de Assis, protetor dos animais. Dezenas de pessoas compareceram ao evento e saíram em caminhada pela orla de Maceió. Durante a festa, houve uma celebração de um padre convidado, que deu a benção aos animais, no Corredor Vera Arruda. Um stand também foi montado no local para oferecer informações à população e realizar o serviço de microchipagem com preços acessíveis. A cãominhada, que chegou a sua quinta edição, tem por objetivo chamar a atenção para a necessidade de combater o abandono e maus-tratos a animais. “Além de mostrar o nosso trabalho, sempre tem um discurso no sentido de mostrar que existem muitos animais abandonados em Maceió”, destacou a representante do Grupo Vida Animal, Lucely Mergulhão, sobre a necessidade de discutir posse responsável de animais. No evento, os participantes ainda doaram ração para os animais abandonados. Aqueles que desejam realizar doações podem entrar em contato com Lucely Mergulhão pelo telefone 8888.6570Fonte e foto : alagoas24horas.com.br

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12 de Outubro de 2014

Prefeitura cancela rodeio em São Vicente, empresa nega

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O Rodeio Fest Show, que seria realizado entre os dias 23 e 26 de outubro, em São Vicente, está em meio a um impasse. De um lado, a prefeitura do município afirma que o evento foi cancelado. Do outro, a organização desmente a informação e diz que a programação segue normalmente.A atração, que conta com apresentações de montaria, shows e comidas típicas, estaria marcada para o Centro de Convenções da cidade e é citada como o 1º rodeio indoor do litoral paulista.O evento é alvo de ativistas que defendem os direitos dos animais. Os coletivos “Onda Vegana” e “Odeio Rodeio” argumentam que, além das suspeitas de maus tratos aos animais, o rodeio estaria ferindo a lei municipal 1993/08, que proíbe a instalação de circos, parques de diversões e similares que mantenham quaisquer espécies de animais expostos, soltos, reclusos em jaulas ou atuantes nos espetáculos.Questionada sobre a realização do rodeio, a Prefeitura de São Vicente informou, em nota, que o evento foi cancelado, assim que a solicitação foi entregue ao prefeito Luis Cláudio Bili, em cumprimento à lei municipal 1993/08, e que a decisão é definitiva.Já a organização do evento rebate a decisão. Segundo Wagner Santos, um dos responsáveis pelo rodeio, a atração irá acontecer na data e local previstos. “A gente tem tudo documentado. Possuímos veterinários, espaço para os animais serem instalados. Estamos dentro da lei. Podem ficar tranquilos que irá ter o rodeio, com certeza”, afirmou o organizador.A programação oficial do Rodeio Fest Show conta com apresentações de artistas conhecidos como a banda de forró Calcinha Preta, o cantor Belo e a dupla sertaneja Rio Negro & Solimões.ManifestaçãoEm meio ao impasse, os ativistas dos coletivos “Onda Vegana” e “Odeio Rodeio” preparam uma manifestação contra o evento. Eles pretendem se reunir em frente à prefeitura, neste sábado, a partir das 9 horas. São estimadas mais de 200 pessoas que marcharão em protesto pelas ruas do centro de São Vicente. Segundo os manifestantes, ativistas, protetores dos animais e simpatizantes são esperados de várias cidades, principalmente das cidades vizinhas da Baixada Santista.Fonte: Diário do Litoral ( foto: Luiz Torres /DL )

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11 de Outubro de 2014

Cavalos são explorados para diversão dos humanos

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Ocorre anualmente, há 76 anos, um evento chamado “Tennessee Walking Horse Celebration”, em Shelbyville, no Tennessee (EUA).

Quase 250 mil ingressos para o evento desse ano já foram vendidos. Com uma competição considerada “vitrine” para o desempenho de cavalos, o evento busca exibir a capacidade de um cavalo em mostrar a marcha “Big Lick” – um movimento em que os animais levantam as patas dianteiras para o alto e parecem “valsar” em torno de uma arena. Os cavalos são julgados de acordo com a combinação da caminhada atípica com o balançar de suas cabeças para cima e para baixo, conforme andam.

Apesar da competição ser específica do Tennessee, eventos semelhantes ocorrem em todo o território americano (especialmente em Kentucky), e incentivam os visitantes a se reunir para a experiência “incrível” de ver a “dança” dos cavalos de Tennessee. Segundo a reportagem, outras raças de cavalos – como o Hackney – têm sido usadas para esse tipo de performance, mas os “caminhantes de Tennessee”, como são chamados os cavalos da região, continuam a ser a raça tradicional na celebração, devido ao seu alegado carisma. As informações são do One Green Planet.

O evento movimenta mais de 650 mil dólares em prêmios e, como é de se esperar, nos bastidores desse show tido como magnífico está a prática do “horse soring”, que nada mais é que o abuso a um cavalo até que ele execute o que se deseja da maneira “apropriada”.

Como eles são treinados?

Os cavalos “caminhantes” de Tennessee cavalos são conhecidos por ter um andamento suave, e por praticamente não terem qualquer forma de rejeição (saltos) ao serem montados. Seu caminhar envolve um movimento ritmado e rápido como uma corrida, através de uma arena, com as duas patas dianteiras sendo erguidas para o alto…uma após a outra. Este movimento é natural para a raça, e é algo bonito de se ver. O problema é que essa passada típica é tão valiosa para competições que, visando o ganho financeiro, tutores de cavalos estão dispostos a abusar desses animais.

Com mais de 2.000 cavalos inscritos anualmente no Tennessee Walking Horse Celebration, tutores e treinadores fazem de tudo para assegurar que o seu cavalo seja declarado um campeão.

Uma das principais maneiras de se conseguir que um cavalo realize uma marcha “Big Lick” é através da manipulação de seus cascos e patas. Se um cavalo será inscrito em uma competição desse tipo, a ponta do casco é encorajada a crescer, enquanto o calcanhar é raspado excessivamente para baixo. Essa “pata desequilibrada” é ajustada ao se forçar os cavalos a usar almofadas ou “sapatos” pesados feitos de couro, borracha e plástico. A fim de anexar o pesado aparato, pregos e outros objetos metálicos são martelados nas patas do animal.

Outro método utilizado para esta competição, que vem atraindo muitas críticas de grupos de direitos animais, é chamado “soring”. O “soring” é o termo dado ao ato de prejudicar pernas ou cascos de um cavalo para forçar o animal a realizar um passo exagerado. Existem vários métodos de “soring”, sendo que o principal deles consiste no procedimento de espalhar produtos químicos tóxicos (como óleo de mostarda, óleo diesel e querosene) nos membros dianteiros, a fim de causar dor extrema. Para aumentar o desconforto – pra não dizer, sofrimento – os treinadores também envolvem pesadas correntes ao redor das pernas do cavalo de modo que, durante as sessões de equitação, os pesos de metal deslizem para cima e para baixo nas pernas já fatigadas do animal. Como resultado, o cavalo vai erguer as patas dianteiras para o alto, a fim de evitar mais irritação.

O “soring” também envolve cortar as patas dianteiras de um cavalo e pregar-lhes sapatos pesados ​​que podem causar dor excruciante para as sensitivas solas. Além disso, pregos e outros objetos irregulares podem ser colocados nos cascos, mais uma vez para infligir dor e forçar o cavalo a evitar colocar pressão sobre as pernas já danificadas.

Vendo como juízes apreciam o “Big Lick” (ou o termo dado a uma marcha exagerada) em eventos dessa natureza, treinadores de cavalos sentem-se continuamente incentivados a participar desses atos cruéis e dolorosos de abuso animal. De fato, um teste revelou que aproximadamente 67 por cento dos cavalos inscritos no Celebration 2013 continham em suas pernas substâncias usadas para ocultar queimaduras químicas e cicatrizes.

História de abuso e violações

Estima-se que o “soring” seja praticado na comunidade “Walking Horse” há cerca de 44 anos e, apesar do Congresso americano e outras organizações de direitos dos animais se manifestarem para apoiar o bem-estar dos cavalos, o processo abusivo ainda ocorre até hoje. Um dos incidentes mais notáveis ​​na luta pelos cavalos de Tennessee ocorreu em 2012, quando os métodos de treinamento abusivos de Jackie McConnell apareceram sob os holofotes em vídeos terríveis.

McConnel é um conhecido treinador de cavalos, condenado em um tribunal federal por violar a Lei de Proteção de Cavalos. Em 2012, ele se declarou culpado em 12 dos 22 atos de abuso animal dos quais foi acusado, e acabou sendo colocado em prisão domiciliar, além de ter que pagar uma multa de 25 mil dólares. Jeff Dockery e John K. Mays – dois dos co-réus de McConnel – também declararam-se culpados de três e catorze acusações (respectivamente) de abuso de animais em 2013.

No início de março, foi declarado pelo USA Today que uma batalha estava ocorrendo no Congresso no sentido de proteger esses cavalos de abusos. Dois projetos de lei agora visam cessar todas as práticas abusivas quando se trata de treinamento de cavalos.

A Humane Society dos Estados Unidos, juntamente com várias organizações específicas, grupos veterinários e celebridades, como Priscilla Presley e Alyssa Milano, apoiam a aprovação das leis que pretendem proibir a prática do “soring”.

Cavalos explorados para entretenimento humano, seja nos EUA ou em qualquer lugar do mundo, passam por diversos tipos de sofrimento para que executem as performances exigidas. Vivem confinados, recebem substâncias químicas e outros artifícios em suas patas, são espancados e, quando as cicatrizes de suas lesões estão muito graves para serem curadas, ou quando eles estão muito debilitados, feridos ou cansados, são enviados para a morte. Muitas vezes, sua carne é usada para consumo humano.

A reportagem finaliza sugerindo que esse tipo de informação seja compartilhada, e que qualquer tipo de evento que explore cavalos em toda parte seja boicotado, e se possível apontado no site Trip Advisor, para ampliar a extensão da informação e do boicote, de modo a instaurar uma nova cultura em que cada vez mais cavalos sejam poupados de tanto sofrimento.

Fonte: anda.jor.br ( foto : reprodução )

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09 de Outubro de 2014

Filhote de cachorro encontrado coberto por piche em Goiânia

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Um filhote de cachorro foi encontrado coberto por piche dentro de uma sacola, que foi abandonada às margens de uma pista de caminhada no Setor Dona Iris II, em Trindade, na Região Metropolitana de Goiânia. Responsável por resgatar o cão, a secretária Celma Dias, de 44 anos, disse ao G1 que está indignada com a agressão ao animal. “É uma pessoa muito ruim. Fiquei sem entender como uma pessoa pode fazer algo assim a um filhote”, diz.

Após ser resgatado e limpo, o cachorro foi encaminhado a uma clínica veterinária na Vila Regina, em Goiânia, onde continua internado nesta quarta-feira (8). Segundo a unidade, ele não corre risco de morte.

A secretária conta que encontrou o cachorro no domingo (5). “Estava caminhando quando ouvi um cachorro chorando dentro da mata ao lado da pista. Quando fui olhar vi que ele estava amarrado dentro de uma sacola, só com a cabeça para fora. Abri a sacola e fiquei muito assustada quando vi que ele estava todo envolvido com a massa de asfalto, as patinhas já estavam duras”, relata.

Celma afirma que não havia ninguém próximo ao cachorro e não há informações sobre quem o teria deixado ali. Ela levou o cão para casa, pois acreditou que ainda seria possível salvá-lo. “Eu sabia que tinha um produto que remove, mas é muito tóxico e achei que podia prejudicar mais ainda. Então passei óleo de cozinha e a massa amoleceu”.

Foram necessárias mais de quatro horas para que Celma e a família conseguissem retirar todo o produto do corpo do animal. Apenas a cabeça não estava encoberta pelo piche.

Após todo o cuidado com o cachorro, Celma decidiu adotá-lo. “Quando ele me viu os olhos dele brilharam. Acho que pensou: ‘Finalmente alguém apareceu’. Todo mundo aqui em casa apaixonou nele, a gente vai ficar com ele”, diz.

Fonte: G 1 ( foto: Celma Dias )

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(1) Comentários

 

 

em 14/10/2014 às 09:11:50

Dayane

como existe pessoas ruins existe também pessoas boas ,parabéns a Celma que salvou a vida desse cãozinho inocente

 

08 de Outubro de 2014

Cadela é resgatada uma hora antes de ser morta

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Há milhões de cães que adentram no sistema de abrigo a cada ano nos Estados Unidos. Alguns foram abandonados; outros estão em situação de rua por algum motivo, ou se perderam de seus tutores. Mas, não importa a história, a experiência de estar em um lugar estranho, cheio de centenas de outros cachorros latindo e pessoas desconhecidas pode ser devastadora e estressante. Essa experiência muitas vezes faz com que alguns cães ajam de maneira que um adotante potencial possa considerá-lo como anti-social ou agressivo.A cachorra Edie era um desses cães. Ela havia sido levado para um abrigo e estava muito maltratada, com os pelos sujos e cheios de nós. Edie estava com tanto medo de estar no abrigo que foi considerada  “não adotável”, e foi para a “lista” de animais que teriam sua morte induzida. Felizmente, uma pessoa amável notou Edie e decidiu que não iria deixar o abrigo matar o assustado animal. Com a ajuda da ONG Hope for Paws, Edie foi levada para o veterinário, para um exame. Uma vez que ela percebeu que as pessoas estavam ali para ajudá-la, ela se sentiu segura, acalmou-se e se transformou em uma cachorra incrivelmente amorosa. As informações são do One Green Planet.Como o vídeo mostra ( vídeo no www.anda.jor.br ) , um abrigo pode ser um lugar assustador – por isso é importante que adotantes lembrem-se disso e não se esqueçam que cães como Edie só precisam de carinho.Fonte: anda.jor.br ( foto : you tube )

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07 de Outubro de 2014

Homem mata filhotes de gatos e desafia a polícia

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Um homem matou dois filhotes de gato e usou os corpos dos animais para bater em policiais militares em uma das principais praças de Pouso Alegre, no sul de Minas Gerais.Luiz Davi, de 54 anos, foi visto enforcando os animais e dizendo que Deus o mandou fazer isso. A professora Edileia presenciou o momento.“O homem estava aparentemente transtornado. Ele carregava dois filhotinhos de gato pelo pescoço subindo a avenida e gritando que ia matar os animais”.A polícia foi acionada e quando os militares chegaram ao local foram agredidos pelo suspeito que resistiu à prisão. A família do homem informou à PM que ele toma remédio controlado e na noite anterior teve um surto psicótico. Davi vai responder pela morte dos animais em liberdade.Fonte: R7NOTA DO BLOG : não postei a foto do assassino porque ele não passa de um idiota, miserável, com cadeira cativa nas profundezas do inferno.

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06 de Outubro de 2014

PMs são acusados de matar cachorro em Serra Azul SP

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Dois policiais militares são acusados de matar, com um tiro na cabeça, um pit bull depois de o tutor dele exigir que a polícia apresentasse mandado judicial para entrar em sua casa, em Serra Azul (42 km de Ribeirão Preto). O fato aconteceu em setembro, mas só foi divulgado ontem pela advogada do dono da residência. O denunciante fala em tiro proposital, mas a PM se defende e alega legítima defesa.A pedido do Ministério Público, a Polícia Civil instaurou, no início desta semana, inquérito para investigar os supostos crimes de abuso de autoridade, maus-tratos a animais e lesão corporal.No dia da ocorrência, Émerson Henrique Baldino da Silva foi preso por posse de um projétil de pistola. A mulher dele, no entanto, afirma que a munição foi forjada pelos policiais militares.Dois policiais pararam com a viatura em frente à residência de Émerson Henrique Balbino da Silva, na rua Bocaina, em Serra Azul, por volta das 8h do dia 2 de setembro “Saí com uma faca para cortar a comida que ia dar para os cachorros. Estava alimentando o Rex quando notei os policiais parados em frente à minha casa”, afirma.Os policiais o teriam agredido verbalmente e Émerson revidou as agressões verbais. “Eu só perguntei o que eles estavam fazendo em frente à minha casa e já me xingaram”, conta. Após a discussão, os policiais foram chamar reforço.Quando o reforço chegou, os policiais o chamaram para fora, mas Émerson perguntou se tinham mandado judicial.Émerson conta que um dos policiais deu um chute no portão. Com medo, ele saiu correndo para pular o muro. Foram disparados dois tiros em sua direção, mas não o acertaram. “Nisso eu escutei um terceiro tiro e minha mulher começou a berrar para eu descer, aí eu vi que eles tinham atirado na cabeça do Rex, um dos meus cães”, conta.Outro cachorro, o Fred, foi atingido, mas passa bem. Émerson relata que pegou um dos cães para se proteger, mas em nenhum momento os estimulou a atacar os policiais.Após se render, Émerson afirma ter sido espancado por três policiais enquanto outro policial o segurava. “Minha mulher viu um policial tirando uma bala do bolso e falando que ela era minha”, conta.A mulher dele também teria sido impedida de ligar para a veterinária dos cães pelos policiais. Ele foi preso em flagrante, encaminhado ao CDP e liberado 15 dias depois.Policiais são suspeitos de maus-tratosApós o ocorrido no início do mês de setembro, a advogada de Émerson, Elizabete Cardoso de Oliveira, recorreu ao Ministério Público para denunciar os maus-tratos e a suposta arbitrariedade dos policiais.A promotora Raquel Eli Stein Matheus entendeu que não havia elementos suficientes para prosseguir a ação penal contra Émerson e determinou que a Polícia Civil investigasse.“A conduta dos policiais não está suficientemente esclarecida, sendo forçoso não deixar que a versão desses últimos prevaleçam”, informou.Os denunciantes entregaram à Polícia Civil quatro cartuchos (sendo um de calibre .40), um vídeo do Rex ferido, 18 fotos dos cães Fred e Rex feridos, além de fotos do Rex antes de sofrer a agressão.“Após os fatos os policiais vasculharam o quintal e recolheram os cartuchos deflagrados, ou seja, tentaram esconder a prova do crime. A esposa de Émerson, no entanto, conseguiu achar quatro cartuchos que foram entregues ao delegado, que poderá identificar de qual arma partiu os disparos que atingiu Rex”, acrescenta a advogada.A Promotoria pediu à Justiça o relaxamento da prisão e Émerson saiu da cadeia após ficar 15 dias no Centro de Detenção Provisória de Serra Azul. O inquérito contra Émerson foi arquivado pela 1ª Vara Criminal de Cravinhos.Émerson possui duas passagens pela polícia por porte e tráfico de drogas. Na primeira ocorrência, em 2008, ele foi flagrado com três porções de cocaína. Na segunda, em 2010, foi surpreendido com cocaína e cumpriu pena por tráfico.Pena pode ser de três meses a um ano, além de multaA Ouvidoria das polícias Civil e Militar recebeu, ontem à tarde, a denúncia dos supostos crimes de abuso de autoridade, maus-tratos a animais e lesão corporal ocorridos em Serra Azul e encaminharia ainda ontem o caso para ser apurado pela Corregedoria da PM.Após analisar um vídeo que mostra as marcas no cão Rex, o ouvidor das polícias, Julio Cesar Fernandes Neves, informou que há indícios de uma conduta errada por parte dos policiais militares.“Caso a Corregedoria confirme que houve crime ambiental, a pena pode ser de três meses a um ano de detenção, além de multa. Como o animal morreu, poderá haver um acréscimo de 1/6 a 1/3 na pena”, explica. Se for constatado o crime, o julgamento dos policiais acusados será conduzido pelo Tribunal de Justiça Militar após a investigação feita pela Corregedoria.Outro ladoEm nota, a Polícia Militar (PM) esclarece que inicialmente foi acionada para atender uma denúncia anônima de tráfico de drogas.No local os policiais avistaram o tutor do cão portando uma faca e proferindo palavras de baixo calão. Posteriormente, Émerson teria soltado o cão pit bull que, de imediato, foi contra os policiais que se defenderam efetuando um disparo de arma de fogo para contê-lo.Segundo a versão da polícia, o tutor do cão, de posse de outra faca – a primeira foi quebrada ao batê-la em uma madeira – tentou soltar outros dois cães contra os policiais, sendo necessário o uso de força física e do bastão tonfa para contê-lo.“Na residência do autor foi localizada uma munição de uso restrito que foi apresentada ao delegado do Plantão Policial, juntamente com as armas brancas utilizadas, e foi elaborado pela autoridade competente o boletim de ocorrência”.Segundo a polícia, somente 22 dias após a data da ocorrência que Émerson Baldino da Silva compareceu novamente à delegacia solicitando que fosse feito um adendo ao registro inicial informando lesão corporal dolosa e abuso de autoridade.“Os policiais militares que atenderam a ocorrência estão trabalhando normalmente”, conclui a nota.Fonte: Jornal A Cidade ( foto: arquivo pessoal) NOTA DO BLOG: o que tem a ver os cães para que policiais irresponsáveis, bandidos, atirassem nos animais? Qual a arma que os cães teriam contra os marginais pms ?   

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05 de Outubro de 2014

Vira-latas sobreive a injeção letal

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O vira-latas Lázaro sobreviveu a uma injeção letal, surpreendendo os veterinários. A oficial de controle animal Wanda Snell não sabe o que aconteceu, mas ele se recuperou dos medicamentos e, um mês depois, vive com a família no subúrbio de Birmingham, na Inglaterra.O animal já era um sobrevivente porque antes de ir para o abrigo foi atropelado por um carro. A equipe de resgate deu a ele o nome de Lázaro, que, segundo a Bíblia, Jesus trouxe de volta à vida. Os representantes do abrigo não sabem o que aconteceu para impedir a morte do cachorro, e as autoridades se recusaram a divulgar o nome do veterinário que aplicou a injeção.O veterinário Robert Lofton disse à ABC que casos como esse são raros. Ele contou que a sobrevivência do cão poderia ser resultado de uma dose inadequada do medicamento utilizado ou um problema com a aplicação da injeção.Depois que o voluntário Cortney Blankenship postou a história no Facebook, a sorte do cão mudou, e ele foi adotado. Lázaro foi diagnosticado com vermes do coração, e está sendo medicado. A pata machucada no acidente de carro foi engessada e se recuperando. Fonte: globo.com –foto divulgação -

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05 de Outubro de 2014

Ursos dançarinos resgatados de uma vida de maus-tratos

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Na natureza, os ursos são considerados criaturas bastante perigosas. São conhecidos por suas grandes garras que podem ajudá-los a subir em troncos de árvores, ou por serem predadores indesejáveis. No entanto, essa personalidade intimidante (infelizmente) não isenta esses animais de se tornarem vítimas dos humanos. As informações são do One Green Planet.Algumas espécies de ursos estão ameaçadas de extinção devido à caça dos mesmos para venda de suas patas ou bile para a medicina tradicional asiática ou, igualmente, para serem vítimas da indústria do entretenimento. É comum a presença de ursos em zoológicos ou em circos, e em algumas regiões do mundo eles são transformados em “ursos dançarinos” (“dancing bears”).A História dos ursos dançarinosOs ursos dançarinos foram proibidos na Índia em 1972, mas apenas em 2009 todos os que eram explorados dessa forma no país foram liberados, marcando o suposto fim desta tradição.Os ursos usados como dançarinos eram geralmente os ursos-preguiça, uma  espécie que vem sendo classificada como vulnerável pela IUCN (União Internacional pela Preservação da Natureza). Há somente cerca de 20 mil ursos preguiça atualmente documentados na natureza. A maioria deles foi caçada na natureza ainda filhotes e vendidos para o comércio de ursos dançarinos, onde são comprados por um “treinador” que irá ensiná-los a dançar para lhe gerar lucro. Para isso, os ursos são “condicionados”, em um processo que envolve a remoção de seus dentes caninos sem anestesia. Eles também são submetidos a ter o focinho perfurado com uma haste de metal quente. Uma corda, então, é inserida na perfuração como uma forma de controlar o urso enquanto o mesmo dança. Este processo é tão insuportável e horrível quanto parece.Diversas organizações fizeram do resgate desses ursos a sua máxima prioridade. Uma delas é a International Animal Rescue (IAR), que trabalha para combater a caça dos ursos-preguiça e colabora com santuários como o Wildlife SOS, para reabilitar os animais.Bobby, Bintha, e Bean são três ursos que foram resgatados graças à IAR e à Wildlife SOS. Segue a sua história.Resgatados das mãos de caçadoresEm dezembro de 2013, a Wildlife SOS conseguiu apreender três ursos preguiça em poder de caçadores, com a ajuda da polícia local e do departamento florestal. Os animais estavam sendo mantidos pelos caçadores no Nepal, até que tivessem idade suficiente para serem vendidos. Quando atingiram essa idade, os caçadores levaram os ursos para a Índia, esperando vendê-los à comunidade Kalandar, que tradicionalmente explorava os ursos como dançarinos.No entanto, dado que esta comunidade abandonou a tradição, os moradores não estavam dispostos a comprar os animais, e então os caçadores levaram os mesmos ao Nepal, onde foram interceptados por autoridades. Acredita-se que, se não tivesse ocorrido tal intervenção, os ursos teriam sido vendidos para a indústria alimentícia, que produz sopa com as suas patas.Após terem sido resgatados, os ursos Bintha, Bean e Bobby foram movidos para o Bhagwan Birsa Biological Park, em Ranchi, para cuidados imediatos e, posteriormente, encaminhados para o santuário da Wildlife SOS, onde vivem felizes na companhia dos outros ursos do local. Segue a história do progresso de cada um desde a sua chegada no santuário.BeanBean tinha três anos de idade quando foi resgatado. Apesar de sua pouca idade, ele já havia tido uma vida inteira de sofrimento até então. Bean tinha uma corda que passava por seu nariz perfurado e seus caninos haviam sido forçosamente removidos. Veterinários removeram a corda e trataram de suas dores e doenças.Depois do período de quarentena, Bean teve alta e foi permitida a sua  socialização com os outros ursos do santuário. O pequeno foi descrito como “um urso simples que se mantém ocupado cavando buracos ou brincando com sinos no recinto”. Há relatos de que ele ama seu cuidador e pode ser visto brincando com ele a qualquer hora do dia – isto é, quando ele não está comendo melancia e mingau de aveia! Bean também desenvolveu uma estreita relação com a ursa Bintha, e eles adoram brincar de lutar e de perseguir um ao outro.BinthaBintha tinha apenas onze meses de vida quando foi salva pelo time da Wildlife SOS. Assim como Bean, ela teve o nariz perfurado e amarrado com uma corda apertada, e cuja ferida não cicatrizava pois era constantemente puxada por seu “tutor”. Agora a sua ferida finalmente está curada, mas ainda ostenta as cicatrizes.Ela estava muito abaixo do peso ideal quando chegou às instalações, mas desde então ganhou um apetite saudável por frutas – dentre as suas favoritas, estão a romã e a melancia. Seus cuidadores a descrevem como “brincalhona” e até mesmo “arteira”, sempre pronta para traquinagens.BobbyBobby é o mais reservado dos três. Enquanto Bintha e Bean são mais soltos para se relacionar, Bobby se comporta de maneira seletiva para escolher os seus amigos. Os cuidadores do santuário tiveram que utilizar a sua comida favorita – tâmaras – para ganhar a sua amizade. Bobby fez um grande amigo no santuário: Akki, outro urso preguiça, e os dois são inseparáveis.Durante o verão, Bobby e Akki gostam de escalar árvores e tirar cochilos. As longas garras de Bobby permitem que ele suba em superfícies com muita facilidade. Assim que Bobby estiver no recinto de socialização pelo tempo suficiente para que aprenda o básico sobre a vida selvagem, ele terá livre acesso para vagar pela área florestal onde poderá viver quase como um urso selvagem, porém com a proteção adicional da equipe da Wildlife SOS.Esperança para outros ursosBobby, Bintha, e Bean são apenas três dos ursos que foram resgatados graças aos esforços colaborativos da IAR e da Wildlife SOS. Ambas as organizações são dedicadas a lutar para que os ursos dançarinos se tornem uma tradição do passado, e também para combater a caça da espécie vulnerável dos ursos preguiça.Para saber mais sobre a IAR, visite o site. Para obter atualizações sobre o
progresso de Bintha, Bean e Bobby, veja o blog da Wildlife SOS, onde também é possível conhecer formas de ajudar.
Fonte: anda.jor.br ( foto: Wildife SOS )  

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05 de Outubro de 2014

Cadela dá à luz 17 filhotes em Aluminio ( SP )

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Uma cadela SRD surpreendeu seu tutor ao dar à luz 17 filhotes em uma chácara localizada no bairro Vale Grande, na zona rural de Alumínio (SP). De acordo com o tutor do animal, o motorista Flávio Roberto Pereira, além da surpresa pela quantidade de filhotes, o trabalho de parto durou mais de 12 horas: começou às 11h de quinta-feira (2) e só foi terminar próximo de 0h30 desta sexta-feira (3).“A gente nem imaginava que poderia nascer tanto filhote. Ia saindo e a gente pensava ‘não vai parar nunca isso’. Foi inacreditável”, conta o tutor, que considerou a sua cadela uma guerreira. Flávio comentou que estava sozinho em casa quando a Laika, como é chamada a cadela, entrou em trabalho de parto.Dos 17 filhotes, que nasceram de parto normal, apenas uma fêmea não sobreviveu. “Ainda não conseguimos verificar quantos machos e quantas fêmeas têm, porque ela não deixa ninguém se aproximar. Mesmo depois de tantas horas de parto, ela não desgruda dos filhotes, lambe eles, cuida mesmo. É uma ótima mãe”, orgulha-se Flávio que, acredita que 12 sejam fêmeas e quatro, machos.Segundo o médico veterinário Murilo Juste, não é comum uma cadela do porte da Laika ter tantos filhotes de uma vez só. “Normalmente, nasce de oito a dez filhotes, mas pode acontecer, sim, de ter mais. É algo como um caso em mil”, explica.Por conta do esforço que a cadela fez e até para dar conta de amamentar tantos filhotes, o médico veterinário frisa a importância do animal ter uma suplementação de cálcio. “Além disso, é importante que o animal tenha acompanhamento do início ao fim da gestação. E, também, depois, para saber se está tudo bem com a cadela”, esclarece Murilo.O tutor da Laika pretende ficar com um filhote fêmea e doar os demais. Ele garante que irá avaliar caso a caso, que quer ter certeza que a pessoa que ficará com um dos filhotes irá cuidar direito. “Vou até ver com o veterinário para dar as vacinas necessárias e tudo mais. Não quero que os filhotes da minha cadela sejam maltratados”, finaliza Flávio.Fonte: G1( foto: Flavio Roberto Pereira/ Tem Você )

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04 de Outubro de 2014

Oração de um cão abandonado

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“Sabe São Francisco, ainda não entendi, viemos à praça, pensei ser um passeio, estranhei, ele não tinha esse hábito, mas vim, feliz. Aqui chegando, deu as costas, entrou no carro, e nem disse adeus. Olhei para os lados, nem sabia o que fazer – ainda tentei segui-lo e quase fui atropelado. O que teria feito de tão mau? À noite, quando ele chegava, eu abanava o rabo, feliz, mesmo que ele nunca viesse me ver no quintal. Às vezes eu latia, mas havia estranhos no portão, e eu não poderia deixar entrar sem avisar meu dono. Quem sabe foi a mando de minha dona, por eu estar lhe dando trabalho. Não foram as crianças: elas me adoravam, e creio que nem sabem o que aconteceu – devem ter-lhe dito que eu fugi. Como sinto saudades! Puxavam-me a cauda, às vezes eu ficava uma fera, mais logo éramos amigos novamente. Estou faminto, só bebo água suja, meus pelos caíram quase todos. Nossa, como estou magro! Sabe São francisco, aqui neste canto que arrumei para passar a noite, faz muito frio, o chão está molhado. Creio que hoje vou me encontrar aí contigo, no céu. Meu sofrimento vai terminar, e, mesmo em espírito, vou ter permissão para ver as crianças. Peço-vos, então, não mais por mim, mas pelo meus irmãozinhos. Mande-lhes pessoas que deles tenham compaixão. Como eu, sozinhos não viverão mais que alguns meses na terra do homem. Amenize-lhes o frio, igual ao que agora sinto, com o calor de atos de pessoas abençoadas. Diminua-lhes a fome, tal qual a que sinto, com o alimento do amor que me foi negado. Mate-lhes a sede com a água pura de seus ensinamentos, transmitidos ao homem, elimine a dor das doenças, extirpando a ignorância da terra. Tire o sofrimento dos que estão sendo sacrificados em rituais, em laboratórios e tudo mais, tirando dos humanos o gosto pelo sangue. Ampare as cachorrinhas prenhas que verão suas crias morrerem de fome, frio e pestes, sem nada poderem fazer. Abrandem a tristeza dos que, como eu, abandonados – entre todos os males, o que mais doeu foi esse. Receba, São Francisco e Pai celestial, nesta noite gélida a minha alma, pois não será mais meu sofrimento, mas dos que ficarem, e, por eles vos peço. Amém...

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03 de Outubro de 2014

Cães e gatos votam neste domingo

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Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais (Abinpet), há 106,2 milhões de animais domésticos no País. Se considerarmos que a população nacional é de 201 milhões de pessoas, conforme os últimos dados do IBGE, podemos considerar que existe um animal para cada dois habitantes humanos. O Brasil é o quarto no quadro mundial, atrás de China, Estados Unidos e Reino Unido. Entretanto, se considerarmos apenas cães e gatos, aparece na segunda posição do ranking, com 37,1 milhões e 21,3 milhões de animais de cada espécie, respectivamente.

Muitas pessoas dedicam grande atenção e nutrem tamanho afeto por seus animais, que suas decisões, via de regra, são pautadas na garantia do bem-estar deles, inclusive na hora do voto. Ou seja, mesmo que indiretamente, cães e gatos votam. “O animal doméstico tornou-se companhia e parte importante do cotidiano de indivíduos e famílias. Hoje, fazem parte das relações familiares e ocupam lugar fundamental na sua dinâmica. Não é à toa que o cachorro é chamado “o melhor amigo do homem”. A carga afetiva depositada em qualquer espécie é o ponto de ligação. Os animais protegem o lar, fazem companhia, tranquilizam e acalmam, podem auxiliar em alguns processos terapêuticos, mas é o valor sentimental que realmente importa. Sentimentos como amor, carinho, preocupação, motivam as pessoas a lutarem pelo bem estar desses seres. A troca afetiva cria uma vinculação entre o animal e seu tutor, e esse cuidado estimula ações em prol de sua proteção, inclusive no momento do voto. As pessoas votam pelo que se identificam. Se o eleitor tem um grande afeto por um animal, consequentemente, tem um grande interesse sobre a causa e pode, sem dúvida, orientar seu voto neste sentido”, avalia o psicólogo e professor da Faculdade Santa Marcelina – FASM.

Ativista em proteção animal há mais de 15 anos, o deputado estadual por São Paulo Feliciano Filho (PEN) obteve 137.573 votos em 2010, sendo o 15º mais bem votado da Assembleia Legislativa, onde assumiu seu segundo mandato. “A preocupação com o bem estar animal é uma ação de saúde pública e, por isso, essa plataforma é tão importante e significativa para a população”, aponta ele. “A medida em que legislamos pelo bem estar animal e seu tratamento adequado, reduzimos o abandono, a transmissão de doenças, ampliamos a assistência aos menos favorecidos e auxiliamos as entidades protetoras a realizarem seu trabalho com mais tranquilidade. Além disso, as ações se estendem à preservação das espécies, quando alcançam iniciativas que auxiliam na proteção de animais silvestres e exóticos, assim como a promoção da conscientização”, explica.

No estado de São Paulo, desde 2008 a lei 12.916 provocou consideráveis mudanças na forma de atuação dos Centros de Controle de Zooneses (CCZs). A lei proíbe a matança indiscriminada de cães e gatos saudáveis nesses locais, assim como em canis públicos e congêneres. “Com isso, esses animais passaram a ter outra chance de vida”, destaca Feliciano. “Hoje, os CCZs precisam tratar o animal resgatado e doá-lo saudável à população. São vacinados, castrados, microchipados, tratados contra pulga e carrapato, além de vermifugados”, explica.

A lei criou um caminho jurídico que possibilitou a instituição de políticas públicas nos municípios, em convênio com o governo do estado. As prefeituras tiveram que investir em locais adequados para recolher e tratar os animais, deixando-os em condições ideais para serem adotados. A abrangência da lei e os resultados que ela tem trazido aos municípios paulistas fez com que fosse aprovada em outros 11 estados (Rio Grande do Sul, Pernambuco, Alagoas, Goiás, Paraná, Minas Gerais, Espírito Santo, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Maranhão e Distrito Federal).

Entidades de proteção animal de 29 municípios de São Paulo já recebem também os recursos do Programa de Estímulo à Cidadania Fiscal, através dos repasses da Nota Fiscal Paulista. De janeiro a julho deste ano, os benefícios somaram R$ 61.353,00, de acordo com dados da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo.

As organizações que trabalham com proteção animal no estado passaram a ter direito ao benefício no início de 2014, quando foi regulamentada a Lei 14.728/12, também de autoria de Feliciano. Atualmente, 45 instituições estão cadastradas no Programa. Somente na cidade de São Paulo são oito entidades. Cotia, Franca, Sorocaba, São Sebastião e Jundiaí já têm duas organizações trabalhando com recursos provenientes da Lei. Outras cidades são Rio Claro, Mococa, Catanduva, Campinas, Ribeirão Preto, Serra Negra, Suzano, Guarulhos, Itu, Capão Bonito, Americana, Andradina, Brodosqui, Tupã, Sumaré, São José dos Campos, Bragança Paulista, São José do Rio Preto, Santa Bárbara d’Oeste, Amparo, Santos e Piracicaba.

“Agora as instituições precisam se mobilizar para montar suas operações para captação e cadastro das notas, que irão ampliar o acesso aos recursos”, alerta Feliciano.

Também em janeiro de 2014, Feliciano conseguiu a aprovação da Lei 15.316/14, que proíbe o uso de animais em testes de produtos cosméticos, higiene pessoal, perfumes e seus componentes no Estado de São Paulo.

A intensificação do cuidado com os animais e, consequentemente, da redução do índice de abandono, traz conquistas importantes para o país. De acordo com dados do Ministério da Saúde, o número de casos de raiva humana caiu de 73 em 1990 para apenas dois oficialmente notificados em 2011.

Entre os diversos projetos que defende na Assembleia paulista, Feliciano trabalha agora para a criação do Serviço de Hospital Veterinário Público Estadual (PL 827/2014). “Os hospitais regionais atenderão, de forma gratuita, os animais da população carente e de baixa renda, que não tem acesso a clínicas particulares”, explica.

De acordo com o projeto de lei, os hospitais veterinários públicos farão consultas, atendimentos, cirurgias – inclusive ortopédicas e oftalmológicas – dando prioridade ao cuidado preventivo, à castração e à identificação dos animais. Pela proposta, o Serviço de Hospital Veterinário Público Estadual poderá firmar convênios com as faculdades de medicina veterinária, ampliando as oportunidades de estágios.

Leão Bartô e tigre Bengalinha

Uma das instituições que já utiliza a verba para custear as despesas cotidianas é o Rancho dos Gnomos Santuário. Localizado em Cotia, região da Grande São Paulo, recebe animais silvestres e exóticos apreendidos pelo Ibama e pela Polícia Ambiental, e também animais domésticos. “Os repasses estão sendo realizados com regularidade, de forma organizada. A lei é um avanço para nossa atividade”, afirma o fundador da instituição, Marcos Pompeu.

O Rancho trata e recupera a saúde dos animais para reinseri-los na natureza. Mas grande parte das vezes isso não é possível e há necessidade de abrigá-los nas instalações do Santuário. Pompeu conta que atualmente são cerca de 320 animais vivendo no local, entre eles doze leões, um tigre-de-bengala, uma onça parda, além de macacos, veados-catingueiros, gatos-do-mato, jaguatiricas, bichos-preguiça, lontras, emas, mutuns, araras, papagaios, jabutis, equinos, suínos, roedores, cães e gatos.

O Rancho dos Gnomos é um espaço de 34 mil metros quadrados, que opera com 12 colaboradores, além de seus fundadores, o casal Marcos e Sílvia Pompeu. Em 24 anos de atividades, reúne histórias pitorescas, como a do Leão Bartô, que está no local há 18 anos, e do tigre Bengalinha, há 14.

Bartô foi apreendido em 1996 na casa de um fotógrafo, que o comprou de um circo ainda filhote, para utiliza-lo em ensaios fotográficos. Bartô chegou ao Rancho com princípio de raquitismo e extrema magreza devido à alimentação inadequada. Bengalinha está no local desde 2000, quando a equipe o recebeu com sarna e micose por todo corpo. Hoje, o animal, que figura na lista das espécies ameaçadas de extinção, desfruta de um ambiente construído especialmente para ele.

Fonte: Diário da Manhã (foto: divulgação )

 

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02 de Outubro de 2014

Cadela resgatada após passar dez anos acorrentada

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Judith foi uma cadela imensamente abusada e negligenciada, originalmente chamada de Judas por sua primeira família. Eles a acorrentaram por dez anos, e há relatos de que faziam coisas horríveis como, por exemplo, urinar no animal, assim como negar a ele qualquer conforto. O caso ocorreu em Vancouver, no Canadá.

Mas um dia, finalmente, ela foi resgatada. Judith foi acolhida, tomou banho, os nós de seus pelos foram retirados, e ela recebeu todo o carinho e amor que poderia ser capaz de absorver (e que era muito). A cadela foi adotada por uma nova família – um final feliz para uma idosa, e algo negado a muitos. Mas ela teve a possibilidade de aproveitar a companhia de sua nova família por pouco tempo: dezoito meses após ter sido adotada, ela morreu devido à idade avançada. Porém, segundo a reportagem, esse breve período foi repleto de amor e alegria. Toda a história horrível pela qual passou anteriormente ficou absolutamente em seu passado. As informações são da One Green Planet.

De acordo com a reportagem, o que é melhor nessa história é o quão pouco os dez terríveis anos de sua vida importaram para ela, uma vez que foi removida daquela situação. Pareceu que tudo foi instantaneamente esquecido. Ela nunca encarava qualquer uma das novas pessoas que encontrou com desconfiança ou medo. Era como se tudo lhe fosse novo e maravilhoso.

Judith foi apenas uma dos milhares de cães no mundo, com histórias semelhantes. A reportagem termina sugerindo que, cada vez que tivermos a chance de adotar um animal idoso e fazer com que seus últimos anos sejam um pouco melhores, que nos lembremos de Judith.

A One Green Planet também comenta que, quando adotamos animais idosos, pode ser que não tenhamos a companhia deles por tantos anos quanto teríamos ao adotar animais mais jovens, mas o amor que eles podem nos dar e as lições que podem nos ensinar valem mais que qualquer coisa. Sem contar o fato de que, ao darmos a oportunidade deles terem um lar, estamos fazendo algo que poucas pessoas fazem, o que amplifica o valor desse gesto.

Fonte: anda.jor.br  - foto:  Life with dogs

 

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01 de Outubro de 2014

Casal é condenado a prisão perpétua por crueldades contra animais

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Na segunda-feira, um tribunal das Filipinas condenou Vicente e Dorma Ridon pelos crimes de abuso infantil, crueldade animal, tráfico de pessoas e desrespeito à vida selvagem por terem forçado crianças a torturar e matar animais, e filmar os atos em vídeos, conforme publicado pela ANDA. Ambos ficaram detidos desde junho de 2012 – durante todo o seu julgamento – e agora estão condenados à prisão perpétua. As informações são da ONG PETA.Após o aparecimento dos chamados “crush vídeos” na internet, a PETA da Ásia notificou a Agência Nacional de Investigação das Filipinas e trabalhou junto às autoridades para garantir que os Ridons fossem encontrados, presos e processados.Além das penas de prisão perpétua, o casal recebeu multas somando mais de 198 mil dólares cada um por sua participação nos vídeos, em que as meninas – uma das quais estava seminua – foram filmadas esfolando um cão vivo e queimando um outro com um ferro de passar roupas, cortando orelhas de coelhos e expondo suas caudas no fogo enquanto eles se debatiam e gritavam, batendo no olho de um macaco com a ponta de um sapato de salto, e esmagando filhotes até que vomitassem os seus próprios órgãos internos. Segundo a reportagem, fetichistas sexuais da Austrália, França, Coreia, Malásia, Reino Unido, EUA e de outros países compraram os vídeos pela Internet, e todos estão sujeitos a possíveis acusações.Conforme a reportagem da PETA, defensores dos direitos animais fizeram com que esta vitória fosse possível. Uma pessoa compassiva que tropeçou em um dos vídeos horríveis relatou o caso para a ONG da Ásia. Casos como este mostram que nunca se deve silenciar a respeito da crueldade a animais.Fonte: anda.jor.br ( foto : Tv News )

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Moreyra da Silva

Mundo Animal

Perfil

Técnico em Contabilidade, radialista, produtor e apresentador do Programa Mundo Animal na Rádio Jornal AM 710, aos sábados, das 12h às 13h, e na TV Maceió canal 2, da JET. O Programa Mundo Animal completou no último mês de março dez anos no ar, inclusive, com o lançamento do CD Mundo Animal, com crônicas e músicas que falam sobre animais. Recebeu da ONG Quintal de São Francisco de São Paulo o diploma Amigo dos Animais, além de um troféu da Anclivepa de Alagoas e um prêmio Odete Pacheco.

Últimos Comentários

  • Dayane

    como existe pessoas ruins existe também pessoas boas ,parabéns a Celma que salvou a vida desse cãozinho inocente

  • Ricardo Luiz Capuano

    Eu e os animais agradecemos o apoio ! Convidamos a todos a conhecerem nosso humilde trabalho em favor de nossos irmãos caculas !

  • CASSIO

    QUE DEUS TE CONFORTE. ELE COM CERTEZA VAI. CONFORTO TBM A SHAKYRA.

  • CASSIO

    ATÉ QUE ENFIM!!! UFA!!!

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