27 de Janeiro de 2015

Cadela enforcada é salva por 2 PMs em SP

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Um vídeo publicado em uma rede social mostrou parte da ação de dois policiais militares que salvaram uma cadela que foi enforcada por um homem, em São João da Boa Vista (SP), no sábado (24). De acordo com o cabo da PM Ricardo Pedro Bom, o homem de 32 anos que maltratou o animal sofre de problemas mentais e havia tentado matar o cão de uma criança da região. O acusado foi levado ao Plantão Policial, assinou um termo circunstanciado e vai responder por maus-tratos contra animais em liberdade.De acordo com o policial, ele e outro militar chegaram à residência no bairro Jardim das Flores após uma denúncia e encontraram o animal aparentemente morto. “O homem estava todo mordido, pois tentou agredir outro cachorro na rua, que acabou mordendo ele. Ele dizia coisas sem sentido e que precisava matar a cadela, pois ela estaria com um espírito ruim no corpo. Parecia que o cão já estava morto quando chegamos, mas o outro policial percebeu que ela estava se movendo e podia estar vivo, então tentamos reanimá-lo com massagem cardíaca e respiração boca a boca, improvisando um cano. Depois disso, liguei para um veterinário e ele me orientou por telefone sobre como ajudar o animal”, contou.Os homens colocaram o animal na viatura e o levaram para o veterinário, que medicou e tratou a cadela. O animal, chamado Bolinha, tem nove anos é tutelado por uma criança de 11 anos de idade.A Polícia Civil registrou um boletim de ocorrência contra o rapaz que, segundo a família, será internado novamente em uma clínica psiquiátrica. A esposa do policial Ricardo Bom, Michelle Tenari, visitou o cachorro e acredita que Bolinha ficará com sequelas, apesar de apresentar melhoras. “Ela está se movimentando mal, não consegue ficar em pé normalmente e cai após alguns passos. É uma coisa muito triste porque ela é uma cachorra muito dócil”, disse.O artigo 32º da Lei de Crimes Ambientais prevê pena de detenção de três meses a um ano, além de uma multa para o autor em casos como esse, mas é comum que os acusados consigam reverter a pena em serviços sociais.Fonte: G1 ( foto: internet )

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27 de Janeiro de 2015

MP denuncia 4 pessoas por envenenamento de animais no RS

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Rafael Oliveira Silveira, Oberdan Callai Chaves, Luiz Fabiano Cardoso e Vinicius Chissini Nunes foram denunciados pelo Ministério Público (MP) de Bom Jesus por causar a morte por envenenamento de 126 cães e três gatos em novembro de 2014. A promotoria considerou que eles praticaram três crimes: maus-tratos contra animais, perigo – por distribuírem produto tóxico em via pública, e associação criminosa. Os quatro devem apresentar resposta à Justiça, que decide se vai ou não aceitar a denúncia do MP.Na época em que a matança ocorreu, todos trabalhavam na prefeitura. Silveira, que foi eleito vereador, atuava como secretário de Desenvolvimento Econômico. Depois, ele deixou o cargo e voltou ao Legislativo. A administração municipal sustentou que essa mudança já estava prevista. Com o indiciamento pelo envolvimento neste caso, ele foi preso. A Justiça determinou a prisão com base no histórico do vereador que também é acusado de dois homicídios de trânsito.Chaves e Cardoso foram exonerados dos cargos que exerciam na prefeitura. E Nunes, que nega envolvimento, continua atuando na administração municipal.Fonte: Gaúcha ( foto: internet )

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27 de Janeiro de 2015

Homem dança com animais mortos em matadouro

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desrespeitando um porco. Além do animal ser morto e pagar com a própria a vida a alimentação de outras pessoas, os trabalhadores foram filmados dançando com facas nas mãos com os cadáveres pendurados.As denúncias envolvendo locais como este são muitas. Centenas de acusações apontando as péssimas condições de higiene e as horríveis formas de transporte, armazenamento e produção de carne pelo Brasil já foram registradas.Em dezembro de 2014 um jornal de Alagoas, reportou uma matéria no município de São Miguel dos Campos, interior do estado, denunciando as péssimas condições do matadouro da cidade onde a poucos metros era possível avistar urubus em plena luz do dia comendo os restos dos animais mortos, acumulados em recipientes abertos ao ar livre.Também, a JBS Friboi, maior produtora de carne animal do mundo e segunda maior empresa privada do Brasil, com 125 mil funcionários e uma receita bruta estimada em cerca de R$ 100 bilhões, é alvo constante de denúncias.Em 2014, segundo ministério público do trabalho, a JBS-Friboi foi penalizada em R$ 2 milhões por irregularidades de exigência de jornada superior a dez horas diárias, inclusive em atividades insalubres, além da falta de indicação de riscos no Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) e no Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) e o não fornecimento de equipamentos de proteção individual (EPIs).No mesmo ano, no município de Barra do Garças (MT), a empresa foi multada em R$ 6 milhões e sofreu embargos na planta frigorífica da unidade por crime ambiental. A decisão foi aplicada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema-MT) após constatar junto ao Ministério Público Estadual e do Serviço de Inspeção Federal (SIF), auxiliada por peritos da Polícia Técnica de Mato Grosso (Politec), relatando que a JBS-Friboi enterrava cadáveres de bovinos durante transporte em uma área de um hectare de extensão dentro da reserva florestal da unidade, no que ficou conhecido como “um verdadeiro cemitério clandestino de animais”.A carne que chega à mesa dos consumidores passa por este processo. Não existe “abate humanitário”, pois não há possibilidade de tornar humano o hábito de matar animais. Os bastidores destes locais não são revelados à população para a qual é entregue bandejas limpas e higienizadas nos supermercados. O passado daquilo que escondem é o mundo da violência e descaso humanoFonte: anda.jor.br ( foto: internet )

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26 de Janeiro de 2015

Cadela vira mascote do corpo de bombeiros

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Há quatro meses, o Batalhão de Busca e Salvamento do Corpo de Bombeiros, em Rio Branco, conta com uma nova companheira, a cadela Branquinha. Adotada pela corporação, o animal sofreu um acidente este mês e ficou sem andar. Com pena da cachorra, que não conseguia mais se locomover, o soldado Diego Júnior, de 23 anos, teve a ideia de construir uma cadeira de rodas feita com cano PVC, tecido e roda de bicicleta infantil.

“Ela foi atropelada por um carro na frente do quartel e nós a levamos para o veterinário. Depois disso, ficamos até pensando se deveríamos matá-la, porque ela não movimentava as patas traseiras, ficava se arrastando. Resolvemos, então, construir a cadeira”, disse.

A cadeira ficou pronta na terça-feira (20) e todo o batalhão ajudou na hora de comprar os materiais. “Nós juntamos o material, dividimos os gastos, compramos o que era necessário e gastamos cerca de R$ 70. Foi um pouco difícil montar o carrinho, porque foi a primeira vez que fiz isso, foi necessário realizar alguns testes até conseguir finalizar”, diz.

Diego conta que o animal ainda está se acostumando com a cadeira de rodas e todos esperam que a cadela volte a andar em breve. “Ela está apresentando melhoras, talvez daqui um tempo não precise mais da cadeira. Acho que ela vai voltar a andar com três patas”, acredita.

Mascote

Diego afirma que o animal já virou o mascote do batalhão e é muito querida por todos que frequentam o local, localizado na Estrada do Amapá. Ele lembra que a vira lata chegou ao batalhão muito debilitada. “Ela era muito magra, bem feinha. Agora está mais gordinha e bem cuidada”, diz.

A equipe se reveza para cuidar do animal e aplicar a medicação. “Tem duas soldadas, a Aline e a Andréia, que são as mais responsáveis. Mesmo quando elas não estão de plantão, lembram no grupo de whatsapp a hora do remédio, da comida, essas coisas”, explica.

Para Diego, a profissão incentiva o amor pelos animais. “A nossa profissão ensina que não podemos escolher vidas, temos que ajudar todos, dos animais até os seres humanos”, acredita.

Fonte: G 1 ( foto : Diego JR )

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26 de Janeiro de 2015

Leoa salva por jovem o abraça todos os dias

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Um vídeo no Youtube que mostra a leoa Sirga abraçando o homem que salvou sua vida já foi visto por mais de 15 milhões de vezes. Agora, a amizade entre o felino e o alemão Valentin Gruener vai se transformar em documentário, que deve ser lançado ainda este ano. As informações são do Daily Mail.O jovem de 27 anos salvou a leoa quando ainda era um pequeno filhote abandonado pela mãe em terras que pertencem a Willie De Graaff, em Botswana, África. Sirga foi encontrada quase morta, mas o fazendeiro permitiu que Gruener, que trabalha no Projeto Vida Selvagem Modisa, tentasse salvar sua vida.Depois de sobreviver, conforme mostra o documentário Lionheart (Coração de Leão, em tradução livre), todos os dias, quando Gruener vem abrir a jaula, Sirga pula em cima dele e lhe dá um abraço.Agora, a leoa está aprendendo a caçar (e, claro, seu amigo é quem a acompanha) para, futuramente, voltar à vida selvagem. Gruener assumiu o compromisso com De Graaff de ajudá-la a se tornar um caçador autossuficiente, mostrando-lhe como pegar sua própria comida na floresta. “Ela aprendeu a ser paciente, perseguir e deixar seus alvos em emboscada”, disse o alemão, que passa horas agachado em matagais ou nadando em poços de água ao lado de Sirga.“O dia em que ela matou seu primeiro antílope foi o mais incrível da minha vida, porque percebi que ela um dia será capaz de cuidar de si mesma na natureza”, acrescentou ele, orgulhoso.Fonte: Terra (Foto: Daily Mail / Reprodução)  

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26 de Janeiro de 2015

Cara Delevingne é criticada por pousar com filhote de leão

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A modelo Cara Delevingne virou alvo de polêmica e fortes críticas depois de ter posado com um filhote de leão numa ação publicitária para a marca Tag Heuer, de quem é a nova embaixadora.A modelo posou com um filhote de leão ao colo e despertou a atenção dos defensores dos animais, que manifestaram indignação nas redes sociais alertando que “filhotes de leão não são adereços e a sua saúde e bem-estar não devem ser colocadas em risco”.Até os fãs de Cara usaram o Twitter para protestar dizendo que a ideia foi “estúpida” e representa “abuso contra animais”.Nas fotos é possível perceber que o animal não gostou muito de fazer parte da produção e chegou até arranhar e morder a modelo.Fonte: O Fuxico ( foto: divulgação )

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26 de Janeiro de 2015

Cachorro tem parte do couro arrancado e sobrevive

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As voluntárias e voluntários da Associação Protetora dos  Animais São Francisco de Assis (APASFA) de Prudentópolis, na região Centro Sul do Paraná, estão tentando salvar o cachorro que teve o couro arrancado.A crueldade contra o animal está repercutindo enormemente e chama a atenção pelo estado em que o animal foi deixado, com o couro de grande parte do corpo arrancado. Quem teria feito essa barbaridade?A comunidade está mobilizada para ajudar o cão e encontrar o autor do crime. Internautas desconfiam de que o animal poderia ser usado para um ritual de Magia Negra.Nas redes sociais, a entidade pede ajuda para cuidar do cachorrinho que recebeu o nome de Vitório e de outros animais resgatados, recolhidos por voluntárias e voluntários, tratados, recuperados e postos para adoção responsável.Quem puder ajudar acesse o link:  (APASFA – Associação Protetora dos Animais São Francisco de Assis)Fonte: Folha Centro Sul ( foto :diivulgação )   

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26 de Janeiro de 2015

Tutora cumpre lista de aventuras com sua cxadela

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Lauren Fern Watt e sua cachorra Gizelle eram as melhores amigas. Elas passaram por grandes experiências de vida juntas, e estavam sempre unidas para dar apoio uma à outra. Quando Gizelle foi diagnosticada com câncer ósseo terminal, Lauren tornou-se determinada a ficar forte e continuar a aventura de uma vida com sua melhor amiga. Segundo a reportagem, juntas, a dupla veio com uma lista de coisas a fazer para ser completada nos últimos meses de vida de Gizelle, e foi “épico”. As informações são do One Green Planet.“Foi a minha missão para agradá-la e explorar as alegrias da vida”, escreveu Lauren. “Fugiríamos da cidade e procuraríamos por cachoeiras, cozinharíamos e tiraríamos uma soneca na grama. Nós pularíamos no oceano sem toalhas, apenas para aproveitar o sol secando em nós, e nunca me importaria com detalhes como areia no carro”.Lauren está compartilhando a sua história e de Gizelle com o mundo. Aqui estão fotos de sua incrível lista de aventuras.“Gizelle e eu sempre costumávamos assistir ‘A Pequena Sereia’ juntas, e uma cena favorita era aquela em que Ariel era conduzida em um barco pelo príncipe Eric. Então, eu estava determinada a colocar todos os 70 quilos de minha filhote assustada em uma canoa”.“Como a maioria dos nova-iorquinos, Gizelle e eu temos um pouco de repulsa pela Times Square. Apesar disso, ainda é um marco famoso de Nova York; então eu decidi que iríamos às 6h45 da manhã, antes dos personagens de desenhos animados em tamanho natural e os turistas pudessem entupir as calçadas”.“Gizelle adorava andar de carro, então eu aluguei um e fui com ela e minha melhor amiga Rebecca fazer uma viagem de quatro dias só para meninas, através de New England, sem destino em mente. Nos revezamos em colocar a cabeça para fora da janela, não se preocupando com trabalho, prazos, ou meninos”.“Por um dia inteiro, Gizelle e eu nos sentamos no Washington Square Park, no centro de Nova York, e ficamos olhando as pessoas”.“Gizelle sempre tinha sido a companheira para conhecer rapazes em passeios no East Village. Então, foi a vez dela. Quando eu descobri que um amigo estaria dando uma festa com 19 adoráveis cães solteiros na lista de convidados, eu sabia que essa era a chance de Gizelle conhecer alguém especial”.“Depois que descobri que ela estava morrendo, pelos de cão na minha cama, outrora proibidos, e baba no meu rosto não pareciam importar tanto como passar o tempo abraçada com Gizelle. Ela me ensinou que o amor é o presente mais maravilhoso que posso receber, e é a melhor coisa que eu tenho para dar”.“Ouvi que Gizelle não sobreviveria até o Natal, mas em janeiro nós nos sentamos à beira-mar no Maine, em um dia no qual nevou, no dia antes dela morrer. Parte de mim se perguntou se este era o seu plano o tempo todo – me levar em uma aventura, sabendo que terminaríamos em uma praia deserta sozinhas…Eu sabia que ela iria viver através de minhas experiências, e que eu dei a ela a melhor vida que eu podia. E isso, para mim, foi infinitamente renovador”.Fonte: anda.jor.br   ==Foto: Lauren Fern Watt / Life with dogs 

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24 de Janeiro de 2015

MPE/AL investiga mortandade de peixes

O Ministério Público do Estado de Alagoas (MPE/AL), por meio da Promotoria de Justiça de Coruripe e da 4ª Promotoria de Justiça da Capital, instaurou, nesta sexta-feira (23), um procedimento preparatório para investigar elevado índice de mortandade de peixes e a possível insuficiência de oxigênio no Rio Poxim, no município do litoral sul. A investigação terá o apoio operacional do Núcleo de Defesa do Meio Ambiente do 1º Centro de Apoio Operacional do MPE/AL.

Segundo o Ministério Público, os órgãos de fiscalização ambiental desconhecem o motivo do desequilíbrio ambiental em Coruripe. Para as promotoras de Justiça Lavínia Fragoso, Hylza Paiva Torres de Castro e Gilcele Damaso de Almeida Lima, que comandam o estudo do caso, a situação do rio não só coloca em risco o meio ambiente, como também a saúde da população. No procedimento, elas requisitaram perícia de constatação de dano ambiental ao Instituto do Meio Ambiente (IMA/AL).

“Incumbe ao Ministério Público tomar todas as medidas necessárias para a implementação do equilíbrio ambiental, sejam elas positivas (provocando o Poder Público para a elaboração de planos, controlando a omissão pública e privada), sejam elas negativas (coibindo condutas dos diversos agentes envolvidos que de alguma forma intentem contra seus princípios)”, consideraram as promotoras na Portaria publicada hoje no Diário Oficial do Estado, que formaliza a instauração do procedimento.

Poluição sonora e maus-tratos aos animais

A 4ª Promotoria de Justiça da Capital instaurou nesta segunda-feira mais dois procedimentos preparatórios. Um deles vai apurar a denúncia de poluição sonora por parte da Igreja Avivamento da Fé, na Rua Emani Passos, no bairro do Tabuleiro dos Martins. De acordo com as informações que chegaram ao MPE/AL, o prédio estaria sendo construído sem autorização dos órgãos competentes e e também não teria instalações hidrossanitárias adequadas, de modo a ocasionar forte mau-cheiro e surgimento de vetores na região.

Já o segundo procedimento trata de representação formulada pela Comissão de Meio Ambiente e Bem-Estar Animal da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Alagoas (OAB), que denunciou a ocorrência de maus-tratos a animais no Condomínio Recanto dos Pássaros, no bairro do Benedito Bentes. Segundo a OAB/AL, a violência contra os bichos atenta contra a proteção conferida a eles pela Constituição Federal, inclusive no tocante a proibição de submissão de animais à crueldade, bem como colocando em risco a saúde pública.

A promotora de Justiça Lavínia Fragoso determinou os dias 27 de fevereiro e 09 de março para realização de audiências públicas referentes à situação da Igreja Avivamento da Fé e dos animais no Condomínio Recanto dos Pássaros, respectivamente. Ambas as reuniões ocorrerão no prédio-sede da Procuradoria-Geral de Justiça, no bairro do Poço, às 10h.

Fonte: Aqui Acontece( foto: internet )

 

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23 de Janeiro de 2015

Jovem resgata cão jogado em canal (RO)

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Um jovem de 22 anos se arriscou para socorrer e retirar um cachorro SRD que foi jogado no canal de drenagem em um córrego de Vilhena (RO), município distante 700 quilômetros de Porto Velho. O salvamento do cachorrinho aconteceu na tarde de quarta-feira (21), quando Sérgio de Lima Gonçalves estava passando pela Avenida Brigadeiro e ouviu o animal latindo. O canal serve como um córrego para a saída de água do perímetro urbano.O auxiliar de serviços gerais acionou o Corpo de Bombeiros para fazer o resgate, mas ele diz que no momento em que iniciavam os trabalhos, a corporação precisou sair para socorrer um acidente de trânsito.Agoniado com o latido do animal, Sérgio procurou por uma escada com os moradores do bairro. “Consegui com um vizinho da frente. Não quis esperar os bombeiros retornarem, pois vi o cachorro tremendo de frio lá dentro”, relembra.A parede do canal de drenagem possui cerca de quatro metros de profundidade. Ao G1, o jovem disse não ter pensado no risco de doenças, já que o canal recebe água suja da rua. “Só pensei em salvá-lo, pois sou apaixonado por animais”, garante Gonçalves.Assustado, o animal latiu e rosnou enquanto Sérgio se aproximava andando na água. “Mas foi só fazer um carinho nele que consegui pegá-lo”, diz. O jovem acredita que o cão foi arremessado por alguém no local. “Acho que ele foi jogado por alguém lá. Como a parede é alta, não acredito que animais caiam e muito menos entrem lá”, afirma.Após salvar o cachorro, ele conta que o animal ficou na casa de um amigo e depois foi encaminhado para uma clínica veterinária, onde vai receber tratamento e poderá ser colocado para adoção. Na quinta-feira (22), o jovem fez  uma visita ao cachorro na clínica. Ele afirma que tem o sonho é montar um canil para abrigar os cachorros de rua da cidade.Fonte: G ! (Foto: Carlos Franco/Extra de Rondônia) 

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23 de Janeiro de 2015

Lei da PB reconhece vaquejada como esporte

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Uma lei estadual publicada na quarta-feira (21) no Diário Oficial do Estado da Paraíba reconheceu a vaquejada como um esporte no âmbito estadual. A norma estadual n° 10.428, de autoria do deputado Doda de Tião (PTB), gerou uma onda de protestos e repúdio nas redes sociais por parte de ativistas e ONGs que lutam pela defesa dos animais.A ONG Harmonia dos Protetores Independentes dos Animais (Harpia) foi uma das primeiras instituições a vir a público repudiar a lei sacionada no dia 20 de janeiro pelo presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Ricardo Marcelo (PEN). Em uma postagem em uma rede social no dia 21 de janeiro, a ONG ressaltou que “é dever do Poder Público a preservação/proteção da fauna, não pode este tolerar (omissão) e, muito menos ‘autorizar’ (ação), ainda que por lei, atividade de atentado à fauna”.A página da Harpia na rede social ainda compartilhou fotos afirmando que a prática de vaquejada não pode ser considerada cultura, uma vez que promove a tortura dos animais. A famosa ativista da defesa dos animais, Luiza Mell, também utilizou a rede social para demonstrar consternação com a publicação da lei estadual. A ativista paulista, que também é atriz e apresentadora, comentou na sua página na rede social que estava muito triste com a decisão do poder legislativo paraibano sancionar um lei que reconhecia a vaquejada como um esporte.“Para quem não sabe, a vaquejada é um dos ‘esportes’ mais cruéis que existem. Ela consiste em aterrorizar um filhote de boi ou um boi jovem, normalmente com choques e surras para que ele corra desesperadamente por uma arena, enquanto um peão sobre um cavalo tem que encurralar ele e derruba-lo puxando violentamente o rabo. Muitas vezes, o boi não consegue nem se levantar mais após a violenta queda que causa fraturas e não raramente, morre”, postou a ativista.Maribel Amengual, secretária da ONG Amigo Bicho em João Pessoa, comentou que as ONG que lutam pela proteção dos animais devem ser reunir para formalizar uma investida contra a lei. Ela aproveitou para criticar a postura dos parlamentares paraibanos. “Esse tipo de lei chega a ser uma piada, Fazem do animal uma atração. Farra de boi, rodeio, vaquejada, tudo isso já era para ter sido extinto há muitos anos, não só no brasil, mas outros países também. Em nome do dinheiro o empresariado não se importa com o bem-estar do animal”, desabafou.As ONGs paraibanas de proteção de animais vão se reunir e definir a próxima ação de repúdio à lei, segundo Maribel Amengual. Ainda segundo a ativista da ONG Amigo Bicho, um protesto em via pública e um abaixo-assinado devem ser promovidos. “Pedimos que a população que não compactue com esses eventos, que não comparecem, não dêem dinheiro a esse tipo de show de horror”, clamou Maribel.O G1 tentou entrar em contato com deputado Doda de Tião por telefone. Foram feitas ligações para o gabinete e celular do parlamentar, mas nenhuma delas foi atendida até a publicação dessa reportagem.Por sua vez, o presidente da Federação Paraibana de Parques de Vaquejadas, Arthur Freire, ressalta que existe um regulamento técnico que define normas para prezar pela integridade física dos animais. “Quem fala é porque não tem conhecimento. Temos todo um cuidado para proteger os animais. A pista, por exemplo, tem que ter uma espessura mínima de 20 centímetros e é proibido o uso pelos vaqueiros de qualquer equipamento cortante ou pontiagudo”.Fonte: globo.com ( foto : internet )

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22 de Janeiro de 2015

Tatuadora doa parte do que ganha para animais carentes

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O amor pelos animais levou a tatuadora Catharina Bastos a realizar uma campanha de doação para a Associação Piauiense de Proteção e Amor aos Animais (Apipa). Durante duas semanas, a empresária – que tem um estúdio na avenida União, bairro Memorare, Zona Norte de Teresina – ofereceu descontos aos clientes, sendo que metade do valor arrecadado, R$ 3 mil, foi revertido na compra de rações, medicamentos e material de limpeza para os animais amparados pela instituição.“Fizemos o desconto para tatuagens na cor preta no tamanho de 8 x 8 que custa em média R$ 120 e durante a campanha custava R$ 50. No período, conseguimos R$ 3 mil e a metade foi doado para a Apipa. O sucesso foi enorme e a campanha que duraria uma semana, se estendeu. Mais de 80 clientes participaram”, disse Bastos.A empresária revela que é associada à Apipa há seis anos e inclusive já integrou o comitê de secretaria da instituição. Sobre o amor que nutre pelos animais, ela revela uma particularidade: cria 20 gatos adotados e 9 cães, mas tem na pele um verdadeira Arca de Noé: só de bichanos, tem quatro, fora os sapos, corujas…“Além do amor pelos animais, o que me motiva é a dificuldade financeira da Apipa para cuidar de tantos animais, que foram abandonados ou sofreram algum tipo de violência. A necessidade de doação é enorme. As pessoas costumam ajudar, mas não é algo constante, é algo esporádico.Tenho mais de 20 animais em casa e sei quanto custa”, disse a tatuadora que fez campanha semelhante em 2012.Atualmente, a Apipa abriga cerca de 270 gatos e aproximadamente 100 cães, animais disponíveis para a adoção. A associação de proteção aos animais depende da ajuda da população, pois não existe auxílio governamental. Além da folha de pagamento com funcionários de mais de R$ 5 mil, a Apipa tem despesas com contas de luz e água, além de um gasto mensal de quase meia tonelada de ração.“No momento temos muitos filhotes que foram recolhidos após serem abandonados. Há uma necessidade muito grande de remédios, pois eles estão com quadro de desnutrição”, disse Jane Haddad, administratora da instituição.Os interessados em fazer doações podem comparecer na sede da Apipa, localizada na rua 38, nº 1041, bairro Vila Uruguai, em qualquer horário. As visitas ocorrem apenas no período da tarde, das 14h às 16h.Fonte: Cidade Verde (foto: instagram )

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22 de Janeiro de 2015

Camila Camargo posa ao lado da nova amiga de quatro patas

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Camilla Camargo, filha de Zezé Di Camargo, mostrou o novo membro da família, a cadelinha Lua.Na quarta-feira (21), pelo Instagram, Camilla se derreteu ao apresentar o filhote. Na legenda da foto, ela contou que a cadela foi encontrada pelo pai na porta de um hotel, e resolveu adotá-la.— Diante de vários animais abandonados pelo Brasil, eis que meu pai achou esse na porta de um hotel em Minas e ele com seu enorme coração adotou essa linda, que eu batizei de Lua. Mais uma pra família.. Bem-vinda minha Lua, e te prometo todo amor nesse seu novo lar.Fonte: R7 ( foto: instagram )  

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21 de Janeiro de 2015

Projeto peixe-boi faz primeira soltura em 2015

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O Projeto Peixe-boi realiza, nesta quarta-feira (21), a partir das 10 horas, a primeira soltura de animais no ano de 2015. Trata-se de um exemplar fêmea da espécie, batizada de “Clara”.Ela será devolvida à natureza no leito do rio Tatuamunha, em Porto de Pedras, Litoral Norte de Alagoas, por meio das equipes da Base Avançada do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Aquáticos (CMA) e do Centro de Reabilitação de Animais Silvestres – CRAS/CMA/PE.Clara é uma fêmea com idade estimada em 4 anos e 10 meses que foi encontrada encalhada na praia de Retirinho, município de Aracati/CE. Ela foi resgatada pela equipe da Associação de Pesquisa e Preservação de Ecossistemas Aquáticos (AQUASIS) e translocada ao CMA/ICMBio (Itamaracá/PE) em uma aeronave bimotor do Governo do Ceará.Após reabilitação em Itamaracá, Clara foi transportada em abril de 2014 para o recinto de aclimatação no rio Tatuamunha, Porto de Pedras/AL, para que pudesse se adaptar as condições ambientais e assim aumentar as suas chances de sucesso na reintrodução. Após oito meses de aclimatação, Clara está em ótimas condições de saúde e poderá finalmente ganhar a liberdade.Para que o projeto possa monitorar o animal após a soltura, são usados microchips e transmissores por satélite. O monitoramento objetiva acompanhar a adaptação de Clara à natureza, possibilitando intervenção da equipe se necessário. São ainda gerados dados que auxiliarão os pesquisadores a definir áreas importantes para a conservação da espécie.O Programa de Manejo para a Conservação de Peixes-boi no Brasil teve início em 1994 com a reintrodução dos peixes-boi Astro e Lua em Paripueira/AL. Desde então, o Projeto Peixe-boi vem desenvolvendo uma trajetória de sucesso com a reintrodução de novos animais. Foram 20 translocações, totalizando 45 animais devolvidos à natureza entre os estados de Alagoas e Paraíba.Porto de Pedras/AL é a principal área de soltura no país, tendo a Base Avançada do CMA em Alagoas como principal executora das solturas e monitoramento destes indivíduos. Os objetivos da reintrodução destes animais na natureza são de recolonizar áreas ocupadas no passado, reconectar populações isoladas entre os estados de Alagoas e Pernambuco e aumentar a variabilidade genética destas populações, protegendo-as da extinção.O Projeto Peixe-boi/ICMBio foi criado em 1980 e é executado pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Aquáticos – CMA. Em Alagoas, o CMA atua em parceria com a APA Costa dos Corais, através do Projeto Toyota APA Costas dos Corais, que conta com aporte financeiro da Fundação Toyota do Brasil e da Fundação SOS Mata Atlântica. O Instituto Mamíferos Aquáticos – IMA também apoia a execução do Projeto.Fonte: Gazeta Web Maragogi( foto: Severino Carvalho )  

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20 de Janeiro de 2015

Jumenta é encontrada morta e estrupada em Garanhuns PE

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Um agricultor do Sítio Castainho em Garanhuns, PE encontrou um animal morto com as pernas amarradas e possivelmente o pescoço quebrado, na manhã do último domingo.Segundo informações da Polícia Civil, o tutor do animal procurou a Delegacia Regional e informou que logo pela manhã ao verificar seus animais encontrou sua jumenta morta e ao lado do animal havia alguns preservativos usados. O animal estava amarrado em uma arvore com as pernas apeadas. A PC instaurou inquérito para apurar o corrido.Ainda de acordo o tutor da jumenta, que gravou um vídeo do animal morto, ao retorna da delegacia ele percebeu que um indivíduo havia alterado toda cena, cortando a corda que o animal estava praticamente pendurado e jogado os preservativos longe do local.O caso dever ser investigado pela 2º Delegacia de Garanhuns.Fonte: Alagoas 24 Horas ( foto: divulgação )  

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19 de Janeiro de 2015

Mulher adota animais abandonados há oito anos

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Na contramão do comércio de animais domésticos, Andréa Santos, de 55 anos, adota cachorros em condição de abandono e maus-tratos há cerca de oito anos. Atualmente com dois cachorrinhos, Scooby e Mel, a moradora do bairro do Bessa, em João Pessoa, prefere acolher a comprar. Em quase uma década, a dona de casa conta que já adotou oito cachorros, alguns já idosos, outros doentes. Para ela, apesar do desafio, a maior recompensa é ter o carinho retribuído à medida que vão ficando saudáveis.

“Adoto por amor. Dá trabalho, mas vale a pena ver o amor que eles dão de volta para a gente. Muitas vezes eles entendem a gente mais que outras pessoas, nos dão atenção. Crio cachorros há muitos anos e nunca precisei recorrer à compra porque tem muito animal abandonado precisando de um lar, de cuidado”, relatou. Iniciativas como a de Andréa Santos têm ganhando destaque, principalmente nas redes sociais.

A ONG Adota João Pessoa é um dos aliados na promoção de campanhas de adoção de gatos e cães abandonados. Com mais de 27 mil curtidas, a entidade divulga em sua página em uma rede social animais abandonados que muitas vezes não precisam só de um casa, mas de tratamento veterinário. Alick Farias, uma das idealizadoras da página, explica que o maior problema é encontrar lares temporários para os bichos que precisam de cuidados médicos.

Alick Farias, que também é uma das coordenadoras da ONG, ressalta ainda que todo o tratamento e alimentação dos animais encontrados na rua são custeados pela própria entidade, que depende exclusivamente de doações. “Contamos com seis clínicas parceiras. Mais uns 20 voluntários que trabalham ativamente cedendo suas casas ou participando dos bazares que a gente promove para arrecadas fundos. Mas a demanda é muito grande por conta da repercussão da página. Precisamos de mais ajuda”, comentou Alick.

A Adota João Pessoa tem um conta corrente apenas para receber contribuições financeira destinadas à compra de medicamentos, ração e pagamento de tratamentos veterinários. “É uma via de mão dupla. Retiramos animais das ruas, muitas vezes doentes, e entregamos animais saudáveis que vão dar atenção e carinho a quem adota”, completa. Ainda segundo a idealizadora da página, os veterinários parceiros facilitam as consultas, dando descontos e facilitando o pagamento, mas que o ideal era ter mais parceiros para atender a demanda.

Se pelo lado individual há benefícios, pelo coletivo não é diferente. O gerente do Centro de Vigilância Ambiental e Zoonoses de João Pessoa (Cvaz), Nilton Guedes, salienta que a adoção de animais abandonados ajuda no controle populacional, reduz o número de acidentes causados por animais, a mortalidade de gatos e cachorros, e o risco da proliferação de doenças tanto entre os próprios animais quanto na transmissão para humanos.

Nilton Guedes alerta, no entanto, que não adianta adotar o animal abandonado e não realizar a castração. “Não é só retirar o animal da rua ou dar comida. Tem que fazer a esterilização, ajudar no controle de natalidade. O papel fundamental da adoção é fazer um controle populacional. Não deixar que esses animais se reproduzam desordenadamente. Por isso oferecemos o serviço de esterilização gratuitamente no Centro de Zoonoses”, avaliou o gerente.

O serviço é exclusivo para moradores da capital paraibana. É preciso ir até o Cvaz, na Avenida Sérgio Guerra, no bairro dos Bancários, com um comprovante de residência, um documento de identidade, ser maior de idade e saber a faixa etária do animal. O Centro de Zoonoses também incentiva a adoção promovendo feiras em parceira com as ONG de proteção e defesa de animais.

Independente da raça, do tamanho ou da idade, Andréa Santos atenta que não existem diferenças quando se trata de carinho e atenção. “Minha filha veio me falar que queria um cachorrinho. Fui logo avisando que a gente ia encontrar um para ela. As pessoas ainda abandonam muitos animais na rua, principalmente quando estão velhos ou doentes. Já adotei bichinho cego, a maioria SRD, mas o amor não faz distinção”, conclui a dona de casa.

Fonte: G1( foto: Andréa Santos )

 

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19 de Janeiro de 2015

Corregedoria da PM/AL investiga major que atirou em cachorro

internet Destaque

A Corregedoria da Polícia Militar (PM) abriu um procedimento administrativo, na manhã desta segunda-feira (19), para apurar a atitude do major que atirou na cabeça de um cachorro na semana passada, no bairro do Poço, em Maceió. A denúncia partiu de uma manicure, dona do animal, e a ação foi vista como ato de violência por entidades que cuidam do bem-estar de animais carentes.

De acordo com o capitão PM Lúcio, da Corregedoria, as investigações iniciam hoje, mesmo sem a dona do animal ter protocolado denúncia junto à Ouvidoria do setor. O militar afirma que é uma medida comum da corporação. “Vamos apurar as circunstâncias do fato, mas não podemos adiantar nada. Ao final de quinze dias, o procedimento será concluído”. Um oficial foi designado para comandar os trabalhos.

A manicure Lídia Pereira da Silva procurou a Gazetaweb, nesse fim de semana, para denunciar que presenciou o vizinho dela atirando na cabeça do animal. Ainda muito nervosa ao narrar a cena, ela diz que estava com o cachorro e, no momento em que ele fazia necessidades fisiológicas, o cão do vizinho se aproximou e os dois animais se enroscaram em uma briga. O dono não gostou, teria entrado em casa, pego a arma e disparado contra o focinho do bicho de estimação da manicure.

Já o militar se defendeu das acusações, alegando que o cachorro da vizinha atacou seu animal e, para salvá-lo, efetuou o disparo. Ele diz que tentou socorrer o cão da vizinha, mas ele saiu correndo, ensanguentado. O major disse que já entrou em contato com a clínica veterinária e irá arcar com todas as despesas.

'Violência'

A cena também provocou reação em entidades que acolhem animais de rua. Para a assessora do Núcleo de Educação Ambiental Francisco de Assis (Neafa), Deisy Nascimento, está mais do que provado que a atitude do major foi uma ação “violenta e truculenta”.

“Para variar, a gente acha um absurdo, porque nada justifica a atitude do major, já que ele poderia ter separado os animais de alguma forma, mas preferiu pegar uma arma e atirar em um ser indefeso. Portanto, pedimos à Justiça que ele, pelo menos, pague com prestações alternativas, porque a punição de três meses a um ano de detenção não vai ocorrer, não é mesmo? A lei é muito branda”, expôs Deisy.

A representante do Neafa também citou que a entidade não vai “tomar partido” em defesa do animal porque, no momento, cuida dos seus, que foram envenenados no final do ano passado. De 30 cães, 12 não resistiram e morreram na sede do Núcleo. “Nesta quarta, o promotor Flávio Gomes vem aqui, para conhecer as instalações e dar prosseguimento ao processo investigativo. A delegada responsável já veio, colheu depoimentos e levou filmagens de uma câmera instalada na unidade”, reforçou Deisy.

A coordenadora do Projeto Acolher, Naíne Teles, também espera que o caso chegue ao Poder Judiciário e que este aplique as devidas medidas punitivas. “Foi uma violência, nada justifica, mas cabe à Justiça decidir. O major veio me procurar, explicando a situação, e disse que pagou parte do tratamento na clínica que cuida dos animais levados por membros do projeto”, comentou a coordenadora.

O animal foi operado para a retirada da mandíbula, medicado e está em observação médica. No momento, o estado de saúde dele é grave, porém, estável.
Fonte: gazetaweb.com ( foto: divulgação )

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19 de Janeiro de 2015

Cães abandonados são resgatados em Rio Branco no AC

internet Destaque

Dois cães foram resgatados em um terreno abandonado, na manhã de sábado (17), no Bairro Abrahão Alab, em Rio Branco, por representantes do Ministério Público (MP-AC), policial militar e voluntários da Sociedade Amor a Quatro Patas, após denúncia de vizinhos. A denúncia foi feita ainda no ano passado à Sociedade, que passou as informações para a Polícia Ambiental. O policiamento abriu um processo no MP-AC, para obter uma ordem judicial para entrar no local e resgatar os animais que estavam no espaço há mais de dois meses.Uma das vizinhas, que pediu para não ser identificada, comprava ração e com a ajuda de um balde amarrado a uma corda levava alimento e água aos animais, por cima do muro. “Quando olhei pela primeira vez eles mal andavam, foi aí que comecei a comprar ração e todo dia deixava pra eles”, diz.De acordo com a presidente da ONG, Luciana Souza, os vizinhos perceberam que os animais estavam sem alimentos e água, pois o dono do terreno não aparecia há dias no local. Luciana foi informada que o proprietário aparece de vez em quando na propriedade.“É um terreno murado, não tem casa. Então os moradores nos ligaram pedindo que resgatássemos os cachorros. Estávamos esperando o Ministério Público autorizar nossa entrada no terreno”, conta.Ainda de acordo com Luciana, representantes da entidade tentaram entrar em contato com o proprietário do local por telefone, mas as ligações não foram atendidas. “Ligamos várias vezes mas ele não atendeu e nem retornou nossas ligações, inclusive, os próprios vizinhos tentaram falar com ele, mas também não conseguiram”, explica.O promotor Vinícius Menandro, que está respondendo pela Promotoria Especializada de Defesa do Meio Ambiente, explicou que abandonar animais é configurado crime ambiental.“Nós constatamos uma situação de flagrante delito de maus-tratos. Nesses casos, a Constituição permite o ingresso na residência para resgatar os animais. Nós não conseguimos encontrar o proprietário, os vizinhos disseram que há dois meses ele não aparece na casa. O dono dos animais vai responder por crime de maus-tratos previsto na lei de crime ambiental”.O promotor disse ainda que os animais vão passar por uma avaliação em uma clínica veterinária. “Agora eles vão ser encaminhados para receber os primeiros socorros e depois restituídos a uma vizinha que se prontificou a ficar com eles até o tutor se apresentar”, finalizou.Fonte: G1 ( foto: internet )  

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18 de Janeiro de 2015

Espanha punirá brigas de galos com prisão

A Espanha punirá, pela primeira vez, “a exploração sexual” contra os animais (zoofilia) com uma pena de três meses a um ano de prisão, assim como os maus-tratos em espetáculos não autorizados, como as brigas de galos e cachorros, com prisão de seis meses a dois anos.O parlamento espanhol debate nestes dias uma reforma do Código Penal e hoje o deputado do governante Partido Popular Leopoldo Barreda revelou estas medidas em um debate para aumentar a proteção aos animais no ordenamento jurídico do país.A maioria dos grupos parlamentares espanhóis celebrou a introdução destas penas, que, além disso, castigarão o abandono quando a vida do animal estiver em risco e desabilitarão, de um a três anos, os maus tratadores de animais para tutelar animais domésticos.Em relação com a zoofilia, será castigado quem “maltratar injustificadamente qualquer animal que não viva em estado selvagem, causando lesões que menosprezem gravemente sua saúde ou submetendo-lhe à exploração sexual”, com penas de prisão de três meses a um ano.Além disso, serão castigadas “as pessoas que organizarem combates de cachorros ou galos com a pena de prisão de seis meses a dois anos e inabilitação especial de 10 a 20 anos para quem for proprietário, possuidor ou ter a seu cuidado qualquer animal”.Fonte: Yahoo Notícias ( foto: internet )

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18 de Janeiro de 2015

Cadela sobrevive ao ataque ao jornal Charlie Hebdo

Destaque

As notícias do ataque terrorista ao escritório do jornal francês Charlie Hebdo em Paris, que resultou na morte de doze pessoas no dia 07 de janeiro, aterrorizaram o mundo.Há um indíviduo, no entanto, que está fazendo o seu melhor para iluminar as vidas dos sobreviventes da equipe do Charlie Hebdo – uma cachorra da raça Cocker Spaniel chamada Lila. As informações são do One Green Planet.Lila era uma presença constante no escritório, amiga de todos os funcionários que lá trabalhavam. Ela estava regularmente nas reuniões, e fazia questão de cumprimentar a todo e qualquer visitante à maneira típica de um cão amigável.Na manhã dos ataques, não foi diferente. Lila entusiasticamente cumprimentou a todos os funcionários e estava seguindo o seu colega favorito, o cartunista Jean Cabut, pelo escritório. Ele havia levado petiscos para serem servidos na primeira conferência do editorial de Ano Novo, e Lila não saía do seu lado.E de repente os disparos começaram.Em uma entrevista para o Le Monde, Sigolene Vinson, uma repórter do Charlie Hebdo, contou a sua história. Ela disse que estava na cozinha quando os tiros começaram. Ela rastejou da cozinha até outra sala, enquanto os seus colegas eram assassinados um a um. Um dos agressores a encontrou, e disse-lhe que eles não matariam as mulheres. Ela permaneceu no lugar, conforme instruções. Quando os terroristas saíram, ela foi até a sala de conferências, onde estava a maioria das vítimas.“E então eu ouvi os passinhos de Lila”, declarou Vinson.Lila também teve a vida poupada. Ela estava caminhando pelo escritório, procurando por Cabut. Mas o seu cartunista favorito havia sido assassinado.Lila era um dos membros do escritório antes dos ataques. A sua sobrevivência ao incidente, bem como o conforto que ela traz aos membros remanescentes do Charlie Hebdo, transformaram-na no mascote da redação. Levará muito tempo para que os colegas, a família e os amigos da equipe se recuperem dessa tragédia, mas o animal tem sido um apoio para todos.Fonte: anda.jor.br ( Patricia Tai ) - Foto: A.Ginori/Huffington Post

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18 de Janeiro de 2015

Cavalos são envenenados em Maceió Alagoas

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Um dia após a denúncia do suposto envenenamento de sete cavalos em uma chácara localizada no bairro do Village Campestre II, outros três animais morreram na madrugada deste domingo (18), Agora, o número de animais mortos chega a cinco. Duas éguas, uma delas prenha de três meses, ainda agonizam.Um dia após a denúncia do suposto envenenamento de sete cavalos em uma chácara localizada no bairro do Village Campestre II, outros três animais morreram na madrugada deste domingo (18), Agora, o número de animais mortos chega a cinco. Duas éguas, uma delas prenha de três meses, ainda agonizam.Uma amiga da família, chamada Magna Soares, contou à reportagem do G1 que o dono dos animais percebeu a morte dos três cavalos quando chegou à propriedade, na manhã deste domingo. "Eles não conseguiram fazer nada para evitar a morte dos três. Eles dizem que talvez consigam salvar uma das éguas, mas as chances são mínimas de que isso aconteça", explica.Magna foi a responsável por fazer a denúncia do suposto envenenamento no sábado (17). O proprietário da chácara, Cícero Messias da Silva Júnior, disse que percebeu que os animais estavam passando mal na manhã do dia anterior. Um veterinário constatou os sintomas de envenenamento. "Acredito que algo foi colocado no cocho onde eles comem”, falou.O filhote da égua que está prenha, e que ainda está saudável, foi isolado. Outros dois cavalos haviam sido encontrados mortos. Apesar da gravidade da situação, Silva Júnior disse que não irá prestar queixa na polícia. “Já aconteceu isso outra vez aqui quando quatro cavalos foram envenenados e nada foi resolvido. Por isso não vou prestar queixa”, disse.Dois dos cavalos que morreram há dois anos pertenciam a José Antônio Lamenha dos Santos. Ele lamenta estar passando pela mesma situação mais uma vez. "A gente luta, batalha para conseguir as coisas e aí vem alguém e faz mal a um animal desses. Isso não existe", desabafa.Cães envenenados
A chácara onde os animais apresentaram sintomas de envenenamento é vizinha do Projeto Acolher, uma instituição que cuida de animais abandonados e vítimas de maus-tratos, e onde sete cães foram envenenados no dia 12 de novembro do ano passado. Quatro deles morreram no mesmo dia, e os outros alguns dias depois.
Em entrevista ao G1 na época da ocorrência, a presidente da instituição, Naíne Teles, disse que alguém deve ter jogado comida com alguma substância tóxica por cima do muro da sede. "Os animais foram acolhidos e viviam aqui na sede do projeto, nós só os alimentamos com ração e quando encontramos pedaços de tripa e carne desconfiamos de um envenenamento”.Alguns dias depois, no dia 25 de dezembro, voluntários do Núcleo de Educação Ambiental Francisco de Assis (Neafa) denunciaram o envenenamento de 30 cães que estavam abrigados na instituição. O caso se deu em moldes semelhantes ao ocorrido no Projeto Acolher. Ao todo, 12 animais morreram.(Foto: Derek Gustavo / G1)Fonte e foto : Derek Gustavo / G1/ AL )

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16 de Janeiro de 2015

Autoridades derrubam Lei que proibe o foie gras na Califónia

Care2 Destaque

Na Califórnia (EUA), foi dado um passo para trás no que diz respeito aos direitos animais na semana passada, quando um juiz federal revogou a proibição do consumo do foie gras no estado, colocando a “iguaria” de volta ao menu, segundo informações do site Care2.A proibição total sobre a produção, importação e venda de foie gras na Califórnia entrou em vigor em 2012, e foi uma grande vitória para os animais, mas tem gerado controvérsias desde que começou a batalha para mantê-lo fora do estado.Os defensores dos animais há muito tempo vem se opondo ao foie gras, argumentando que a sua produção é, sem dúvida, desumana, e que causa sofrimento para as aves utilizadas no processo de manufatura. A produção de foie gras é feita a partir do confinamento de patos e gansos – tubos são colocados goela abaixo dos animais e é bombeada uma quantia exagerada de alimentos diretamente em seus estômagos, em uma alimentação forçada. O processo faz com que os seus fígados cresçam de maneira anormal, o que leva à doença do fígado que é formalmente conhecida como esteatose hepática, bem como outros problemas de saúde.Apesar da lei ter obtido o consenso da sociedade, por proteger patos e gansos da crueldade inerente à produção do foie gras, ela tem sido constantemente contestada por restaurantes, e desafiada por chefs e produtores.Apenas um dia depois que a lei entrou em vigor, a companhia Hot’s Restaurant Group, com sede na Califórnia; a Hudson Valley Foie Gras, uma produtora com sede em Nova York; e a Associação des Eleveurs de Canards et d’Oies de Quebec vergonhosamente entraram com um processo para derrubá-la.Os tribunais decidiram contra eles duas vezes, mas na semana passada houve uma reviravolta decepcionante. Patos e gansos continuam a ser torturados para a produção do patê, o que representa uma vitória para partidários do foie gras.O juiz distrital Stephen V. Wilson derrubou a proibição, alegando que era inconstitucional porque interferia na lei “Poultry Products Inspections Act”, uma lei federal que regula a venda e a distribuição de produtos derivados de aves e impede que estados imponham condições à produção.Enquanto alguns já estão comemorando esta notícia e restaurantes estão se preparando para oferecer a iguaria aos seus clientes mais uma vez, os grupos de defesa dos direitos animais, no entanto, declararam que não vão aceitar essa perda. Em uma declaração conjunta, o Animal Legal Defense Fund e a Humane Society dos Estados Unidos prometeram recorrer da decisão, afirmando:“O Estado tem claramente o direito de proibir a venda de produtos oriundos da crueldade animal, e esperamos que o 9º Circuito defenda esta lei, como o fez na rodada anterior de litígio. Estamos pedindo ao Procurador Geral da Califórnia que apresente um recurso imediato.”O estado tem a autoridade para manter a lei em vigor, enquanto a Procuradoria Geral da República prossegue com a apelação. De acordo com o LA Times, um porta-voz do gabinete do procurador Kamala Harris disse que o caso estava atualmente em revisão.Assine a petição pedindo que as autoridades da Califórnia intervenham para manter esta lei em vigor e ajam em nome dos animais e dos moradores, que devem ter o direito de rejeitar produtos que causam sofrimento.Fonte: anda.jor.br ( foto: Care2 )

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15 de Janeiro de 2015

Elefante volta a abrigo para nascimento do seu filhote

Destaque

As espécies de elefantes africanos estão altamente ameaçadas devido em grande parte aos caçadores. Em média, um elefante é morto a cada 15 minutos por causa do comércio de marfim, um fato que é profundamente inquietante dada a taxa de reprodução extremamente lenta desses animais.Felizmente, organizações como o David Sheldrick Wildlife Trust (DSWT) estão trabalhando para proteger e conservar a população de elefantes africanos. DSWT dirige um orfanato de elefantes no Quênia que resgata bebês elefantes que perderam os seus pais e cuidadores para os caçadores. Os bebês recebem todos os cuidados de que necessitam e vivem em um rebanho com outros elefantes. Uma vez que eles se tornam fortes o suficiente, o processo de aclimatação pode começar e os órfãos fazem o seu caminho de volta para as manadas selvagens. As informações são do site One Green Planet.Emily, a elefante apresentada no vídeo, foi criada no orfanato DSWT, mas foi lançada com sucesso para a vida selvagem. De acordo com DSWT, Emily vive uma vida selvagem normal no Parque Nacional de Tsavo East, mas quando chegou a hora de ela dar à luz seu novo bebê, ela voltou para sua casa de infância.É extremamente raro para um elefante dar à luz na presença de seres humanos, mas claramente Emily confia nas pessoas que ajudaram a criá-la e sabia que seu filho estaria seguro de danos ou predadores (uma grande preocupação para os elefantes selvagens). Um elefante verdadeiramente nunca esquece o amor e a confiança que eles experimentam na vida e a jornada de Emily de volta para DSWT mostra isso.Emily foi privada de crescer com a sua própria família de elefantes, mas é claro que o seu bebê, que foi nomeado Emma, vai crescer com os dois – com sua família de elefantes e sua família humana no DSWT.A história de Emily e Emma é incrivelmente comovente. A dinâmica e inteligência destes animais só mostra que eles devem ser tratados com respeito e protegidos a todo custo – não explorados por nossos próprios ganhos. Perder uma espécie tão incrível como esta seria algo trágico.Fonte: anda.jor.br - Foto: David Sheldrick Wildlife Trust/Facebook

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14 de Janeiro de 2015

Mais um animal morre após envenenamento em ONG de Maceió

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Mais um cachorro morreu depois de um envenenamento que atingiu 30 animais na sede do Núcleo de Educação Ambiental Francisco de Assis (Neafa), no bairro do Farol, em Maceió. A informação foi confirmada pela assessoria de comunicação da ONG na manhã desta quarta-feira (14).O envenenamento foi registrado no dia 25 do mês passado, na sede da ONG, que fica no bairro do Farol. no mesmo dia, oito animais não resistiram a dosagem do veneno aplicada nos alimentos jogados dentro do canil e morreram. Outros três animais morreram um dia depois.De acordo com a assessora de comunicação  do Neafa, Deisy Nascimento, uma cadela teve uma hemorragia no último final de semana e morreu após complicações no quadro de sáude. Os outros cães estão fora de perigo, mas continuam sendo monitorados pelos veterinários e voluntários da ONG.No último dia 5 deste mês, representantes da ONG estiveram na sede do Ministério Público do Estado de Alagoas (MP-AL), para uma reunião com os promotores de Justiça Flávio Gomes de Barros e Alberto Fonseca sobre o envenenamento. Na ocasião, o fundador da ONG, Ismar Gatto, entregou aos promotores nomes de suspeitos de terem praticado o crime.EnvenenamentosVoluntários do Neafa denunciaram o envenenamento de 30 cães que estavam no canil da sede da instituição. Este foi o segundo caso em ONGs que tratam animais abandonados em um ano.Em novembro, sete animais do Projeto Acolher foram envenenados. Dos sete cães, quatro morreram no mesmo dia e um alguns dias depois. De acordo com a presidente da ONG, Naíne Teles, nenhuma pessoa suspeita entrou na sede. Ela acredita que quem envenenou os cachorros pode ter jogado os pedaços de carne por cima do muro, já que ele é muito alto.Fonte: G1 ( foto G 1 )

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13 de Janeiro de 2015

Cães condenados a morte ganham nova chance com presos

divulgação Destaque

Cães condenados à morte ganham nova chance de vida. Detentos aprendem nova profissão e praticam o amor ao lado deles. Todo mundo ganha

É uma nova chance de vida para os dois lados.

Um programa de reeducação de animais, que seriam condenados à morte, foi montado para que presos dos EUA ajudem os animais.

Cães abandonados, maltratados e, por tudo isso, agressivos após tanto sofrimento seriam mortos, agora têm uma nova chance de vida.

Os presos nos EUA recebem um treinamento que ensina todos as regras aos cães, como obediência , cuidados básicos de animal, como higiene. Eles aprendem uma nova profissão, a de cuidar de animais.

Os animais são então educados, e daí vão para adoção. Todo mundo ganha!

Cães e os detentos passam todos os momentos juntos durante o curso de formação de 12 semanas.

Cada hora do dia é planejada. Os presos são responsáveis por tudo em relação ao animal.

No Brasil, existe um programa como este. O adestrador Jorge Pereira tem um projeto que ajuda cães e funciona nas penitenciárias de São Paulo.

Fonte: R7 Foto: divulgação )

 

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13 de Janeiro de 2015

Cadela se recusa a deixar o corpo de filhote morto

divulgação Destaque

Uma cadela demonstrou todo seu sofrimento com a perda de seu filhote passando dias ao lado de seu corpo. Segundo informações do Daily Mail, mesmo com as baixas temperaturas em Savannah, na Geórgia, EUA, a Golden Retriever não saiu do local.O fotógrafo Hunter Cone avistou o animal quando andava pela área. Ele alegou que ficou comovido com a cena. “Isso realmente me fez sentir deprimido. É algo que não queria ver. Mas ainda bem que vi”, comentou.O homem juntamente de sua mãe levou água e comida para o animal a fim de ajudá-lo a sobreviver. “Se isto não prova que os cães têm sentimentos como os humanos, não acredito que exista outra maneira de provar”, concluiu. O animal não está mais no cemitério.O plano de ONGs locais é de encontrar e resgatar a cadela que já tem candidatos dispostos a adotá-la.Fonte: anda.jor.br ( foto : divulgação )

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12 de Janeiro de 2015

Cadela agredida por tutor com facão ganha novo lar

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A cadela Susy, agredida por um facão e um pedaço de madeira pelo próprio tutor há um mês em Pirajuí (SP), ganhou um novo lar esta semana. Ela saiu da clínica veterinária, onde foi tratada, para uma chácara em Avaí (SP). Ela passou por cirurgia e perdeu parte do crânio, mas se recupera bem e não corre risco de morte.A pensionista Helena Rodrigues dos Santos Rossini, de 65 anos, não resistiu ao saber da história da rottweiller de cerca de 8 anos.“Fiquei sensibilizada devido aos maus-tratos, fiquei com pena”, conta. E segundo a nova tutora, foi amor à primeira vista. “Ela gostou de mim assim que me viu. E eu amei a Susy, ela é fofa, é boazinha, bem mansa”, afirma Helena.Além de gostar de animais, outro fator que fez Helena adotar a cadela é que ela já tinha um cachorro que ficava sozinho na chácara. Agora, Susy ganhou um companheiro para as brincadeiras: Atila, de 1 ano e 4 meses, espera a nova moradora da chácara se recuperar para poder brincar, já que a cadela fica separada dele até que fique totalmente curada. “Tenho medo que ela se machuque. Ela ainda precisa fazer curativos. Ainda está se adaptando”, comenta Helena.Além de Atila e Susy, há outros 10 cachorros que a filha de Helena, que é veterinária, leva da rua para chácara. Eles ficam em uma área separada.Entenda o casoA cadela Susy foi resgatada por socorristas de uma ONG protetora de animais de Pirajuí (SP) com a ajuda da Polícia Militar depois de ser agredida pelo próprio tutor com um facão há um mês.O suspeito disse aos policiais que iria matar a cachorra porque ela atacou as galinhas de um vizinho. Ele contou que só bateu na cachorra porque ela o teria atacado quando ele foi amarrá-la para não fugir mais para o galinheiro.Um boletim de ocorrência de ocorrência de maus-tratos foi registrado e a Polícia Civil abriu inquérito para investigar o caso. O homem vai responder pelo crime e se condenado pode pegar detenção de 3 meses a 1 ano de prisão.Fonte: G1 ( foto: divulgação )  

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12 de Janeiro de 2015

Noite dos iluminados para cão espancado até a morte

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A noite de sábado, dia 10, reuniu diversas pessoas ligadas a ASPA (Associação Santanense de Proteção aos Animais) para uma grande caminhada pedindo justiça para a morte violenta de mais um animal na Fronteira da Paz. Os participantes manifestaram sua indignação com a morte do cãozinho Tintirri – registrada durante as festas natalinas, em que uma pessoa residente de Bento Gonçalves, que veio passar o Natal no município, colocou o pequeno cão em um saco e bateu nele até a morte com um pedaço de pau -, tendo, depois enterrado o mesmo em um terreno. O fato aconteceu na região da Vigia, segundo as informações, tendo despertado comoção e indignação das pessoas, especialmente, as voluntárias da entidade protetora dos animais.Foi realizada uma denúncia formal de maus-tratos e o crime está sendo investigado pela Polícia Civil de Livramento, visando ouvir a pessoa acusada – cujo nome, por força legal, em função da condição no inquérito está sendo preservado -.O evento de sábado recebeu um tema especial e foi chamada de “A Noite dos Iluminados”, com os participantes vestindo, em sua maioria, camisetas pretas, concentrando-se entre a região da Fonte Luminosa até o Obelisco da Paz, no parque. Todos os participantes da manifestação caminharam com uma vela, símbolo da luz e ao mesmo tempo do luto pela violência que constantemente é registrada contra os animais, especialmente cães e outras espécies no município.O grupo saiu do Parque Internacional por volta de 21h15min na noite e desceu para a Avenida João Goulart, até a sede da Delegacia de Polícia Civil de Pronto Atendimento – onde foi lido um texto exigindo justiça – na presença da prefeita em exercício Tatiane Marfetan. Após, os manifestantes acenderam velas em uma área de estacionamento próxima, após terem percorrido as principais vias. Além das velas, os manifestantes seguravam cartazes pedindo providências e fazendo alertas para que os cidadãos não tenham atitudes de violência, assim como denunciem casos que conheçam de maus-tratos contra animais. Muitos dos participantes foram acompanhados dos seus próprios animais domésticos durante a caminhada.O centro da cidade, em que pese o horário avançado, parou para acompanhar o protesto que finalizou após a circulação dos manifestantes pelas ruas centrais.Fonte: A Plateia ( foto: divulgação )

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11 de Janeiro de 2015

Procura por cães para adoção supera oferta nos EUA

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Há uma boa notícia para os cães em situação de abandono em parte dos Estados Unidos. Graças ao crescimento do número de grupos de resgate de animais domésticos, a demanda de cães é maior que o número de cães disponíveis para adoção em alguns estados norte-americanos. As informações são do Ecorazzi.Segundo a NPR, abrigos de várias partes do país, como o Northeast Animal Shelter na área de Boston, estão “importando” cães resgatados de outras áreas, incluindo outros estados e até outros países, para atender à demanda.Laurie McCannon, diretora do abrigo Northeast, diz que o mesmo costumava promover a adoção de uma média de 300 cães por ano, em seus primeiros dias. Recentemente, em 2013, eles doaram mais de 4.000 cães, sendo que três quartos dos animais eram provenientes de fora do estado.Há menos cães e gatos em abrigos da região Nordeste dos EUA, graças a programas de castração, bem como a participação impressionante de vários grupos de resgate de animais. O apoio de celebridades provavelmente também está ajudando.Embora os estados do Sul tenham um caminho a percorrer quando se trata de suas leis de castração, muitos especialistas apontam para o furacão Katrina como um ponto de virada para o novo interesse em adotar cães resgatados. Os esforços para encontrar lares em todo o país para os animais em situação de rua de Nova Orleans ajudou a pavimentar o caminho para abrigos e grupos de resgate transportarem milhares de animais entre vários estados e países.É claro que, com uma notícia tão surpreendentemente boa, levantam-se algumas dúvidas. Alguns veterinários se preocupam com a possibilidade de estar havendo “tráfico de cães”. O número de cães que estão sendo transportados para fora dos estados é desconhecido, pois o Departamento de Agricultura dos EUA não acompanha esses dados. Há também questões de saúde, incluindo sarna e verme do coração. E os cães que vêm de outros países correm o risco de contrair e transmitir a raiva.No entanto, se determinadas leis forem colocadas em prática, incluindo a restrição à adoção de cães originados de onde a raiva é endêmica (e talvez o fornecimento de assistência médica adequada a essas regiões), pode-se dizer que o “boom” na adoção de cães resgatados é a melhor notícia na área da proteção aos animais dos Estados Unidos que se ouviu até agora, nesse início de ano.Fonte: anda.jor.br ( foto  - reprodução )

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11 de Janeiro de 2015

Homem envenena e mata 25 cães em condomínio no Peru

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Vinte e cinco cães foram mortos envenenados em um condomínio no bairro San Juan de Miraflores, em Lima, capital do Peru, no início deste ano.Segundo os tutores dos cachorros, um vizinho que odeia animais teria colocado veneno dentro de comidas e espalhado a mistura pelo condomínio. Desta forma, ele teria conseguido matar vários animais.Os moradores do condomínio reforçaram a acusação e afirmaram que o homem não tinha motivos para querer se livrar dos cachorros, pois eles não faziam sujeira e nem provocavam transtornos no local.Apesar das reclamações dos tutores, o vizinho deverá sair impune, pois não existe nenhuma lei no Peru que proteja os animais.Este é o segundo caso de semelhante relatado nas últimas semanas. Na noite do dia 31 foram achados cachorros mortos e queimados, alguns deles eram filhotes, em uma sacola de lixo no bairro de San Martín de Porres.No senado peruano, tramita um projeto de lei de autoria do senador Carlos Bruce, que emite sanção de prisão preventiva de 1 a 3 anos a quem maltrate animais e de 3 a 5 anos em caso os animais sejam mortos. Mas este ainda precisa ser discutido e votado.Fonte: R7Foto: Perú 21  

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10 de Janeiro de 2015

Diga não ao fechamento da SUIPA no RJ

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A Defensoria Pública da União, por intermédio do Dr. Eduardo Piragibe, e a Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional do Estado do Rio de Janeiro, representada pelo Presidente de sua Comissão de Proteção e Defesa dos Animais, Dr. Reynaldo Velloso, solicitaram parecer do Conselho Regional de Medicina Veterinária/RJ visando a obtenção de subsídios técnicos que possam fundamentar um posicionamento contrário à ideia daqueles que defendem o fechamento da SUIPA. A medida é uma continuação da Audiência Pública promovida pela OAB em setembro do ano passado.

Atualmente, a SUIPA abriga cerca de 4.000 animais, entre cães, gatos e outros. Grande parte vítima de atropelamentos e da crueldade dos próprios tutores que descartam seus animais doentes, idosos e também filhotes recém-nascidos. Segundo a SUIPA, todos os dias são acolhidos, aproximadamente, 40 animais carentes, nas mais diversas condições de saúde.

Segundo Cícero Pitombo, Presidente do CRMV/RJ, se a SUIPA realmente fechar as portas, todos os animais que lá estão abrigados (cerca de 4.000) serão novamente abandonados, e as pessoas carentes não terão opção de tratamento para seus animais domésticos. A estimativa é que cerca de 30 mil animais sejam colocados nas ruas da cidade, o que poderá trazer sérios e irreversíveis prejuízos.

É notório que a SUIPA pratica ações que, na sua essência, caberiam à Administração Pública. Esta sim tem a grande responsabilidade de desenvolver ações que visem o controle da população animal, a prevenção das zoonoses e, consequentemente, a promoção da saúde. Para Eduardo Piragibe, as pessoas carentes tem garantido o direito do atendimento de seus animais em valores módicos, que só a SUIPA pode proporcionar.

Para o Presidente da CPDA/OAB, o governo deveria criar um programa de políticas públicas para os animais, como castração, educação ambiental e apoio aos abrigos. Seria investir na prevenção e não no tratamento, que custa milhões aos cofres públicos, finalizou Velloso.

Com o Parecer Técnico emitido, a CPDA/OAB-RJ e a D.P.U. irão agendar uma reunião em Brasília com a Presidente Dilma, para solicitar o perdão da dívida, que pode ser feito por uma Medida Provisória.

Fonte: anda.jor.br – foto /divulgação

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09 de Janeiro de 2015

Moradores se unem e salvam cão com bicheira em SP

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O cachorro Dread, que vivia nas ruas de Mogi das Cruzes (SP), ganhou outro tipo de liberdade quando veterinários de uma clínica e uma ONG que atua na cidade se uniram e livraram o animal dos vermes e pelos que estavam acabando com a sua saúde. Ele teve um ferimento no olho e contraiu uma doença conhecida como ‘bicheira’, que é causada por moscas varejeiras. Somente durante a tosa, foram retiradas do animal dezenas larvas, mas ele teve que ser anestesiado e internado, porque outras larvas ainda devem ser expelidas durante o tratamento.Uma mobilização de moradores, de veterinários e da ONG Fera (Frente por Educação e Responsabilidade Animal) buscava pelo cão nas ruas do Distrito de Jundiapeba. A bancária Fernanda Moreno, de 32 anos, que é vice-presidente da Fera, ajudou no salvamento do animal ao divulgar nas redes sociais a foto do poodle abandonado. “Uma amiga que trabalha em uma clínica veterinária estava indo para casa e viu esse cachorro andando pelas ruas de Jundiapeba na quinta-feira passada. Ela me ligou e nós combinamos de sair para procurá-lo no sábado, mas nesse dia não o encontramos mais”, conta.A procura pelo cachorro envolveu também uma campanha que Fernanda fez em uma rede social, que teve mais de 180 compartilhamentos. Segundo ela, o acaso ajudou no salvamento do cachorro na quarta-feira (7). “Uma senhora viu ele nas ruas de Jundiapeba e ficou com dó, então foi comprar um remédio para dar para ele. Por coincidência, ela foi até a clínica veterinária que a minha amiga trabalha. E ao relatar as condições em que ele estava, minha amiga se lembrou dele e foi até lá”.O cachorro, que recebeu o nome de Dread, por causa da situação do seu pelo, foi levado para a clínica. “Ele tinha piorado bastante e por pouco não perde o olho. Na clínica ele já foi anestesiado e começaram a limpeza dele. Foi quando tiraram esse copinho de larvas”, conta.Fernanda diz que o processo de recuperação está indo bem. “Ele está se alimentando bem, abana o rabinho e parece mais bem disposto. Só que por orientação veterinária ficará ate sabado (10) internado. Seu exame deu apenas um pouco de anemia e alterações leves por conta da infecção no olho. Não perdeu o olho mas os vermes estavam alcançando o cérebro. Foi realmente bem fundo. Mas a veterinária descarta alto risco, pelos exames ele logo ficará bem”, conta animada.A boa notícia é que Dread não voltará para as ruas. “Conseguimos uma vaga em um lar temporário para ele. Lá ele vai ser cuidado, tratado, e quando ele estiver reestabelecido, ele será vacinado e depois vai para adoção”, diz. Fernanda conta também que o processo de espera pela adoção não deve demorar. “Não vai ser difícil de arrumar um tutor para ele. A gente não sabe se vai ficar alguma sequela, mas acho que não”, diz.Fernanda conta que a bicheira, que Dread contraiu, é comum entre os animais. “Infelizmente esse tipo de coisa é muito comum. Quando o animal é ferido e ninguém cuida, rapidamente ele pode ser consumido pelos vermes. A doença é conhecida como bicheira. A mosca coloca um ovo, nascem as larvas e é muito rápida a multiplicação”, explica.Segundo ela, o animal pode acabar morrendo. “É muito rápido, em menos de 15 dias o animal morre na rua porque atinge o cérebro. Teve um caso com um pitbull que ele também estava machucado no olho. Nós pegamos para tratar dele, mas infelizmente ele não resistiu e morreu depois de dois dias”, lamenta.A integrante da ONG explica que a doença é fácil de ser curada se for identificada no início. “É simples de cuidar no começo, com remédios e se for algo mais grave é com antibiótico. É só procurar se informar. Mas às vezes o animal tem tutor mas a pessoa não sabe o que fazer e tem casos que a pessoa joga até óleo queimado! Ou então as pessoas vão deixando, deixando e chega em um estado deplorável”, conta.Fernanda pede que as pessoas não ignorem os animais na rua. “Quando a pessoa ver o animal nessa situação não enxota, tenta entrar em contato com o veterinário ou com um pet shop para saber como ajudar. Não precisa levar para a casa se não puder, mas ajude a salvar. Vamos ter um pouco mais de atitude e procurar saber um pouco mais a respeito, né?” diz. Segundo ela, nem todos os tratamento são caros. “Nem tudo é um custo alto. O custo fica alto quando chega em uma situação dessas que o Dread chegou, mas no início não. Acho que se as pessoas pudessem cada uma fazer um pouquinho já seria melhor”, afirma.Fonte: G1 ( foto: Fernanda Moreno )  

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09 de Janeiro de 2015

O atentado na França representa grande perda para direitos animais

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O mundo todo recebeu com grande tristeza as duras notícias vindas da França, quando no último 7 de janeiro atiradores invadiram a sede do jornal Charlie Hebdo em Paris, deixando 12 mortos, entre eles, os cartunistas John Cabut (Cabu), Stéphane Charbonnier (Carb), Bernard (Tignous) e Georges Wolinski Verlhac, 4 grandes ativistas e colaboradores da causa animal.Poucas horas depois da tragédia, o fundador, ativista e Capitão da ONG Sea Shephard, Paul Watson, declarou nas redes sociais: “A perda da Charlie Hebdo é também um golpe para os direitos dos animais”, destacando os importantes trabalhos dedicados ao movimento animalista.“Ainda na terça-feira, dia do ataque, Charlie Hebdo tinha contribuído com um de seus cartoons para a organização ativista L214 que faz campanha na França pelos direitos animais. Conhecendo o povo francês, eu duvido que eles agora irão deixar Charlie Hebdo morrer. A liberdade de expressão se tornará mais forte. A liberdade nunca deve submeter-se à tirania da intolerância religiosa fanática. Além de não existir nenhuma justificativa para este ataque violento, ele terá consequências muito negativas para os muçulmanos na França e na Europa. Esses assassinos são bandidos intolerantes simplesmente ignorantes que fizeram um desserviço para os muçulmanos franceses”, completa ainda o Capitão.Ricamente ilustrado, o jornalismo de Charlie Hebdo se diferencia das outras publicações francesas precisamente pela sua forma corajosa de satirizar e fazer humor.Desde a sua fundação na década 1970, o editorial se define como libertário e publica crônicas e relatórios sobre política, economia e a sociedade francesa, além de reportagens estrangeiras sobre a extrema-direita, o Catolicismo, Islamismo, Judaísmo, cultura e etc. Temas que atraíram a fúria do radicalismo religioso.O atentado que chocou o mundo logo nos primeiros dias de 2015 levou além de seus colegas, Jean Cabut, um protetor dos animais e vegetariano. Entre os seus trabalhos estavam assuntos sobre causas de justiça social, incluindo a dificil situação que vivem os animais. É importante lembrar que o Charlie Hebdo é o único jornal francês que dedica uma coluna semanal para os direitos animais, abordando questões como as touradas e foie gras.Na sua página oficial do facebook, a ONG Francesa Code Animal prestou homenagem aos jornalistas mortos escrevendo: “Pensamentos e apoio aos nossos amigos de Charlie Hebdo, que sempre nos apoiaram em nossas campanhas contra animais em cativeiro”. Poucos minutos depois ainda em agradecimento, a ONG posta um dos desenhos oferecidos pelo jornal, produzido por Charb onde um personagem Elefante diz em francês “Não somos palhaços”, uma denúncia que convida à reflexão sobre o confinamento animal pela espécie humana.A organização ativista francesa L214 também postou um comunicado: “Acabamos de ouvir a terrível notícia do ataque que ocorreu nas instalações da Charlie Hebdo. Pelo menos 12 pessoas morreram, incluindo artistas como Wolinski, Charb, Tignous e Cabu que tinha feito de presente um desenho ao L214 ontem. Luce Lapin, uma jornalista e ativista pelos animais, colega dos cartunistas assassinados está em choque, mas sem ferimentos. Nós não temos palavras para expressar nossa consternação e tristeza. Nada pode justificar o ódio e os atos de tal violência, Charlie Hebdo é o único jornal francês que dedica uma de suas colunas a cada semana para os direitos dos animais.”Sobre o trabalho da equipe é possível facilmente observar o posicionamento referente à liberdade dos animais. Vivissecção, touradas, cativeiro, testes em animais e o uso de peles são alguns dos mais abordados. Sua relação com os grupos locais é uma forte evidência disto, e mostra que mais do que desenhos, representa toda sua contribuição para o movimento animalista mundial. Eles eram profissionais que encontravam no lápis sua forma de educar.Após o ataque, François Hollande, presidente da França, decretou a quinta-feira “dia de luto nacional” e renovou seu pedido de união ao país.“Nossa melhor arma é nossa união. Nada pode nos dividir, nada deve nos separar”, declarou o chefe de Estado, durante discurso curto e solene à Nação, transmitido por emissoras de televisão.É inaceitável a violência sofrida pelo jornal francês, a liberdade de opinião não se discute. As notícias que somos obrigados a assistir na França nesta semana é um sério ataque à liberdade de expressão e nós, equipe de jornalismo da Agência de Notícias de Direitos Animais (ANDA), prestamos toda a nossa solidariedade às doze pessoas mortas e as outras 11 que ficaram feridas na sede da publicação, onde homens armados realizaram o ataque, antes de fugir.Aos colegas jornalistas oferecemos nossos sentimentos, neste momento gostaríamos dizer a todos que sim, certamente, #EuSouCharlie, #JeSuisCharlie !Fonte: anda.jor.br - Por Alex Avancini (da Redação) 

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08 de Janeiro de 2015

Empresa permite que funcionários levem seus cães ao trabalho

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Quem tem cachorro sabe como é difícil deixar o grande companheiro sozinho em casa. Pensando nisso e no bem-estar dos funcionários, uma empresa permite a presença de cães todos os dias em seus escritórios espalhados pelo mundo.Na 99designs, marketplace de design gráfico, os cães podem entrar inclusive na sala de reuniões.Além de deixar o ambiente de trabalho mais alegre e agradável, a presença dos cachorros aumenta a produtividade dos funcionários.Mayna Prista, coordenadora de relacionamento, concorda: “Constantemente trago minhas pequenas para a alegria da equipe que fica toda feliz com as companhias durante as longas horas de trabalho e, consequentemente, trabalha muito mais disposta e tranquila.”No escritório do Rio de Janeiro, as cadelas Gaya e Mitra são presenças constantes.Em Berlim, os cães Tari e Brody já fazem parte da equipe fixa, responsável pelas operações nos países europeus.E no escritório principal, que fica em São Francisco, os cães Sparky e Matilda já concorreram a funcionários do mês!Dan Strougo, responsável pelas operações no Brasil e na América Latina, afirma que o comportamento dos animais é o segredo do sucesso:Nem aqui, nem lá fora os companheiros são agressivos ou apresentam atitudes aríscas. Todos se dão super bem com os colegas caninos e humanos.A empresa ressalta que todos os escritórios são adaptadas para receber os cachorros, tendo um bom espaço para eles andarem e brincarem. Além disso, tem locais específicos para que façam suas necessidades.Quem sabe essa ideia não seja aderida por outras empresas?Fonte: Portal do Dog ( foto: instagram )

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08 de Janeiro de 2015

Jovem promove concurso de caçador mais sexy

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Kendall Jones, a estudante do Texas que no ano passado provocou uma enxurrada de críticas ao postar fotos no Facebook posando ao lado de animais mortos em caçada, voltou à carga. Dessa vez, a jovem de 19 anos usou seu perfil para promover um concurso para escolher o caçador mais sexy.A norte-americana provocou a ira de defensores de animais no ano passado ao publicar imagens ao lado de leões, onças, zebras e outros animais assassinados por ela em suas caçadas pela África. Uma petição com mais de 44 mil assinaturas pediu que o Facebook deletasse sua página.De acordo com o “New York Post”, para o concurso do caçador mais sexy, ela pediu que rapazes mandem fotos deles em locais de caçada. Jones recebeu fotos de diversos candidatos ao título, incluindo alguns exibindo animais mortos como “troféu” do hobby.“Vamos caçar você pelos seus cabelos loiros”, escreveu um dos críticos de Jones na página na rede social. “Você deve amar sua maquiagem, mas ela não esconde o monstro que você é”, disparou outra usuária.Jones escolheu um jovem da Carolina do Norte como o caçador mais sexy e, também pelo Facebook, respondeu a seus detratores. “A verdadeira razão pela qual fiz essa competição foi para provar que o que realmente irrita os anti-caçadores não é o fato de eu caçar ou que eu pose ao lado de meus troféus, ou ainda que eu tenha orgulho de minhas conquistas… mas sim o fato de que eu sou uma garota e estou fazendo isso”, escreveu.Fonte: Marie Claire( foto: divulgação ) NOTA DO BLOG: essa garota não passa de uma idiota sem um coração humano. Primeiro ela quer aparecer na mídia e não importa o preço de suas vitimas inocentes. Mas, essa besta humana vai pagar caro queimando nas profundezas do inferno e nem o diabo quer estar ao seu lado.

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08 de Janeiro de 2015

Policial chuta cachorro enquanto prende flanelinha

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A cena na qual vários PM’s tentam segurar um homem para prendê-lo, enquanto um cachorro começa a latir desesperadamente, e é chutado pelos policiais, está causando revolta nas redes sociais.O caso ocorreu no último domingo (5), e foi registrado em vídeo por um morador da cidade de Praia Grande, que acompanhou o caso e postou.O homem detido é um conhecido cuidador de carros na Av. Costa e Silva, que por algum motivo estava alterado, gritando, mas não estava agredindo ninguém, e os comerciantes da região dizem que nunca souberam de nenhum delito dele.Sobre o cão, dizem que é inofensivo e muito dócil, e era sempre visto com o flanelinha.Pelo vídeo é possível ver que ele só estava latindo e olhando seu amigo humano ser preso.Representando a causa animal, o vereador Cadu Barbosa, recebeu o video, e está se mobilizando contra a atitude dos policiais em relação ao cachorro. “Vamos pedir providências para as autoridades. Faltou habilidade e preparo da polícia. Eles estavam algemando ele e o cachorro estava ali defendendo o amigo. Esse pessoal de situação de rua cuida muito bem desses animais”, afirmou ele.Há um mês uma situação muito parecida, mas com um resultado bem diferente, demonstra a diferença entre os policiais ‘conscientes’ e os ‘despreparados’, quando durante a prisão de um morador de rua, seu cão pulou na viatura.Mas talvez a cena que demonstre o verdadeiro respeito a outras formas de vida, e que leva à compreensão de que os animais sofrem de preocupação, e se arriscam de fato, seja a dos Bombeiros que também são policiais militares, que se comoveram com o cãozinho que seguiu a ambulância de resgate.O G1, informou que a Polícia Militar emitiu uma nota dizendo que toda a conduta do policial será apurada para verificação dos procedimentos operacionais padrões, dentro do contexto geral da ocorrência, sendo que qualquer inconsistência detectada será própria de responsabilização. A PM reforça ainda o compromisso com a defesa da vida, da integridade física e dignidade da pessoa humana, o que inclui o respeito a toda e qualquer forma de vida, e por consequência, o repúdio aos maus-tratos aos animais, bem como a preservação do patrimônio humano.Fonte: anda.jor.br ( foto: divulgação ) (  Por Marli Delucca em colaboração com a ANDA) 

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07 de Janeiro de 2015

Cachorro vela amigo morto após abandono no ES

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Um cachorro foi encontrado próximo ao corpo de outro cão no canteiro central da Rua Pedro Nolasco, na Vila Rubim, em Vitória, na tarde de terça-feira (6). De acordo com testemunhas, os dois animais foram abandonados no local no sábado (3), quando um dos cachorros morreu. Após a morte do companheiro, o animal vivo não saiu de perto do corpo. A cena chamou a atenção de moradores e comerciantes da região. O órgão responsável pela retirada do animal morto explicou que não havia sido procurado pela população, mas que após ser notificado, tem uma hora para remover o corpo.O borracheiro Antônio Carlos Oliveira Souza, que trabalha em frente ao local onde os animais foram abandonados, contou que o cachorro que está vivo não deixou o amigo morto sozinho. “Teve gente que passou aqui e até queria levar, mas ele não deixou. Estão aqui desde sábado de manhã, colocamos água e comida para os dois, mas um veio a morrer ao meio dia. Ninguém viu quando abandonaram os bichos aqui, mas não é a primeira vez que acontece nessa região”, disse.A cena chamou a atenção do representante Cláudio Ferraz de Menezes, de 41 anos, que estava em um comércio da região. Ele contou que já tinha visto os animais desde sábado e lamentou que ninguém tenha retirado os animais.“Eu já tive um cachorro. Adoro, mas não tenho tempo para cuidar. Espero que alguém veja essa situação e possa ajudar o cachorro que está vivo. Quando vejo que alguém o abandonou aqui, nessa situação, acabo dando mais valor ao animal do que gente. É um bichinho indefeso”, afirmou.O G1 procurou o Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA), que cuida do monitoramento de animais. O centro informou que são recolhidos apenas animais que estão com doenças ou que estejam colocando em risco a população ou outros animais. De acordo com o órgão, o animal morto deve ser recolhido pelo serviço de limpeza da prefeitura. A secretaria responsável foi procurada e explicou que não foi informada pela população sobre o caso. Após ser notificada, o corpo deve ser retirado em até uma hora.Fonte: G1(Foto: Viviane Machado/ G1)

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06 de Janeiro de 2015

Funcionários de escola em Campinas se unem para salvar cão abandonado

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Funcionários da Microcamp, em Campinas, uniram-se na manhã de segunda-feira (5) para poderem resgatar um cachorro de grande porte que foi abandonado em frente à escola. Por conta, tiveram que dar água para o animal com uma seringa porque, devido à debilidade, o cão não conseguia levantar.

Ele foi levado à Clínica Veterinária Alexandra Pavanello, na Vila Proost Souza, onde recebeu os primeiros-socorros e foi diagnosticado com desnutrição e desidratação severas. Após a consulta, recebeu abrigo na casa de Mayara Rossi (uma das funcionárias da escola), que lhe deu lar temporário e está a procura de alguém que possa adotá-lo. Mayara pode ser contactá-la pelo celular: 9-9138-7295.

Hoje  (6), o animal voltará à clínica para uma bateria de testes médicos. Alexandra não cobrou a consulta e os exames serão pagos com uma vaquinha dos funcionários da Microcamp. Já os medicamentos estão a cargo de Mayara.

Os trabalhadores encontraram o cão na escadaria da escola na manhã de ontem. Pediram o resgate para a Prefeitura, mas foram informados que a ajuda não seria possível porque o canil municipal está lotado. Solicitaram, então, a presença de um veterinário, já que arranjariam um lar temporário para o cão. Entretanto, foram informados que o veterinário estava de férias.

Um pouco mais tarde, a Prefeitura entrou em contato com a denunciante Jenifer Jurovschi de Moraes disponibilizando a ajuda necessária.

Segundo a assessoria de imprensa do Departamento de Proteção e Bem Estar Animal, uma viatura dirigiu-se à escola para averiguar a situação. O cachorro, entretanto, já havia sido levado à clínica particular por meio dos funcionários.

Ainda de acordo com a assessoria, o diretor do departamento, Paulo Anselmo, agendou-se para fazer a assistência ao animal. Ele também é veterinário.

Antes dos funcionários levarem o cachorro à clínica, compraram um sachê de ração, seringa e soro em um pet shop próximo à empresa. O líquido foi dado na boca.

De acordo com a Lei Federal 9.605/98, abandonar animais é crime, passível de multa e prisão.

Situação crítica

Os grupo de protetores independentes e as ONGs de amparo aos animais de Campinas estão lotados de casos como este, denunciado ao Correio.com

Só o OperaCÃO Resgate recebeu mais de 40 pedidos de ajuda entre dezembro passado e este começo de janeiro. “Estamos com as clínicas lotadas, com uma dívida gigante (cerca de R$ 4 mil) e os pedidos não param de chegar”, diz a fundadora do grupo, Marjorie Rodrigues. “É pedido sobre abandono, de maus-tratos, de fome, de doença. A situação está crítica”, afirma a protetora.

“A gente não tem apoio da Prefeitura. Temos que fazer tudo sozinhas. Creio que não seja por má vontade, porque sei que o canil está lotado. Mas é total falta de estrutura”, completa.

 

 “Conseguimos que a moça fique com ele até quarta-feira (7), mas se até lá não conseguirmos pelo menos um lar temporário, ela já avisou que vai colocá-lo de volta na rua”. O animal está em uma casa no Jardim Samambaia, atrás do hipermercado Extra da Avenida Abolição.

Na ONG Amor de Bicho, a situação não é diferente. A entidade recebe cerca de 15 pedidos de socorro por dia. “Gostaríamos de resgatar todos eles, mas isso é uma realidade muito distante para nós no momento. Estamos com cerca de 80 animais sob nossos cuidados: muita bocas para alimentar, muita sujeira para limpar, muitas vacinas, castrações, remédios, tratamentos”, informa um comunicado postado no Facebook pela entidade.

A próxima feira de adoção da Amor de Bicho será no sábado (10), na Avenida Carolina Florence, 229.

Fonte: Correio RAC   Foto: Jenifer Jurovschi de Moares

 

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06 de Janeiro de 2015

Em campanha contra as touradas, mulher espeta 2.500 agulhas no corpo

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Uma colombiana bateu um recorde mundial ao ficar com 2.500 agulhas espetadas no corpo como parte de uma iniciativa que visa banir as touradas no seu país.Fanny Pachon considera “cruel e bárbaro” o ritual da tradição, em que o matador tira a vida do touro em frente ao público, depois de o provocar durante o espetáculo.Na tentativa de realizar um gesto simbólico de união com os animais, Pachon ficou com 2.500 agulhas espetadas no corpo e também fez uma tatuagem no braço com a imagem da cabeça ensanguentada de um touro.“Eu e os meus colegas tentamos durante anos obter visibilidade apropriada para uma campanha contra as touradas, mas parecia que nunca nos escutavam”, explicou a mulher de 35 anos.“Apercebemo-nos que era preciso fazer algo significativo porque estão a chegar duas datas importantes no calendário das touradas”, acrescentou.Fanny referiu que decidiu tomar medidas mais drásticas depois de os seus protestos em Cartagena não terem surtido efeito.A manifestante também lançou um desafio aos matadores: “Toureiro, já que és tão valente, desafio-te a sentires o que os touros sentem”.Os meios de comunicação da Colômbia apontaram que Fanny bateu um recorde mundial do Guinness com o número de agulhas espetadas no corpo ao mesmo tempo.“Não me interessam os recordes, só quero ajudar os animais”, comentou Pachon.*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.Fonte: Diário Digital ( foto: divulgação )

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05 de Janeiro de 2015

Neafa apresenta ao MP nome de suspeitos de envenenamento de cães

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Representantes do Núcleo de Educação Ambiental Francisco de Assis (NEAFA) entregaram, na manhã desta segunda-feira (05), na sede da 62ª Promotoria de Controle Externo, no Barro Duro, os nomes de suspeitos de envenenarem os cães da entidade.O Neafa acredita que vizinhos tenham colocado veneno em alimentos e jogado dentro da entidade. O resultado foi o envenenamento de 30 cães. Destes, 11 morreram e outros 19 estão em recuperação.Para confirmar a suspeita, o Neafa enviou a um laboratório em Porto Alegre materiais biológicos dos animais com o intuito de saber se realmente os cães foram envenenados e qual a substância utilizada para matar os animais. O laudo anatomopatológico deve sair no prazo de 10 dias.De acordo com o promotor de Justiça, Flávio Gomes, o resultado será anexado ao processo, que será entregue a delegada do 3ª Distrito Policial, Talita Aquino, designada especialmente para investigar o caso.O promotor explicou ainda que se o caso for comprovado o acusado será enquadrado na Lei 9605/98, que prevê os maus-tratos de animais como crime. As penas são determinadas pela gravidade da atitude, podendo ir de três meses de detenção até um ano. Uma multa também é prevista no processo.Além dos nomes dos suspeitos, os representantes no Neafa entregaram também o boletim de ocorrência. Eles relataram ainda que os funcionários chegaram a ser destratados por vizinhos e que bombas já foram jogadas dentro da entidade durante os 11 anos de atividadePara evitar novos ataques, a entidade providencia agora a colocação de uma cerca elétrica, telas e câmaras de segurança. Hoje, cerca de 110 animais - entre cães e gatos - são assistidos pelo Neafa.Fonte : alagoas24horas.com.br  (Priscylla Régia e Milton Rodrigues)

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05 de Janeiro de 2015

Mugido das vacas é luto por seus filhotes

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As vacas são mães incrivelmente carinhosas e protetoras com os seus filhotes. Elas formam um elo com os bezerros em questão de segundos após o nascimento. Mas, infelizmente, as vacas na indústria de laticínios raramente conseguem manter os seus filhotes junto a elas. Assim que o bezerro nasce, a mãe é ligada a uma máquina de ordenha e o seu filhote é levado embora – frequentemente enviado para a indústria de vitela. As mães vacas, então, irão entrar em luto por seus bebês e mugir incessantemente nos dias que se seguem à sua separação. Enquanto se pensava que esse brado fosse apenas uma expressão de dor das vacas, novas pesquisas mostram que os mugidos das mesmas têm significados muito específicos. As informações são do One Green Planet.Uma equipe de pesquisadores das universidades de Nottingham e Queen Mary University London passou dez meses estudando bezerros e suas mães para verificar como eles se comunicavam. O que eles descobriram é que as vacas têm indicadores acústicos distintos que transmitem informações de idade e identidade. Quando as mães vacas estavam perto de seus filhotes, ambos se comunicavam usando chamados de baixa frequência. Quando os bezerros estavam fora de vista, por sua vez, eles chamavam uns aos outros com alta frequência. E quando o bezerro estava pronto para mamar, outro tipo de chamada era utilizado.O mais incrível é que cada par individual de mãe e bezerro tinham uma chamada especial nestas frequências, de modo que é possível que, em um rebanho, cada mãe distinguisse entre as chamadas de seus próprios bezerros. Isso faz pensar que o fato das vacas exploradas pela indústria leiteira estarem realmente chamando por seus bezerros parece altamente plausível.De acordo com a Dra. Mónica Padilla de la Torre, da Escola de Ciências da Universidade de Nottingham, “A pesquisa demonstrou pela primeira vez que a comunicação entre mães e suas crias são individualizadas – cada vaca e seu bezerro utilizam um som característico e exclusivo para chamar uns aos outros. Análises acústicas também revelam que certas informações são transmitidas nas chamadas dos bezerros, por exemplo, a idade”.Isso não deveria parecer algo extraordinário, pois as vacas são animais extremamente inteligentes e emotivos, e não é de se surpreender que os seus modos de comunicação sejam tão especializados e desenvolvidos. Tais fatos devem nos fazer realmente pensar na maneira pela qual olhamos os bovinos e, sabendo o que causamos a eles, é tempo de permitirmos que eles tenham a vida e o respeito que merecem.

Fonte: anda.jor.br    Foto: Heather/Flickr 

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04 de Janeiro de 2015

Sobreviventes da chacina no Neafa em Maceió estão fora de perigo

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Os três cães que estavam em estado grave após o envenenamento de 30 animais do Núcleo de Educação Ambiental Francisco de Assis (Neafa), no dia 25 de dezembro, já estão fora de perigo. A informação foi confirmada à reportagem do G1 na manhã da última sexta-feira (2) pela assessoria de comunicação da ONG.O envenenamento causou a morte de 11 cães do Neafa. Ainda segundo informações da assessoria, os cães continuam sendo monitorados porque alguns deles ainda estão com resquícios do envenenamento. A ONG já recebeu muitas doações, mas os cães ainda precisam de medicamentos como hepatovet, eritrós dog tabs e nutrifull Dog. Além dos remédios, os cães precisam de um patê para animais convalescentes.O Neafa informou também que a ONG já recebeu uma ligação de representantes do Ministério Público do Estado de Alagoas (MP-AL) para formalizar a denúncia da morte dos animais e para marcar uma reunião para a próxima segunda-feira (5) com os promotores de justiça Flávio Gomes e Alberto Fonseca. Ainda segundo a assessoria, já existem suspeitos mas não se pode identificar quem são.DoaçõesA ONG resgata e trata de animais abandonados para encaminhá-los para adoção. A veterinária Elisabeth Lima explicou que o Neafa esta recebendo muitas doações desde o dia 25, mas ainda está precisando muito da ajuda de voluntários.A entidade pede a quem puder fazer doações que entre em contato pela sua página nas redes sociais ou pelo telefone (82) 3221-0193.Fonte: G1( foto: Paula Nunes G1 )  

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03 de Janeiro de 2015

Cão trancado em apartamento é resgatado

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Um cachorro permaneceu trancado por um ano em um apartamento na Rússia, apenas com comida e água. Quando foi encontrado por uma equipe de tratadores de animais, o pelo dele estava tão ensopado por xixi e fezes que ele mal conseguia se mexer. Foram necessários seis funcionários e três horas de trabalho para tosá-lo, segundo reportagem do tabloide “Daily Mail”.

O pastor inglês havia ficado na casa após a morte do tutor, um senhor de 79 anos. Gore Zhdanov deixou seus bens em Novosibirsk, na Rússia, para a família, assim como o animal.

Mas os parentes começaram a brigar durante a divisão da herança, então o animal ficou encarregado de guardar a casa de ladrões e vândalos. Ele tinha o necessário apenas para sobreviver, com o acesso a uma pequena varanda, mas todos se recusaram a cuidar dele.

Quando finalmente resolveram vender a casa e o cachorro, ele estava em um estado deplorável após tanto tempo de maus-tratos. Tinha feridas e pus por todo o corpo, que levaram horas para serem tratados. Vitaly Kornilova, que ajudou no resgate, disse que o cão “mal podia andar”. “Os parentes nos chamaram para levá-lo embora porque tinham decidido vender tudo depois que o inventário ficou pronto.”

Os familiares nem se preocuparam em saber qual era o nome do bicho, então agora lhe deram o nome de Cocos. Segundo ela, cem sacolas de lixo ficaram cheias com o pelo maltratado do pastor inglês. “Depois também fizemos uma limpeza geral em seus dentes.”

Ele vai se recuperar na casa de uma tratadora chamada Elena Rivvo, especializada nessa raça de animal, onde recebe uma dieta especial de vitaminas.

Fonte: Notícias UOL( Foto: internet )

 

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02 de Janeiro de 2015

Resgatados jumentos que seriam mortos para consumo humano em PE

divulgação Destaque

Mais de 20 jumentos que seriam mortos para consumo humano foram resgatados na tarde da última quarta-feira (31), na Estrada de Mumbeca, zona rural de Paulista, na Grande Recife. Os animais estavam num matadouro clandestino.Durante a operação, 750 kg de carne de jumento e duas armas de fogo foram apreendidos por fiscais da Vigilância Sanitária de Paulista e policiais da Companhia Independente de Policiamento do Meio Ambiente Ambiente (Cipoma). A carne seria enviada a comerciantes da comunidade do Córrego do Jenipapo, no Recife, e de outros bairros na Região Metropolitana.Duas pessoas que estavam no local foram levadas à Delegacia de Paulista. A carne vai ser incinerada no Matadouro Municipal.Fonte: Ne 10 ( foto: divulgação )  

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02 de Janeiro de 2015

Nomeada delegada especial para investigar a morte de cães em Alagoas

Michele Farias G 1 Destaque

Em portaria publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) de quarta-feira (31), o delegado geral de Polícia Civil de Alagoas, Carlos Reis, designou a delegada Talita de Aquino Pereira da Silva para investigar o envenenamento de 30 animais do Núcleo de Educação Ambiental Francisco de Assis (Neafa), ocorrida há uma semana.Na última segunda (29), dezenas de pessoas foram até a ONG para realizar uma manifestação pedindo justiça às autoridades e para cobrar conscientização da sociedade.Na ocasião, Alexandre Cavalcante, um dos veterinários voluntários, informou que parte dos órgãos dos animais mortos, como estômago e fígado, serão encaminhadas para um laboratório no Sul do país, para que seja identificada a substância utilizada, já que na região Nordeste não existe o serviço.A assessoria de comunicação do Neafa informou que a ONG ja recebeu uma ligação de representantes do Ministério Público Estadual para formalizar a denúncia da morte dos animais e para marcar uma reunião para a próxima segunda-feira (5) com os promotores de justiça Flávio Gomes e Alberto Fonseca. Ainda segundo a assessoria, já existem suspeitos mas não se pode identificar quem são. Um outro ato está sendo programado para o início de 2015.Fonte: anda.jor.br ( foto:( Michele Farias G 1 Alagoas )

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Moreyra da Silva

Mundo Animal

Perfil

Técnico em Contabilidade, radialista, produtor e apresentador do Programa Mundo Animal na Rádio Jornal AM 710, aos sábados, das 12h às 13h, e na TV Maceió canal 2, da JET. O Programa Mundo Animal completou no último mês de março dez anos no ar, inclusive, com o lançamento do CD Mundo Animal, com crônicas e músicas que falam sobre animais. Recebeu da ONG Quintal de São Francisco de São Paulo o diploma Amigo dos Animais, além de um troféu da Anclivepa de Alagoas e um prêmio Odete Pacheco.

Últimos Comentários

  • thassia

    Coitado do cachorrinho não merecia isso.

  • Dayane

    como existe pessoas ruins existe também pessoas boas ,parabéns a Celma que salvou a vida desse cãozinho inocente

  • Ricardo Luiz Capuano

    Eu e os animais agradecemos o apoio ! Convidamos a todos a conhecerem nosso humilde trabalho em favor de nossos irmãos caculas !

  • CASSIO

    QUE DEUS TE CONFORTE. ELE COM CERTEZA VAI. CONFORTO TBM A SHAKYRA.

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