17 de Abril de 2015

Cães serão retirados de abrigo e mortos no CCZ ( SP )

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Mesmo com a criação do Conselho de Proteção e Defesa dos Animais, onde o objetivo é proteger os animais domésticos e a fauna selvagem, a Prefeitura de Hortolândia, por meio do CCZ e por ordem da promotoria de justiça, despejará animais de abrigo que está sob a direção do Instituto Márcia Campos – Projeto Cão Feliz e inclusive afirmam que serão retirados e mortos em 24 horas. A responsável pelo abrigo, Márcia Campos, afirma que a ONG está regularizada e que a Cetesb sabe que animais e humanos vivem no local.Para tanto, a promotoria justifica a ação relatando que o local do abrigo é de um antigo descarte de lixo e que o mesmo podem prejudicar a saúde dos animais. Até aqui, a atitude do poder público é louvável; mas tudo indica que as questões envolvidas são muito mais profundas; sendo que aparentemente se trata de um local público, conclui Márcia Campos, protetora de animais e responsável pelo abrigo.Márcia menciona também que existe uma lei na cidade de Hortolândia que sugere contenção e pune quem tiver mais de cinco animais no domicílio. Neste contexto, a protetora de animais enfatiza que os abrigos não deveriam se encaixar nessa lei, pois estão cuidando de animais abandonados e reconhece que é a própria sociedade que maltrata e abandona os animais e não o poder público. “Isso é fato! Mas o poder público poderia usar os recursos que possui para conscientizar… Informativos, divulgações, apoio à proteção; mas não dificultar o trabalho de um protetor”, argumenta.Em desabafo ela fala sobre a realidade que está vivendo com a comunicação do CCZ de despejo dos animais por ordens da promotoria:(…) eu não posso fazer cara de paisagem e esperar que a Prefeitura venha com seus carros e mais carros, que abram o portão e que retirem os animais, ou que levem para o CCZ, ou que despejem não sei onde… Animais que eu castrei, animais que eu amparei, animais que eu protejo com a minha própria vida (…). A minha dor hoje é assistir de camarote o poder público intervir e despejar os animais. Porque afinal de contas é isso que vai acontecer!Dentro desta situação ela ainda lembra que existem pessoas maravilhosas como foi o “Correia do Mel e toda a sua equipe” que conseguiram levantar 3 toneladas de ração para mover uma ação de castração do Projeto Cão Feliz, onde doavam a ração para o dono de um cachorro em troca de sua castração.Desta forma, ao final do vídeo ela pede ajuda, pois precisam comprar uma área que seja definitiva para os animais. Afirma ainda que a área existe e está parcialmente em Hortolândia.Contato para doação E-mail: projetocaofeliz@gmail.com
WhatsApp: (19) 9 9103-3928 e Vivo: (19) 9 9749-2611
Fonte: anda.jor.br ( foto : divulgação )

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17 de Abril de 2015

Cães amigos leais ganham novo lar

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A comovente amizade entre dois cães deixados à própria sorte poderá florescer por muitos anos – tudo graças aos salvadores que exigiram que os improváveis melhores amigos fossem adotados juntos. As informações são do site The Dodo.Buster, um boxer, e seu parceiro chihuahua, Little Miss, foram resgatados no início deste mês depois de terem sido encontrados perambulando pelas ruas juntos sem nenhum tutor por perto. A equipe do Cuidado e Controle de Animais do Condado de Maricopa (Maricopa County Animal Care and Control) no Arizona, Estados Unidos, diz que a dupla se tornou inseparável desde então.De fato, Buster e Little Miss até mesmo criaram sua própria tradição de hora da soneca, com o cão maior deixando seu amigo menor subir em suas costas para dormir. O abrigo fez o possível para localizar os possíveis tutores dos cachorros, mas infelizmente ninguém apareceu os procurando. Mesmo assim, ficou claro rapidamente que Buster e Little Miss estavam longe de serem desprezados.Uma fotografia dos cachorros em sua posição fofa de cochilo rapidamente viralizou depois de ser compartilhada no Facebook, levando a incontáveis pedidos de pessoas interessadas em adotá-los. Por insistência do abrigo, porém, qualquer um interessado nos cães, deveria levar ambos, a fim de que não se quebrasse o belo laço entre eles.O pedido do abrigo não ajudou a dissuadir os interessados que fizeram fila para oferecer o melhor lar aos melhores amigos. No domingo, o abrigo anunciou a família sortuda da Califórnia que havia sido selecionada para receber o casal adorável em seu lar, assegurando de que Buster e Little Miss nunca se separassem.Todo ano, milhões de cães e gatos acabam em abrigos de animais nos Estados unidos sem culpa alguma, e cada um esperando desesperadamente por alguém que dê a eles um lar amoroso.Fonte: anda.jor.br   ( Dudu Zen da redação - Foto: Melissa Gable/Maricopa County Animal Care and Control

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16 de Abril de 2015

Mulher sorrindo posta foto de girafa morta ao seu lado

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Uma mulher chamada de “rainha da caça” foi bombardeada de críticas no Twitter depois de ter postado uma foto sua ao lado de uma girafa morta. A imagem chocante foi compartilhada pelo ator e comediante britânico Ricky Gervais que indagou os motivos da caçadora para fazer algo assim. As informações são do The Mirror.“O que deve ter acontecido em sua vida para fazer você desejar matar um animal lindo desses e então se deitar ao seu lado e sorrir?”, escreveu Gervais em seu Twitter. O ator foi bastante apoiado por pessoas que se mostraram indignadas com a imagem.What must’ve happened to you in your life to make you want to kill a beautiful animal & then lie next to it smiling? pic.twitter.com/DyYw1T5ck2— Ricky Gervais (@rickygervais) 13 abril 2015Rebecca Francis tem um site e blogs em que conta sobre sua paixão pela caça em toda a África e América e no qual já postou outras fotos e selfies com animais mortos, tais como ursos, ovelhas, carneiros e veados.Fonte: Terra ( foto : internet ) NOTA DO BLOG: essa louca não passa de mais uma marginal que busca prazer em matar animais inofensivos. Louca, procura um homem para fazer sexo que o que você precisa.

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15 de Abril de 2015

Ativistas realizam novo despacho humano no RS

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Ativistas da causa animal tiraram a roupa mais uma vez no Centro de Porto Alegre para protestar contra a morte de animais em rituais religiosos.
Os protetores, com experiência em campanhas internacionais Peta (People for the Ethical Treatment of Animals), fizeram o novo ato na manhã de terça-feira (14), no Largo Glênio Peres, entre o Mercado Público e o Chalé da Praça XV.

E por que não eles?

Desta vez, o ‘despacho humano’ representou crianças como vítimas de rituais antigos.

Na semana passada, no mesmo local, os ativistas apresentaram pela primeira vez o ‘despacho humano’, que teve repercussão inclusive fora do Brasil.

Projeto resguarda animais

Mais uma vez foi adiada a votação que aconteceria na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa gaúcha, do projeto de lei nº 21/2015, que retoma a redação original do Código Estadual de Proteção Animal (lei nº 11.915/2003), que proibia mortes em rituais.

PL de autoria da deputada Regina Becker – que suprime o artigo 2º, introduzido pela lei nº 12.131/2004 para permitir que religiões de matriz africana sacrifiquem animais em seus cultos e liturgias – recebeu na CCJ um parecer favorável do relator Gabriel Souza. São necessários sete votos entre 12 deputados para que o projeto possa ser liberado para votação em plenário.

Por Rafael Martinelli (em colaboração para a ANDA) foto: divulgação

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14 de Abril de 2015

Cães e gatos abandonados nas Universidades brasileiras

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Universidade públicas de todo o Brasil convivem com um problema relativamente novo: o abandono de animais dentro dos campi. Instituições como a UFMG, Universidade Federal de Minas Gerais, e a UFRJ, Universidade Federal do Rio de Janeiro, também enfrentam o mesmo desafio, que por vezes acaba tomando proporções mais drásticas, com casos de mortes em massa de animais nas dependências das instituições.Foi o que ocorreu na UFMG no último mês de março, com sete felinos encontrados mortos nas proximidades da Fafich, Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, deixando a administração da universidade e os simpatizantes da causa animal alarmados. A UFRJ, assim como a UESPI, também fixou placas para conscientizar a comunidade de que é crime abandonar e cometer maus-tratos contra animais, passível de detenção de até 1 ano.De acordo com o assessor de imprensa da prefeitura universitária da UFRJ, Sidney Coutinho, a UFRJ realizou até um evento sobre o tema, o “1º Encontro Sobre Animais Abandonados em Campi Universitários”. “Esse é um problema que tem atingido cada vez mais as universidades públicas brasileiras, que são detentoras de áreas extensas e de difícil controle e monitoramento”, afirma Sidney.Como o problema é relativamente novo, em geral as universidades ainda não contam com orçamento previsto para este fim. Na UESPI, muito do que vem sendo feito conta com a colaboração de professores simpatizantes da causa e entidades como APIPA e IBAMA. As iniciativas já adotadas na Universidade Estadual do Piauí estão servindo de referência para outras instituições que convivem com a mesma situação. Placas informativas estão sendo instaladas em todos os campi, alertando que abandonar animais é crime previsto em lei federal. Outras peças educativas são cartazes, adesivos para carro e panfletos que orientam sobre como ajudar a identificar infratores. A vigilância física e por monitoramento eletrônico também já está instruída a agir no sentido de identificar e encaminhar para a punição quem for visto abandonando animais na instituição.Falsos AlarmesA grande população de felinos tem gerado falsos alarmes sobre doenças transmitidas por estes, como a toxoplasmose. A UESPI garante é essa informação é improcedente e que nenhum funcionário ou aluno da instituição foi infectado.Sobre as formas de transmissão da doença, o professor Gustavo Melo, veterinário, docente da UESPI de Parnaíba, esclarece: “Estudos mostram que nunca foram isolados oocistos em pele de gatos, mesmo quando este está excretando estes oocistos. Isso demonstra que é improvável o risco de adquirir toxoplasmose apenas acariciando um gato ou mesmo por mordidas ou arranhões”. O professor afirma que não se pode deixar de reconhecer o papel do gato doméstico e dos demais felídeos na manutenção no ciclo evolutivo do Toxoplasma gondii (agente causal da toxoplasmose), porém, sabe-se que há fatores muito mais significativos a serem estudados e levados em conta como “o consumo de alimentos crus ou mal cozidos, que é a forma mais comum de se contrair a doença”.Ainda de acordo Gustavo Melo, a UESPI realiza um trabalho importante de conscientização, pois virar as costas para o problema e deixar que os gatos fossem levados para morte induzida não melhoraria a situação. “Necessitamos de políticas educacionais relacionadas à importância da guarda responsável e de políticas públicas que priorizem o controle de natalidade, bem como medidas que incentivem a adoção dos mesmos”, finaliza.Fonte: Universidade Estadual do Piauí  ( foto: internet )  

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14 de Abril de 2015

ONG vai cuidar de cães após a morte da tutora em Sta Maria RS

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Uma ONG de Santa Maria, na Região Central do Rio Grande do Sul, vai se responsabilizar temporariamente por mais de 80 cães que ficaram abandonados depois que a tutora morreu. A instituição vai arcar com o aluguel da casa e com a alimentação dos animais até que eles sejam adotados.Na segunda-feira (13), dezenas de pessoas fizeram doações de alimentos aos cães. O adestrador Sérgio Loreto arrecadou 200 quilos de ração e levou até a casa onde vivem os animais. “Como tem muitos cães, ia faltar ração em dois, três dias. Agora vai ter no mínimo para 10 dias”, afirmou.Os animais ficaram sem cuidados depois que Maria Dorilda Feltrin, de 66 anos, morreu no último domingo (12), em decorrência de um câncer. Ela morava sozinha e vivia com os cães em casa. Desde então, familiares e vizinhos estavam preocupados com o destino dos animais.Os irmãos da idosa disseram que estão alimentando os cães, mas que não podem ficar com eles. A prefeitura disse que a responsabilidade pelos cães é dos familiares da idosa e que só pode tomar alguma providencia caso receba alguma denuncia de maus-tratos.O impasse foi solucionado graças a uma ONG, que se ofereceu para dar todo o tratamento necessário aos cães e depois disponibilizá-los para adoção.“Com o termo de adoção e visita na casa do adotante. E principalmente, que eles passem por uma avaliação veterinária para ver ser não estão doentes ou se não podem levar alguma doença para outros animais”, detalhou a voluntária Tatiana Siqueira.O caso levantou a discussão para um problema em Santa Maria: a falta de um espaço para abrigar animais abandonados. O Centro de Bem-Estar Animal foi criado por uma lei municipal em 2012, mas nunca chegou a ser construído. “Nós precisamos ter alguns recursos. E não são somente financeiros, são recursos humanos que a Secretaria de Meio Ambiente não possui”, diz o secretário Antônio Carlos Lemos.De acordo com o secretário, são feitas parcerias com veterinários e grupos de defesa dos animais para que cães e gatos abandonados ou vítimas de maus-tratos sejam acolhidos pelo menos temporariamente.Fonte: G1 ( foto: divulgação )

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14 de Abril de 2015

Cão é assassinado a tiros por Policial Militar

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Um cão foi assassinado com um tiro na cabeça na manhã de domingo (12) por um policial militar. O animal, chamado de “Branquinho” estava na frente da casa da sua tutora, a autônoma Maria Barbosa Bastos, 50, moradora da rua Tereza Dávila, bairro Santa Etelvina, Zona Norte de Manaus , e morreu na hora. A ação do policial foi filmada por câmeras de segurança particular e será levada à Corregedoria Geral da Secretária de Segurança, onde a tutora do animal vai denunciar o soldado.O assassinato do cão foi presenciado por vizinhos da mulher que ficaram indignados com a ação do policial. De acordo com testemunhas, o cachorro estava próximo a calçada onde estava um neto de Maria, de cinco anos de idade e outro de oito meses de idade que estava em uma rede, quando apareceu uma viatura, segundo os vizinhos, do programa de segurança pública Ronda no Bairro.Moradores relataram que a viatura tinha acabado de estacionar em frente a uma distribuidora de bebidas, onde costumam visitar depois de uma noite de festa no comércio. Ao passar em frente à casa da autônoma, um dos policiais que estava na viatura puxou a pistola e atirou contra o cachorro acertando a cabeça do mesmo que morreu na hora.Os moradores não tiveram tempo para anotar a placa da viatura. A tutora do cão ficou abalada emocionalmente, chorou muito e os vizinhos revoltados com o ato covarde do policial que, segundo eles, colocou em risco a vida das crianças que estavam próximas ao cão.A bala poderia ter ricocheteada no asfalto e atingido uma das crianças. “Aí eles (os policiais) iriam dizer que atiraram em um traficante”, disse um dos moradores que preferiu não se identificar temendo represálias.A bala que atravessou o corpo de Branquinho foi recolhida pela família e será levada para a corregedoria.A tutora do animal disse que ele era dócil, bem tratado e era o seu companheiro e todos os vizinhos gostavam dele. “ Ele estava sempre por perto e era o meu cão de guarda”, disse a mulher.Familiares da autônoma telefonaram para o 28º Distrito integrado de Polícia (Dip) no bairro Novo Israel, e foram informados que a área onde aconteceu o crime era do 26º Dip, mas que iria comunicar o ocorrido para o 190. Segundo as testemunhas, minutos depois a mesma viatura, parou na esquina da rua e em seguida foi embora sem se aproximar.A leiDe acordo com a legislação, quem mata um animal, seja ele um cachorro ou não, comete um crime. É o que diz o artigo 32 da Lei dos Crimes Ambientais, de 1998. A lei prevê detenção de três meses a um ano, além de multa, para quem praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar qualquer animal. Se houver a morte do bichinho, a pena aumenta até um terço. Quem praticar experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos também pode sofrer a mesma condenação.Culpado pode ser punidoO comandante geral da Polícia Militar, coronel Gilberto Gouvêa garantiu que o caso será apurado. Segundo ele, serão instaurados uma sindicância e um Inquérito Policial Militar (IPM). Caso fique comprovada a morte do animal, o policial será punido e as informações colhidas serão encaminhadas para as autoridades competentes.Fonte: A Crítica ( foto: divulgação ) 

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13 de Abril de 2015

Animais nous do Rio de Janeiros ônib

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Um projeto de lei do vereador Cesar Maia (DEM) pretende permitir que os tutores de animais possam leva-los nos ônibus do Rio de Janeiro.

De acordo com o projeto, será permitido o transporte de animal doméstico se forem atendidas as seguintes condições:

- Deverá ser apresentado ao motorista ou ao cobrador, pelo passageiro, o certificado de vacina emitido por médico veterinário devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina Veterinária.

- O animal deve pesar no máximo dez quilos

- Estar acondicionado em caixa apropriada para transporte, isento de dejetos, água e alimentos, de forma a garantir a segurança, a higiene e o conforto do animal e dos passageiros.

- O recipiente para o transporte deverá ser feito de material resistente, sem saliências ou protuberâncias, à prova de vazamentos

- O manuseio do animal doméstico deverá ser realizado sem acarretar alteração na frequência e itinerário da linha.

Quem quiser levar seu animal terá de pagar a tarifa regular da linha pelo assento utilizado para o transporte do animal. Fica também limitado o transporte de no máximo três animais em um mesmo carro, e apenas um animal por passageiro. O descumprimento das normas pelas empresas acarretará multa de R$ 1 mil.

Fonte: Diário do Rio  ( foto: divulgação )

 

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13 de Abril de 2015

Cachorro esfaqueado ganha nova chance na vida

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Nos Estados Unidos, um cachorro foi cruelmente esfaqueado e abandonado em uma estrada rural na Carolina do Norte. Mas ele ganhou uma nova chance na vida ao ser encontrado por pessoas boas e ser resgatado.

O cão estava com um corte tão grande que precisou de mais de 50 pontos. Ele recebeu o nome de Wilford e está se recuperando dessa brutalidade.

Agora, o cachorro está morando em um lar temporário, na casa de Ellen Brisch, da ONG 4 Luv Of Dog Rescue.

Ellen afirma que Wildford não parece traumatizado e adora pessoas. Tudo que o cachorro precisa é de muito amor, e a esperança é de encontrar um novo lar para Wildford assim que ele estiver totalmente recuperado.

Fonte: Portal do Dog (Foto: Reprodução / Daily Mail UK)

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13 de Abril de 2015

Grêmio faz vaquinha para pagar cirurgia de cão

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Além de jogadores e funcionários, há outros dois moradores do Centro de Treinamentos do Grêmio, em frente à Arena, no bairro Humaitá, em Porto Alegre. Dois cachorros que vivem desde antes da construção no terreno são presenças constantes em treinos do Tricolor. Um deles, uma cadela SRD chamada de Pretinha, foi agraciada com uma vaquinha de R$ 2 mil no departamento de futebol. Tudo porque sofreu um atropelamento que resultou em uma pata fraturada, três cirurgias para colocar e retirar pinos.A pequena Pretinha acabou acertada há alguns dias por um carro nas cercanias do CT, que fica às margens da rodovia BR-290. Foi logo resgatada por funcionários do clube e levada a um veterinário. Que verificou a necessidade de cirurgia. A primeira foi feita, inclusive com colocação de parafusos. Retirados alguns dias depois, já que estavam machucando o animal.Logo no início da recuperação, Pretinha queria acompanhar Alemão, outro cão que vive no CT Luiz Carvalho, nos seus momentos de correria. Como se não quebrara a perna. Ao apoiá-la no chão, acabou tendo uma dolorosa lembrança do ocorrido. O resultado foram gemidos e latidos lamuriosos.Os custos da operação foram todos pagos com uma mobilização do departamento do futebol inteiro. Os R$ 2 mil foram arrecadados para acertar a recuperação da mascote do CT. Os dois cachorros vivem lá desde antes da construção da estrutura gremista no local. Desde a obra, frequentam cada canto da nova sede do clube.Alemão é de longe o mais ativo da dupla, presença constante nos gramados do CT. Nunca, porém, interrompeu um treinamento comandado por Felipão. Parece entender a autoridade do pentacampeão do mundo. Enquanto o elenco trabalho em um dos campos, o animal por vezes persegue os quero-queros que frequentam também o local. Isso ocorreu na última quarta-feira, quando Alemão passou por baixo da grade que circunda às quatro linhas e avançou contra os pássaros. Pretinha, em recuperação, não aparece para os holofotes.Os dois cães contam com um espaço reservado para ambos. Com casa e tudo, no CT Luiz Carvalho. Enquanto os jogadores trabalham e vivem a realidade do Grêmio, contam com pelo menos dois guardiões ávidos por carinho e dedicados 100% ao clube.Fonte: Globo Esporte ( foto: ilustração ) !

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10 de Abril de 2015

Neafa realiza passeio com cães especiais em Maceió Alagoas

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Neste domingo (12), a partir das 15 horas, uma equipe do Núcleo de Educação Ambiental Francisco de Assis (Neafa) vai realizar um passeio com os animais especiais na Orla de PontaVerde.O objetivo dessa ação é mostrar a população que na ONG também existem animais especiais que precisam de lares responsáveis. Além disso, é importante ressaltar que o fato de não terem as quatro patas não os impedem de terem qualidade de vida. Os cães Max, Jéssica, Cibele, Vitório e Baruque irão participar desta ação.De acordo com a Palova Costa, coordenadora do Neafa, animais especiais também merecem ser adotados, pois como os demais já passaram por momentos muito difíceis. “São cães que vivenciaram diversos traumas, como é o caso de maus-tratos e atropelamento. Os veterinários trataram dos ferimentos dos cães, e hoje eles vivem super bem, correm e brincam como qualquer outro que possui as quatro patas”, explicou Costa.Cada cão terá uma plaquinha que o identificará e quem estiver interessado em adotar um deles é só apresentar RG, CPF e comprovante de residência. A ONG ressalta que é necessário ser maior de idade para adotar um pet.Fonte: Deisy Nascimento  ( foto: internet )

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09 de Abril de 2015

Cão que se deitou durante abordagem da PM vive na rua

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A imagem de um cachorro deitado ao lado de suspeitos que se tornou viral nas redes sociais, foi tirada pela própria polícia em 2/4, que se surpreendeu com a atitude do animal.O cachorro se deitou espontaneamente com as patas para cima para ser revistado pela PM em Florianópolis (SC). O policial que comandava a ação ficou impressionado com a fidelidade do animal, e perguntou quem era o tutor?“Piloto não é de ninguém, é da comunidade”; respondeu um dos homens que foi revistado.A reportagem do portal catarinense Notícias do Dia foi à comunidade do Papaquara, e descobriu a origem do nome do cachorro. “Ele não pode ver ninguém entrar no carro, pula logo no colo do motorista e coloca as duas patas no volante”, contou Lucas Guerra da Silva, 26 anos, um dos moradores da rua Braulina Machado que sempre está brincando com Piloto.“Ninguém sabe exatamente a idade de Piloto. Ele foi abandonado por uma família que se mudou daqui a mais ou menos um ano e três meses”, completou Lucas.Ele nunca foi ao pet shop e não é de raça, mas o olhar de tristeza e ao mesmo tempo brincalhão cativa qualquer pessoa e impressiona muita gente com o que é capaz de fazer. Assim é Piloto, um SRD de estatura média, com focinho que lembra um pastor alemão, pelo caramelo no dorso e branco no peito.O carinho por Piloto é tão grande que os moradores da rua Braulina Machado se revezam na compra de ração. Eles até fizeram uma casinha para o cachorro, com tijolos encontrados na rua e forrada com saco plástico preto. “Pela fama que ele está merece até um abrigo decente”, sugeriu a cabeleireira Vanda, que também faz carinho todas às vezes que o encontra na rua com o rabo abanando.Obediente e brincalhão, Piloto faz pose para fotos, e agora é tratado como rei pela comunidade do Papaquara. “A fama aumentou o valor do passe de Piloto”, brincou Lucas Guerreiro Silva. Ele diz que se não morasse de aluguel teria no mínimo cinco cachorros.Ao contrário do que está sendo divulgado por sites estrangeiros – não se trata de um cão tutelado por uma gangue de traficantes de drogas (naquela ação foi detido apenas um dos cinco homens revistados – os quatro restantes foram liberados porque não havia nada que os comprometesse.Fonte: Mural Animal( foto: reprodução )

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08 de Abril de 2015

Feira de adoção de cães e gatos em Maceió Alagoas

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Quem está à procura de um animalzinho de estimação vai contar com uma ótima oportunidade neste sábado (11), no Parque Shopping. Das 10h às 18h, o estacionamento do mall receberá a Feira de Adoção de Animais do Grupo Pata Amada. O evento será aberto ao público e atuará como mais uma oportunidade de proporcionar um lar para cães e gatos resgatados da rua.Para levar para casa um dos bichos, é preciso ser maior de 18 anos e comparecer ao local portando os seguintes documentos: carteira de Identidade, CPF e comprovante de residência. Os cães e gatos aptos à adoção encontram-se todos saudáveis e imunizados.“Firmamos essa parceria com a certeza de que será mais uma ação de sucesso e de grande engajamento do público”, destaca Mayara Diniz, gerente de marketing do Parque Shopping. “Estaremos contribuindo para a redução do número de cães e gatos abandonados e ao mesmo tempo garantindo mais um momento diferenciado para os nossos clientes, em parceria com a loja Pet Place.”Grupo Pata AmadaO Grupo Pata Amada é uma instituição não governamental que funciona como lar temporário para animais resgatados da rua. Promovendo um lugar seguro e maior qualidade de vida para cães e gatos que sofreram algum tipo de maus tratos ou foram abandonados, o grupo já conta atualmente com mais de 44 animais disponíveis para adoção. Serviço:Feira de Adoção de AnimaisLocal: Estacionamento do Parque Shopping – Portaria CData: 11/04Horário: Das 10h às 18h  - Fonte:Mylene Leite ( foto: internet )
82 8842-1148

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08 de Abril de 2015

Povos de terreiro querem derrubar PL que proibe morte de animais

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Morte de vidas, qual a diferença? A pergunta foi feita de forma inusitada na terça-feira (07) aos que passavam pelo Largo Glênio Peres, em Porto Alegre. Seminus, amarrados ao chão, sujos de sangue e cobertos por pipocas e velas, ativistas defensores de animais simbolizaram uma oferenda humana. O grupo protestou contra os rituais de morte induzida praticados nas religiões de matriz africana. O debate foi aberto no estado por conta do Projeto de Lei 21/2015 da deputada Regina Becker Fortunati (PDT) que prevê a proibição dos rituais dos povos de terreiro. O texto quase foi rejeitado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na manhã, mas o pedido de vista do deputado Diógenes Basegio (PDT) postergou a decisão para a próxima semana.Durante a sessão, acompanhada por dezenas de religiosos de matriz africana, dez deputados chegaram a declarar seus votos apontando para a inconstitucionalidade do texto. Apenas o relator da matéria, deputado Gabriel Souza (PMDB) teve entendimento diferente. No entanto, a causa não foi ganha pelos povos de terreiros que lotaram dentro e fora da Assembleia pelo pedido do deputado Basegio, líder da bancada do PDT.“Consideramos que tivemos uma vitória pela mobilização que fizemos. Mas tivemos um traidor do povo. O deputado Basegio. Aquele que vai ao axé, que bota fitinha no pulso, que vai ao mercado bater folha ou que vai no dia 2 de fevereiro levar florzinha pra Iemanjá não pode trair seu povo. Ele quis agradar uma deputada que não merece o título de parlamentar. Em um contexto político que vivemos de crescente intolerância esta deputada consegue instalar o ódio religioso no RS. Ela retoma um processo discriminador, intolerante e racista”, disse a representante do Conselho Estadual de Povos de Terreiro, Mãe Vera Soares.“O racismo está instituído nas Assembleias Legislativas”O Rio Grande do Sul possuiu 60 mil terreiros e aproximadamente 600 mil pessoas praticantes das religiões de matriz africana. De acordo com a representante do Fórum Nacional de Povo de Tradições de Matriz Africana, Regina Nogueira, a resistência dos descendentes desta tradição é nacional. “Em São Paulo acabamos de derrubar um projeto semelhante ao do RS. O racismo está instituído nas Assembleias Legislativas. Mas nós temos o direito de nos alimentarmos da nossa fé de uma forma diferente. Não cometemos maus-tratos e não defendemos a vitela, por exemplo, que todo gaúcho gosta e significa prender um carneiro numa gaiola pra deixar a carne mais clara”, compara.A morte de bois, porcos e ovelhas no Brasil vem batendo recordes nos últimos anos. Conforme dados do IBGE, foram 34,4 milhões mortos em 2013. Deste percentual, 65,1% corresponde a região Sul do país. “Eu nunca vi este pessoal protestar em frente aos matadouros ou aqui mesmo no Largo Glênio Peres em que tivemos agora apouco a Feira do Peixe”, questionou o estudante Guilardo Silveira , presente ao ato contra o morte induzida de animais.Ele ficou impressionado com a cena representada pelos ativistas e é contra o PL 21/2015. “Eu acho errado existir um projeto de lei para tentar mudar uma cultura. A religião africana faz parte da cultura do país, somos descendentes dos africanos. Não fazem nenhuma proposta pra mudar a cultura do gaúcho que se alimenta de churrasco. Quer dizer que contra cultura negra pode, contra a cultura branca que impera na produção de gado não?”, indagou.‘Oferte amor, não sangue’O grupo de ativistas em defesa dos animais se autodefine como independentes e veganos (filosofia de vida que não consome animais ou qualquer produto de origem animal). Entre eles estavam uma gaúcha radicada na França e um francês, militantes em campanhas internacionais de Peta (People for the Ethical Treatment of Animals) e Sea Shepherd Conservation Society.“Oferte amor e não sangue” e “Sacrificar crianças também já foi parte da cultura e tradição” eram as palavras destacadas nos cartazes empunhados por eles durante duas horas de intervenção no Centro de Porto Alegre. Muitos curiosos paravam para ler as frases, tirar fotos ou tentar identificar o que significava o ato. “Não acreditei quando vi. Mas não concordo com esta descaracterização da minha religião”, disse a auxiliar de serviços gerais, Sandra Susete.‘Idiota’, ‘Sinistro’ e outras interjeições eram feitas por alguns que olhavam e minutos depois saiam do local do protesto. Alguns chegaram a confundir os manifestantes com cadáveres. “Eles estão mortos?”, perguntou uma mulher muito impactada.“Estão tentando transformar um ato de proteção aos animais com um ato de intolerância religiosa e não é isso. Eu, por exemplo, sou simpatizante de umbanda, sou filha de Oxum, não tenho preconceito com isso. Mas não é uma questão humana aqui, é o sacrifício de animais. Vidas morrem em nome de um Deus. Somos contra todo tipo de exploração animal”, defende a ativista Luzia Goulart.“Estão repetindo o que fizeram há 500 anos quando retiraram a identidade do povo que tem nos orixás o único elo com a mãe África. Só o racismo pode ter motivado um projeto que cita apenas os povos de terreiro. Nós não somos religião, somos tradição milenar e ela não tem o direito de ferir este princípio que habita dentro de mim e no meu povo. Mas com a força do orixá, não vai vencer. Seguiremos mobilizados”, diz Mãe Vera Soares.Fonte: Sul 21 ( foto: Guilherme Santos Sul 21 )

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07 de Abril de 2015

Baiana cuida de 200 animais em casa

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A casa de número 127, na rua Doutor Edgar de Barros, no Nordeste de Amaralina, em Salvador, parece um endereço normal para quem passa rapidamente pelo local. Mas basta alguns minutos parado em frente casa para perceber uma grande particularidade. Dentro do imóvel moram 55 cachorros e 154 gatos. Os números assustam até conhecer Márcia Luz, assistente social apaixonada por animais, que cuida dos animais com a ajuda da sua mãe, D. Conceição.

Com muitas dificuldades e sem a estrutura necessária para abrigar todos os animais, Márcia conta que desde criança sempre gostou de cuidar de animais. “Eu nem sabia, mas naquela época já sofria bullying. Deixava de brincar no recreio da escola para ficar cuidando dos animais que ficavam lá”, lembra.

Anos depois, a assistente social passou a abrigar cães e gatos abandonados dentro da sua própria casa. Há mais de 20 anos, quando chegou o primeiro cachorro, que foi nomeado Pluto e já faleceu, até o mais recente morador, Bidu, ela abdicou do espaço de sua casa para receber cães e gatos que chegavam a residência gravemente machucados, doentes ou em situação de risco.

“Hoje eu vivo aqui na sala com minha mãezinha. Passei a dormir no quarto dela quando a quantidade começou a aumentar, pois passei a colocá-los no meu quarto. Depois tivemos que sair do quarto dela (mãe) para colocar alguns gatos doentes lá. Agora estamos dividindo esse pequeno espaço por que não temos mais pra onde ir”, revela. Cada espaço da casa que pode servir para alojar os cachorros e gatos, é utilizado para isso.

O trabalho desenvolvido por Márcia é feito de forma organizada e segura. Todos os cães e gatos que chegam a sua residência passam por um processo de triagem e castração para somente depois se juntar aos outros bichos. Quando algum está doente, ficam em local isolados até estarem totalmente curados.

Para sustentar os mais de 200 animais, ela e dona Conceição gastam em média quatro mil reais e contam apenas com doações de ração de alguns amigos. “Eu falo a todo mundo que o melhor presente para mim é ajudar os meus animais. Cada saco de ração que chega aqui eu faço uma festa. Não quero nada para mim, só para eles mesmo.

Dificuldades

Além das dificuldades financeiras, Márcia tem um sério problema para resolver desde 2013. Após denúncias de moradores da rua, a Vigilância Sanitária decidiu que ela teria que tirar todos os animais de sua casa em um prazo de 30 dias. “Eu fiquei sem saber o que fazer. Sei que o barulho incomoda, fica complicado dormir, mas eu faço isso por amor. Se eu tivesse um local cuidaria de todos eles longe daqui”, afirma.

A assistente social ainda continua no mesmo local, mas além de ração ainda há gastos com materiais de limpeza e veterinário. “Tem muitos que chegam aqui com necessidades específicas. Precisam tomar algum remédio, vacinas e tudo isso é caro. O mais novo morado, Bidu, eu recebi com a pata bastante machucada. Levei no veterinário e há a necessidade de amputar. O internamento e a cirurgia são caros, mas assim que conseguir o dinheiro levarei ele pra fazer a cirurgia”, conta.

Atualmente existem seis cachorros necessitando de cuidados especiais entre remédios, alimentação e cirurgia. Também há uma grande quantidade de gatos e cachorros que precisam ser castrados. Para cuidar de tantos animais, é preciso também o auxilio de um profissional disponível durante o dia, o que contabiliza mais gastos para manter o espaço.

Amor de família

Dona Conceição, mãe de Márcia, é a sua principal colaboradora. Assim como a filha, a professora aposentada abdicou de sua casa para dar um lar aos animais. “Eu fui criada com animais desde pequena. Morei em fazenda, em Riachão de Jacuípe, antes de vir para Salvador, sempre gostei de todos eles”, afirma.

Aos 83 anos, a senhora mostra muita disposição para cuidar dos cachorros que circulam pela casa. Chamando quase todos pelo nome, dona Conceição conta que alguns tem ciúmes dela. “Tem dois que dormem no pé da minha cama, como se tivessem me protegendo. Tem outro que não deixa ninguém chegar perto de mim que começa a latir”, revela.

Além de Márcia, dona Conceição tem mais uma filha, Cátia, que cuida dos animais e possui alguns cachorros. “Me corta o coração ver minha mãe, uma senhora de 83 anos, com artrose, nessas condições. Tudo que eu queria era poder dar um quarto novamente a ela, um quarto de princesa como ela merece. Ela abriu mão de tudo para me ajudar e eu espero retribuir um dia’, conta Márcia emocionada.

Espaço para abrigar os animais

Após os problemas com a Vigilância Sanitária, Márcia procurou um terreno para construir um espaço adequado para cuidar de todos os animais. Com a ajuda do companheiro, ela conta que comprou um terreno fora de Salvador. “Nós conseguimos juntar um dinheiro para dar entrada. Depois ele vendeu alguns bens para irmos pagando as prestações e iniciando a construção”, conta.

Depois que o espaço “Três Poderes”, o nome é uma escolha da mãe que é devota de São Lázaro, São Francisco de Assis e São Roque, for finalizado, a assistente social levará todos os animais para o novo lar. “Foi muito difícil conseguirmos um local. Muitas vezes sofremos represálias por tentar levar o espaço para algumas cidades”. Após a construção finalizada, o próximo desafio de Márcia é transportar os cães e gatos para o novo local.

Preocupada com o futuro de outros animais que ainda podem sofrer violência ou abandono, ela escreveu um projeto que pretende desenvolver em breve. “Minha intenção é conscientizar adultos e crianças da importância que todos os seres vivos têm. Tenho o desejo de ir em escolas e mostrar para as crianças que eles também precisam de carinho. E o principal, alertar os pais que um bicho de estimação não é um brinquedo. Antes de dar um bichinho de presente para uma criança, é preciso ensinar que ela deve ter cuidados. É preciso ter a consciência de que um animal é para a vida toda”, pondera.

Ajuda

Quem quiser ajudar com alimentação dos animais ou material de limpeza, pode entrar em contato com Márcia através does telefones (71) 9102-9404 ou (71) 3015-7534.

Há também a possibilidade de doações de material de construção para o espaço que está sendo construído, fora de Salvador, para abrigar todos os animais.

Fonte: Varela Notícias   (Foto: Rayanna Azêvedo/Varela Notícias)

 

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07 de Abril de 2015

Cão univewrsitário morre e é sepultado em campus ( SC)

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“Ele achava que era um de nós”. Assim o estudante de ciências da computação Daniel Camargo, de 29 anos, define o SRD que durante anos frequentou o campus da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), em Joinville. Conhecido como Udescão, o cachorro que “só atravessava a rua na faixa de pedestres” morreu atropelado na tarde do domingo de Páscoa (5), por um motorista que não parou para socorrê-lo.A notícia da morte de Udescão se espalhou rápido e causou comoção, principalmente entre os estudantes. Tanto que a direção do campus autorizou que o cachorro fosse enterrado dentro da própria universidade, ainda no domingo, ao lado do lago onde gostava de ficar. “Tem outros cachorros aqui, mas ele se comportava como se fosse uma pessoa. Nunca latia dentro da universidade, respeitava o silêncio das aulas. Se estava em uma sala e o professor chegava, ele saía na mesma hora. Mas já chegou a acompanhar do lado de fora algumas aulas de matemática”, conta Daniel. Ele acredita que o cão tinha cerca de 17 anos.Ninguém sabia onde Udescão morava, nem onde passava as noites. Mas, durante o dia, era certo encontrá-lo entre os alunos, principalmente perto do restaurante universitário. Eram os próprios alunos e funcionários que alimentavam o cachorro. Muitos tentaram levar Udescão para casa, mas ele sempre voltava para o campus, lembram os estudantes.Às vezes, aparecia machucado. “Uma vez passei uma semana inteira trocando curativos dele. Comprei pomada, tudo. Mas ele sempre tirava o curativo”, lembra o estudante, que o levou ao veterinário algumas vezes – os colegas faziam vaquinha para pagar a consulta.Em 2012, Udescão teve seu “dia de rei”. “Meu amigo veio de carro e o levamos para dar um banho”, diz Daniel.Udescão tem uma página em rede social, onde os alunos compartilham fotos do cão em situações inusitadas. Eles também trocavam informações, principalmente quando ele sumia por alguns dias.Agora, a página reúne apenas as memórias sobre um companheiro que vai deixar saudades. “Meus almoços não serão mais os mesmo sem a companhia dele”, escreveu uma estudante.“Foi um anjo que acalentou a todos e cuidava de todos, quando achávamos que éramos nós quem cuidávamos dele”, diz outro post.Os estudantes pretendem fazer uma homenagem permanente ao Udescão – uma lápide ou uma estátua. O assunto ainda deve ser discutido com a reitoria.Fonte: G1(Foto: Reprodução/Facebook UDESCÃO 

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06 de Abril de 2015

470 mil focas serão assassinadas no Canadá

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O governo canadense permitiu recentemente a matança de cerca de 470 mil focas como parte da maior caça ao animal marinho do planeta. A caça anual de focas no país ocorre principalmente nos meses de março e abril, quando milhares de jovens focas são espancadas até a morte por suas peles. A grande maioria são filhotes que morrerão para abastecer a indústria da moda. As informações são do Daily Mail.A quota anual de caça às focas tem subido nos últimos anos – apesar do mercado de peles ter entrado em colapso após uma proibição mundial. No mês passado, o Ministro da Pesca do Canadá, Gail Shea, definiu a quota de caça às focas para 400 mil animais, 60.000 focas cinzentas e 8.200 focas de capuz – um total de mais de 468 mil animais.As focas são mortas principalmente por suas peles, mas caçadores também vendem sua gordura – usado para fazer ‘óleo de foca’ vendido como um suplemento de saúde. Como se não bastasse, o pênis desses animais é considerado como um ingrediente popular entre os itens afrodisíacos e é vendido principalmente a alguns mercados asiáticos.Com intuito de evitar danos às peles na hora da morte, a maioria das focas são mortas com um machado tipo “hakapik”, uma ferramenta de caça, um martelo usado para esmagar o crânio de uma foca sem danificar sua pele. Trata-se de um gancho usado para arrastar e matar os animais.Por incrível que pareça, caçadores e até mesmo o governo canadense afirmam que esses métodos são humanos. Defensores dos direitos animais dizem que um número alarmante de focas são esfoladas enquanto ainda estão vivas e como é fácil de se imaginar, todas elas são sensíveis à dor.A Humane Society dos Estados Unidos afirma que os cadáveres das focas provenientes das caças foram apresentados a veterinários e o que eles encontraram foram evidências de que até 40% das focas mortas tinham lesões no crânio que não eram suficientes para ter causado a morte. Caçadores de focas também não estão autorizados a matar filhotes, no entanto, essa regra não é respeitada e isso geralmente acontece quando o filhote tem entre apenas dez a 21 dias. Focas adultas são mais difíceis de caçar e precisam ser acertadas por um tiro – uma tarefa difícil quando o animal está na água principalmente quando há o desejo de não destruir a pele.Como resultado, estima-se que entre 95 e 98 por cento das focas mortas durante a caça comercial têm entre três semanas a três meses de idade. A quota de caça às focas definida pelo governo canadense neste ano superou o da última temporada que chegou a 400.000 focas.Os Estados Unidos, a União Europeia, Taiwan, Suíça, México, Rússia, Belarus, Cazaquistão e Armênia pararam de comercializar alguns ou todos os produtos da caça comercial de focas.“As quotas estão subindo a cada ano, apesar da oposição e do mercado de peles de focas desaparecendo”, diz Andy Ottaway da Seal Protection Action Group.Há também outras ameaças às focas canadenses, como a mudança climática. Este fato está causando alterações no habitat coberto de gelo que vivem as focas o qual vem se deteriorando num ritmo alarmante. Nos últimos anos, o governo canadense estimou a mortalidade de 100 por cento dos filhotes nascidos em áreas-chave devido ao derretimento ter se antecipado nesta temporada. Os animais acabam se afogando.“E como o aquecimento global está diluindo o gelo, que é área de reprodução das focas, a espécie já está sob ameaça”, diz Ottaway e acrescenta: “É ultrajante que o governo canadense esteja colocando quotas altas a uma espécie em vias de extinção.”Fonte: anda.jor.br ///Foto: Exclusivepix Media 

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04 de Abril de 2015

Pit bull escapa depois de ser enterrada viva

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Um cão de rua da raça pit bull conseguiu sobreviver a uma série de provações incríveis, incluindo ser enterrado vivo, em Washignton nos Estados Unidos. A história aconteceu em Moses Lake. Morando em uma casa de sucatas improvisada por trabalhadores de uma fazenda próxima a qual ela frequentava, a triste vida solitária desta pit bull quase foi interrompida um pouco antes, em fevereiro, quando foi atingida por um carro. No que pareceu ser uma tentativa equivocada de acabar com o seu sofrimento, um dos trabalhadores rurais a golpeou na cabeça com um martelo. Acreditando-se estar morta, a cachorra foi enterrada – viva – em um campo, mas mesmo assim, Theia, como é chamada, se recusou a desistir da vida. Os relatos são da estação de notícias KHQ e as informações do The Dodo.Quatro dias depois, ela foi descoberta andando ao redor da fazenda, ferida e suja, após ter sido retirada do seu túmulo. Os administradores da fazenda a levaram imediatamente ao veterinário, onde seus ferimentos foram tratados, incluindo um maxilar deslocado e um corte na cavidade do seio que exigiria uma cirurgia para reparação.Depois de saber da história, Sara Mellado, uma residente local, se comoveu e ofereceu à Theia um novo lar, com a certeza de que ela pudesse se recuperar e finalmente encontrar uma casa para sempre.Os médicos da Universidade Veterinária da Washington estão otimistas que a cavidade do seio de Theia pode ser reconstruída, permitindo-lhe respirar normalmente, mas a cirurgia não sairá barato. A página GoFundMe foi lançada na internet buscando doações para os $ 10.000 do procedimento. Todos se sensibilizaram e foram levantados mais de 15.200 a partir de apenas centenas de doadores.Charlie Powell, oficial de comunicações no hospital veterinário da faculdade, disse ao The Dodo que por enquanto o corpo de Theia ainda precisa de alguns cuidados, mas seu espírito está tão forte como nunca para retornar a tantas pessoas que a amam.“Se você fosse parar para atender a esta cachorra, você não teria idéia do que ela já passou. Ela não guarda rancor. Para ela, trata-se de: Onde está a próxima refeição? Que mão eu posso lamber a seguir? O quanto eu posso brincar?”, diz Powell sobre a guerreira sobrevivente.Fonte: anda.jor.br ( foto: Sara Mellado

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02 de Abril de 2015

Cão se deita ao lado de suspeitos durante abordagem policial

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Em uma operação conjunta das polícias Civil e Militar, em Florianópolis, os agentes flagraram uma cena inusitada. Um cachorro deitou ao lado dos suspeitos e "imitou" os homens que estavam sendo revistados. A ação aconteceu nesta quinta-feira (2), na comunidade de Papaquara, no bairro Vargem Grande, Norte da Ilha de Santa Catarina.A imagem foi registrada por volta das 13h30 durante a operação coordenada pela Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic), que contou com apoio da Coordenadoria de Operações Policiais Especiais (Cope) e da Polícia Militar. Segundo a PM, quando os suspeitos deitaram para serem revistados, o cachorro juntou-se voluntariamente aos detidos.A operação resultou na prisão de duas pessoas, entre elas, um homem citado pela polícia como um dos líderes de uma facção criminosa que atua dentro e fora dos presídios de Santa Catarina. Ele estava foragido há quase dois anos, segundo a Polícia Militar.Ainda de acordo com informações da PM, pelo menos 1,4 kg de maconha e uma balança de precisão foram apreendidos com os suspeitos.

O G1 entrou em contato com o delegado responsável pela ação, mas ele estava ouvindo os envolvidos e não passou detalhes da operação até a publicação desta reportagem.
Fonte: G1 ( foto : divulgação )

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02 de Abril de 2015

Mulher que matou cão a facadas é multada em 6 mil

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A mulher que matou o cachorro a facadas no Jardim Terra Branca, em Bauru (SP), foi multada pela Polícia Militar Ambiental na quarta-feira (1º) em R$ 6 mil, acusada de maus-tratos. Ela também vai responder processo administrativo ambiental. Na área criminal, a mulher foi indiciada pela polícia civil por dano, lesão corporal e desacato.O ataque ao cão ocorreu no dia 27 de março. Segundo a Polícia Civil, a mulher disse que estava em um churrasco quando a cachorra dela escapou. Ao sair para procurá-la, viu o cão SRD em cima da fêmea, de raça shar pei. Ao tentar separar os animais, acabou mordida pelo cachorro e o golpeou.Cerca de 30 pessoas protestaram em frente à Central de Polícia Judiciária de Bauru nesta quarta-feira. Eles pediam mais rigor na lei que aborda maus-tratos e a prisão da mulher de 39 anos. O ato foi organizado pelas redes sociais. A Polícia Militar acompanhou o protesto.Durante o fim de semana, a casa da mulher foi pichada. O G1 foi até a residência para fazer reportagem, na segunda-feira (30), quando flagrou dois jovens pichando o muro do local, onde já havia várias frases ofensivas à moradora. A polícia foi acionada, mas já não havia ninguém no momento em que estiveram lá.Na noite de 28 de março, aproximadamente 80 pessoas estiveram em frente a casa dela, condenando a atitude da mulher. Os manifestantes foram ao local vestidos de preto, com faixas e cartazes, com pedidos de justiça e ameaças. Eles acenderam velas, levaram seus cachorros e colocaram fezes de animais em frente à casa da mulher.Entenda o casoUm cachorro foi morto a facadas por uma mulher de 39 anos no dia 27 de março. De acordo com informações da Polícia Civil, a mulher disse que estava em um churrasco quando a cachorra dela escapou.Ainda segundo relatado no boletim de ocorrência, a mulher, que saiu do churrasco com uma faca na mão, tentou separar a fêmea, da raça shar pei, de um SRD que estava em cima dela. Ela supostamente foi mordida pelo cachorro e, no revide, golpeou três vezes o animal, que morreu na hora.A Polícia Militar teve que ser acionada para conter os moradores que assistiram à violência e tentaram agredir a mulher. O B.O. foi registrado como dano, lesão corporal e desacato, porque a mulher teria desrespeitado um policial que estava no local à paisana no dia do fato. Ela foi encaminhada para a delegacia, foi ouvida e liberada. A polícia investiga o caso.Fonte: G1(Foto: Renata Marconi / G1)  

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01 de Abril de 2015

A história da ursa mutilada o Peru

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Parece-se agora com um grande roedor, mas Cholita já foi uma ursa andiana como as que inspiraram a icónica personagem dos contos infantis ingleses ‘As Aventuras do Urso Paddington’. Encontrada num circo no Perú onde foi vítima de mutilação, a história de Cholita comoveu as redes sociais que sob a organização da Animal Defenders International (ADI), iniciaram uma campanha para a salvar e lhe dar um novo lar.A ursa andiana, de 25 anos, foi resgatada de um circo no Peru onde foi vítima de maus-tratos, nomeadamente de mutilação, e levada temporariamente para um jardim zoológico até lhe arranjarem um novo lar. A mudança para o zoo aconteceu há 10 anos e o novo lar, esse, nunca chegou.Onde os seus companheiros de espécie têm uma espessa pelagem preta, Cholita apenas tem pele devido aos anos como vítima de maus-tratos. No circo, Cholita vivia numa jaula de 1,5 metros quadrados e “as cicatrizes do passado abusivo são óbvias. As suas garras foram brutalmente cortadas e os seus dentes quebrados, deixando-a indefesa. Cholita está quase irreconhecível como uma fêmea da sua espécie, devido à severa perda de pelo que sofreu”, conta Fleur Dawes, porta-voz da Animal Defenders International.Devido à sua situação e aspeto, não existem muitos lugares no Peru dispostos a acolher a ursa. Contudo, a Animal Defenders International, uma organização para a defesa dos direitos animais com sede em Londres, Reino Unido, liderou a campanha para transferir Cholita do Peru para os Estados Unidos da América (EUA).Rapidamente, a rede social Twitter inundou-se de imagens de Cholita e mais de 30.000 pessoas viram o seu vídeo no Youtube, levando várias organizações defensoras dos direitos animais a juntarem-se à causa.A ADI começou a mobilizar os seus contactos, iniciando os procedimentos para transportar Cholita para os EUA. Esta segunda-feira, após uma semana de negociações, o Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA confirmou que a emissão de uma licença para que a ursa pudesse entrar no país.Um caminhão de resgate da ADI já se encontra a caminho do jardim zoológico onde está Cholita e demorará 24 horas a chegar. A partir de quarta-feira a ursa andiana irá viver no centro de resgate da Animal Defenders International e a organização vai passar as próximas semanas a preparar a sua viagem para os EUA.A salvação de Cholita integra uma operação maior denominada “Operação Espírito de Liberdade”, coordenada entre as autoridades peruanas e a ADI, e que já resgatou de circos peruanos 24 leões. Adicionalmente, estão sob os cuidados da organização mais de 70 animais no seu centro de resgate temporário, localizado nos arredores de Lima, Perú.O sucesso da campanha da operação de resgate de Cholita saiu das fronteiras da América Latina e chegou aos ouvidos do próprio Michael Bond, o criador dos contos infantis ‘As Aventuras do Urso Paddington’. “Os ursos, e particularmente os do Peru, ocupam um lugar importante na minha vida”, disse. “Esta história é terrível. Espero que a organização consiga ajudar Cholita para que esta recupere”, disse o escritor.*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.Fonte: JourliQ ( foto: divulgação )  

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Moreyra da Silva

Mundo Animal

Perfil

Técnico em Contabilidade, radialista, produtor e apresentador do Programa Mundo Animal na Rádio Jornal AM 710, aos sábados, das 12h às 13h, e na TV Maceió canal 2, da JET. O Programa Mundo Animal completou no último mês de março dez anos no ar, inclusive, com o lançamento do CD Mundo Animal, com crônicas e músicas que falam sobre animais. Recebeu da ONG Quintal de São Francisco de São Paulo o diploma Amigo dos Animais, além de um troféu da Anclivepa de Alagoas e um prêmio Odete Pacheco.

Últimos Comentários

  • thassia

    Coitado do cachorrinho não merecia isso.

  • Dayane

    como existe pessoas ruins existe também pessoas boas ,parabéns a Celma que salvou a vida desse cãozinho inocente

  • Ricardo Luiz Capuano

    Eu e os animais agradecemos o apoio ! Convidamos a todos a conhecerem nosso humilde trabalho em favor de nossos irmãos caculas !

  • CASSIO

    QUE DEUS TE CONFORTE. ELE COM CERTEZA VAI. CONFORTO TBM A SHAKYRA.

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